• Nenhum resultado encontrado

ASPECTOS GERAIS DO DIREITO SUCESSÓRIO NA MULTIPARENTALIDADE

5 EFEITOS DA MULTIPARENTALIDADE NO DIREITO SUCESSÓRIO

5.1 ASPECTOS GERAIS DO DIREITO SUCESSÓRIO NA MULTIPARENTALIDADE

Na doutrina civil, a palavra sucessão é amplamente utilizada e entendida como a substituição de uma pessoa por outra na titularidade de um determinado bem. E para maioria dos doutrinadores que leccionam sobre o tema, o direito de sucessório é entendido como um conjunto de normas disciplinadoras da transferência do patrimônio de uma pessoa depois de

sua morte aos seus herdeiros, em razão de aplicação da lei ou do testamento (PEREIRA, 2017).

De maneira clara e objetiva, o direito das sucessões é o ramo do “direito civil cujas normas regulam a transferência do patrimônio do morto ao herdeiro, em virtude de lei ou de testamento. A palavra sucessão significa substituir uma pessoa por outra, que vai assumir suas obrigações e adquirir seus direitos” (MENEZES, 2018, p. 75).

Esse direito a herança esta garantido na Carta Magna em seu Art. 5º, incisos XXX e XXXI em que “é garantido o direito de herança; a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus” (BRASIL, CRFB, 2018).

O Código Civil também regulamenta esse instituto, em seu artigo 1.784, determinando que a herança transmite-se aos herdeiros legítimos e testamentários a partir do momento da abertura da sucessão, ou seja, a partir da morte do indivíduo (BRASIL, CC, 2018).

Segundo Silva (2017, p. 48) é da transmissão de patrimônio que versa o direito das sucessões. Quando o titular dos direitos e obrigações falecer, esses bens incorporam e passam a se chamar espólio. Portanto sucessão é “a transferência do patrimônio do morto aos herdeiros, em virtude de testamento ou de lei. A palavra sucessão significa substituir uma pessoa por outra, que vai assumir suas obrigações e adquirir seus direitos quando a causa da extinção da pessoa é a morte”.

Ainda, explica Santos (2014, p. 51) que são duas as “fontes de que nascem o direito sucessório: a) A lei: a lei transmite o direito; b) Vontade da pessoa: a pessoa que morreu teve a vontade de criar o direito”.

O artigo 1.829 do Código Civil Brasileiro estipula a ordem de sucessão legítima nos seguintes termos:

Art. 1.829. A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte:

I - aos descendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, ou no da separação obrigatória de bens (art. 1.640, parágrafo único); ou se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança não houver deixado bens particulares;

II - aos ascendentes, em concorrência com o cônjuge; III - ao cônjuge sobrevivente;

IV - aos colaterais (BRASIL, CC, 2018).

Em comento aos incisos do referido artigo, entende-se que o inciso I trata afirma que, na falta de disposição de última vontade do indivíduo, deverão receber a herança os

descendentes, que em sua maioria se caracterizam na figura dos filhos e netos, juntamente com o cônjuge sobrevivente.

O inciso II traz expressamente que, na falta de descendentes, terão direito a suceder os ascendentes, e conjuntamente com o cônjuge sobrevivente. Já o terceiro inciso versa sobre a presunção de não haverem descendentes ou ascendentes do falecido, caso em que o único herdeiro legítimo será o cônjuge sobrevivente.

No inciso IV do referido artigo, depreende-se que os parentes colaterais são os últimos a terem preferência na linha sucessória. Estes são aqueles parentes que não possuem qualquer relação de ascendência ou descendência, mas possuem um ancestral em comum com o falecido (BRASIL, CC, 2018).

Tartuce e Simão (2013, p. 207) ensinam que “a ordem do chamamento dos parentes, cônjuge ou companheiro do falecido decorre da presunção legal de afetividade que estes possuíam com o falecido, ou seja, os parentes a quem o de cujus oferecia mais proximidade e afeto têm preferência à linha sucessória”.

Portanto, se ocorrer a primeira regra, existindo por tanto uma classe de herdeiros, a próxima classe será excluída, e assim por diante. Noutras palavras, os de grau mais próximo excluem da sucessão os de grau mais remoto.

Em continuidade os mesmos autores Tartuce e Simão (2013, p. 209) afirmam que dessa regra poderá surgir exceção, conforme exposto a seguir:

Como primeira exceção, haverá concorrência sucessória entre o cônjuge sobrevivente e os descendentes do falecido em certas situações, dependendo do regime de bens do casamento (art. 1.829, I, do CC/2002). Ato contínuo, haverá concorrência sucessória entre o cônjuge sobrevivente e os ascendentes do falecido qualquer que seja o regime de bens (art. 1.829, II, do CC/2002). Também haverá concorrência sucessória entre o companheiro sobrevivente e os descendentes do falecido sobre os bens adquiridos onerosamente na constância da união estável (art. 1.790, I e II, do CC/2002). Não obstante tudo isso, haverá concorrência sucessória entre o companheiro sobrevivente e ascendentes ou colaterais do falecido sobre os bens adquiridos onerosamente na constância da união estável (art. 1.790, I e II, do CC/2002). Por fim, haverá o direito real de habitação ao cônjuge, independentemente do regime de bens e de sua participação na herança (art. 1.831 do CC/2002).

Pode-se entender implicitamente que a figura do afeto foi levada em conta pelo legislador, uma vez que os parentes que são mais próximos do indivíduo terão preferência na linha sucessória (SILVA; LATINI; PELLIZZONE, 2015).

O Código Civil até permite que o indivíduo deixe um ato de última vontade, como por exemplo, o testamento, mas essa permissão não pode ser total. O próprio regramento legal garante aos herdeiros necessários, em seu artigo 1.846, a metade dos bens da herança, o que

se chama de legítima: “pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima” (BRASIL, CC, 2018).

Sendo assim, o testador poderá dispor apenas de metade de seus bens, obrigando- se a deixar outra metade para seus herdeiros necessários, conforme disposto no artigo 1.845, sendo que, entendidos por estes estão “os descendentes, os ascendentes e o cônjuge” (BRASIL, CC, 2018). Noutros termos, os pais, os filhos, os avos, os netos ou o cônjuge.

Sobre a reserva da legítima, Silva, Latini e Pellizzone (2015, p. 169) aduzem que se não houver nenhum herdeiro necessário, o testador terá liberdade na totalidade de seus bens e “todos os demais parentes serão considerados herdeiros facultativos, que serão os parentes colaterais até o quarto grau e o eventual companheiro do falecido”.

Ainda, cumpre esclarecer que há divergência nas doutrinas quando se fala de companheiro no que prisma das sucessões. A doutrina majoritária defende a ideia que o companheiro efetivamente pertence à classe dos herdeiros facultativos. Todavia, apesar de minoritária, existe uma corrente que alega que o companheiro deve pertencer à classe dos herdeiros necessários, comparando-se à figura do cônjuge do falecido.

Pode-se dizer que a diferença dos efeitos sucessórios entre as duas classes de herdeiros é que o herdeiro necessário possui pleno direito à metade dos bens do falecido, apenas sendo excluído da sucessão em um dos casos listados no artigo 1.814 do Código Civil:

Art. 1.814. São excluídos da sucessão os herdeiros ou legatários:

I - que houverem sido autores, coautores ou partícipes de homicídio doloso, ou tentativa deste, contra a pessoa de cuja sucessão se tratar, seu cônjuge, companheiro, ascendente ou descendente;

II - que houverem acusado caluniosamente em juízo o autor da herança ou incorrerem em crime contra a sua honra, ou de seu cônjuge ou companheiro;

III - que, por violência ou meios fraudulentos, inibirem ou obstarem o autor da herança de dispor livremente de seus bens por ato de última vontade.

Todavia, Cassetari (2017, p. 275) afirma que aqueles parentes com uma relação afetiva mais próxima do falecido têm grande preferência na linha sucessória. O afeto irá muito além da preferência no direito sucessório a ponto de diferenciar, dentro dos sucessores legítimos, aqueles mais próximos do de cujus, tornando-os herdeiros necessários e concedendo-lhes, automaticamente, direito à metade dos bens da herança.

Após superarem-se de maneira sucinta os aspectos gerais do direito sucessório, discorrer-se-á sobre isonomia entre os herdeiros descendentes do falecido, mais especificamente dos eventuais filhos que este possa ter.

Em consonância, a Constituição Federal, em seu o artigo 227, §6º, garante a isonomia filial, sejam estes filhos provenientes ou não do casamento, garantindo a igualdade da filiação (BRASIL, CRFB, 2018).

Essa igualdade supracitada no artigo da Carta Magna deve ser interpretada de forma extensa. Não devem os filhos apenas ter tratamento igual enquanto o pai ou a mãe estiverem vivos. Tal isonomia deverá continuar mesmo após o falecimento destes, sendo seus quinhões dividido igualmente para cada filho, ressalvados eventuais adiantamentos da herança (SILVEIRA, 2016).

Sobre a temática Farias e Rosenvald (2011, p. 566) "o tratamento jurídico dos filhos emprestado pelo Pacto Social de 1988 corresponde ao término de um longo processo de discriminações que, historicamente, marcou a legislação brasileira" no processo de busca pela isonomia dos filhos.

De mesmo norte, leciona Cahali (2012, p.176) que basta ter “o status de filho para a igualdade de tratamento, pouco importando se o fruto ou não do casamento de seus pais, e independentemente do estado civil dos progenitores”.

De tal modo, a Constituição Federal garantiu o direito à herança a todos os filhos, herdeiros, ascendentes e descendentes. Pode-se evidenciar então que a partir do reconhecimento do filho, ele passara a ter todos os direitos na sucessão, independentemente do tempo entre o reconhecimento e a morte do indivíduo (CASSETARI, 2017, p. 74).

O regramento civil reitera e garante essa igualdade em seu artigo 1.835, ao versar que “na linha descendente, os filhos sucedem por cabeça, e os outros descendentes, por cabeça ou por estirpe, conforme se achem ou não no mesmo grau” (BRASIL, CC, 2018).

Seguindo esses entendimentos legais em conjunto com os princípios constitucionais, compreende-se que a igualdade entre os filhos deve existir em todo e qualquer caso, sendo proibida qualquer discriminação quanto à natureza dessa filiação, ainda que esta não tenha decorrido do vínculo biológico ou de um processo de adoção, como no caso da filiação socioafetiva (CAMPELO, 2016).

Neste prisma, está-se diante da desbiologização do parentesco em prol de vínculos socioafetivos, pois estes não devem situar-se exclusivamente no plano teórico. Manter embasado em princípios e no campo abstrato não produzem efeitos práticos que somente serão possíveis com a mudança do ordenamento jurídico, repercutindo, inclusive, no âmbito das sucessões (NADER, 2009, p. 261).

De mesmo modo, afirma Araújo (2017, p. 201) que é importante salientar que a filiação multiparental traz consigo integralmente os direitos que abrangem os filhos,

“inclusive os sucessórios e todos seus efeitos dentro da sucessão, tanto na paternidade biológica quanto na socioafetiva, de maneira igual para todos os filhos, não havendo prioridade para nenhum deles”.

Para internalizar o entendimento sobre o tema, indispensável trazer à luz uma jurisprudência atual e relacionada do Tribunal de Justiça de Santa Catarina:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. SUCESSÕES E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE POST MORTEM C/C PETIÇÃO DE HERANÇA. - LIMINAR DEFERIDA NA ORIGEM. RECURSO DA MÃE BIOLÓGICA. VÍNCULO SOCIOAFETIVO. POSSIBILIDADE. MULTIPARENTALIDADE. PRECEDENTE DO STF. TUTELA DE URGÊNCIA. REQUISITOS. PREENCHIMENTO. RESERVA DE QUINHÃO. CABIMENTO. - "Havendo fortes indícios da paternidade, impõe-se o deferimento de tutela de urgência para assegurar ao autor a reserva de parte dos bens deixados por seu indigitado genitor, na proporção do quinhão a que eventualmente terá direito". (TJSC, AI n. 0154004-30.2015.8.24.0000, rel. Des. Newton Trisotto, j. em 12-05- 2016). DECISÃO MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. (TJSC, Agravo de Instrumento n. 4016491-15.2016.8.24.0000, de Joinville, rel. Des. Henry Petry Junior, Quinta Câmara de Direito Civil, j. 30-05-2017).

Trata-se de recurso de agravo de instrumento interposto por D. P. contra a decisão prolatada pelo Magistrado Fernando Speck de Souza, em 18/11/2016, que, nos autos da "ação de reconhecimento de paternidade e maternidade socioafetiva post mortem c/c petição de herança", proposta por J. I. P. e N. P. P. contra a ora agravante, perante a 3ª Vara da Família da comarca de Joinville, deferiu o pedido de antecipação de tutela para determinar a reserva de quinhão em 50% (cinquenta por cento) do patrimônio do de cujus E. P., cuja paternidade socioafetiva se discutiu nos autos.

O Egrégio Tribunal decidiu manter a decisão que já havia sido proferida pelo magistrado de primeira instância que reconheceu o direito do filho socioafetivo em ter seu quinhão preservado na herança. Deixando assim decido no voto que “havendo fortes indícios da paternidade, impõe-se o deferimento de tutela de urgência para assegurar ao autor a reserva de parte dos bens deixados por seu indigitado genitor, na proporção do quinhão a que eventualmente terá direito” (TJSC, AI n. 0154004-30.2015.8.24.0000, rel. Des. Newton Trisotto, j. em 12-05-2016).

Observa-se que o referido tribunal passou a acompanhar as transições sociais e pragmáticas de forma mais célere que o legislativo, passando a preencher uma lacuna no ordenamento quanto à proteção dos efeitos jurídicos produzidos através da multiparentalidade. A decisão supracitada esta em conformidade com o parecer da Corte Suprema que pacificou o entendimento que reconhecido o vínculo afetivo tem-se que preservar todos os direitos inerentes dessa efetivação, inclusive os direitos sucessórios.

Assim, pacificado o entendimento do Supremo Tribunal Federal quando julgou precedente o RE nº 898.060, tem-se como possível e deve ser mantida a coexistência das relações de paternidade afetiva e biológica, assegurando a proteção no direito sucessório tanto nos seus efeitos patrimoniais como extrapatrimoniais.

Não é admissível, portanto, que uma sobreponha-se à outra. Devem coexistir tanto no mundo fático quanto no positivo, não sendo óbice a falta de registro, bastando para tanto a comprovação do vínculo afetivo e o intuito de haver a filiação (BRASIL. STF. RE nº 898.060. Relator Min. Luiz Fux).

Assim, compreende-se que seria inútil o reconhecimento judicial da multiparentalidade sem que a mesma não produzisse todos os efeitos jurídicos pertinentes dessa filiação socioafetiva.

6 CONCLUSÃO

Pode-se observar, no decorrer da pesquisa, que a multiparentalidade efetiva o princípio da dignidade da pessoa humana e da afetividade, reconhecendo no campo jurídico a filiação regrada através do amor, do afeto e atenção, que já existe há muito no campo fático.

Compreendeu-se, ao estudar os dois primeiros capítulos, que na atual sociedade o modelo contemporâneo de família é aquele onde há o afeto, o carinho, a convivência, sendo muito mais um aspecto social do que biológico.

Está-se diante da somatização dos valores morais já incutidos desde os primórdios em detrimento do abstrato, entendido como a legislação que, não se olvida, tem caminhado a passos largos para grandes evoluções, passando a aceitar institutos jurídicos inovadores. A partir do reconhecimento da multiparentalidade, constituída como a possibilidade de ter em seu Registro de Nascimento a figura de dois pais ou mães, afetivos e biológicos coexistindo, a sinergia jurídica e social alargou os efeitos benéficos àqueles que os desejavam.

Juntamente com essas evoluções, restou claro que a relação sanguínea, por algumas vezes, fica em segundo plano se comparada com os laços afetivos criados pelos indivíduos. E, nesta inversão de pensamento, o poder judiciário é acionado para dar uma resposta à sociedade, não deixando de efetivar os princípios que norteiam e embasam essas relações. Quando nasce essa aceitação do reconhecimento, vem a possibilidade jurídica do filho socioafetivo estar presente na ordem sucessória.

É de suma importância entender que a partir do precedente aberto pelo Supremo Tribunal Federal, passa-se a ter a garantia de segurança jurídica no aspecto sucessório perante esse instituto inovador, compreendendo que, os legitimados que buscam, terão os seus direitos patrimoniais e extrapatrimoniais resguardados juridicamente.

Com base no reconhecimento do modelo familiar antes não englobado no prisma do judiciário, passou a existir a garantia de que não haverá distinção entre as filiações, prevalecendo à coexistência de ambas. Destarte, não é possível, dentro da multiparentalidade, opor-se ao direito do filho, que possui vínculos com dois pais ou duas mães, o direito às heranças que lhe pertencem.

Em suma, conclui-se que o reconhecimento da multiparentalidade gera todos os direitos inerentes a filiação, como parentesco, nome, convivência, guarda alimentos e, inclusive, o direito à herança. E mais: além dos direitos sucessórios, o que aqui se discutiu é a concessão de direitos fundamentais, devidamente positivados na Constituição Federal.

REFERÊNCIAS

ABREU, Karina Azevedo Simões de. Multiparentalidade: conceito e consequências jurídicas de seu reconhecimento. 2015. Disponível em:

<https://karinasabreu.jusbrasil.com.br/artigos/151288139/multiparentalidade-conceito-e- consequencias-juridicas-de-seu-reconhecimento.>. Acesso em: 8 abr 2018.

AGUIAR, Lilian Maria Martins de. Casamento e formação familiar na roma

antiga. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/historiag/casamento-formacao-

familiar-na-roma-antiga.htm>. Acesso em: 4 abr 2018.

ALMEIDA, Priscila Araújo de. Efeitos da paternidade socioafetiva no ordenamento

jurídico brasileiro. Disponível em:

<www.ibdfam.org.br/artigos/autor/PriscilladeAraujodeAlmeira> Acesso em: 8 mar 2018. _________, Vera Lúcia Nunes de. Os efeitos da sentença declaratória proferida em ação

declaratória de cláusula contratual. 2014. Disponível em:

<https://nunesdealmeida.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/119871830/os-efeitos-da-sentenca- declaratoria-proferida-em-acao-declaratoria-de-clausula-contratual>. Acesso em: 3 mar 2018. AMORIM, Ana Mônica Anselmo de. Pensando em família: uma visão contemporânea o

do direito das famílias e das sucessões. Mossoró: ed. UERN. 2017. 418 p.

ARAUJO JUNIOR, Gediel Claudino de. Direito de familia: teoria e pratica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 387 p.

________, Jullyanny Nathyara Santos de. O reconhecimento e efeitos jurídicos da

multiparentalidade. Conteudo Juridico, Brasilia-DF: 13 jun. 2017. Disponivel em:

<http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&ver=2.589254&seo=1>. Acesso em: 3 jun 2018.

ARIÉS, Philippe. História social da criança e da família. Traduzido por Dora Flaksman. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1978. 247 p.

BARBOZA, Heloisa Helena. Efeitos jurídicos do parentesco socioafetivo. Revista Brasileira de Direito das Famílias e Sucessões Porto Alegre: Magister; Belo Horizonte: IBDFAM, ano 10, n. 9, abr./maio 2009. 47 p.

BARROS, Sergio Resende de. Trajetória da família. Disponível em:

<http://www.srbarros.com.br/pt/trajetoria-da-familia.cont>. Acesso em: 4 abr 2018.

BERNARDES, Marcelo Di Rezende. Pai biológico ou pai afetivo? Eis a questão. Boletim Jurídico, Uberaba/MG, a. 3, no 135. Disponível em:

<https://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/artigo/719/pai-biologico-ou-pai-afetivo-eis- questao> Acesso em: 1 jun 2018.

BEZERRA, Juliana. Constituição de 1891. 2017. Disponível em:

BRASIL. Decreto Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Código civil. Disponível em: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406compilada.htm>. Acesso em: 20 mar 2018. ______. Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 1988.

Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm> Acesso em: 8 mar 2018.

_______. Constituição (1934). Emenda Costitucional nº 34, de 16 de julho de 1934. Constituição da república dos Estados Unidos do Brasil. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao34.htm>. Acesso em: 6 abr 2018.

______. Constituição (1937). Lei nº 37, de 10 de novembro de 1937. Constituição dos

Estados Unidos do Brasil. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao37.htm>. Acesso em: 6 abr 2018.

_______. Constituição (1946). Lei nº 46, de 18 de setembro de 1946. Constituição dos

Estados Unidos do Brasil. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao46.htm>. Acesso em: 6 abr 2018.

______. Constituição (1967). Emenda Constitucional nº 67, de 15 de março de 1967. Constituição Brasileira de 1967. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao67.htm>. Acesso em: 4 abr 2018.

_______. Constituição (1969). Emenda Costitucionl nº 1, de 17 de outubro de 1969. Emenda

Constitucional N.1. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc_anterior1988/emc01- 69.htm>. Acesso em: 01 abr 2018.

______. Recurso Extraordinário 898.060, Relator Ministro Luiz Fux. Set 2016. Disponível em: <http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/RE898060.pdf>. Acesso em 20 abr 2018.

________. Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973. Dispõe sobre os registros públicos, e dá outras providências. Lei Nº 6.015. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6015compilada.htm>. Acesso em: 4 abr 2018. _______. Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da criança e do adolescente. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm>. Acesso em: 1 abr 2018.

______. Lei nº 11.924 de 17 de abril de 2009, disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11924.htm>. Acesso em: 5

Documentos relacionados