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Controle Interno e a Gestão

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO

3.2. Controle Interno e a Gestão

Quando uma organização investe em um sistema de controle interno certificando-se que ele esteja adequado as suas necessidades certamente ela suportará as variações do mercado mais facilmente e conseguirá desta forma sobressair as demais.

Para se gerir uma organização o gestor precisa ter conhecimento do ambiente e estar em constante aperfeiçoamento para se adequar as repentinas mudanças no mercado, usando cada vez melhor os recursos disponíveis gerando sempre resultados mais produtivos (CREPALDI, 2010).

Nessa ocasião a empresa que tiver uma gestão mais apropriada, com um sistema de controle interno que forneça as informações de maneira produtiva, garantirá maior sobrevivência num mercado cada vez mais acirrado (CREPALDI, 2010).

Gerir uma organização vai muito além de administrar variações internas, pois a cada dia precisa estar mais voltada a aspectos como, por

exemplo, questões ambientais que também fazem parte de um processo de gestão.

Assim o processo decisório é atingido por informações que vem tanto do interior da organização como também do ambiente externo em que se encontra. Uma oportunidade bem trabalhada e implantada pode gerar bons resultados, mas por outro lado se alguma deficiência não for prontamente identificada pode fragilizar a organização (MAGALHÃES, 2001).

A gestão pode ser bem-conceituada como a ação que vai induzir a organização a atingir um objetivo pré-estabelecido, levando sempre em consideração as incertezas do ambiente externo e as dificuldades internas e a existência de um sistema de controle interno que possa aumentar as chances de contentar interesses econômicos e sociais da organização (MELLO, 2002).

Num mercado de transformações constantes e velozes a gestão precisa ser mais descentralizada e compartilhada, que garantem maior chance de desenvolvimento dos gestores e colaboradores mais multidisciplinares (OLIVEIRA, 2001).

O gestor precisa ter total conhecimento da organização e isso torna a necessidade do gestor investir em um sistema de controle interno que já auxiliá-lo nas tomadas de decisão da organização. Além disso, é necessário dar crédito a uma avaliação de forma imparcial e técnica do sistema de controle interno, que resultará em resultados com clareza e fidedignos (SANTOS, 2006).

Nota-se que o que irá diferenciar um gestor de outro será seu empenho em conquistar um sistema de controle para sua organização que seja o mais completo dentro das necessidades e deficiências.

O processo decisório requer cada vez mais que as informações que chegam aos gestores sejam precisas e com isso cresce a necessidade de um controle interno mais eficaz e influente. Pode-se verificar esta afirmativa

observando-se os vários setores de uma organização (como o financeiro, onde há necessidade por resultados e pelo controle rígido de inadimplência).

É de conhecimento geral que as microempresas têm grande importância na formação econômica do país, pois fazem girar economia e são importante fonte de emprego e renda para parte boa da população.

A cada ano mais e mais empresas são criadas (legalizadas), mas por outro lado, outras muitas não sobrevivem ao primeiro ano de existência. E porque isso ocorre?

São vários os fatores que levam as organizações a não terem sucesso, mas certamente um fator comum é o fato de seus administradores não deterem informação mínima necessária para gerir, a falta de preparo, planejamento e conhecimento sobre o negócio que deseja abrir os levam a cometer erros. Assim se torna bem clara a necessidade de estudar com dedicação o negócio que se deseja iniciar, por todas as vertentes, inclusive com relação a estipular controles internos que atendam as necessidades daquela organização e que venham a minimizar ao máximo as chances de fracasso.

Até mesmo em casos onde as organizações fecharam devido a outros fatores, um sistema de controle interno eficaz poderia ter informado onde se localizavam os erros e deficiências, e os gestores poderiam decidir por corrigir as falhas a ponto de crescerem ou até mesmo pela venda (SANTOS, 2006).

Até aqui foram apresentados os principais pontos encontrados no que diz respeito ao conhecimento teórico sobre a auditoria interna e o controle interno, parte-se então neste momento para as decisões conclusivas desse estudo, melhor apresentadas na página seguinte.

CONCLUSÃO

As organizações estão vivendo uma era de acirrada concorrência e de pressão por parte de seus acionistas e investidores. Tornou-se necessário um cuidado muito maior com as informações que são emitidas e que servem de base para a tomada de decisão. Assim cada vez mais há a preocupação na melhora da qualidade dessas informações. Sendo assim, pergunta-se:

Realmente o controle interno pode ser uma ferramenta eficaz para tomada de decisão?

A partir da realidade de mercado de nossa época, que busca informações precisas para tomada de decisão eficaz, e da problemática levantada em nosso estudo, verificou-se a real importância da utilização de um sistema de controle interno, que consiga trazer para a empresa informações precisas da sua atividade e que suporte as decisões tomadas.

Um gestor que possui em sua organização um sistema de controle interno atuante tem suas decisões baseadas em informações seguras que tornam as decisões mais eficazes e que trazem resultados ambicionados pela organização, seja no quesito lucro ou sobrevivência no mercado, agregando valor ao seu negócio.

Para acompanhar o sistema de controle, a auditoria interna também ganhou seu destaque no alicerce da atual gestão das organizações. Seu trabalho se faz nas atividades das organizações, identificados falhas e seus meio de solução, mostrando oportunidades de melhoria e atuando no acompanhamento do sistema de controle interno, trazendo resultados positivos para a organização. O trabalho de auditoria interna traz credibilidade sobre as informações geradas pelo sistema de controle interno, pois serão informações sérias e corretas e que podem ser utilizadas com total segurança pela gestão.

Concluindo, para que as organizações tenham cada vez melhores resultados centrados na tomada de decisão e consigam se manter no mercado

com as suas atividades de maneira lucrativa, se faz necessário uma conexão entre o controle interno e a administração, mirando sempre informações sérias que transpareçam de forma segura à gestão qual o melhor caminho a ser seguido.

BIBLIOGRAFIA

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MAGALHÃES, Antonio de Deus F.; LUNKES, Irtes Cristina;

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ÍNDICE

2.2. Interpretação do Conceito de Controle Interno 18

2.3. Características do Controle Interno 19

2.4. Objetivos do Controle Interno 20

2.5. Ambiente de Controle Interno 21

2.6. O sistema de Controle Interno 23

2.7. Responsabilidade da Implementação do Controle Interno 25

2.8. Controle Interno Satisfatório 26

CAPÍTULO III

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO 28

3.1. Controle Interno nas Organizações 29

3.2. Controle Interno e a Gestão 31

CONCLUSÃO 34

BIBLIOGRAFIA 36

ÍNDICE 37

ÍNDICE DE FIGURAS 38

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