5.4 Procedimentos e Instrumentos
5.4.7 Avaliação do IMC
Os parâmetros utilizados para o IMC foram os pontos de corte da distribuição por percentis, de acordo com a idade e sexo proposto pelo World Health Organization (2005) e adotado pela OMS como referência internacional.
O IMC relativo da Imagem corporal foi avaliado conforme escala proposta por Kakeshita (2008) na qual seguiu os mesmos parâmetros utilizados pelo World Health Organization (2005).
6 ANÁLISE ESTATÍSTICA
Inicialmente, foi realizada a estatística descritiva para caracterização dos dados e o teste de Kolmogorov-Sminorv para verificar a normalidade dos mesmos. A análise
dos níveis de concordância entre os resultados de Imagem Corporal (atual e desejada) e IMC (real e relativo) foi realizada através do coeficiente de correlação intraclasse (CCI), com os respectivos intervalos de confiança (IC de 95%) Para comparar as frequências relativas aos índices da imagem corporal, recorreu-se ao teste de qui- quadrado. Foi utilizada a regressão logística para análise da associação da insatisfação da Imagem corporal e razão de chance (Odds rattio) O nível de significância estabelecido foi de p<0,05 para todas as análises. As análises foram realizadas através do software Statistical Package for the Social Sciences – SPSS versão 20.0.
7 RESULTADOS
Os resultados da tabela 1 reporta que a maioria dos sujeitos está com idade cronológica e idade óssea, próximas uma da outra com um pequeno aumento no sexo feminino. Na tabela 2, o percentual de acelerados é maior nas meninas do que nos meninos. O que confirma o fato da idade óssea estar um pouco mais avançada do que a cronológica (tabela 1) Na amostra total e por sexo, a maioria dos sujeitos estão no estágio normal.
TABELA 1 - Descrição da amostra
VARIÁVEIS TOTAL (n=207) MASCULINO (n=82) FEMININO (n=125) Média e Desvio Padrão
Idade Cronológica 10,83+0,73 10,83+0,75 10,83+0,80 Idade Óssea 10,69+1,38 10,17+1,32 11,02+1,31 Massa Corporal (kg) 39,95+11,20 40,43+10,51 39,63+11,66
Estatura (m) 1,44+0,07 1,44+0,06 1,44+0,08
VARIÁVEIS TOTAL (n=207) MASCULINO (n=82) FEMININO (n=125) Frequência relativa Atrasado 15% 34,1% 2,4% Normal 72,5% 61% 80% Acelerado 12,6% 4,9% 17,6%
TABELA 3 - Comparação das frequências dos índices de satisfação da imagem corporal VARIÁVEIS TOTAL (n=207) MASCULINO (n=82) FEMININO (n=125) IMAGEM CORPORAL Satisfeito 36,2% 32,9% 38,4% Insatisfeito 63,8% 67,1% 61,6% p valor <0,001 0,002 0,009 Deseja Aumentar 35,6% 36,4% 35,1% Deseja Diminuir (64,4%) 63,6% (64,9%) p valor 0,004 0,043 0,009
O resultado da tabela 3 demonstra que tanto as meninas quanto os meninos estão insatisfeitos com a I.C, p<0,001 com o desejo de diminuir a sua escala de silhueta, porém há uma maior insatisfação com a Imagem corporal no sexo masculino, havendo diferença significativa em ambos os sexos.
TABELA 4 - Descrição dos componentes do Somatotipo por sexo e estágio maturacional
VARIÁVEIS NORMAL ATRASADO ACELERADO (Média e Desvio Padrão)
Componentes Endormorfia 3,80+ 1,76 3,56+ 1,12 5,25+ 1,63 Mesomorfia 3,18+ 1,36 3,96+ 0,25 3,72+ 1,36 Ectomorfia 3,13+ 1,61 2,36+ 0,75 1,99+ 1,44 IMC (kg/m2) 18,06+ 3,47 16,89+ 1,41 22,42+ 5,06 MASCULINO
VARIÁVEIS NORMAL ATRASADO ACELERADO
(Média e Desvio Padrão) Componentes
Endormorfia 4,25+ 1,92 2,81+ 1,41 7,25+ 1,92
Mesomorfia 4,12+ 1,24 3,57+ 1,23 6,40+ 2,49
Ectomorfia 2,53+ 1,54 3,66+ 2,05 0,67+ 0,96
IMC (kg/m2) 19,66+3,26 16,95+3,25 28,41+4,97
*Nota: IMC= índice de massa corporal
Ao reportarmos para a classificação do somatótipo dentro dos estágios maturacionais este demonstra que as meninas com a maturação acelerada têm como componente predominante a endomorfia. Nos outros estágios as mesmas encontram- se dentro de um padrão balanceado. Isso se dá também de igual modo para os meninos que se encontram dentro desse estágio, porém o componente da endomorfia é maior quando comparado com as meninas. No estágio normal os meninos classificam-se como mesoendomorfos e no estágio atrasado, a ectomorfia. Ao analisar o IMC em todos os estágios maturacionais estes vem corroborar com os componentes do somatotipo.
Índices da Imagem Corporal e Maturação
Meninas
Atrasado Normal Acelerado 0 50 100 150
Satisfeito
Insatisfeito
Deseja Aumentar
Deseja Diminuir
*
#_
F
r
eq
u
ê
n
c
ia
R
e
la
ti
v
a
(
%
)
*
Figura 1 - Comparação dos índices da imagem corporal de acordo com o estágio maturacional no sexo feminino
*Nota: *p = 0,01 e #p <0,001*= diferença entre a satisfação e insatisfação; #=diferença
entre o desejo de aumentar ou diminuir
Ao analisarmos a figura 1 observamos que existem 100% insatisfação de I.C nos sujeitos que se encontram com uma maturação atrasada. No estágio acelerado também há insatisfação p=0,01 e desejam diminuir a sua escala de silhueta p<0,001.
Índices da Imagem Corporal e Maturação
Meninos
Atrasado Normal Acelerado 0 50 100 150 Satisfeito Insatisfeito Deseja Aumentar Deseja Diminuir
_
_
*
#F
r
eq
u
ê
n
c
ia
R
e
la
ti
v
a
(
%
)
*
Figura 2 - Comparação dos índices da imagem corporal de acordo com o estágio maturacional no sexo masculino.
*Nota: *p =0,048 e #p<0,001;*= diferença entre a satisfação e insatisfação; #=diferença
entre o desejo de aumentar ou diminuir
O resultado da figura 2 chama-se atenção para o estágio acelerado onde há 100% de insatisfação da Imagem Corporal p=0,04 com o desejo de diminuir a escala de silhueta p<0,001. No estágio normal também apresentou insatisfação com a I.C, mas não houve diferença significativa entre o desejo de aumentar e diminuir. Apesar de não ter diferença significativa no estágio atrasado, percebemos que nesse estágio há uma insatisfação com o desejo de aumentar a sua escala de silhuetas
TABELA 5 - Coeficiente de Correlação Intraclasse entre os métodos de estimativa da Imagem Corporal e IMC, em ambos os sexos com a classificação da maturação.
Maturação CCI IC 95% Imagem Corporal Atrasada 0,460 - 0,094 - 0,733 Normal 0,365 0,125 – 0,539 Acelerada 0,702 0,283 – 0,876 IMC Atrasada 0,798 0,591 – 0,900 Normal 0,831 0,768 – 0,878 Acelerada 0,793 0,501 – 0,914
*Nota: CCI=Coeficiente de correlação intraclasse; IMC=Índice de massa corporal
Os resultados da correlação intraclasse demonstra que o nível de concordância é maior no estágio acelerado. Onde existe uma aproximação entre o que eles são e o que desejam ser, porém isso não significa que eles estão satisfeitos com a sua imagem corporal. Ao reportarmos para o IMC em todos os estágios maturacionais há concordância pelo fato do IMC ser um dado real.
TABELA 6 - Associação da insatisfação com a imagem corporal com os indicadores de maturação a partir de regressão logística
Indicadores
Distribuição Razão de Chance*
Satisfeito (%)
Insatisfeito
(%) OR (IC 95%) OR** (IC 95%)
Maturação
Normal 29% 71% 1 1
Atrasado 40,7% 59,3% 1,68 (0,72 – 3,89) 1,78 (0,68 – 4,66) Acelerado 19,2% 80,8% 2,88 (1,03 – 8,05) 2,05 (0,69 – 6,07)
* A categoria de referência para a Regressão Logística foi de satisfação com a imagem corporal.
* IC = Intervalo de Confiança; OR = odds ratio; OR** = odds ratio ajustado para todas as variáveis (Maturação, IMC e sexo).
Os resultados demonstram no modelo simples que os sujeitos com a maturação acelerada possuem 2,88 (1,03 – 8,05 IC 95%) mais chances de ter insatisfação da imagem corporal quando comparado com o estágio normal, quando reportamos para o modelo ajustado esses valores permanecem associados.
8 DISCUSSÃO
O objetivo do nosso trabalho foi analisar a satisfação da Imagem corporal nos diferentes estágios maturacionais em escolares. Na tabela 1 vimos que os sujeitos têm a idade óssea e a idade óssea cronológica próxima uma da outra. Isso se dá em virtude dos indivíduos do presente estudo estar no estágio de maturação normal o que se confirma na tabela 2 onde 72,5% encontram-se no estágio normal. Existe uma diferença de um ano quando olhamos a idade óssea com a cronológica entre os gêneros.
As meninas possuem uma maturação mais acelerada do que os meninos, (tabela 2). Nos meninos, o pico de crescimento em estatura ocorre aproximadamente aos 14 anos de idade, com grandes variações individuais, sendo normal sua ocorrência entre os 12 e os 16 anos de idade. Nas meninas, o pico de crescimento em estatura ocorre por volta dos 12 anos de idade e apresenta consideráveis variações em relação à idade cronológica, podendo ocorrer entre os 10 e os 14 anos o que justifica os nossos achados (MALINA; BOUCHARD; BAR-OR, 2009).
Há uma prevalência de 68,3% de insatisfação com a Imagem corporal em ambos os sexos p<0,001. Porém os meninos estão mais insatisfeitos (67,1%) com o desejo de diminuir a sua escala de silhuetas, quando comparado com as meninas (61,6%) havendo diferença significativa em ambos os sexos. O que nos chama bastante atenção, pois vemos que os meninos tem estado preocupados com a sua aparência. Vemos atualmente um crescente aumento no número de academias consequência da grande procura de jovens e adolescentes por um corpo forte e nos padrões exigidos pela sociedade ou vendido pela grande mídia. As seleções esportivas que não levam em consideração outras variáveis no ato da seleção e sim o biótipo do atleta e somente depois analisam as demais variáveis refletindo de forma negativa na construção da imagem corporal desses adolescentes, pois acabam
desejando um corpo não para se sentirem bem e sim para atender a uma seleção esportiva ou para estar igual ao que a mídia impõe como um corpo perfeito sendo ele magro, forte e musculoso a exemplo dos corpos dos atletas olímpicos que usam seu corpo como instrumento de trabalho. Os desenhos infantis, brinquedos e novelas tem passado essa imagem de que o corpo forte é o corpo perfeito e tem estimulado esses adolescentes cada vez de forma mais precoce a gerar uma insatisfação de imagem corporal. Tais padrões parecem ser a cada dia inalcansáveis, pois a cada dia vemos novidades no mundo da moda e do esporte, fazendo com essa busca seja intensa. Tal fato corrobora com os estudos de Petroski, Pelegrini,Glaner (2009) o qual encontrou elevada insatisfação de I.C no sexo masculino (72,6%) em relação ao feminino (61,8%). Apesar de pouquíssimos estudos apontarem para uma insatisfação maior de Imagem corporal no sexo masculino a tendência é de que essa Insatisfação com o corpo nos meninos venha a se aproximar do que antes era esperado para as meninas. Ao analisar as últimas pesquisas publicadas dentro dessa temática verificamos que a insatisfação com a Imagem corporal é vista em maior percentual nas meninas (CARMO et al., 2015; DA COSTA; MACHADO, 2014; GLANER et al., 2013) Porém, ao longo do tempo essa realidade vem mudando em acordo com a evolução social, campanhas midiáticas e propagação do esporte olímpico.
Estudos comprovam que essa prevalência em proporções elevadas de insatisfação em ambos os sexos, são explicadas pela alta influência da mídia e sociedade que através dos meios de comunicação influenciam os padrões de beleza, sugerindo como ideal um corpo magro e atlético, não levando em consideração os aspectos da saúde e diferenças culturais de cada população. Portanto, isso acarreta uma Imagem Corporal negativa representada por altos níveis de insatisfação com a percepção do corpo (GLANER et al., 2013; VAN DEN BERG; COETZEE; PIENAAR, 2012).
Conforme evidenciado por outros autores (QUICK et al., 2014; SCHERER et al., 2010) e mais apoiado por nossos achados, o que percebemos é que a insatisfação com o corpo é crescente e tem se tornado um problema de saúde pública. Não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Shim e Yang (2014) com seu estudo na Korea em crianças na fase da pré-adolescência, demonstrou insatisfação com o a imagem
corporal antes da puberdade mostrando associação com excesso de peso e obesidade.
Ao reportarmos para o somatótipo este demonstra que os indivíduos estão dentro de uma classificação de endomesomorfia para aqueles que estão com a maturação acelerada tanto no sexo masculino, quanto no feminino o que se confirma quando analisamos com os resultados do IMC. Esses resultados são importantes, pois podemos ver que os sujeitos estão reportando uma imagem correta que tem de si mesmo, não havendo, portanto distorção de Imagem corporal na população estudada. Esse nosso achado veio fortalecer os estudos de Kakeshita e de Sousa Almeida (2006) baseado em estudos do IMC real e relativo uma vez que o mesmo é baseado em avaliações de Imagem corporal autoanalisadas.
Ao analisarmos a satisfação da imagem corporal separados por sexo com os estágios maturacionais, foi observado no sexo feminino insatisfação da Imagem Corporal nos estágios atrasado e acelerado p<0,001. Chama-se atenção para os sujeitos que se encontram com uma maturação atrasada, onde há 100% de insatisfação com o desejo de diminuir a sua escala de silhueta.
Já era esperada uma insatisfação com a I.C no estágio atrasado, mas essa insatisfação seria com o desejo de aumentar a sua escala de silhueta, visto que, quando uma adolescente encontra-se dentro desse estágio, a forma do seu corpo é mais voltada para um corpo esguio. Mesmo estando com um corpo magro, ainda assim sentem o desejo de serem mais magras. O que explica esse fenômeno é o que já discutimos acima, onde a pressão exercida da sociedade e midiática é muito forte em relação a padrões de beleza reforçando que o corpo magro é o corpo perfeito. Um estudo feito na Alemanha por Schneider et al. (2013) relata insatisfação com a I.C em adolescentes e alerta que devem ser informados dentro das escolas e aos pais sobre os efeitos negativos que os comentários relacionados ao peso e à dieta têm sobre as imagens corporais dos seus filhos.
No estágio acelerado há um nível significativo de insatisfeitos e também desejam diminuir a sua escala de silhueta. Ao analisar a classificação do somatotipo dentro desse estágio maturacional percebemos que as mesmas estão dentro de uma classificação de endomesomorfia o que explica o fato de querer diminuir a sua escala de silhuetas. Nossos achados corroboram com outros estudos (DE
OLIVEIRA;SCHERER; 2010; WANG, 2002) onde revelam que meninas com a maturação acelerada tem um percentual de gordura mais elevado e aquelas que maturam mais cedo tem uma tendência maior em querer reduzir a sua escala de silhuetas, isso explica o fato da insatisfação corporal ser elevada dentro desse estágio maturacional.
Ao reportarmos para as análises nos estágios maturacionais com o sexo masculino, encontramos insatisfação com a Imagem Corporal em todos os estágios maturacionais p<0,001, havendo diferença significativa. Os meninos que se encontram com uma maturação atrasada estão insatisfeitos com a sua imagem corporal desejando aumentar a sua escala de silhuetas, ao contrário das meninas que desejam diminuir. Podemos explicar esse ocorrido pelo fato de que os meninos almejam um corpo atlético, forte. O que é também muito influenciado pela mídia e sociedade conforme estudos anteriores (DE ALMEIDA; RODRIGUES; SIMÕES, 2007; TAVARES, 2003). Já na maturação acelerada, há 100% de insatisfação com a Imagem corporal desejando diminuir a sua escala de silhuetas. Podemos explicar esse achado pelo fato dos meninos estarem lá na classificação do somatotipo com componente endomorfo, ou seja, com uma predominância de gordura na sua composição corporal.
Na correlação intraclasse (tabela 3) houve concordância entre as respostas somente no estágio acelerado quando compararmos a Imagem real com a desejada. Isso não quer dizer que existe satisfação da imagem corporal e sim, que os valores entre o real e o desejado estão mais próximos nas respostas. A literatura aponta estudos com maturação relacionando outras variáveis como força explosiva, cognição e relatam que os sujeitos dentro dessa classificação acelerado sobrepõe os demais. Nossos achados nos reportam ao entendimento de que por serem mais maduros, eles conseguem ser mais legítimos em suas respostas, podendo dessa forma acrescentar mais uma variável, a legitimidade entre as respostas. Já a explicação para a concordância em todos os estágios maturacionais do IMC real e relativo se dá pelo fato de ser algo medido e vem sustentar que o IMC relativo por ser uma resposta subjetiva baseada em uma imagem corporal é fidedigno na sua medição.
Na regressão logística utilizando as razões de chance “Odds ratio” os sujeitos que estão dentro da classificação acelerado tem 2,88 mais chances (I.C 95% 1,03 – 8,05) de insatisfação com a Imagem Corporal quando comparado com o estágio
normal. Mesmo no modelo ajustado esses valores continuam associados. Os achados desta pesquisa sugerem que o processo em direção à maturidade pode ter influenciado negativamente na satisfação corporal, pois o desenvolvimento da maturação está associado ao aumento da estatura e ganho de massa corporal, variáveis bem presentes dentro dessa fase. Mas é possível uma satisfação corporal nessa fase da adolescência, o que necessita ser feito são intervenções dos profissionais dentro da escola, clubes, academias levando-os a uma consciência de hábitos saudáveis e níveis maiores de atividade física dentro dessa fase.
9 CONCLUSÃO
Podemos concluir ao final do estudo que a insatisfação da Imagem corporal em escolares tem maior prevalência no sexo masculino em relação ao feminino, sendo observado nos estágios atrasado e acelerado uma maior prevalência de insatisfação, onde o estágio acelerado apresenta resultados ainda mais expressivos em ambos os sexos. Observa se ainda que, existe maior concordância de imagem corporal atual e desejada também no estágio maturacional acelerado, podendo indicar que os indivíduos mais maturados apresentam maior legitimidade em suas respostas e possuem estatisticamente duas vezes mais chances de estarem insatisfeitos com a Imagem corporal.
10 RECOMENDAÇÕES
Recomenda-se que outros estudos sejam realizados com estágios maturacionais e a imagem corporal envolvendo diferentes variáveis que possam dar
suporte aos profissionais de Educação Física, uma vez que nosso estudo evidencia apenas algumas das muitas variáveis que vem somar na construção do individuo e propenso atleta. Tais evidencias levam a uma reflexão do quão importante é conhecer os estágios maturacionais, onde os mesmos podem influenciar o desenvolvimento global do indivíduo e ter interação mutua com diferentes outras variáveis.
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