• Nenhum resultado encontrado

Conjuntos Enumer ´aveis

No documento MicroFinanceira Slide2 Revisao (páginas 36-64)

Definic¸ ˜ao: Conjunto Enumer ´avel. O conjunto A ´e

enumer ´avel(oucont ´avel) se for poss´ıvel listar todos os seus elementos de acordo com uma contagem. Portanto, podemos escrever A como A = {x1, x2, . . . }, ou de modo finito ou de modo infinito. Se A for enumer ´avel n ˜ao finito, dizemos que ´e um conjunto infinito enumer ´avel.

Existem conjuntos infinitos tais que o n ´umero de elementos ´e t ˜ao grande que n ˜ao podem ser listados em uma enumerac¸ ˜ao. Um exemplo ´e o intervalo [0, 1] da reta real. Isso significa que existem (pelo menos) dois tipos de infinito relacionados a tamanhos de conjuntos, infinito enumer ´avel e infinito n ˜ao-enumer ´avel.

Exemplos

Todo subconjunto X ⊂ N ´e enumer ´avel.

Os conjuntos N, Z e Q s ˜ao enumer ´aveis.

O intervalo [0, 1] da reta real n ˜ao ´e enumer ´avel.

O conjunto R n ˜ao ´e enumer ´avel. O conjunto dos n ´umeros irracionais (I = R\Q) n ˜ao ´e enumer ´avel.

Exemplos

Todo subconjunto X ⊂ N ´e enumer ´avel.

Os conjuntos N, Z e Q s ˜ao enumer ´aveis.

O intervalo [0, 1] da reta real n ˜ao ´e enumer ´avel.

O conjunto R n ˜ao ´e enumer ´avel. O conjunto dos n ´umeros irracionais (I = R\Q) n ˜ao ´e enumer ´avel.

Exemplos

Todo subconjunto X ⊂ N ´e enumer ´avel.

Os conjuntos N, Z e Q s ˜ao enumer ´aveis.

O intervalo [0, 1] da reta real n ˜ao ´e enumer ´avel.

O conjunto R n ˜ao ´e enumer ´avel. O conjunto dos n ´umeros irracionais (I = R\Q) n ˜ao ´e enumer ´avel.

Exemplos

Todo subconjunto X ⊂ N ´e enumer ´avel.

Os conjuntos N, Z e Q s ˜ao enumer ´aveis.

O intervalo [0, 1] da reta real n ˜ao ´e enumer ´avel.

O conjunto R n ˜ao ´e enumer ´avel. O conjunto dos n ´umeros irracionais (I = R\Q) n ˜ao ´e enumer ´avel.

T ´opicos

1 Revis ˜ao Matem ´atica

Conjuntos Func¸ ˜oes

Derivac¸ ˜ao e Integrac¸ ˜ao

2 Revis ˜ao Estat´ıstica

Conceitos Iniciais Vari ´aveis Aleat ´orias

Esperanc¸a e Outros Momentos

3 Modelando Ativos com Risco

Introduc¸ ˜ao Exemplos

Princ´ıpio da Diversificac¸ ˜ao

Derivac¸ ˜ao

Definic¸ ˜ao: Derivada de f em a. Sejam I ⊂ R um intervalo,

f : I → R. Aderivada de f no ponto a ´e definida pelo limite:

lim x→a f(x) − f (a) x− a = limh→0 f(a + h) − f (a) h ,

caso esse limite exista. Nesse caso, dizemos que f ´e deriv ´avel

no pontoa. Se o limite n ˜ao existir, dizemos que f n ˜ao ´e deriv ´avel no ponto a.

Se f ´e deriv ´avel em a, denotamos a sua derivada por f0(a), ou

(df /dx)(a). Se existir a derivada de f em todos os pontos do seu dom´ınio, dizemos que f : X → R ´e deriv ´avel no conjunto X

e obtemos uma nova func¸ ˜ao f0 : X → R.

Derivac¸ ˜ao

Considere f : [a, b] → R. Denotamos f0∈ C[a, b] se f0for

cont´ınua em todo o intervalo [a, b]).

Neste caso dizemos que f ´econtinuamente diferenci ´avel. A

classe das func¸ ˜oes reais continuamente diferenci ´aveis em [a, b] ´e denotada por C1[a, b].

Dizemos que f : [a, b] → R ´eduas vezes continuamente

diferenci ´avelse f0 ∈ C1[a, b].

Para qualquer k ∈ N, definimos o conjunto Ck[a, b], das func¸ ˜oes

k-vezes continuamente diferenci ´aveis, de modo indutivo.

Exemplos

Toda func¸ ˜ao constante ´e deriv ´avel, com derivada igual a zero em todo ponto.

Se f : R → R ´e definida por f (x) = cx + b, ent ˜ao f0(x) = c, para todo x ∈ R.

Dado n ∈ N qualquer, f : R → R definida por f (x) = xn, ´e

deriv ´avel em todo ponto do seu dom´ınio e f0(x) = nxn−1.

Exemplos

Toda func¸ ˜ao constante ´e deriv ´avel, com derivada igual a zero em todo ponto.

Se f : R → R ´e definida por f (x) = cx + b, ent ˜ao f0(x) = c, para todo x ∈ R.

Dado n ∈ N qualquer, f : R → R definida por f (x) = xn, ´e

deriv ´avel em todo ponto do seu dom´ınio e f0(x) = nxn−1.

Exemplos

Toda func¸ ˜ao constante ´e deriv ´avel, com derivada igual a zero em todo ponto.

Se f : R → R ´e definida por f (x) = cx + b, ent ˜ao f0(x) = c, para todo x ∈ R.

Dado n ∈ N qualquer, f : R → R definida por f (x) = xn, ´e deriv ´avel em todo ponto do seu dom´ınio e f0(x) = nxn−1.

Resultados

Resultados. Sejam f , g : X → R deriv ´aveis no ponto a ∈ X. As

func¸ ˜oes f ± g, f · g e f /g (com g(a) 6= 0) s ˜ao tamb ´em deriv ´aveis no ponto a, e as derivadas dessas func¸ ˜oes s ˜ao:

(f ± g)0(a) = f0(a) ± g0(a)

(f · g)0(a) = f0(a) · g(a) + f (a) · g0(a)  f

g 0

(a) = f

0(a) · g(a) − f (a)g0(a) g(a)2

Regra da Cadeia. Sejam f : X → R, g : Y → R, a ∈ X, b ∈ Y, F(X) ⊂ Y e f (a) = b. Se f ´e deriv ´avel no ponto a e g ´e deriv ´avel no ponto b, ent ˜ao h = g ◦ f : X → R ´e deriv ´avel no ponto a e:

h0(a) = (g ◦ f )0(a) = g0(f (a)) · f0(a) . Jos ´e Guilherme de Lara Resende Revis ˜ao Matem ´atica e Estat´ıstica

Resultados

Resultados. Sejam f , g : X → R deriv ´aveis no ponto a ∈ X. As

func¸ ˜oes f ± g, f · g e f /g (com g(a) 6= 0) s ˜ao tamb ´em deriv ´aveis no ponto a, e as derivadas dessas func¸ ˜oes s ˜ao:

(f ± g)0(a) = f0(a) ± g0(a)

(f · g)0(a) = f0(a) · g(a) + f (a) · g0(a)  f

g 0

(a) = f

0(a) · g(a) − f (a)g0(a) g(a)2

Regra da Cadeia. Sejam f : X → R, g : Y → R, a ∈ X, b ∈ Y,

F(X) ⊂ Y e f (a) = b. Se f ´e deriv ´avel no ponto a e g ´e deriv ´avel no ponto b, ent ˜ao h = g ◦ f : X → R ´e deriv ´avel no ponto a e:

h0(a) = (g ◦ f )0(a) = g0(f (a)) · f0(a) .

Func¸ ˜ao Inversa

Exemplo. Dada f : R → R deriv ´avel, considere as func¸ ˜oes

g, h : R → R definidas por g(x) = f (x2)e h(x) = f (x)2. Para todo x∈ R, a regra da cadeia implica que g0(x) = f0(x2) · 2x e

h0(x) = 2f (x) · f0(x).

Func¸ ˜ao Inversa. Sejam X, Y ⊂ R e f : X → Y uma bijec¸ ˜ao com inversa f−1: Y → X. Se f ´e deriv ´avel no ponto a ∈ X e f−1 ´e cont´ınua no ponto b = f (a), ent ˜ao f−1 ´e deriv ´avel no ponto b se, e somente se, f0(a) 6= 0. Nesse caso, temos que

(f−1)0(b) = 1/f0(a).

Func¸ ˜ao Inversa

Exemplo. Dada f : R → R deriv ´avel, considere as func¸ ˜oes

g, h : R → R definidas por g(x) = f (x2)e h(x) = f (x)2. Para todo x∈ R, a regra da cadeia implica que g0(x) = f0(x2) · 2x e

h0(x) = 2f (x) · f0(x).

Func¸ ˜ao Inversa. Sejam X, Y ⊂ R e f : X → Y uma bijec¸ ˜ao com

inversa f−1: Y → X. Se f ´e deriv ´avel no ponto a ∈ X e f−1 ´e cont´ınua no ponto b = f (a), ent ˜ao f−1 ´e deriv ´avel no ponto b

se, e somente se, f0(a) 6= 0. Nesse caso, temos que

(f−1)0(b) = 1/f0(a).

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo local de f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo localde f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global(ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global(ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo localde f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estrito de f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo localde f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global(ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global(ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo localde f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo local de f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global(ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global(ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo localde f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo localde f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estrito de f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global(ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global(ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo localde f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo localde f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global (ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global(ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Sejam f : X → R e a ∈ X. Dizemos que a ´e um:

M ´aximo localde f se existir δ > 0 tal que f (x) ≤ f (a) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M ´aximo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (x) < f (a) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M´ınimo localde f se existir δ > 0 tal que f (a) ≤ f (x) para todo x ∈ X, |x − a| < δ.

M´ınimo local estritode f se existir δ > 0 tal que f (a) < f (x) para todo x ∈ X, 0 < |x − a| < δ.

M ´aximo global(ou absoluto) de f se f (x) ≤ f (a) para todo

x∈ X. Dizemos que a ´e um m ´aximo global estrito de f se

f(x) < f (a), para todo x ∈ X \ {a}.

M´ınimo global (ou absoluto) de f se f (a) ≥ f (x) para todo x∈ X. Dizemos que a ´e um m´ınimo global estrito de f se f(a) < f (x), para todo x ∈ X \ {a}.

Derivac¸ ˜ao

Resultado. Seja f : [a, b] → R deriv ´avel no intervalo aberto

limitado (a, b) e suponha que f assume um m ´aximo (ou m´ınimo) em algum x ∈ (a, b). Ent ˜ao f0(x) = 0.

Definic¸ ˜ao: Ponto Cr´ıtico. Dizemos que c ∈ X ´e umponto cr´ıticoda func¸ ˜ao deriv ´avel f : X → R quando f0(c) = 0.

Derivac¸ ˜ao

Todo ponto c ∈ (a, b) que ´e ponto de m ´aximo ou m´ınimo local ´e um ponto cr´ıtico (ou seja, estamos assumindo que

f : [a, b] → R ´e diferenci ´avel em c).

Por ´em nem todo ponto cr´ıtico c ∈ (a, b) ser ´a um ponto de m ´aximo ou m´ınimo local.

Por exemplo, para f : R → R dada por f (x) = x3, x = 0 ´e um

ponto cr´ıtico de f , mas n ˜ao ´e nem m´ınimo nem m ´aximo local de f .

Resultados

Se para f : I → R cont´ınua no intervalo I temos que f0(x) = 0 para todo x ∈ int I, ent ˜ao f ´e func¸ ˜ao constante. Se f , g : I → R cont´ınuas no intervalo I = [a, b] s ˜ao

deriv ´aveis em (a, b) com f0(x) = g0(x), para todo x ∈ (a, b), ent ˜ao existe c ∈ R tal que g(x) = f (x) + c, para todo x ∈ I. A func¸ ˜ao deriv ´avel f : I → R ´emon ´otona n ˜ao-decrescente (mon ´otona n ˜ao-crescente)no intervalo I ⊂ R se, e

somente se, f0(x) ≥ 0 (f0(x) ≤ 0) para todo x ∈ I. Se f0(x) > 0 (f0(x) < 0) para todo x ∈ I, ent ˜ao f ´e uma bijec¸ ˜ao crescente (decrescente) sobre um intervalo J e sua inversa f−1: J → I ´e deriv ´avel, com (f−1)0(y) = 1/f0(x), para todo y = f (x) ∈ J.

Resultados

Se para f : I → R cont´ınua no intervalo I temos que f0(x) = 0 para todo x ∈ int I, ent ˜ao f ´e func¸ ˜ao constante.

Se f , g : I → R cont´ınuas no intervalo I = [a, b] s ˜ao

deriv ´aveis em (a, b) com f0(x) = g0(x), para todo x ∈ (a, b), ent ˜ao existe c ∈ R tal que g(x) = f (x) + c, para todo x ∈ I. A func¸ ˜ao deriv ´avel f : I → R ´emon ´otona n ˜ao-decrescente (mon ´otona n ˜ao-crescente)no intervalo I ⊂ R se, e

somente se, f0(x) ≥ 0 (f0(x) ≤ 0) para todo x ∈ I. Se f0(x) > 0 (f0(x) < 0) para todo x ∈ I, ent ˜ao f ´e uma bijec¸ ˜ao crescente (decrescente) sobre um intervalo J e sua inversa f−1: J → I ´e deriv ´avel, com (f−1)0(y) = 1/f0(x), para todo y = f (x) ∈ J.

Resultados

Se para f : I → R cont´ınua no intervalo I temos que f0(x) = 0 para todo x ∈ int I, ent ˜ao f ´e func¸ ˜ao constante. Se f , g : I → R cont´ınuas no intervalo I = [a, b] s ˜ao

deriv ´aveis em (a, b) com f0(x) = g0(x), para todo x ∈ (a, b), ent ˜ao existe c ∈ R tal que g(x) = f (x) + c, para todo x ∈ I.

A func¸ ˜ao deriv ´avel f : I → R ´e mon ´otona n ˜ao-decrescente (mon ´otona n ˜ao-crescente) no intervalo I ⊂ R se, e

somente se, f0(x) ≥ 0 (f0(x) ≤ 0) para todo x ∈ I. Se f0(x) > 0 (f0(x) < 0) para todo x ∈ I, ent ˜ao f ´e uma bijec¸ ˜ao crescente (decrescente) sobre um intervalo J e sua inversa f−1: J → I ´e deriv ´avel, com (f−1)0(y) = 1/f0(x), para todo y = f (x) ∈ J.

Integrac¸ ˜ao

Aintegralde uma func¸ ˜ao f : [a, b] → R determina a ´area sob a curva definida por f no plano cartesiano. O m ´etodo de calcular a integral de uma func¸ ˜ao ´e chamadointegrac¸ ˜ao.

Definic¸ ˜ao: Integral de Riemann. Seja f : [a, b] → R uma

func¸ ˜ao cont´ınua. A func¸ ˜ao f ´eintegr ´avele o n ´umero:

Z b

a

f(x) dx

´e aintegral(de Riemann) de f em [a, b] (ou integral definida ou

apenas integral). Dizemos que f (x) ´e ointegrando, a ´e olimite

inferior, b ´e olimite superior, e dx denota que estamos integrando com relac¸ ˜ao `a vari ´avel x.

Propriedades

1 Seja α ∈ R e considere f : [a, b] → R cont´ınua. Se f ´e integr ´avel,

ent ˜ao αf tamb ´em ´e, e Z b a αf (x) dx = α Z b a f(x) dx .

2 Mais geralmente, sejam α, β ∈ R e considere f , g : [a, b] → R

cont´ınuas. Se f e g s ˜ao integr ´aveis, ent ˜ao αf + βg tamb ´em ´e, e Z b a [αf (x) + βg(x)] dx = α Z b a f(x) dx + β Z b a g(x) dx .

3 Seja c ∈ [a, b] qualquer e considere f : [a, b] → R cont´ınua. Se f

´e integr ´avel, ent ˜ao: Z b a f(x) dx = Z c a f(x) dx + Z b c f(x) dx .

No documento MicroFinanceira Slide2 Revisao (páginas 36-64)

Documentos relacionados