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O estudo do comportamento em fadiga da liga de alumínio 7075 solubilizada e envelhecida permitiu concluir:

 Verificou-se que o Al 7075 estudado atingiu o limite de resistência médio de 676,75 MPa e um limite de escoamento de 615 MPa e um alongamento de 8,50%.

 Nas análises micrográficas em corte longitudinal notou-se que os grãos bem alongados devido o processo de extrusão.

 Na análise micrográfica, feitas nas amostras de fadiga, observou-se que a propagação da trinca é transgranular não se observado a presença de trincas intergranular.

 A curva S-N apresentou características de materiais não ferrosos em que um corpo de prova chegou a atingir 8,4x106 ciclos com uma tensão de 135 MPa.

 Situações da fratura por fadiga diferentes no baixo ciclo, em que a propagação da trinca se deu da parte exterior da peça para o centro, com relação as fraturas de médio e alto ciclo, em que a trinca se iniciou em uma extremidade e se propagou para a outra extremidade da superfície da fratura.

 Observou-se nas superfícies de fratura marcas de catraca, locar provável do início da trinca e nas análises feitas no MEV constatou-se que algumas trincas se iniciaram nas marcas de catraca.

 Na análise feita no MEV observou-se nas superfícies de fratura a presença de micro cavidades associada aos precipitados. E em algumas micro cavidades observou-se a presença de possíveis precipitados.

 Verificou-se na superfície de fratura a presença de steps devido a propagação da trinca.

 Observou-se a presença de estrias de fadiga que é uma característica da propagação da trinca ao longo do tempo que ocorre na II etapa de fadiga.

 Na análise de EDS em um precipitado (Mgx(Al,Zn,Cu)y) verificou-se a alta porcentagem de Zn.

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