• Nenhum resultado encontrado

CLASSIFICAÇÃO DE JURANDYR ROSS

No documento Fundamentos de GeomorFoloGia e BioGeoGraFia (páginas 165-177)

TÓPICO 3 – A GEOMORFOLOGIA BRASILEIRA

4.3 CLASSIFICAÇÃO DE JURANDYR ROSS

Em 1989, o Prof. do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo, Jurandyr Ross, propôs uma nova classificação, onde são consideradas três formas de relevos principais, que são: planaltos, planícies e depressões.

Esta nova divisão do relevo, mais detalhada, foi possível devido ao desenvolvimento de modernas técnicas de cartografia e, principalmente, à utilização das imagens de satélites, possibilitando a obtenção de características detalhadas da estrutura geológica, tipos de solos, relevo, vegetação, hidrografia do território brasileiro.

Esta nova divisão do relevo apresentada pelo Prof. Jurandyr fundamentou- se em três princípios, que são:

• Morfoestrutural – relativo à estrutura geológica

• Morfoclimático – relativo às formas do relevo e o clima

• Morfoescultural - diz respeito à modelação do relevo pela ação dos agentes externos como chuva, vento, temperatura etc.

Seguindo estes princípios, o Prof. Jurandyr Ross classificou o relevo brasileiro em 28 unidades, sendo 11 planaltos, seis planícies e 11 depressões, conforme descrição detalhada abaixo:

PLANALTOS:

Para Jurandyr Ross (2003), os planaltos cobrem a maior parte do território brasileiro e são formados por rochas que resistiram à erosão, por esta razão são chamados de formas residuais.

Cabe chamar a atenção para o fato de que esta classificação subdivide os planaltos em quatro subgrupos, de acordo com a sua origem:

Planaltos em Bacias Sedimentares: são aqueles planaltos delimitados por

depressões periféricas, formados por rocha sedimentar. Fazem parte deste grupo o planalto da Amazônia oriental e os planaltos e chapadas do Paraná e da bacia do Parnaíba.

Planaltos em intrusões e coberturas residuais da plataforma: Também

chamados de escudos, estes planaltos constituem as formações mais antigas, ou seja, na era Pré-Cambriana. Grande parte de suas áreas está coberta por rochas sedimentares. Como exemplo, podemos citar: os planaltos residuais Norte Amazônico.

Planaltos em Núcleos Cristalinos Arqueados: consistem em planaltos

distantes uns dos outros, porém possuem em comum as formas arredondadas. Exemplo deste grupo é o planalto da Borborema, localizado na parte oriental dos estados do Nordeste.

Planaltos dos Cinturões Orogênicos: foram formados através da erosão

sobre os dobramentos antigos existentes em território brasileiro, ocorridos na Era Pré-Cambriana. Os melhores exemplos deste grupo são: as serras do Mar, da Mantiqueira e do Espinhaço.

PLANÍCIE

As planícies foram formadas a partir do terciário e quaternário, por esta razão sua sedimentação é recente.

Em relação às classificações anteriores, as áreas de planícies foram reduzidas. A razão é que parte do que era classificado pelos demais autores como planície, na visão do Prof. Jurandyr passou a ser depressão periférica.

As seis planícies existentes foram classificadas em dois subgrupos, que são:

Planícies Costeiras: localizadas ao longo do litoral brasileiro.

Planícies Continentais: na Amazônia, apenas aquelas localizadas às

margens dos rios são consideradas planícies. Outro exemplo é a planície do Pantanal.

DEPRESSÕES

Consistem nas formas de relevo cuja altitude é inferior ao seu entorno, aparecendo escarpas quase verticais nas áreas de contato com os planaltos. A razão para o surgimento destas diferenças altimétricas que dão origem às depressões está na diferença dos tipos de rochas. Assim, as rochas menos resistentes à erosão deram origem às depressões, e as rochas mais resistentes formaram os planaltos.

O Prof. Jurandyr Ross identificou a existência de 11 depressões em território brasileiro, formando três grupos:

Depressões periféricas: aparecem nas áreas de contato entre as rochas

sedimentares cristalinas, como é o caso da depressão periférica Sul-Rio-Grandense.

Depressões interplanálticas: são formadas pelas áreas mais baixas

existentes entre os planaltos. Como exemplo, temos a depressão do São Francisco e a depressão Sertaneja.

Depressões marginais: Um bom exemplo é a depressão Sul-Amazônica,

que foi esculpida em rocha cristalina, limitando as bordas das bacias sedimentares. Identifique no mapa a seguir (figura a seguir) os 11 planaltos, 11 depressões e seis planícies identificados pelo Prof. Jurandyr Ross, que aparecem devidamente numerados.

PLANALTOS

1. Planalto da Amazônia Oriental.

2. Planalto e Chapada da Bacia do Parnaíba. 3. Planalto e Chapada da Bacia do Paraná. 4. Planalto e Chapada dos Pareceis. 5. Planaltos Residuais Norte-Amazônico. 6. Planaltos Residuais Sul-Amazônico.

8. Planaltos e Serras de Goiás-Minas. 9. Serras Residuais do Alto Paraguai. 10. Planalto da Borborema.

11. Planalto Sul-Rio-Grandense.

DEPRESSÕES

12. Depressão da Amazônia Ocidental. 13. Depressão Marginal Norte-Amazônica. 14. Depressão Marginal Sul-Amazônica. 15. Depressão do Araguaia.

16. Depressão Cuiabana.

17. Depressão do Alto Paraguai-Guaporé. 18. Depressão do Miranda.

19. Depressão Sertaneja e do São Francisco. 20. Depressão do Tocantins.

21. Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná. 22. Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense.

PLANÍCIES

23. Planície do Rio Amazonas. 24. Planície do Rio Araguaia.

25. Planície e Pantanal do Rio Guaporé. 26. Planície e Pantanal-Mato-Grossense. 27. Planície da Lagoa dos Patos e Mirim. 28. Planícies e Tabuleiros Litorâneos.

FONTE: Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/-d4SzzmMzZe4/TcbjWVnHdWI/AAAAAAAAAxg/ seDBrRQJUxQ/s1600/Mapa+de+Relevo+Jurandyr+Ross.jpg>. Acesso em: 31 ago. 2018.

Podemos concluir que a classificação do relevo brasileiro, segundo os autores citados, é também resultado da evolução das técnicas de estudo e mapeamento do território brasileiro. Não há dúvida de que as imagens de satélites e as técnicas de geoprocessamento, bem como a riqueza de detalhes de informações obtidas do solo, rocha e relevo, permitiram ao Prof. Jurandyr detalhar melhor as unidades do relevo do país, incluindo aí as depressões, não mencionadas pelos autores que o precederam.

5 HIPSOMETRIA DO BRASIL

Ao analisarmos o mapa do relevo abaixo, cuja hipsometria está representada em cores, comprova-se o que afirmamos no início deste tópico, ou seja, o território brasileiro possui altitudes modestas.

FONTE: Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Brazil_topo.jpg>. Acesso em: 17 jun. 2010.

A maior altitude não chega a três mil metros, como é o caso do Pico da Neblina, com 2.993,70 metros acima do nível do mar, localizado no município de São Gabriel (AM), na Serra do Imeri, fronteira do Brasil com a Venezuela.

Dados antigos forneciam uma altitude de 3.014 metros, entretanto, técnicas mais modernas, como GPS, forçam um dado mais realista.

Na sequência, temos o Pico 31 de Março, com 2.972,66 metros, localizado no mesmo Parque Nacional do Pico da Neblina, na divisa com a Venezuela.

O terceiro maior pico do Brasil é o Pico Bandeira, com 2.891,98 metros, situado no Parque Nacional da Serra do Caparaó, entre os Estados do Espírito Santo e Minas Gerais.

Em quarto lugar está o Pico do Calçado, com 2.849 metros de altitude, também localizado no Parque Nacional da Serra do Caparaó, divisa entre os Estados do Espírito Santo e Minas Gerais.

A Pedra da Mina, localizada na Serra da Mantiqueira, Estado de São Paulo, é o quinto de maior altitude, com 2.798,36 metros acima do nível do mar.

Podemos destacar ainda os seguintes picos:

Pico das Agulhas Negras, com 2.792,66, localizado na Serra da Mantiqueira, divisa entre SP/MG/RJ.

Pico do Cristal, sétima maior montanha do Brasil, com 2.769,76 metros, localizado no Parque Nacional do Caparaó.

O Monte Roraima aparece em oitavo lugar, com 2.734,06 metros. Está localizado na Serra de Pacaraima, Estado de Roraima, no extremo norte do país.

Com altitudes modestas, ausência de desertos, geleiras eternas, cordilheiras, vulcões e áreas sujeitas a terrenos, não existem em território brasileiro áreas anecúmenas, ou seja, onde é impossível ao homem viver.

Ao contrário, em sua maior parte as terras são agriculturáveis, com solos férteis ou passíveis de recuperação, o que tem contribuído para o avanço da devastação sobre os domínios morfoclimáticos brasileiros, tornando difícil a preservação de ecossistemas importantes, como a Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Pantanal Mato-grossense, Cerrado, além de ecossistemas menores, cuja única forma de preservação tem sido através da criação de Zonas de Preservação, sejam estes municipais, estaduais, federais ou particulares.

LEITURA COMPLEMENTAR

PERSPECTIVAS DA GEOMORFOLOGIA

A melhor compreensão do significado das formas e processos geomorfológicos é, na verdade, uma diretriz que sempre será perseguida. Pelos vários caminhos em que se subdivide a Geomorfologia deverão continuar surgindo contribuições que ampliarão o nível do conhecimento atual, como vem ocorrendo ao longo da história. Subdivisões nascidas por diferentes critérios existem e formam conteúdos que retratam as suas especificidades, seguindo, entretanto, a mesma diretriz comum a todas: Geomorfologia Estrutural; Geomorfologia Climática; Geomorfologia Costeira; Geomorfologia Continental; Geomorfologia Regional; Geomorfologia Aplicada; Geomorfologia Dinâmica ou Funcional, ou dos Processos (fluviais, eólicos, costeiros, glaciais, cársticos, de meteoração e das vertentes) e Geomorfologia do Quaternário.

Atualmente, novas subdivisões podem ser cogitadas e fundamentadas, como, por exemplo, Geomorfologia Antrópica – destacando a ação do homem; Geomorfologia Urbana – destacando a ação dos processos sobre um ambiente artificial; Geomorfologia Submarina – para as áreas cobertas pelos mares e oceanos; Geomorfologia Ecológica – interações de processos e formas com os componentes dos ecossistemas; Geomorfologia Planetária – viabilizada pelo uso do sensoriamento remoto, envolvendo estudos da superfície da Terra, Lua e planetas (VITEK & RITTER – 1989); ETC.

Na formação do geomorfólogo está havendo cada vez mais a necessidade de aprendizado da Física, Química, Matemática, Estatística e Computação. A existência de um leque amplo de temáticas de interesse da Geomorfologia deve conduzi-lo a obter conhecimentos básicos, oriundos de diferentes disciplinas.

Como vem ocorrendo em todas as áreas, estimular a cooperação interdisciplinar é fundamental para aprimorar e fazer avançar o seu conhecimento na interpretação dos processos e formas de relevo.

Em seu trabalho, novas ferramentas são disponíveis e apresentam aprimoramentos constantes. Os sistemas de tratamento digital de imagens de satélite oferecem novos recursos para a observação do relevo, implementação de classificações, acompanhamento, ao longo do tempo, de modificações das características de uma área e maior precisão, a partir do aumento do nível de resolução das imagens. Os sistemas geográficos de informações permitem armazenar e manusear, de diferentes modos, grande quantidade de informações, aferidas as suas posições geográficas, e recuperá-las, principalmente, sob a forma de mapas diversos, com níveis cada vez maiores. Computadores apresentam recursos de uso dos mais avançados. Instrumentos e equipamentos para trabalhos de campo e laboratório são construídos para melhor atender

necessidades diversas, apresentando alta sensibilidade e precisão. A expansão das telecomunicações permite a construção de redes para internet com intercâmbio de dados e informações.

Os recursos disponíveis favorecem a implementação e o aprimoramento de vários métodos de trabalho. No campo experimental, áreas são instrumentalizadas, possibilitando acompanhar a atuação dos processos que ali ocorrem ou que são simulados, como, por exemplo, a chuva. Os trabalhos de mapeamento, realizados com base em levantamento de campo, passaram a contar com instrumentos de fácil manejo, que permitem a localização precisa de pontos na superfície terrestre. Dados ambientais e informações podem ser obtidos em tempo real. Valorizam-se simulações produzidas em modelos de escala ou matematicamente. Os trabalhos de modelagem geomorfológica ganham corpo em diversas direções.

Embora exista uma multiplicidade de novos recursos, é importante salientar a necessidade de evoluir também sob o ponto de vista teórico. Até este momento, com as novas concepções teóricas, a Geomorfologia ainda não ultrapassou algumas barreiras que lhe trazem dificuldades. Isso, porém, não deve ser definido a priori como defeito ou virtude. Não há um critério que, por si só, promova a classificação de todos os fatos geomorfológicos, estabelecendo categorias hierarquizadas em diferentes escalas espaciais e temporais, de modo satisfatório. Disso resultam, por exemplo, problemas com o mapeamento geomorfológico, que é um dos principais resultados de seu trabalho. Não há também, como assinala Ross (1990), “uma sistemática única de trabalho”. Várias são as metodologias para o desenvolvimento das pesquisas, sendo possível reconhecer nelas as influências das principais escolas, de origem: alemã, americana, francesa e inglesa.

Questões teóricas que norteiam a evolução das ciências também se fazem presentes na Geomorfologia. Muitas influências ocorreram, tais como: deterministas, uniformistas, catastrofistas, possibilistas e historicistas. As discussões entre o valor dos enfoques ideográfico e nomotético remetem à importância do geral e do particular na pesquisa, e ressaltaram dicotomias. No futuro, novas questões deverão surgir.

FONTE: MARQUES, J. S. Ciência Geomorfológica. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.

Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

RESUMO DO TÓPICO 3

Neste tópico você estudou que:

• A Geomorfologia surgiu através do estudo de geólogos e geógrafos, entretanto não é um campo de estudo exclusivo destes profissionais.

• Os conhecimentos geomorfológicos só ganharam importância com o aumento da relevância das questões ambientais, principalmente no que diz respeito à análise ambiental.

• Destacamos os vários trabalhos de Aziz Ab’Sáber e sua grande contribuição à Geografia e especialmente à Geomorfologia, por ser considerado, entre geógrafos e profissionais da ciência de áreas afins, como uma verdadeira genialidade.

• Acompanhamos a evolução do conhecimento geomorfológico dentro e fora da Geografia, desde o início do Século XX até a atualidade.

• O projeto Radar da Amazônia (RADAM), posteriormente expandido para todo o país como projeto RADAMBRASIL, foi, sem dúvida, em nível mundial, um dos maiores já realizados de levantamento de recursos naturais que incluía os temas Geologia, Geomorfologia, solos, vegetação e uso potencial do solo. • Segundo o artigo: A História da Geomorfologia no Brasil, Gregory (2000) afirma

que a Geomorfologia geográfica está descaracterizada na Geografia Física, pois a maior produção de Geomorfologia está acontecendo nas ciências naturais e multidisciplinares. E esse atraso, segundo Gregory (1992, 2002), ocorre em função do forte impacto do pragmatismo na Geomorfologia, sendo que não há razão para não refletirmos sobre os conceitos e as práticas da Geografia Física e, em particular, pela Geomorfologia.

• Ainda segundo o artigo acima citado, apesar de poucos questionamentos ao modelo de Aziz e Bigarella, a década de 1960 foi fundamental para se construir um verdadeiro paradigma na Geomorfologia brasileira. Pois, montou-se uma estrutura teórica, metodológica e interpretativa do relevo e de seus processos, construindo, juntamente, uma verdadeira Geomorfologia geográfica. Onde a grande marca do modelo é o artigo de 1969 de Aziz, “A Geomorfologia a serviço das pesquisas do quaternário”, que até hoje (2008) exerce forte poder nas pesquisas geomorfológicas do Brasil e nada mais foi construído em termos teóricos e metodológicos para se buscar análises mais precisas e profundas sobre a gênese do relevo brasileiro. (VITTE, 2008).

escudos cristalinos (36%), bacias sedimentares (64%) e uma área coberta de lava vulcânica, chamada de derrame de Trapp, originando o basalto, rocha que após o processo de intemperismo formou um solo fértil chamado de terra roxa. • O território brasileiro não está na borda de uma placa tectônica, por esta razão

não existem, em nosso país, os dobramentos modernos que deram origem às cordilheiras, como os Andes, na América do Sul. Por esta mesma razão, não existem também vulcões e terremotos.

• O Brasil possui 36% do seu território formados por escudos cristalinos, sendo que 34% se formaram na Era Arqueozoica, onde praticamente não existem minerais para exploração economicamente viável.

• Em 4% do território, formados na Era Proterozoica, há a presença de ferro, manganês, bauxita, ouro etc.

• As bacias sedimentares no Brasil ocupam 64% do território, ou seja, aproximadamente 5,5 milhões de km².

• As bacias sedimentares mais recentes são datadas de 60 milhões de anos, já as mais antigas têm datação de até 600 milhões de anos.

• O derrame de Trapp, maior derrame basáltico do mundo, cobre 8% da bacia sedimentar do Paraná e outras bacias menores. Este valor não deve ser somado aos demais, uma vez que há superposição de camadas geológicas com datas diferentes.

• Aprendemos, através da classificação do relevo por Aroldo Azevedo, Aziz Ab’Sáber e Jurandyr Ross, como ocorreu a evolução sobre o conhecimento do relevo brasileiro, bem como as técnicas para obtenção dos dados geográficos necessários para fazer uma classificação adequada.

• Aroldo de Azevedo e Aziz Ab’Sáber não incluíram em sua classificação a forma de relevo chamada de depressão. Este conceito foi introduzido pelo Prof. Jurandyr Ross.

• A maior parte do território brasileiro, ou seja, 85%, está em altitude que varia entre 0 a 600 metros.

• A maior altitude do Brasil está no Pico da Neblina, com 2.993,70 metros acima do nível do mar, localizado no município de São Gabriel (AM), na Serra do Imeri, fronteira do Brasil com a Venezuela.

1 Faça um resumo sobre a evolução do conhecimento geomorfológico no Brasil, identificando os principais autores, suas ideias e contribuições para o avanço da Geomorfologia.

2 Identifique no Artigo: “História da Geomorfologia no Brasil” qual foi a contribuição de Aziz Ab’Saber para a Geografia e Geomorfologia e escreva um resumo através de tópicos.

3 Faça uma análise das três classificações de relevo brasileiro, apresentadas respectivamente por Aroldo de Azevedo, Aziz Ab’Saber e Jurandyr Ross e aponte as diferenças, os critérios empregados e técnicas utilizadas para a classificação adotada, bem como a evolução que ocorreu.

4 Que tipo de rocha do território brasileiro está associado ao surgimento de minérios como ferro, manganês e bauxita?

5 Quais minérios estão associados às rochas sedimentares? 6 Qual a importância das florestas para a preservação da vida?

AUTOATIVIDADE

UNIDADE 3

No documento Fundamentos de GeomorFoloGia e BioGeoGraFia (páginas 165-177)