CONCLUSÕES FINAIS E RECOMENDAÇÕES

No documento OS PARÂMETROS URBANÍSTICOS E O BEM-ESTAR: REFLEXÕES SOBRE UMA DELICADA RELAÇÃO. (páginas 155-175)

Algumas considerações devem ser feitas para a conclusão do presente trabalho. A primeira delas é sobre sua delimitação. Devido ao prazo e a enorme abrangência do tema escolhido, a pesquisa não pôde incluir os estudos que dão suporte aos indicadores, sendo estes tratados como objeto de futuras investigações.

Assim, a estrutura do trabalho se iniciou com uma introdução que trouxe a motivação para a pesquisa, os questionamentos adotados como linhas de investigação a serem perseguidas, a hipótese que orientou os trabalhos como sendo a desconexão entre os parâmetros urbanísticos atualmente utilizados e o bem-estar a qual foram destinados a produzir, e finalmente o objetivo principal do trabalho que se pautou em iluminar a necessidade de uma compreensão mais profunda desta relação, com vistas a necessidade da aproximação do conhecimento prático historicamente acumulado com um instrumental teórico elaborado, contribuindo para que a administração pública possa se relacionar em um nível além do pragmático.

O capitulo 01 teve como objetivos revelar conceitos de bem estar e felicidade oriundos da psicologia, identificar como tais conceitos são trazidos e utilizados na produção do espaço construído e de uma forma inicial relacionar a questão do conforto ambiental e da qualidade de vida nos centros urbanos com a crise do paradigma da racionalidade científica, que acentua a visão mecânica e inorgânica da ciência, da tecnologia e dos métodos de produção industriais. O capítulo se encerrou com a apresentação dos elementos constitutivos da teoria econômica de bem-estar proposta por Amartya Sen, denominada “capability approach”, base da criação no índice de desenvolvimento humano (IDH), o principal indicador de bem-estar apresentado nos relatórios anuais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e amplamente utilizado. Destacou-se a forma de contribuição da arquitetura e do urbanismo para o bem-estar e a felicidade: o conforto ambiental.

Em seguida, o capítulo 02 trouxe, a partir de um recorte no Plano Agache, a utilização da Cidade do Rio de Janeiro como exemplo da forma do surgimento de uma inscrição histórica dos parâmetros urbanísticos, trazendo à tona, sua história sedimentada como o rastro do processo pelo qual a gestão pública concebeu seus

parâmetros. Pela maneira como os fatos foram colocados, o capítulo apresentou certa tendência do conceito a identificar-se com o que foi construído e, nesta aproximação, começar a revelar sua insuficiência para alcançar a especificidade e complexidade dos anseios atuais da sociedade.

O capítulo seguinte objetivou a apresentação de como os parâmetros urbanísticos representam a elevação efetiva do abstrato no concreto. Revelou a dinâmica do capital para criar um ambiente seguro e com regras estabelecidas se apropriando dos parâmetros e do pensamento ao qual eles foram baseados. Assim, o poder estatal materializado na forma de criação dos parâmetros torna-se um braço técnico de validação e aceitação de regras que foram desenvolvidas desde o pensamento, passando pelo plano diretor e por toda a legislação vigente. Assim, o capítulo refletiu sobre as seguintes questões: O capital precisa de colocar regras no jogo, para criar seu ambiente para a reprodução do capital? Existem regras mínimas para dar ao gestor o poder decisório? É possível identificar um momento que o capital se apropria dos parâmetros? O Plano diretor e toda a legislação são a materialização dessa apropriação? Existe ilusão da participação popular?

Após a reflexão sobre tais questionamentos, o quarto capítulo possuiu o objetivo de percorrer o conforto ambiental em suas três formas principais: térmico, acústico e lumínico, de forma a identificar sua história, seus estudos técnicos e sua discussão atual, que servirão de base para a sustentação dos indicadores. Para tanto, foram criadas as 03 (três) categorias de análise da pesquisa: o espaço construído, o ambiente humano e a percepção de bem-estar.

Após os estudos sobre conforto ambiental, o capitulo 05 teve como objetivo, seguir em direção ao detalhamento, permitindo a identificação dos fatores de conforto térmico que oferecem suporte e que são a fonte para a formulação de indicadores com a consequente construção dos parâmetros urbanísticos, permitindo assim, serem aplicados em diferentes paisagens urbanas e vislumbrando a promoção de novas formas e modelos de pensar e propor o planejamento e o desenho das cidades.

A partir da identificação dos estudos técnicos, o capítulo final foi desenvolvido através da conceituação de indicador, da sua influência sobre os parâmetros e na

escolha de um parâmetro urbanístico para a realização de um ensaio sobre uma proposta de elaboração do parâmetro selecionado.

Assim, após todo o caminho percorrido com grande satisfação, os trabalhos continuarão através do recém criado Grupo de Conforto Ambiental Urbano – GCAU/UERJ vinculado ao Laboratório de Tecnologia, Arquitetura, Urbanismo e Engenharia – LABTAUE, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, para que possam ser realizados os ensaios técnicos e a elaboração dos estudos específicos que darão suporte aos indicadores e aos parâmetros urbanísticos a serem considerados no futuro.

Desta forma, em uma sociedade tão desigual como a brasileira, poder contribuir com subsídios técnicos que possam ser utilizados em arenas de discussão sobre o planejamento urbano, auxiliando no equilíbrio de forças desiguais é sem dúvida uma grande motivação.

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