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EXAME DE CONHECIMENTOS TEÓRICOS

N. Curso modular CPL – Aeróstatos ASPECTOS GERAIS

1. O objectivo de um curso modular CPL(As) consiste em treinar portadores de uma PPL(As) para o nível de proficiência necessário para a emissão de uma CPL(As). 2. Antes de iniciar um curso modular CPL(As) um candidato deverá:

a) possuir uma PPL(As) emitida em conformidade com o Anexo 1 da OACI; b) ter realizado 200 horas de tempo de voo como piloto em aeróstatos, incluindo

100 horas como PIC, das quais 50 horas devem ter sido em voo de treino através do país.

3. Um candidato que pretenda realizar um curso modular CPL(As) deverá realizar todas as fases de instrução de voo num curso de formação contínuo preparado por uma ATO. A instrução de conhecimentos teóricos poderá ser ministrada por uma ATO que realize apenas instrução de conhecimentos teóricos.

4. O curso consistirá em:

a) instrução de conhecimentos teóricos para o nível de conhecimentos CPL(As); e b) formação de voo à vista e por instrumentos.

CONHECIMENTOS TEÓRICOS

5. Um curso aprovado de conhecimentos teóricos CPL(As) consistirá em pelo menos 250 horas de instrução.

EXAME DE CONHECIMENTOS TEÓRICOS

6. Um candidato deverá demonstrar um nível de conhecimentos adequado aos privilégios concedidos ao portador de uma CPL(As).

FORMAÇÃO DE VOO

7. Os candidatos sem uma IR receberão pelo menos 20 horas de instrução de voo em duplo comando, das quais:

a) dez horas de instrução visual, que poderão incluir cinco horas num aeróstato FFS ou FTD 2,3 ou FNPT II,III; e

b) dez horas de instrução de instrumentos, que podem incluir cinco horas em pelo menos um aeróstato FTD 1 ou FNPT 1 ou um avião.

8. Os candidatos portadores de uma IR(As) válida serão creditados na totalidade tendo em vista o tempo de instrução de instrumentos. Os candidatos portadores de uma IR válida noutra categoria de aeronave deverão realizar pelo menos cinco horas de tempo de instrução de instrumentos em duplo comando num aeróstato.

9. Os candidatos sem uma qualificação de voo nocturno para aeróstatos deverão receber adicionalmente pelo menos cinco horas de instrução de voo nocturno, incluindo três horas de instrução em duplo comando, com pelo menos uma hora de navegação através do país e cinco circuitos nocturnos como único ocupante. Cada circuito incluirá uma descolagem e uma aterragem.

10. O candidato a uma CPL(As) deverá ter realizado pelo menos 250 horas de tempo de voo em aeróstatos, incluindo 125 horas como PIC, das quais 50 horas de voo de treino através do país como PIC, incluindo um voo de treino através do país VFR de pelo menos 90 kms (50 NM), durante o qual deverá ser efectuada uma aterragem de paragem completa no aeródromo de destino.

Horas como PIC de outras categorias de aeronave poderão ser contabilizadas tendo em vista as 185 horas de tempo de voo nos seguintes casos:

a) 30 horas em aviões ou helicópteros, caso o candidato possua uma PPL(A) ou PPL(H) respectivamente; ou

b) 60 horas em aviões ou helicópteros, caso o candidato possua uma CPL(A) ou CPL(H) respectivamente; ou

c) dez horas em TMG ou planadores; ou d) dez horas em balões.

TESTE DE CAPACIDADES

11. Após a realização da formação de voo e experiência de voo relacionadas o candidato terá de realizar o teste de capacidades para CPL(As).

APÊNDICE 4

Teste de capacidades para a emissão de uma CPL A. Aspectos gerais

1. Um candidato a um teste de capacidades para uma CPL deverá ter recebido instrução de voo na mesma classe ou no mesmo tipo de aeronave que será utilizada para o teste.

2. O candidato deverá passar todas as secções relevantes do teste de capacidades. Caso reprove em algum item numa secção, reprova em toda a secção. A reprovação em mais de uma secção fará com que o candidato tenha de realizar todo o teste novamente. Um candidato que reprove em apenas uma secção terá apenas de repetir a secção em que reprovou. A reprovação em qualquer secção do teste de repetição, incluindo as secções em que foi obtida aprovação numa tentativa prévia, fará com que o candidato tenha de repetir o teste na totalidade novamente. Todas as secções relevantes do teste de capacidades terão de ser realizadas em seis meses. O insucesso na aprovação de todas as secções relevantes do teste em duas tentativas requererá formação adicional.

3. A formação adicional poderá ser necessária na sequência da reprovação em qualquer teste de capacidades. Não há limite quanto ao número de testes de capacidades que podem ser realizados.

REALIZAÇÃO DO TESTE

4. Caso o candidato opte por terminar o teste de capacidades por motivos considerados como inadequados pelo Examinador de Voo (FE), o candidato terá de repetir o teste de capacidades na sua totalidade. Caso o teste seja terminado por motivos considerados como adequados pelo FE, apenas as secções não realizadas serão testadas num próximo voo.

5. À discrição do FE, qualquer manobra ou procedimento do teste poderá ser repetido uma vez pelo candidato. O FE poderá parar o teste em qualquer altura caso se considere que a demonstração de capacidades de voo por parte do candidato exige um teste de repetição completo.

6. Poderá ser exigido ao candidato que pilote a aeronave a partir de uma posição em que as funções de PIC podem ser desempenhadas e para realizar o teste como se não estivesse presente nenhum outro membro da tripulação. A responsabilidade pelo voo será atribuída em conformidade com os regulamentos nacionais.

7. Um candidato deverá indicar ao FE as verificações e tarefas realizadas, incluindo a identificação de serviços de rádio. As verificações deverão ser realizadas em conformidade com a lista de verificações da aeronave em que o teste é realizado. Durante a preparação pré-voo para o teste será exigido ao candidato que determine as definições de potência e velocidades. Os dados de desempenho para a descolagem, aproximação e aterragem deverão ser calculados pelo candidato em conformidade com o manual de operações ou manual de voo para a aeronave utilizada.

8. O FE não deverá tomar parte na operação da aeronave, excepto se a sua intervenção for necessária no interesse da segurança ou para evitar uma demora inaceitável para outro tráfego.

B. Conteúdo do teste de capacidades para a emissão de uma CPL - Aviões