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A vinha mantida como um sistema misto, com

cobertura verde natural ou semeada (enrelvamento)

Área com sementeira direta – 4% das terras aráveis Área com enrelvamento na entrelinha – 10% das

explorações com culturas permanentes

A utilização de práticas culturais de conservação do solo

Área com mobilização reduzida – 20 % das terras aráveis

As práticas de enrelvamento, de mobilização reduzida e de sementeira direta continuam a ser utilizadas por um baixo número de produtores

Porém, no caso da vinha, o enrelvamento tem vindo a aumentar

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Vinhas com enrelvamento, Douro

Vista geral

Pormenores de vinhas com enrelvamento

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Os sistemas mistos, que combinam árvores ou culturas perenes com culturas anuais ou

pastagens, constituíram elementos chave da

paisagem europeia ao longo de séculos, muitos continuam a praticar-se na actualidade e podem ser explorados segundo um modelo

multifuncional e dar um contributo positivo para uma agricultura sustentável na Europa do futuro (Eichhorn et al., 2006).

Os sistemas mistos como uma das soluções para a sustentabilidade da

agricultura

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Vários autores são de opinião que estes sistemas, ao assentarem sobre os três pilares da

sustentabilidade o ambiental o económico o sociocultural

afirmam-se como sistemas robustos que produzem rentabilidade a curto e longo prazo e são capazes de valorizar zonas deprimidas (1)

40

(1)Alavalapati et al., 2004; Montagnini & Nair, 2004; Eichhorn et al., 2006;

Os sistemas mistos como uma das soluções

para a sustentabilidade da agricultura

Conceito * - Gestão de um recurso, de um sistema produtivo, de uma sociedade em geral , que garanta as necessidades das

gerações do presente, sem comprometer as necessidades das gerações do futuro

* Baseado nas conclusões do relatório das Nações Unidas saído da Cimeira do Rio em 1992 “O Nosso Futuro Comum”, coordenado pela Senhora Brundtland

Sustentabilidade

Tem um espetro de aplicação muito amplo, desde a célula até ao

organismo, ao ecossistema, à

empresa, à sociedade

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Promover um ordenamento do espaço rural, adequando o tipo de uso à qualidade dos solos Promover a conservação do ciclo de nutrientes e

a produtividade dos sistemas

Promover a conservação da biodiversidade

Promover a protecção contra a erosão hídrica e a perda de solo e de nutrientes

Promover a manutenção da qualidade das águas de escorrência ou de percolação

A sustentabilidade aplicada aos sistemas agrícolas

Requisito/Objectivo fundamental - Garantir a produtividade dos sistemas

a par da conservação/melhoria dos parâmetros ambientais

Requisito/Objectivo fundamental - Garantir a produtividade dos sistemas

a par da conservação/melhoria dos parâmetros ambientais

Requisitos

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Requisito fundamental para a gestão sustentada em agricultura

Manter a produtividade do solo, garantindo a sua capacidade em fornecer água e

nutrientes nas quantidades necessárias às

plantas

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Morlat & Jacquet 2003, no tocante à manutenção de revestimentos verdes em vinhas enfatizam os seus benefícios na melhoria das

propriedades físicas e químicas do solo, na diminuição do

escoamento superficial e da erosão, na diminuição de infecções por Botrytis, no decréscimo do vigor e na melhoria geral da qualidade dos vinhos.

Os mesmos autores referem porém que na entrelinha ocorre menor densidade de raízes da vinha, devido à competição com as espécies herbáceas.

Exemplos de resultados e opiniões que confirmam as vantagens dos revestimentos

verdes em vinhas

44

Igualmente Magalhães 2008, salienta as vantagens da manutenção de cobertura herbácea em vinhas, desde o controlo de infestantes, à melhor adaptação ao modo de Produção Integrada, à melhor circulação de

máquinas, diminuição de custos, benefícios na qualidade do solo e controlo do vigor.

Alerta porém para os perigos de competição hídrica em áreas secas com reflexos na produtividade da vinha e para o aumento de riscos de geada

Exemplos de resultados e opiniões que confirmam as vantagens dos revestimentos

verdes em vinhas

Também Celette et al. 2005, confirmam parte das opiniões dos autores anteriores nomeadamente os efeitos benéficos nas

propriedades físicas do solo, na taxa de infiltração, na redução do escoamento superficial e na erosão hídrica

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Controlo da erosão hídrica em vinhas com enrelvamento na entrelinha

Imagens colhidas após o período de chuvas do inverno de 2010 numa vinha ao alto com cobertura herbácea na Qta dos

Arcisprestes, Foz do Tua

46

Na parte mais baixa da vinha e no caminho onde termina, não são visíveis sinais evidentes de erosão hídrica, após um inverno rigoroso, confirmando o efeito benéfico do enrelvamento na diminuição da erosão hídrica

46

Diminuição dos riscos de erosão

Conservação e aumento da MO, armazenamento de C e diminuição de emissões de CO2

Melhoria das condições de estrutura (porosidade e

permeabilidade), com melhores condições de tráfego de máquinas

Síntese sobre os benefícios da

manutenção de coberturas verdes

Aumento de biodiversidade e das condições para a luta biológica

Melhoria da eficiência na utilização de nutrientes e redução da utilização de fertilizantes

Maior garantia de sustentabilidade do sistema e benefícios na qualidade ambiental

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A Matéria orgânica e o Carbono, como

parâmetros chave na qualidade do solo e

do ambiente

Relação com o fluxo de matéria orgânica O ciclo do carbono desempenha um papel relevante na natureza

Relação com os ciclos de bioelementos fundamentais na nutrição vegetal (N, P, S)

Relação com a libertação de CO

2

, um dos gases

com maiores implicações no efeito de estufa

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Gases com Efeito de Estufa (GEE) (IPCC*)

CO2 representa cerca de 64% dos GEE; Metano (CH4), cerca de 20 vezes mais potente que CO2; Óxido nitroso (N2O), cerca de 300 vezes mais potente que CO2

64

19 5,7

10

1,3

CO2 CH4 N2O CFCs Outros

50

* Intergovernmental Panel on Climate Change 50

Fontes de emissões % Produção de energia 24.9

Indústria 14.7

Transportes 14.3

Agricultura 13.8

Alterações uso solo 12.2 Outros Combustíveis 8.6 Processos industriais 4.3

Lixos 3.2

Equipamentos de pressão 4.0

TOTAL 100.0

Fontes emissores de GEE e peso da agricultura e uso do solo (cont.)

(1)

As emissões pela agricultura e as

alterações no uso do solo (1)têm um peso próximo do total de emissões pela

indústria e transportes

(1)

Desflorestação

Queima de biomassa Conversão de sistemas

florestais em agrícolas

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Resultados obtidos sobre o armazenamento de C no solo, nos sistemas em apreço

(Raimundo et al. 2011)

Camadas minerais 0-20 cm

camada orgânica Camada mineral + orgânica

(g kg-1) (Mg ha-1) (Mg ha-1)

CT 12.66 a --- 25.19 b

NT 12.82 a 3.12 35.62 a

Carbono orgânico total no solo em soutos com a gestão convencional (mobilização com escarificador – CT) e não mobilizados com cobertura por pastagem natural desde há 15 anos (NT)

Considerando o conjunto de camadas (camada orgânica + camada mineral até 20 cm de profundidade, observa-se um aumento

significativo de C armazenado no solo em NT (cerca de 10 t/ha)

Considerando o conjunto de camadas (camada orgânica + camada mineral até 20 cm de profundidade, observa-se um aumento

significativo de C armazenado no solo em NT (cerca de 10 t/ha)

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Há porém a necessidade de aperfeiçoar metodologias para detetar mudanças

nas reservas e dinâmica de Carbono

motivadas por alterações nos sistemas

de gestão

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SOC AC POC HWOC

(g kg-1) (mg kg-1) (mg kg-1) (mg kg-1) 0-10 cm

CT 14.41 a 249.8 b 3223.8 b 498.4 b NT 15.31 a 335.3 a 4566.3 a 661.8 a

0-20 cm

CT 12.66 a 200.3 b 2388.8 a 413.5 a NT 12.82 a 249.8 a 3171.6 a 494.1 a

(*)Borges 2012

Valores médios de fracções de carbono num sistema submetido a mobilização (CT) e não mobilização (NT) (*)

Valores médios de fracções de carbono num sistema submetido a mobilização (CT) e não mobilização (NT) (*)

SOC – carbono orgânico total do solo

AC – carbono activo

POC – carbono particulado HWOC – carbono orgânico

extraível com H2O quente

Os resultados obtidos mostram a ausência de diferenças significativas no carbono total (SOC)

Os resultados obtidos mostram a ausência de diferenças significativas no carbono total (SOC)

Essas diferenças são porém visíveis em fracções mais lábeis de C (AC, POC, HWOC), onde mais facilmente se detecta o efeito do tipo de gestão do solo, nomeadamente até 10 cm de profundidade

Essas diferenças são porém visíveis em fracções mais lábeis de C (AC, POC, HWOC), onde mais facilmente se detecta o efeito do tipo

de gestão do solo, nomeadamente até 10 cm de profundidade 54

Efeitos na biologia do solo - Riqueza de espécies de fungos e sua ocorrência em solos mobilizados (CT) e não

mobilizados com cobertura herbácea (NV, NP e NIP)

Valores mais elevados para a riqueza de espécies de fungos e sua ocorrência nos tratamentos NIP e NV, mostrando uma biodiversidade mais elevada

que nos restantes;

Em oposição, os valores mais baixos em CT

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

CT NV NP NIP

nº espécies Ocorrência

Tratamentos b c

ab a

d

de

e

f

nº espéc/ocorr talhão-1

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Questões que permanecem sobre o enrelvamento???

Que tipo de cobertura – natural ou semeada

Mistura de espécies a selecionar de acordo com a situação Competição hídrica entre o coberto herbáceo e a videira Efeitos no comportamento fisiológico da videira

Efeitos no microclima e consequências no desenvolvimento da vinha

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Efeitos nos aspetos sanitários

Saldo de carbono e implicações nas emissões de CO2 e de outros gases

Efeitos na qualidade do produto final

Efeitos na rentabilidade e sustentabilidade do sistema

Exemplo de um projeto para observação dos efeitos da gestão do solo no comportamento da vinha (GreenVitis)

Mobilizações anuais

Não mobilização com cobertura herbácea

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Efeitos da gestão do solo na produtividade e

sustentabilidade do sistema vitivinícola duriense (GreenVitis) (

Financiado pelo PRODER – Inovação)

Situações a ensaiar

1- Prática convencional de mobilização do solo para controlo de infestantes (MC)

2. Manutenção de cobertura herbácea com espécies espontâneas (CE)

3. Manutenção de cobertura herbácea com uma mistura de gramíneas e leguminosas, adaptada às condições climáticas do local (CS)

58

58

GreenVitis – PRODER PA 43879 ‐

Esquema do dispositivo experimental

P1

P2P3 P4P5 P6P7P8P9

Caminhos Patamares (P)

Sombreado a verde – patamares onde se

Tratamentos

MC - mobilização convencional CE – cobertura espontânea

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Objetivos do projeto GreenVitis

60

Monitorização das variáveis microclimáticas associadas às práticas culturais

Relações hídricas solo-vinha

Comportamento fisiológico da videira Balanço global de C

Emissões de gases

60

O projeto faz uma abordagem holística do tema, procurando observar os efeitos das três práticas nos seguintes aspetos

Eficácia no uso e reciclagem de nutrientes e efeitos na vinha

Perdas por erosão

Efeitos na sanidade da vinha Produção e qualidade do vinho

Efeitos nos custos globais de manutenção da vinha

Objetivos do projeto GreenVitis (concl)

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Alguns resultados preliminares do projeto GreenVitis

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No período entre Dezembro 2013 e Outubro 2014, observou-se uma precipitação mais elevada que a média dos anos 1951-80, o que tem reflexos no comportamento fisiológico da videira

Valores mensais de Temperatura Média (T) e Precipitação (P) para 1951-80, Peso da Régua e desde Dezembro 2013 a Fevereiro 2015 na Quinta do Vallado (Relatório final do Projeto)

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0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

7-Mai-14 16-Mai-14 18-Jun-14 08-Jul-14 22-Jul-14 13-Ago-14 3-Set-14 MC CS CE

H (% V)

Data

Não foram observadas diferenças significativas entre tratamentos

Valores médios da humidade do solo a 50 cm de

profundidade de Maio a Set de 2014 para os 3 tratamentos

64

Valores médios da humidade do solo a 50 cm de profundidade de Maio a Set de 2014 na linha e na entrelinha (Relatório final do Projeto)

Maior teor de humidade na linha até finais de junho com diferenças significativas em 18 de Junho e a partir daí valores mais elevados na entrelinha, sempre com diferenças significativas.

Menor extração de água pela videira e, ao contrário, maior extração pela cobertura herbácea na entrelinha até finais de junho

A partir daí, maior extração de água na linha de plantação pela vinha e ainda a maior

incidência de insolação no talude, próximo da linha e senescência das espécies herbáceas na

0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

7-Mai-14 16-Mai-14 18-Jun-14 08-Jul-14 22-Jul-14 13-Ago-14 3-Set-14 Linha E Linha

Data

H(% V)

a

b

a

b

a

a b

b

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Os resultados encontrados no tocante à humidade do solo, confirmam um maior consumo de água na entrelinha com enrelvamento durante a Primavera, o que controla o vigor e, a partir daí maior consumo na linha pelas razões

apontadas

Conclusões sobre o efeito do enrelvamento no regime hídrico do SOLO

maior extração de água na linha de plantação maior incidência de insolação no talude do

terraço próximo da linha de plantação

senescência das espécies herbáceas na entrelinha

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Valores médios do potencial hídrico foliar nos três tratamentos (

Relatório final do Projeto

)

Em cada período de medição os valores não são significativamente diferentes

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Conclusões

68

1. Garantir a sustentabilidade dos sistemas

vitícolas, protegendo o potencial produtivo dos recursos naturais como o SOLO e a qualidade da ÁGUA, o que requer alguns cuidados que se

apontam:

Estimular a análise de solos e a utilização racional de fertilizantes

Diminuir e utilizar racionalmente os produtos

fitossanitários, nocivos à biodiversidade e ao ambiente Adotar técnicas que reduzam as mobilizações para

diminuição da compactação e melhoria das condições físicas do Solo, particularmente em solos de texturas mais finas

Conclusões

A gestão convencional do solo, com mobilizações frequentes, conduz à diminuição da MO, o que, particularmente nas

vinhas de encosta e solos pobres requer uma nova gestão do solo, com coberturas verdes que têm efeitos benéficos para o sistema e para o ambiente

A gestão do solo com coberturas verdes permite o controlo do vigor e conduz a maior biodiversidade, com resultados

benéficos na qualidade do solo e nas relações solo-vinha

Necessidade de novos dados e metodologias que esclareçam as dúvidas que persistem sobre a mistura de espécies a

selecionar em cada situação e o comportamento do sistema

vitivinícola com a utilização das coberturas verdes

JORNADAS TÉCNICAS “Início de Campanha 2015”

1. Alavalapati JRR, Shrestha RK, Stainback GA, Matta JR (2004) Agroforestry development: An environmental economic perspective. Agrofor Syst 61:299-310

2. Borges, O. (2012). Efeitos da gestão do solo em soutos no sequestro de carbono e na sustentabilidade do sistema. Dissertação de mestrado. UTAD, 92 pág

3. Celette F, Wery J, Chantelot E, Celette J, Gary C (2005) Belowground interactions in a vine (Vitis vinifera L)-tall fescue (Festuca arundinacea Shreb.) intercropping system: water relations and growth.

Plant Soil 276:205-217

4. Eichhorn MP, Paris P, Herzog F, Incoll LD, Liagre F, Mantzanas K, Mayus M, Moreno G, Papanastasis V P, Pilbeam DJ, Pisanelli A, Dupraz C (2006) Silvoarable systems in Europe – past, present and future prospects. Agrofor Syst 67:29-50

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5. Macedo, J M Bastos de, (1983). Introdução à meteorização das rochas. Comportamento e distribuição dos produtos. O solo na crusta de meteorização. ISA, Ciclostilado

6. Magalhães N. (2008). Tratado de viticultura. A videira, a vinha e o terroir. Chaves Ferreira Publicações S. A., Lisboa

7. Montagnini F. & Nair P. K. R. (2004). Carbon sequestration: An underexploited environmental benefit of agroforestry systems. Agroforestry Systems, 61: 281-295

8. Morlat R and Jacquet A (2003) Grapevine root system and soil characteristics in a vineyard maintained long-term with or without interrow sward. Am J Enol Vitic 54: 1-7

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Referências Bibliográficas

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