CONCENTRAÇÃO DE MAGNÉSIO

No documento SINTOMAS E DIAGNÓS TICO DA CARÊNCIA DE MACRONUTRIENTES EM J)inus oc ribaea MORELET VAR. (páginas 122-141)

4.3; PESO DA MATÉRIA SECA

4.9. CONCENTRAÇÃO DE MAGNÉSIO

As concentrações médias de magnésio em partes de· P. cahibaea var. honduhen�i�, P. cahibaea var. bahamen�il e P. cahibaea var . cahibaea em diversos tratamentos de omis -são de nutrientes -são mostradas na tabela 57, e a anilise da variincia desses dados na tabela 58. Tratamentos de om1ssao, variedades e parte considerada afetaram significativamente os teores de magnésio das plantas.

A omissão de magnésio reduziu seu teor na maté ria seca (0,08%), enquanto que as omissões de c�lcio e potãs­

sio o elevaram·(0,23%), em relação ao tratamento completo (0,18%).

A tabela 59 apresenta as médias obtidas para os tratamentos , em ordem decrescente, e a diferença m1n1ma significativa .

.. .

Os resultados concordam com a referência de BAULE e FRICKER (1970), segundo a qual o conteGdo normal de magnésio na mat�-ria seca de Pinu� jovens estii entre 0,15% e 0,20%, e entre

0,08% e 0,09% em plantas deficientes, Os dados obtidos estão de acordo com os relatados por HART et alii (1980) e TOMA­

ZELLO FILHO (1980).

Entre as três variedades, P. cahibaea var. baha men�i� foi a mais exigente em magnésio, com concentrações mé­

dias de 0,20% do elemento , que não diferem das apresentadas por P. eahibaea var. honduhen�i� (0,18%), mas são maiores que os 0,17% apresentados por P. cahibaea var. eahibaea.

• 11 4 .

. 11 5 •

Tabéla 58 - Anâlise da variância dos dados de concentração de magnésio (i) na matéria seca de partes de i'inu.J., 12Mibgea. _var, hond1ur.e1Ui.ú.i, P. c.aJÚbae.a. var. bahamenf>.ú.i e P. c.a,úbaea var. c.M,lbaea sub metidas a seis tratamentos de omis.são de macronutrientes e um completo.

Causas da Graus de Soma de Quadrado F

Variação Liberdade Quadrados Médio

Tratamentos (T) 6 0,5952 ,0,0992 47,24**

Variedades (V) 2 O ,0310 0,0155 7,38**

Partes da Planta (P) 3 0,3206

o,

1069 50 ;90**

TdV1 6 O ,3322 0,0554 26,3.8**

TdV2 6 O, 1649 0,0275 13,0D**

T<lV� 6 O, 1923 0,0320 15,24*"'

... V<lT1 2 0,0223 0,0112 5,33**

V<lT 2 2 0,0028 0,0014 0,67 ns

V<lT 3. 2 _o ,0346 0,0173 8,24*�

V<lT4 2 0,0141 0,0070 3,33*

VdT 5 2 1,9407 0,9703 4(12 ,OS**

VdT6 2 O ,0264 0,0132 6,28**

V<lT 7 2 0,0118 0,0058 2, 76 11S

TxV 12 0,0942 0,0078 3, 74*''

T<lP1 6 0,1257 0,0209 9,95*

TdP2 6 0,2503 0,0417 19,86**

TdP 6 0,0737 0,0123 5,86**

TdP 4 6 0,6645 0,1107 52,71**

TxP 18 0,5191 0,0288 13,71**

PxV 6 0,0295 0,0049 2,33*

Resíduo 204 0,4386 0,0021

Total 2S1 1, 9972

• 11 6.

Tabela 59 - Concentração de magnésio (%) na matéria seca de partes de P.-<,­

nuó c.cvúbae.a var. hondWLe.nó,<_,6, P. c.Mibae.a var. bahwne.nô,<_,6 e P. CLVúbae.cL var. c.cvu.bae.a em função de seis tratmnentos de o­

missão de macronutrientes e um completo. Médias de 36 repeti_

çoes.

- Ca - K

- s

O 23

,

ª O 23

'

ª O 21

'

ªb

DMS 5% 0,03

Tratamentos

Completo - N O 18

,

bc O 18

'

bc

- p O 15

,

c

- Mg O 08

,

d

A tabela 60 mostra que a concentração de magn�

sio foi di ferente nas partes em que as p lantas foram div ididas, cabendo às raízes (0,23%) e às acículas inferiores (0,20%) te�

res maiores que os das acículas superiores e. ramos (0, 15% ).

Tabela 60 - Concentrações de magnésio (%) na matéria seca de partes de f'in.U6 c.M..-tbae.a var. hondWLe.nô,<_,6, P. c.Mibaea var. bahE:_

me.n-6,<_,6 e P. c.cvúbae.a var. c.Mibae.a. Médias de 63 repetições ..

Parte das Plantas

DMS 5% 0,02

Raízes Acículas

Inferiores Acículas

Superiores Ramos

• 1 1 7 •

As concentrações de magnfsio das plantas foram afetadas pelas interações entre tratamentos e variedades, e tratamentos e partes. As m�dias dos desdobramentos de trata­

mentos dentro de variedades, variedades dentro de tratamentos e tratamentos dentro de partes são apresentadas nas tabelas

61, 62 e 63.

var.

Em P. c.ahibaea var. honduhen�i� e P. eahibaea c.ahibaea a omissão de magnfsio reduziu sua concentração nas plantas a níveis inferiores aos apresentados pelo trata -menta completo. As concentrações médias em P. c.ahibaea var.

honduhen-0iA sofreram uma queda de 0,22% Mg no tratamento com­

pleto para 0,04% no com omissão. Em P. c.ahibaea var. c,a.hibaea a queda foi menor, 0,16 para 0,09%.

Em P. c.ahibaea var. honduhen��-0, a omissão de fósforo reduziu a concentração de magnésio de 0,22% paraü,15%.

As concentrações de magnésio de P. eahibaea var. c.ahibaea não foram afetadas pelas omissões de macronutrientes, exceto no caso da omissão tle cálcio, que elevou a concentração de mag nêsio nas plantas. A omissão de cálcio elevou o teor de mag­

nfsio também em P. c.ahibaea var. bahamen�i-0 (tabela 61).

P. c.anibaea var. honduhenAi-0 teve maior concen tração de magnésio que P. c.ahibaia var. c.anibaea sob tratamen to completo (0,22 contra 0,16%) e omissão de potássio (0,25 contra 0,20%). P. c.anibaea var. bahamenAi� sob omissão de f6s foro teve maior concentração de magnésio (0,19%) que P. eahi

. 118.

baecl var. c.cuúba.e.a. (O, 11%). P. c..Mibaea. ,var. baJw.n1e11,5.Ló e P. c..aJubaea.

var. c..a.JLJ..ba ea tiveram teores maiores de magnésio (O, 11 e O, 09 % ) que P. c..a.JLJ..ba.ea. var. hondunen�J..� quando o elemento foi omitido (0,04%, ta bela 62).

Tabela 61 - Concentração de n1agnêsio (%) na matéria seca de partes de Pi­

nu..6 c..cuúbaea., em função de seis tratamentos de omissão de ma­ cronutrientes e um tes temunha dentro de três variedades. Mé­

dias de 12 repetições.

PinU/2 c..aJLiba.ea. var. h o nd uJL e nJ.i ,L,5

- K Completo

- s

- Ca - N - p - Mg

o '

2sª O 22

,

ab O 22

'

ªb 0,21abc O 17

'

bc O 15

,

c O 04

,

d

P. c..alLibae.a. var. b aha.m e.nJ.i ,L,5

- Ca - K

- s

- p - N Completo - Mg

o ,

2sª O 23

,

ab O 23

,

ab O 19

'

ab O 18

,

b O 17

,

bc O 11

,

c

p c..a..t1iba.ea. var. c..a1u.,bae.a.

- Ca - K

- s

- N Completo - p - Mg

O 23

,

ª O 21

,

ab

o,

19ab O 19

,

ab O 16

,

bc O 11

,

cd O 09

,

d

·n\1S 5% 0,06

. 11 9 .

Tabela 62 - Concentração de magnésio (%) em partes de três variedades de

}J J.J11Ui c_CUl.ibae.a dentro de seis tratamentos de omissão de ma­

cronutrien tes e um completo. Méc1ias de 12 repetições.

Completo

- p

- K

- Mg

IMS 5% O ,04

hon.dwie.VL.óM bahame.VL.6--L6 ç.alU.bae.a O 22

,

ª O 17

,

ab O 16b

bahame.n.6-Ll ho n.dWLe.VL.óM c.cvúbae.a O 19

,

ª O 1s

'

ªb O, 11 b

ho n.du.h.e.VL.6--L6 bahame.VL.óM c.a1U.bae.a

o

, zsª 0,23ab O 21

,

b

bahame.ni,M ccvúbae.a ho n.dMe.VL.óM O 11

,

ª

o ,

ogª O 04

'

b

A ta bela 6 3 mostra os efeitos dos tratamentos dentro das partes das plantas. Em todas elas a omissão de magnésio causou decréscimos no-s níveis internos do elemento , sendo estes maiores nas acículas inferiores e nas raízes que nas acículas superiores e ramos. Nas acículas inferiores o teor foi de 0,19% para 0,07%, nas raízes de 0,22% para 0,10%

nas acículas superiores de 0,15% para 0,07% e nos ramos de 0,16% para 0,08%. E interessante notar que as aciculas infe-riores das plantas sob omissão de potássio tiveram seu teor

• 1 2 O.

de magnésio aumentado de 0,19% para 0,29%. Aumento ainda maior foi determinado pela omissão de cálcio, que elevou o teor. de magnésio das raízes de 0,22% para 0,46%.

A extração de magnésio nos diferentes tratamen tos, partes das plantas e variedades (tabela 64) mostra que sob tra tamente completo P. c..a-'1.,i,bae.,a var. hondtt-'Len.ói-6 teve maior extração (343,4 mg), enquanto que P. ca-'Libae.,a var. bahamen.ói-6 e P. ca-'Libae.,a var. ca-'1.ibae.,a extrairam respectivamente 245,9 e 240,6 mg. A extração em miligramas por grama de matéria seca produzida foi de 1,49 para P. ca-'1.ibae.,a var. c..a-'1.ibae.,a, 1 ,72 pa ra P. ca-'1.ibae.,a var. bahamen.ói-6 e 2,09 para P. ca-'1.ibae.,a var.

hondu-'1.en.ói-6, o que leva a crer que P. c..a-'Libae.,a var. hondu-'1.en-.ól.ó teria menor eficiência no uso de magnésio. Por outro lado, anali sando-se a extração e a concentração em mg/g nos tratamentos deficientes, tem-se rêsultados inversos. Nestes Gltimos o me nor consumo de magnésio por unidade de matéria seca produzida coube a P. ca-'1.ibae.,a var. hondu-'1.en.ói-6, com 0,57 mg/g. A este seguiu-se P. c..a-'Libae.,a var. c..a-'1.ibae.,a com 0,90 mg/g e P.

bae.,a var. bahamen.ói.ó, com 1,07 mg/g , confirmando a menor efi­

ciência de Pinu.ó ca-'Libae.,a var. hondu-'1.en.ói.6.

• 1 21 •

Tabela 63 Efeito de seis tratamentos de omissão de macronutrientes e um

completo sobre a concentração de magnésio de acículas superi�

res, acículas inferiores, caules e raízes de P. c.a/1.Á., bae.a var. ho nduJLe.nl.)-Ló, P. c.Mibae_a var. bahame.nl.),Úi e P. c.a/1.Á.,­

bae.a var. c.wbae.a. Médias de nove repetições.

- K

- s

O 20

,

ª O 19

'

ª

- K

- s

o 29

,

ª O 23

'

ab

- s

- K

O 19

,

ª O 17

,

ab

- Ca - K

O 46

,

ª O 26

,

b

Il\1S 5% 0,06

- N O 1s

,

ªb

- N O 23

'

ab

- Ca O 17

,

ab

- s

O 24

'

bc

Acículas Superiores

Completo - Ca - p - .Mg

O 15

,

abc O 12

,

bcd O 11

'

cd O 07

,

d

Acículas Inferiores

Completo - p - Ca - .Mg

O 19

,

b O 19

,

b 0,17b O 07, c

Ramos

Completo - N - p - Mg

O 16, ab o,1sªb O 12

,

bc O 08

,

c

Raízes

Corrqüeto - p - N - Mg

O 22

,

bcd O 19

,

cd O 17

'

d O 10

,

e

• 1 22.

Tabela 64 - Extração média de magnésio (mg) por partes de P.lnut> c.cuúbae.a:.var. ho nduJLeM.ú., P. CLVÚbaea var. baham eM iA e P. ccvúbaeo. var. c.cuúbaeo. submetidos a seis tratamentos de omissão de macronutrientes e um canpleto.

Tratamento Extração (mg)

Variedade de Omissão A: Sup! r1ores A.rioresInfe Ramos Raízes Total

Canpleto 97,5 85,0 102,8 58, 1 343,4

- N 21,5 21,9 10,8 14,1 68,3

P. cvúba.ea. - p 23,6 37,4 17 ,8 44,7 123,5

var. hondu.,tem,.i.,t, - K 111, 1 89,5 95,3 77 ,8 373,7

- Ca 35,1 32,4 70,5 147,0 7.85,0

- Mg 18,0 16,2 16,7 21,5 72,4

- s 79,8 58,0 39,9 32,0 209,7

Canpleto 62,4 57,6 55,9 64,7 240,6

- N 22,9 20,4 11 ,7 19,8 74,8

P. ca.1ú.baea. - p 33,5 60,0 36,S 82,4 212,7

var. bahan1e;u,.ú, - K 83,3 143,9 44,5 55,4 327,1

- Ca 55, l 68,9 75,9 121 ,6 321,S

- Mg 34,8 44,5 37,3 47 ,2 163,8

- s 67,0 87,8 70,4 98, 1 323,3

Ccr.ipleto 63,4 51,2 58,2 73,1 24S,9

- N l2,0 23,3 22,2 30 ,8 88,3

P. c.cuúbaea. - p 38,S 42,9 28,2 40,8 150,4

var. c.cuúba.ea. - K 90,3 Si,2 ss,s 86,0 319,0

- Ca 50,4 66,9 50,7 155,2 323,2

- Mg 42,3 20,8 33,8 31,4 128 ,3

- s 58,7 49,9 38,l 54,3 201 ,o

•. 1 2_ 3 •

4.8, CONCENTRAÇÃO DE ENXOFRE

Foram feitas determinações da concentração de enxofre apenas na matéria seca das plantas conduzidas sob tra tamento completo, e na daquelas em que o elemento foi omitido.

As concentrações médias observadas sao apresentadas na tabela 65 e sua análise de variância na tabela 66.

Através da tabela 66 verificam-se os efeitos altamente significativos de tratamentos, variedades e intera­

ção entre tratamentos e variedades, no conteúdo de enxofre das plantas.

O tratamento completo forneceu plantas com uma

·concentração média de 0,18% de S, e o com omissão, deu origem a plantas com 0,06% do elemento (tabela 67). HART et alll

(1980) encontraram 0,29% e 0,12% de Sem média, para P. eahl­

baea var. honduhenhi-6 cultivado em casa de vegetação, em pH 4,5 e 6,5, com e sem inoculação. Concentrações muito semelhan tes foram também obtidas por TALWAR e BHATNAGAR (1979). TOMA­

ZELLO FIUIO (1980) e CAMERON e;t:, aüÁ. (1981) obtiveram valores menores, Plantas de P. eahibaea var. honduhen-6-<--6 aprese�

taram concentrações de enxofre (0,17%), maiores que as apre -sentadas por P. ea,'tibaea. var. ba.hamenh-<--6 (O, 10%) e P. ea.hiba.e.a var. eah,i_bae.a. (0,09%) (tabela 68 ).

As médias das concentrações de enxofre resul -tantes dos tratamentos dentro das varied�des são apresentadas na tabela 69, e as das variedades dentro dos tratamentos na tabela 70. Essas tabelas mostram que as concentrações de

en-Tabela 65 -Concentração de enxofre (%) na matéria seca de acículas superiores, acículas inferiores, ramos e raízes de P in.U6 c.cvúba.e.a. var. hon.dwr..e.n1.>,Ú, P. c.cvúbae.a var. bahame.nJ.>,Í/2 e P. c.cvúba.e.a. var. c.cvúbae.a sob tratamento completo e com omissão de nutrientes. Médias de três repetições. Variedade Tratamento P.c.cvúba.e.a.Completo var. hon.du.Jten1.>-l6

- s

P • c.cvúbae.a. Completo var. ba.hame.n.J.i,Í/2

- s

P.c.aJÚba.e.a.Completo var. c.a./Úbae.a

- s

CT = 25,81%

A.Supe .

-

r1ores 0,24 0,09 0,17 0,06 0,11 0,05

S% na Matéria Seca A.Infe Ramas Raíz.es riores- 0,24

O ,28 0,25 0,09 0,08

o,

10 O, 16 O, 14 O, 19 0,04 0,01 0,03 O, 12 O, 11 O, 16 0,08 06 0,07 0,

•. 1 2_ 4 •

• 12 5.

Tabela 66 - Análise da variância dos dados de concentração de enxofre (%) na matéria seca ç1e.partes de P inU/2 c.Mibaea var. hondUJtenJ.i,<.,ó, P. c.a;úbaea var. bahamenJ.i,Í/2 e P. c.aJÚbaea var. c.a!Úbaea, sob tratamento completo e com onrissão do elemento.

Causas da

. 1 2 6.

Tabela 67 - Concentração de enxofre (%) na matéria seca de partes de P.

c.cvúbaea var, hondUAe_Yl./2,Ll, P. c.cvúbaea var. bahamenJ.i,Ll e P.

c.cvúbae.a var. c.cvúbaea sob tratamento completo e com or.nssao do nutriente. Médias de 36 repetições.

Tratamentos

DMS 5% 0,01

Completo

o 1s ,

ª

Omissão de Enxofre O 06

,

b

Tabela 68 - Concentração de enxofre (%) na matéria seca de partes de P. c.9:.

!Úbae.a var. hondW!..e.nó,Ll, P. c.cuúbae.a var. bahame.Vl/2,i,ó e P. c.a­

!Úbae.a var. c.aft..ibaea. Médias de 24 repetições.

Variedade

DMS 5% 0,02

c.cvúbae.a

Tabela 69 - Concentração de enxofre(%) na matéria seca de partes de p.

c.aJÚbaea, sob trata�ento completo e com omissão do elemen­

to, dentro de três variedades. Médias de ·12 repetições.

P.lmu. ca!Úba.e.a var. hondwz.en.&,ú.,

Completo - s

o zs ,

ª O 09

,

b

p,[� calúba.e.a var. bahame.n◊,ú.,

Completo - s

O 16

,

ª O 04

,

b

Pbw1., Ca!Úba.e.a var. c.o.4<.ba.e.a.

Completo - s

o, 13ª 0,07b

INS 5% 0,03

Tabela 70 - Concentração de enxofre(%) em partes de três variedades de p,UUJ.,6 c.MÃ..bae.a., dentro dos tratamentos completo, e com omis são do elemento. Médias de 12 repetições,

Tratamentos Variedades

Completo ho11du1te.n.&,ú., ba.hamen/.l,ú., ca!Úba.e.a

o zs ,

ª O, 16b O, 13b

- s

honduJte.n.&L5 caJÚba.e.a. ba.hamen◊,ú.,

O 09J ª O 07

,

ab O 04

,

b

JJ.1S 5% 0,03

• 1 2 7 •

. 12 8.

A tabela 71 mostra a extração de enxofre por plantas bem supridas, e sob carência do nutriente. Todas as variedades apresentaram extrações de três a cinco vezes maio­

res sob tratamento comp,leto.

A extração em mg/g de matéria seca produzida foi de 2,5 para P. eanibaea var. hondunen-0i-0, 1 ,46 para P. e�

nibaea var. bahamen-0i-0 e 1,22 para P. eanibaea var. eanibaea, quando as plantas recebiam solução nutritiva completa e, de 0,90, 0,35 e 0,63 mg/g respectivamente, quando o enxofre era omitido; o que indica menor eficiência de P. eanibaea var. hon dunen-0i-0 no uso do nutriente.

Tabela 71 -Extração média de enxofre üng) por

rtde Pl..n.u.s c.M.i.ba.e.a. var. hon,du.Jr.e.w.i-ú.., paes P.ca.JÚbae.a var. bahame.n6-ú.. e P. ca.JÚba.e.a. var. catúbae.a. sob tratamento completo e com omissão do elemento. Extração (mg) ·VariedadeTratamento A.SupeA.Infe

-

Ramos Raízes Planta riores-riores

Toda Completo 123,2 75,S 151,S 69,2 419,4 P.ca.JÚbae.a. var. hondu.Jr.e.w.i-ú.. 29,9

-s

2115 2 1683,7 ,9 ,7

'

Completo 75,8 57,6 46, 1 29,4 208,9 P.ca.JÚba.e.a var. ba.hame.n6,Í.,ó

-s

22,3

14,6

3,7

9,2 49,8 P.ccvúba.e.a.Completo 53,7 43,9 49 ,!3 50,8 197,7 var. c.cvúba.e.a

-s

19 ,6 18, 1 13,5 17 ,3 68,5

. 12 9.

.1 30.

5, CONCLUSOES

Os sintomas de carência em P. c.a.Jtlbaea são poucos específicos, com exceçao dos de nitrogênio nas três variedades, fósforo e magn�sio em P. c.a.Jtlbaea var. honduJten�l� e de enxofre em P. c.a.Jtlbaea var. c.aJtlbaea, e que se caracterizam por:

Nitrogênio - clorose, secamente e morte de acículas, da ba�

se para o ápice das plantas. Redução no crescimento, acícu las curtas, ramos finos e de casca amarelada.

Fósforo - bronzeamento, secamento e queda de acículas do terço inferior das plantas. Redução na emissão de ramos la terais, aciculas menores e mais finas.

Magn�sio - secamente das acículas da base do ramo guia, que se estende is acículas dos fascículos e is ramificações se­

cundárias, formando-se uma região interna seca, rodeada por um envoltório verde de acículas curtas e emaranhadas.

Enxofre - amarelecimento das acículas dos ápices dos ramos, mais intenso nos ramos expostos ao sol. Sintomas progressi_

vos dos ápices para a base, resultando em mort·e das gemas a picais.

.131.

. Os níveis internos na matéria seca das acículas de mudas sa dias são: 1, 33% N, 0,03% P, 1.76% K, 0,23% Ca, 0,22% Mg e o,·24% S para P. c..anlbaea var. hondunen-0l-0; 1 ,30% N, 0,02% P, 1,51% K, 0,14% Ca, 0,15% Mg e 0,16% S para P. c..anlbaea var.

bahamen-0l-0; e 1,18% N, 0,01% P, 1,51% K, 0,15% Ca, 0,13% Mg 0,11% para P. c..anlbaea var. éanlbaea.

Os níveis internos na mat�ria seca das atículas de ·n1udas sob omissão de macronutrientes sao: 0,54% M, 0,02% P, 0,34%

K, 0,04% Ca, 0,04% Mg e 0,09% S para P. c..anlbaea var. hon­

dunen-0l-0; 0,51% N, 0,02% P, 0,35% K, 0,05% Ca, 0,09% Mg e 0,05% S para P. c..anlbaea var. bahamen-0l-0; e 0,43% N, 0,02%

P, 0,27% K, 0,06% Ca, 0,08% Mg e 0,06% S pijra P. c..anlbaea var. c..a.nlbae.a.

Plnu-0 c..�nlbaea extrai os macronutrientes na seguinte ordem decrescente: nitrog�nio, potissio, cilcio, magn�sio, en�m fre e fósforo .

• Plnu-0 c..anlbaea var. hondunen-0l-0 é menos eficiente na absor çio dos macronutrientes�

.132.

No documento SINTOMAS E DIAGNÓS TICO DA CARÊNCIA DE MACRONUTRIENTES EM J)inus oc ribaea MORELET VAR. (páginas 122-141)