Observação n.º 35 Capítulo 04, grupo 01, artigo 01
Empresas públicas, equiparadas ou participadas:
Contabilizam-se neste artigo os juros de empréstimos con- cedidos às citadas empresas, juros de contratos subsidiá- rios, bem como os juros de obrigações na posse do Esta- do emitidas pelas mesmas empresas.
a) Receitas gerais
20 - Receitas gerais ... 2.554 euros
Juros provenientes do Ex-FETT.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 2 554 euros
Observação n.º 36 Capítulo 04, grupo 01, artigo 02 Empresas privadas:
Neste artigo são escrituradas as importâncias provenientes de juros de financiamentos concedidos pelo Estado a em- presas privadas.
São ainda escrituradas as importâncias de juros devidos pelo pagamento em prestações, do preço de arrematação
de bens imóveis, conforme o determinado no artigo 2.° do Decreto-Lei n.° 23 464, de 18 de Janeiro de 1934. Serão levados igualmente a este artigo os juros do adianta-
mento concedido para trabalhos na Lezíria Grande de Vila Franca de Xira, a que se referem os Decretos-Lei n.os 39 601, 41 956 e 840/76, respectivamente de 3 de Abril de 1954, 12 de Novembro de 1958 e 4 de Dezembro. Contabilizam-se também na presente epígrafe os juros que
são devidos pelas quantias ainda em dívida ao Tesouro, relativas às prestações a pagar pelos executados, seus herdeiros ou representantes pela reaquisição de prédios que, em tempo, foram objecto de execução fiscal e se en- contrem na posse da Fazenda e de que a mesma não care- ça.
Em 2002 contabilizam-se aqui os juros provenientes de: Ex-CIFRE, ex-FETT, acordos de regularização de dívida de créditos resultantes da execução de garantias, PL/480/IFADAP, empréstimos concedidos directamente pela DGT, CREDITO PAR, PDRITM I e II.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 992 698 euros
Observação n.º 37 Capítulo 04, grupo 02, artigo 01 Estado (CGE):
São contabilizados neste artigo os juros ou outros rendi- mentos de idêntica natureza cobrados de entidades do sector público.
a) Receitas consignadas ... 4 710 euros
04 - Organismos do Ministério da Defesa Nacional ... 2 126 euros
Verba consignada ao Departamento de Finanças do Exérci- to, nos termos do Decreto-Lei n.º 264/78, de 30 de Agos- to.
10 - Organismos do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas ... 1 013 euros
À Direcção Regional de Agricultura de Trás-os-Montes é consignada a verba de 514 euros, com base no Decre- to-Lei n.º 96/93, de 2 de Abril.
À Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura é consignada a verba de 499 euros, com base no artigo 27.º do Decre- to-Lei n.º 320/93, de 21 de Setembro.
11 - Organismos do Ministério da Educação ... 1 042 euros
Verba consignada à Direcção Regional de Educação de Lisboa.
16 - Organismos do Ministério da Ciência e da Tecnologia ... 529 euros
Verba consignada à Academia das Ciências. b) Receitas gerais
20 - Receitas gerais ... 997.596 euros
Receitas arrecadadas ao abrigo do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 694/70, de 31 de Dezembro (juros de de- pósitos obrigatórios).
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 1 002 306 euros
Observação n.º 38 Capítulo 04, grupo 02, artigo 02 Fundos autónomos:
Neste artigo escrituram-se os juros dos títulos na posse do Estado respeitantes a fundos autónomos.
Nada se orçamenta no presente artigo.
Observação n.º 39 Capítulo 04, grupo 02, artigo 03 Serviços autónomos:
Devem ser contabilizados neste artigo os juros recebidos de serviços públicos dotados de autonomia administrativa e financeira.
Nada se orçamenta no presente artigo.
Observação n.º 40 Capítulo 04, grupo 02, artigo 04 Administração local - Continente:
São levados a este artigo os juros provenientes do paga- mento, em prestações, do valor de terrenos sobrantes de expropriações efectuadas por serviços do Ministério do Equipamento Social cedidos a câmaras municipais, ao abrigo do Decreto-Lei n.° 42 207, de 8 de Abril de 1959. Igualmente se escrituram na presente epígrafe os juros do
subsídio reembolsável de 100 000 contos concedido à Câmara Municipal do Porto, nos termos do Decreto-Lei n.º 40 616, de 28 de Maio de 1956, correspondente à comparticipação do Estado nos encargos a assumir pela citada Câmara com a execução do plano de melhoramen- tos de 1956 para a cidade do Porto, aprovado pelo aludi- do diploma.
De acordo com este diploma o referido subsídio vencerá o juro de 4% ao ano desde 1967 até completo reembolso. Orçamenta-se para este artigo a verba de:
100 euros
Observação n.º 41 Capítulo 04, grupo 02, artigo 05
Administração local - Regiões Autónomas:
No presente artigo são contabilizados os juros pagos ao Estado pelas câmaras municipais das regiões autónomas. Em 2002 os referidos juros são provenientes de emprésti-
mos concedidos aos municípios da Região Autónoma da Madeira.
Orçamenta-se para este artigo a verba de: 39 315 euros
Observação n.º 42 Capítulo 04, grupo 02, artigo 06 Segurança Social:
Escrituram-se neste artigo os juros entregues pela Seguran- ça Social.
Nada se orçamenta para este artigo.
Observação n.º 43 Capítulo 04, grupo 02, artigo 07 Regiões Autónomas:
Deverão ser escriturados neste artigo os juros provenientes do subsídio reembolsável concedido à Junta Geral do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo para aprovei- tamento dos baldios agricultáveis da ilha Terceira.
Estes juros, que constam de uma tabela oportunamente elaborada pelo serviço competente, foram calculados à taxa de 2%, conforme determina o Decreto-Lei n.° 36 363, de 21 de Junho de 1947, e incidem sobre as anuidades ainda por pagar.
Nada se orçamenta para este artigo.
Observação n.º 44 Capítulo 04, grupo 03, artigo 01 Instituições particulares:
Neste artigo são escriturados os juros pagos ao Estado por instituições particulares.
a) Receitas consignadas ... 29 928 euros
16 - Organismos do Ministério da Ciência e da Tecnologia ... 29 928 euros
Verba consignada à Academia das Ciências. Orçamenta-se para este artigo a verba total de:
29 928 euros
Observação n.º45 Capítulo 04, grupo 04, artigo 01
Instituições públicas, equiparadas ou participadas:
Escrituram-se neste artigo as receitas entregues por institui- ções bancárias do sector público provenientes de juros de empréstimos e depósitos.
São ainda contabilizados nesta epígrafe os juros de obriga- ções na posse do Estado emitidas pelas referidas institui- ções.
a) Receitas consignadas ... 2 471 295 euros
03 - Organismos do Ministério das Finanças ... 755 298 euros
Receita consignada à ADSE.
05 - Organismos do Ministério da Administração Interna ... 205 389 euros
Governos Civis:
- Receita respeitante aos juros da conta de depósito do Cofre Privativo - n.° 3 do artigo 26.º do Decre- to-Lei n.º 694/70, de 31 de Dezembro.
Também está consignada uma verba à PSP.
07 - Organismos do Ministério da Justiça ... 998 euros
Esta verba é consignada à Direcção-Geral dos Serviços Prisionais, nos termos do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 268/81, de 16 de Setembro, alterado pelos Decre- tos-Lei n.º 10/97, de 14 de Janeiro, e n.º 257/99, de 7 de Julho.
10 - Organismos do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas ... 37 410 euros
Esta verba é consignada à Escola de Pesca e da Marinha de Comércio, com base no Decreto-Lei n.º 93/97, de 23 de Abril, e à DRA de Entre-Douro-e-Minho.
11 - Organismos do Ministério da Educação ... 1 416 587 euros
Esta verba é consignada às Escolas (Básicas Integradas e dos 2.º e 3.º Ciclos e Agrupamentos Verticais e Secundá- rias), com base no Decreto-Lei n.º 43/89, de 3 de Feve- reiro, além de a outros departamentos e entidades sob a tutela do Ministério da Educação.
14 - Organismos do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território ... 250 euros
Instituto Português de Cartografia e Cadastro:
- Artigo 16.° do Decreto-Lei n.º 74/94, de 5 de Mar- ço.
15 - Organismos do Ministério da Cultura ... 5 484 euros
À Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) as receitas são consignadas com base no artigo 20.º do De- creto-Lei n.º 80/97, de 8 de Abril (aprovou a orgânica da IGAC), o qual revogou as disposições constantes do De- creto-Lei n.º 106-B/92, de 1 de Junho, não excepcionadas por força do disposto no artigo 46.º, os artigos 1.º a 4.º do Decreto-Lei n.º 6/94, de 12 de Janeiro, e o Decreto-Lei n.º 222/95, de 8 de Setembro.
Ao Instituto Português de Arqueologia são consignadas receitas nos termos do artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 117/97, de 14 de Maio (aprovou a orgânica do IPA).
18 - Organismos do Ministério da Juventude e do Desporto ... 49 879 euros
O Decreto-Lei n.º 70/96, de 4 de Junho, permite a consig- nação ao Instituto Português da Juventude.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 2 471 295 euros
Observação n.º 46 Capítulo 04, grupo 04, artigo 02 Outras instituições de crédito:
São contabilizadas neste artigo as receitas entregues por instituições bancárias não abrangidas pelo sector público provenientes de juros de empréstimos ou de depósitos. São ainda escrituradas nesta epígrafe os juros de obriga-
ções na posse do Estado emitidas pelas referidas institui- ções.
a) Receitas consignadas ... 16 000 998 euros
03 - Organismos do Ministério das Finanças ... 16 000 998 euros
Verba consignada na sua quase totalidade à Direcção-Geral do Tesouro, de acordo com o artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 191/99, de 5 de Junho, alterado pela Lei n.º 3-B/2000, de 4 de Abril.
À Direcção-Geral do Património são destinados 998 euros, com base na Portaria n.º 131/94, de 4 de Março, alterada pelas Portarias n.º 598/96, de 19 de Outubro, e n.º 226/98, de 7 de Abril.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 16 000 998 euros
Observação n.º 47 Capítulo 04, grupo 05, artigo 01
Empresas públicas, equiparadas ou participadas:
Neste artigo são escrituradas as entregas efectuadas por empresas de seguros do sector público provenientes de juros de empréstimos.
São ainda contabilizados nesta epígrafe os juros de obriga- ções na posse do Estado emitidas pelas referidas empre- sas.
Nada se orçamenta neste artigo.
Observação n.º 48 Capítulo 04, grupo 05, artigo 02 Empresas privadas:
Neste artigo são escrituradas as entregas realizadas por empresas de seguros do sector privado provenientes de juros de empréstimos.
São ainda contabilizados neste artigo os juros de obriga- ções na posse do Estado emitidas pelas citadas empresas. Nada se orçamenta neste artigo.
Observação n.º 49 Capítulo 04, grupo 06, artigo 01 Particulares:
Neste artigo são escrituradas as receitas entregues por par- ticulares provenientes de juros.
a) Receitas consignadas ... 64 565 euros
16 - Organismos do Ministério da Ciência e da Tecnologia ... 64 565 euros
Verba consignada à Academia das Ciências. b) Receitas gerais
20 - Receitas gerais ... 2 182 375 euros
Contabilizam-se neste subartigo os juros provenientes do ex-Fundo de Fomento da Habitação, geridos pela Caixa Geral de Depósitos e pelo Instituto Nacional de Habita- ção, e de empréstimos concedidos a emigrantes da Repú- blica da Venezuela.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 2 246 940 euros
Observação n.º 50 Capítulo 04, grupo 07, artigo 01 Macau:
Escrituram-se neste artigo os juros dos empréstimos amor- tizáveis concedidos a Macau.
Nada se orçamenta neste artigo.
Observação n.º 51 Capítulo 04, grupo 07, artigo 02 UE:
Neste artigo são escriturados os juros provindos da UE. Nada se orçamenta na presente epígrafe.
Observação n.º 52 Capítulo 04, grupo 07, artigo 03 Outros:
Neste artigo são contabilizados os juros provindos do exte- rior não incluídos nos artigos tipificados deste grupo, nomeadamente os seguintes:
1) Juros provenientes da República de Cabo Verde; 2) Juros a creditar nas contas do Tesouro, junto de
banqueiros no estrangeiro, resultantes da aplicação de disponibilidades.
Orçamenta-se para este artigo a verba de: 90 556 962 euros
Observação n.º 53 Capítulo 04, grupo 08, artigo 01
01) EP's - Remunerações dos capitais estatutários:
Pelo Decreto-Lei n.º 300/80, de 16 de Agosto, foram esta- belecidas normas relativas à remuneração dos capitais investidos pelo Estado nas empresas públicas, não apli- cáveis às instituições de crédito, parabancárias e segura- doras.
De acordo com o artigo 1.° do citado diploma, as empresas públicas devem remunerar anualmente os capitais nelas investidos pelo Estado.
O artigo 3.º determinou que a taxa de remuneração dos capitais investidos nos anos em que os resultados líquidos forem positivos não poderá ser inferior a um quarto da taxa básica de desconto do Banco de Portugal em 31 de Dezembro do ano a que a remuneração respeita, excepto se o montante assim determinado ultrapassar 40% daque- les resultados, caso em que se considerará como mínima esta taxa. A referida remuneração não deverá, porém, ex- ceder a diferença entre os resultados líquidos do exercício e o saldo devedor da conta de resultados, deduzida de 10% para a reserva geral.
Pelo artigo 7.º foi estipulado que as remunerações fixadas nos termos do presente diploma constituem receita do Es- tado.
As empresas públicas deverão depositar as remunerações a que se refere o presente diploma na tesouraria da Fazenda Pública do concelho ou bairro fiscal onde tiverem a sua sede, mediante guia solicitada à Inspecção-Geral de Fi- nanças. A remuneração mínima determinada nos termos do artigo 3.º será depositada no mês de Junho do ano se- guinte àquele a que a remuneração respeite e a diferença para a remuneração fixada nos termos do artigo 6.° no prazo de 60 dias a contar da data de aprovação das contas ou do despacho a que se refere o n.º 2 do artigo 6.º. São aqui contabilizados em 2002 os dividendos relativos à
NAV – Navegação Aérea de Portugal, EP. Orçamentou-se para este subartigo a verba de:
2 050 498 euros
02) Estabelecimentos fabris militares:
Nada se orçamenta neste subartigo.
03) Outras empresas:
Serão escrituradas neste subartigo as receitas entregues por empresas do sector público não incluídas nas subepígra- fes tipificadas deste grupo, provenientes de dividendos de acções ou participação nos lucros por parte do Estado. Em 2002 são aqui contabilizados os dividendos relativos
ao IPE.
Orçamentou-se para este subartigo: 107 685 039 euros Orçamenta-se para este artigo a verba total de:
109 735 537 euros
Observação n.º 54 Capítulo 04, grupo 08, artigo 02 Empresas privadas:
Neste artigo é contabilizado o produto da eventual distribu- ição de dividendos de acções de empresas do sector pri- vado de que o Estado seja accionista.
Observação n.º 55 Capitulo 04, grupo 09, artigo 01
Instituições públicas, equiparadas ou participadas:
No presente artigo são escrituradas as receitas entregues pela Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência, nos termos do artigo 52.° do Decreto-Lei n.º 48 953, de 5 de Abril de 1969, que promulgou a nova Lei Orgânica da Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência.
De acordo com o disposto no citado artigo 52.° do mesmo diploma, 80% dos lucros líquidos pertencem ao Estado, constituindo os restantes 20% um fundo de reserva da mesma Caixa.
Também são escrituradas neste artigo as receitas da parti- cipação do Estado nos lucros do Banco de Portugal. Pelo Decreto-Lei n.° 452/74, de 13 de Setembro, foi nacio-
nalizado o Banco de Portugal, que passou a constituir uma empresa pública, sendo o respectivo capital repre- sentado por acções de que o Estado é o único titular. Pelo Decreto-Lei n.° 337/90, de 30 de Outubro, foi apro-
vada a Lei Orgânica do Banco de Portugal.
De acordo com o artigo 63.º da referida lei orgânica, do resultado do exercício apurado, 80% revertem para o Es- tado.
Igualmente se contabilizam neste artigo as receitas prove- nientes da parte dos lucros que revertem para o Estado das instituições bancárias nacionalizadas.
Pelo Decreto-Lei n.° 729-F/75, de 22 de Dezembro, foi regulamentada a orgânica da gestão e fiscalização das instituições de crédito nacionalizadas.
De acordo com o n.° 4 do artigo 29.° do referido diploma, alterado pelo artigo 1.° do Decreto-Lei n.º 513/77, de 14 de Dezembro, o remanescente dos lucros das instituições de crédito nacionalizadas reverterá para o Estado. É ainda aqui escriturado o produto da distribuição de divi-
dendos de acções de instituições bancárias do sector pú- blico de que o Estado é accionista.
Pela Lei n.º 5/98, de 31 de Janeiro, foi alterada a Lei Orgâ- nica do Banco de Portugal, estabelecendo o n.º 2 do arti- go 53.º que 80% do resultado do exercício apurado rever- te para o Estado, a título de dividendos.
Em 2002, o valor orçamentado diz respeito aos dividendos relativos à CGD e ao Banco de Portugal.
Orçamenta-se para este artigo a verba de: 373 915 612 euros
Observação n.º 56 Capítulo 04, grupo 09, artigo 02 Outras instituições de crédito:
Neste artigo será contabilizada a eventual distribuição de dividendos de acções de instituições bancárias não abran- gidas pelo sector público de que o Estado seja accionista e, bem assim, a participação nos lucros por parte do Esta- do.
Nada se orçamenta no presente artigo.
Observação n.º 57 Capítulo 04, grupo 10, artigo 01
Empresas públicas, equiparadas ou participadas:
01) EP's - Remunerações dos capitais estatutários:
No presente subartigo são escrituradas as receitas proveni- entes da remuneração dos capitais estatutários das empre- sas públicas do ramo de seguros.
Nada se orçamenta no presente subartigo.
02) Outras empresas:
Escritura-se neste subartigo a eventual distribuição de divi- dendos de acções de outras empresas de seguros do sec- tor público e bem assim a participação nos lucros por par- te do Estado.
Nada se orçamenta neste subartigo e no presente artigo.
Observação n.º 58 Capítulo 04, grupo 10, artigo 02 Empresas privadas:
No presente artigo é escriturado o produto da distribuição de dividendos de acções de empresas de seguros do sec- tor privado de que o Estado seja accionista.
Nada se orçamenta neste artigo.
Observação n.º 59 Capítulo 04, grupo 11, artigo 01 Serviços autónomos:
Neste artigo é escriturada a participação nos lucros por parte do Estado nos serviços autónomos, nomeadamente as receitas entregues pelo Instituto de Seguros de Portu- gal, relativas à diferença entre as receitas e as despesas efectuadas, após a aprovação das suas contas anuais, con- forme prescreve o artigo 5.° do Decreto-Lei n.° 156/83, de 14 de Abril.
Observação n.º 60 Capítulo 04, grupo 11, artigo 02 Outros:
No presente artigo é contabilizada a participação nos lucros por parte do Estado nos outros serviços de administrações públicas.
Nada se orçamenta neste artigo.
Observação n.º 61 Capítulo 04, grupo 12, artigo 01
Sociedades e quase sociedades não financeiras:
São levadas a este artigo as receitas provenientes do arren- damento a sociedades e quase sociedades não financeiras de terrenos pertencentes ao Estado.
Nada se orçamenta no presente artigo.
Observação n.º 62 Capítulo 04, grupo 12, artigo 02 Administrações públicas:
Escrituram-se neste artigo as receitas provenientes do ar- rendamento ao sector público de terrenos pertencentes ao Estado.
A verba orçamentada neste artigo está consignada confor- me se indica:
a) Receitas consignadas ... 240 235 euros
10 - Organismos do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas ... 171 939 euros
Verba consignada ao Instituto de Hidráulica, Engenharia Rural e Ambiente, nos termos do Decreto-Lei n.º 136/97, de 31 de Abril, e às DRA’s da Beira Litoral e do Ribatejo e Oeste.
14 - Organismos do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território ... 68 296 euros
Verba consignada à DRAOT-Norte e DRAOT-Centro, de acordo com o Decreto-Lei n.º 127/2001, de 17 de Abril (aprovou a orgânica das DRAOT’s), que revogou o De- creto-Lei n.º 190/93, de 24 de Maio.
Orçamenta-se para este artigo a verba total de: 240 235 euros
Observação n.º 63 Capítulo 04, grupo 12, artigo 03 Administrações privadas:
01) Empresas petrolíferas:
Pelo Decreto-Lei n.º 141/90, de 2 de Maio, foi estabelecido o novo regime jurídico do acesso às actividades de pros- pecção e pesquisa, avaliação e exploração de petróleo. De acordo com o artigo 74.°, o titular da licença e o con-
cessionário estão sujeitos ao pagamento anual da renda de superfície (RS), fixada no próprio título.
A RS terá valor variável, por quilómetro quadrado ou frac- ção, a fixar por despacho conjunto dos Ministros das Fi- nanças e da Economia.
O artigo 75.º determinou que a primeira liquidação da RS respeitante a cada título é efectuada pelo IGM (ex-GPEP), em prazo não superior a 30 dias a contar da data da emissão da licença ou da assinatura do contrato, competindo-lhe, de igual modo, o processamento das res- pectivas guias, em quadruplicado, para o seu pagamento. Pelo artigo 76.º foi estipulado que a RS será paga, por uma
só vez, em cada ano, em qualquer tesouraria da Fazenda Pública, no prazo de 15 dias úteis a contar da data em que for expedida a notificação de que a respectiva guia se en- contra processada.
O Decreto-Lei n.º 261-B/91, de 25 de Julho (suplemento), aprovou as bases dos contratos de concessão de desen- volvimento e exploração de petróleo.
O Decreto-Lei n.º 109/94, de 26 de Abril, estabeleceu o novo regime jurídico das actividades de prospecção, pes- quisa e produção de petróleo.
Pelo artigo 85.º deste diploma, ficaram revogados o Decre- to-Lei n.º 141/90, de 2 de Maio, e o Decreto-Lei n.º 261- B/91, de 25 de Julho.
Orçamenta-se para este subartigo e, consequentemente, para o presente artigo a verba de:
126 308 euros
Observação n.º 64 Capítulo 04, grupo 12, artigo 04 Exterior:
São levadas a este artigo as receitas provenientes do arren- damento ao "Exterior" de terrenos pertencentes ao Esta- do.
Observação n.º 65 Capítulo 04, grupo 12, artigo 05 Outros sectores:
São levadas a este artigo as receitas provenientes do arren- damento a particulares de terrenos pertencentes ao Esta- do.
Estão nestas condições, entre outras que porventura possam vir a verificar-se, as que anteriormente eram cobradas e figuravam em "Rendas diversas", e as entregues no Te- souro, ao abrigo dos Decretos-Lei n.os 24 427 e 24 489, respectivamente de 27 de Agosto, e 13 de Setembro de 1934, mas, em qualquer dos casos, somente quando resul- tem de terrenos do Estado.
Neste artigo arrecadam-se também as cobranças provenien- tes dos foros, censos e quinhões de terrenos que vierem à