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Os inquéritos feitos tinham como objetivo perceber qual a opinião dos utentes dos centros de convívio sobre o que se faz e como se faz as atividades. O mesmo tipo de perguntas foram feitas por sua vez aos técnicos dos centros de convívio.

Em seguida explorar-se-á questão a questão feitas nos inquéritos, dando uma perspetiva lado a lado do que pensam os utentes e os técnicos que os acompanham.

Atividades recreativas e culturais

Centro de Rio Covo Stº Eugénia •Comemoração de datas festivas (aniversários dos seniores); •Visitas a museus entre outras); •Actividades de motricidade e exercício físico ; •Bocia; •Ateliers de trabalhos manuais; •Convívio. Centro de Carreira •Bocia; •Expressão Plástica; •Contos e histórias; •Jogos Lúdicos; •Passeios semanais; •Comemoração de datas festivas; •Convívio; Centro de Viatodos •Convívio; •Passeios; •Jogos; •Atividades religiosas (rezar terço); •Assistir televisão; •Ouvir música; Centro de Perelhal •Expressão plástica; •Expressão musical; •Classes de movimento; •Bocia; •Expressão dramática •Passeios; •Participação em eventos promovidos por outras instituições; •Participação no projeto RECRIAR; •Costura; •Culinária;

38 Abaixo segue o quadro com as questões colocadas aos utentes.

Tabela 4 Quadro com as questões colocadas aos utentes

Os utentes dos centros de convívio são maioritariamente mulheres, sendo que as idades estão numa média de 76,5 anos de idade. Sendo por conseguinte uma população idosa com idades avançadas.

Questões colocadas aos utentes

1. Sente que as atividades vão de encontro com as suas necessidades? 2. Sente que participa não só na realização das atividades mas também na sua

elaboração?

3. Sente-se satisfeito com as atividades realizadas?

4. Sente-se satisfeito com a relação que tem com os técnicos? a. Que tipo de relação existe?

i. Tratamento mais formal, não existe muita conversa e interação para além do necessário, aquando das atividades.

ii. Tratamento personalizado, preocupado com o seu bem-estar não só no centro de convívio mas na sua vida quotidiana.

5. Sente-se satisfeito com a relação que tem com os outros utentes? a. Que tipo de relação existe?

i. Amizade; ii. Colegas; iii. Conhecidos;

iv. Não estabelece relação.

6. Sente que os seus conhecimentos são valorizados pelos técnicos e estes recorrem a si para pô-los em prática?

7. Sente-se satisfeito com os serviços prestados pelo centro de convívio? 8. Conhece outros centros de convívio?

9. Acha que existem atividades melhores noutros centros de convívio? 10. Sente que há liberdade para expor aos técnicos novas atividades?

11. Sente que há possibilidade de essas atividades serem colocadas em prática no seu centro de convívio?

12.

Numa frase como descreveria o centro de convívio para si.

_________________________________

39 1.Sente que as atividades vão de encontro com as suas necessidades?

Gráfico 1 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Quanto a esta questão pretendia-se perceber se os utentes sentiam que as atividades desenvolvidas satisfaziam as suas necessidades. As respostas face a esta questão foram positivas na sua totalidade, sendo que 94,6 % respondeu que concorda totalmente. Mostrando desta forma que os utentes dos centros de convívio sentem efetivamente que as atividades que se realizam no centro de convívio vão de encontro com as suas necessidades. Os restantes 5,4% apenas concordam parcialmente. No entanto, estamos perante a uma situação em que não existiram casos de utentes que sentiam que as atividades não preenchiam as suas necessidades.

2. Sente que participa não só na realização das atividades mas também na sua elaboração?

Esta questão prende-se à participação dos utentes na escolha mas também na elaboração das atividades. Tentando perceber-se se estes são um elemento ativo na elaboração ou apenas o “alvo” da atividade.

Fonte: Elaboração Própria

Fonte: Elaboração Própria

40 Quando à participação na elaboração das atividades os 40,5 % dos inquiridos sente que participa ativamente na elaboração das atividades e 27% sente que participa na elaboração mas não totalmente.

Na opção de não concordo nem discordo encontram-se 27% dos inquiridos e 5,4% das respostas dividiram-se de igual forma (2,7%) entre as opções do discordo parcialmente e discordo totalmente. Com estes dados percebe-se mais de metade dos inquiridos não sente totalmente que é um agente ativo na formulação das atividades.

3. Sente-se satisfeito com as atividades realizadas?

Gráfico 3Dados recolhidos Inquérito Utentes

A satisfação é outro ponto essencial para perceber se as atividades que são realizadas têm sucesso na perspetiva do utente, pois as atividades podem estar a responder às necessidades, dos utentes mas estes podem não sentir satisfação na sua realização.

Os dados recolhidos do inquérito demonstram que os utentes inquiridos estão satisfeitos com as atividades realizadas. Sendo que 94,6% sente que estão totalmente satisfeitos e 5,4% apenas concordam parcialmente.

4. Sente-se satisfeito com a relação que tem com os técnicos?

Gráfico 4 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Fonte: Elaboração Própria

41 As relações que os utentes estabelecem são também importantes na medida em que boas relações permitem um ambiente de trabalho mais saudável.

Neste sentido, quanto à relação entre técnicos e utentes foi colocada a questão se os utentes estão satisfeitos com a relação que existe com os técnicos ao que se apurou que 97,3 % está totalmente satisfeito com o tipo de relação que existe. Apenas 2,7% afirmou que está satisfeito mas não totalmente.

a. Que tipo de relação existe?

Ainda dentro deste tema, é importante perceber que tipo de relação existe, se a relação que se estabelece é formal, onde não há espaço para conversas informais, e a interação limita-se a assuntos aquando da realização das atividades. Ou por outro lado a relação e tratamento é informal, no sentido em que há um tratamento personalizado para cada utente. Existindo preocupação pelo bem-estar do utente não só durante as atividades do centro de convívio, mas também fora do contexto do centro de convívio, ou seja na vida quotidiana dos utentes.

Neste sentido questionados sobre o tipo de relação que existe entre utentes e técnicos 97,2% dos utentes questionados sentem que o tratamento é personalizado preocupado com o seu bem-estar não só no centro de convívio mas na sua vida quotidiana.

Apenas 2,8% sente que a relação que existe com os técnicos é formal, restringindo-se apenas à interação das atividades que se realizam no centro de convívio.

Fonte: Elaboração Própria

42 5. Sente-se satisfeito com a relação que tem com os outros utentes?

Gráfico 6 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Ainda na área da satisfação com as relações tentou-se perceber qual o tipo de relação e interação que existe entre o grupo de utentes dos centros de convívio. Mais uma vez no sentido de perceber o nível de satisfação que este tipo de relações traz para o idoso.

Neste sentido questionados quanto ao que sentem face às relações estabelecidas com os outros utentes as opiniões dividiram-se entre o concordo totalmente e o parcialmente, existindo apenas um caso que não concordou nem discordou. Assim os dados recolhidos demonstraram que 67,6% sentiam que estavam satisfeitos com a relação que tinham com os outros utentes, 29,7% sentiam-se satisfeitos mas não totalmente e 2,7% responderam que não concordavam nem discordavam com o assunto em questão.

Que tipo de relação existe?

Gráfico 7 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Assim como no caso das relações com os técnicos é importante perceber que tipo de relação existe no seio do grupo.

Fonte: Elaboração Própria

43 De entre as opções apresentadas os inquiridos teriam de escolher as que achavam que correspondiam à sua realidade. Neste sentido, as opções eram:

- Amizade; Colegas; Conhecidos; Não estabelece relação.

Quanto ao tipo de relação amizade foi escolhida por 62,2% dos utentes, 43,2% sente que os outros utentes são colegas naquele grupo e 16,2% dos inquiridos sente que os outros utentes são apenas conhecidos. Uma vez que cada utente podia escolher mais que uma opção percebe-se que existem tipos de relações diferentes entre o grupo, ou seja nem todos são considerados amigos, ou colegas ou conhecidos. No entanto, percebe-se que todos estabelecem algum tipo de relação com o outro pois nenhum utente sente que não estabelece relação com nenhum dos outros utentes.

6. Sente que os seus conhecimentos são valorizados pelos técnicos e estes recorrem a si para pô-los em prática?

Gráfico 8 Dados recolhidos Inquérito Utentes

A valorização dos conhecimentos dos utentes pode constituir um fator importante para que estes se sintam parte integrante da atividade, mas também permitindo uma maior satisfação com as atividades que se estão a implementar.

Neste sentido face a esta questão 42,9% dos idosos inquiridos sentem que os seus conhecimentos são valorizados pelos técnicos. Cerca de 14,3% sente que são valorizados mas não o sentem totalmente. As respostas “Não concordo nem discordo” foram cerca de 40% e 2,9% dos idosos discordaram mas não totalmente.

Neste sentido, percebe-se que as opiniões se dividem quanto a esta questão, no entanto pelas percentagens depreende-se que a maioria sente efetivamente que são valorizados os seus conhecimentos por parte dos técnicos que os acompanham.

44 7.Sente-se satisfeito com os serviços prestados pelo centro de convívio?

Gráfico 9 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Como já foi possível perceber as atividades recreativas apenas são um dos serviços prestados pelos centros de convívio, apesar de ser o mais central e principal os centros de convívio oferecem outro tipo de serviços. Neste sentido é importante perceber se a satisfação por parte dos utentes é positiva face a todos os serviços e não apenas às atividades que se realizam no centro.

Questionados quanto à satisfação face aos serviços do centro de convívio 94,6% respondeu estar completamente satisfeito com os serviços e apenas 5,4% respondeu que está satisfeito mas não se sente completamente satisfeito, como os restantes 94,6%.

8. Conhece outros centros de convívio?

Gráfico 10 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Com esta questão pretendia-se perceber o conhecimento que os idosos possuem acerca de outros centros de convívio.

Fonte: Elaboração Própria

45 Apenas com o conhecimento acerca do que se faz nos outros centros de convívio se pode ter um ponto de referência para comparar o que se faz num e noutro. Tendo uma perspetiva mais concreta daquilo que se poderia melhorar e daquilo que já se faz de melhor.

Neste sentido, colocaram-se algumas questões no sentido de perceber qual o conhecimento dos idosos sobre os outros centros de convívio.

Relativamente à primeira questão 40,5% dos idosos afirmaram ter conhecimento de outros centros de convívio, 16,2% afirmaram conhecer mas não totalmente, outros 16,2% responderam imparcialmente e 27% afirmaram não conhecer outros centros de convívio. 9. Acha que existem atividades melhores noutros centros de convívio?

Gráfico 11 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Ainda no seguimento da questão anterior os inquiridos foram questionados se sentiam que nos outros centros de convívio se realizam atividades melhores do que no centro que frequentavam.

Esta questão implicava conhecimento de outros centros de convívio e das atividades que estes realizam.

Neste sentido, apenas 2,7 % acham que existem atividades melhores em outros centros, 59,5% não sabem se são melhores ou não e 37,8% sentem que nos outros centros de convívio as atividades não são melhores do que no seu centro de convívio.

46 10. Sente que há liberdade para expor aos técnicos novas atividades?

Gráfico 12 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Esta questão para além de permitir perceber se existe a possibilidade de os utentes poderem participar na definição de algumas atividades, permite ainda perceber a flexibilidade da gestão do centro de convívio no sentido de implementar novas ideias.

Neste sentido, as respostas a esta questão revelaram que 48,6% sente que existe na realidade abertura para exporem novas atividades para se realizarem no centro, 11,4% também concorda mas não totalmente, 37,1% sente que não sabe se realmente existe esta possibilidade e 2,9% não concorda que exista espaço para se expor novas atividades por parte dos utentes.

11. Sente que há possibilidade de essas atividades serem colocadas em prática no seu centro de convívio?

Gráfico 13 Dados recolhidos Inquérito Utentes

Ainda no seguimento da questão anterior, no caso onde existe liberdade para expor novas atividades aos técnicos por parte dos utentes, existe ainda a questão se essas atividades podem chegar a ser realizadas. Uma questão que revela não só o nível de participação dos Fonte: Elaboração Própria

47 utentes nas decisões mas também a flexibilidade da gestão do centro de convívio permitindo a integração de novas atividades no plano de atividades previamente elaborado anualmente pelos técnicos.

Dos inquiridos 44,4% sente totalmente, que caso coloque uma ideia ao técnico que esta pode ser colocada em prática. Ainda numa perspetiva positiva 13,9% sente que efetivamente existe esta possibilidade, no entanto não concorda totalmente e 41,7% não sabe se existe esta possibilidade.

12. Numa frase como descreveria o centro de convívio para si.

A todos os inquiridos foi pedido no final do inquérito que caracterizassem o centro de convívio numa só frase.

“O centro para mim é como se fosse a minha casa”

Das muitas frases que foram dadas por estes o sentimento que estas transmitem é de pertença e satisfação com o centro em que frequentam. Revelam que os idosos gostam de frequentar o centro de convívio, que se sentem bem naquele espaço e naquele convívio.

“Para mim é para não estar sozinha em casa. Estamos a conversar com outros e passa-se o tempo.”

“Se estivesse em casa estava só e aqui gosto da liberdade, por isso venho quando quero. Tenho respeito pelo trabalho dos técnicos.”

“A gente espalha e não estamos em casa sozinhos.”

Muitos afirmam que este lugar proporcionou-lhes acima de tudo um espaço de convívio, longe da solidão de suas casas.

“É uma casa das boas. Saímos de casa e estamos acompanhados.”

“Não posso dizer nada de mal. Era uma mulher que mal andava por causa de um AVC. Esta casa deu-me tudo.”

O centro de convívio permite-lhes também segurança, na medida em que são acompanhados por técnicos.

“Isto é bom, mas deveria haver mais autoridade aqui dentro, toda a gente fala, a técnica devia ter mais autoridade. Gosto muito do que se faz aqui, faço desenhos e quadras.”

48 O centro de convívio é também um espaço de socialização para os utentes, um espaço pelo qual eles se preocupam, e gostariam que continuasse e evoluísse. Um espaço onde podem fazer atividades que gostam.

49 Os técnicos inquiridos foram todos os responsáveis e que trabalhavam diretamente com os utentes dos centros de convívio. Neste sentido foram inquiridas quatro técnicas, responsáveis todas elas, pelo centro de convívio e que trabalham diretamente com os idosos.

Tabela 5 Quadro com questões colocadas aos técnicos

Questões colocados aos técnicos

1. As atividades elaboradas para os idosos são pensadas em conjunto com os mesmos? 2. Elaboram as atividades tendo em conta os gostos e motivações dos idosos?

3. As atividades são pensadas tendo em conta as capacidades físicas e psicológicas dos idosos?

4. Os conhecimentos e talentos dos idosos são estimulados e incentivados?

5. Existe hesitação por parte dos idosos em participar nas atividades desenvolvidas? 6. Sente que os idosos ficam satisfeitos na realização das atividades?

7. Tem conhecimento de atividades praticadas em outros centros de convívio? 8. Como obteve esse conhecimento?

Conversa com outros técnicos. / Conversa com utentes de outras instituições. / Comunicação com outras instituições. / Outro. Qual?____________________ 9. Acha que existem boas atividades realizadas por outros centros de convívio?

a. Já as realizou junto dos seus utentes?

10. Existe boa comunicação com outras instituições nomeadamente centros de convívio? a. Que tipo de comunicação existe?___________________________

11. A inserção de novas atividades no programa anual pode ocorrer com naturalidade? 12. Sente que as atividades alcançam os objetivos propostos pelo centro de convívio? 13. Acha que os idosos estão satisfeitos com a relação técnico-utente e utente-utente? 14. O ambiente relacional é positivo?

15. Está satisfeita (o) com o trabalho que realiza?

16. Sente-se satisfeita (o) com o ambiente de trabalho no centro de convívio? 17. Na sua opinião poderia mudar-se algo nas práticas existentes?

a. O que mudaria e porquê?____________

18.

Numa frase como descreveria o que de melhor se faz no centro?

50 1.As atividades elaboradas para os idosos são pensadas em conjunto com os mesmos? Com esta primeira questão queria perceber-se se as técnicas sentem que os idosos participam na elaboração e projeção das atividades. Neste sentido os dados recolhidos mostram que 75% dos inquiridos concordam plenamente, que as atividades elaboradas para os idosos são pensadas em conjunto com os mesmos.

Apenas 25% sente que realmente isto se verifica mas não na sua totalidade.

Gráfico 14 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

2. Elaboram as atividades tendo em conta os gostos e motivações dos idosos?

Com esta questão pretende-se perceber o que os técnicos sentem acerca de como as atividades são elaboradas, mais concretamente se os objetivos das atividades que se elaboram e o tipo de atividades que se idealizam são pensadas tendo em conta o público-alvo. Neste caso concreto tendo em conta o grupo que frequenta o centro de convívio.

Face a esta questão 100% das respostas dadas concluem que efetivamente neste processo é tido em conta os gostos e motivações dos idosos com quem se trabalha.

Gráfico 15 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

Fonte: Elaboração Própria

51 3. As atividades são pensadas tendo em conta as capacidades físicas e psicológicas dos idosos?

Para além das motivações e gostos dos idosos é necessário ter em conta as condicionantes físicas e psicológicas dos mesmos, neste sentido procurou-se perceber se as atividades que se elaboram são pensadas tendo em conta estas condicionantes do seu público-alvo.

Face a esta questão os técnicos concordam na sua totalidade que, sim, verdadeiramente as atividades são pensadas tendo em contas as capacidades físicas e psicológicas dos idosos.

Gráfico 16 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

4. Os conhecimentos e talentos dos idosos são estimulados e incentivados?

A valorização da pessoa é um aspeto importante na medida em que contribui para a satisfação e para despertar o sentimento de ser prestável da mesma.

Dos técnicos inquiridos 75% sentem que os conhecimentos e os talentos dos idosos são realmente estimulados e incentivados. Os 25% restantes também concordam com a questão, no entanto, não na sua totalidade.

Gráfico 17 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

Fonte: Elaboração Própria

52 5. Existe hesitação por parte dos idosos em participar nas atividades desenvolvidas? A hesitação em participar nas atividades por parte dos idosos pode ter várias causas, no entanto é importante perceber se os técnicos sentem que existe hesitação.

A hesitação por parte dos idosos face às atividades desenvolvidas é sentida por 75% dos técnicos que concordam parcialmente com a existência do sentimento de hesitação por parte dos idosos. Os restantes 25% discordam parcialmente, não sentindo portanto que exista hesitação por parte dos idosos face às atividades desenvolvidas.

Gráfico 18 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

6. Sente que os idosos ficam satisfeitos na realização das atividades?

Para além, de tentar perceber se os idosos ficam satisfeitos com as atividades é também importante se os técnicos sentem que os idosos ficam satisfeitos com as atividades que estes preparam para os mesmos.

Divididas as respostas entre o concordo totalmente e concordo parcialmente, a totalidade dos técnicos inquiridos sentem por conseguinte que os idosos ficam satisfeitos com a realização das atividades.

Gráfico 19 Dados recolhidos Inquérito Técnicos

Fonte: Elaboração Própria

53 7.Tem conhecimento de atividades praticadas em outros centros de convívio?

O conhecimento de outras realidades semelhantes ou similares à sua realidade é importante para o crescimento e aprendizagem do profissional.

Perante a questão colocada sobre o conhecimento de atividades realizadas por outros centros de convívio, a totalidade dos técnicos inquiridos respondeu que têm conhecimento dessas

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