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(ESGOTO) E EFLUENTES INDUSTRIAIS

No documento SUMÁRIO (páginas 30-34)

água, lavagem de piso, maquinários e equipamentos, expurga de óleo de compres- sores, entre outros, com características químicas incompatíveis com o sistema para a estação de tratamento de efluentes sanitários do PARQUE.

16.3.1 - Os efluentes de processo e/ou industriais são de responsabilidade da empre- sa sistemista geradora, podendo a mesma direcionar estes efluentes para tratamento

16.

ÁGUA, EFLUENTES SANITÁRIOS

(ESGOTO) E EFLUENTES

INDUSTRIAIS

16.1

- O consumo de água é faturado diretamente ao PARQUE e repassado mensalmente a cada empresa sistemista, conforme seu consumo, a partir da leitura mensal efetuada pela Administração Condominial em seus relógios individuais.

16.4

- A identificação de infração quanto ao direcionamento de efluentes de processos e/ ou industriais para a ETE do PARQUE (que possui licença ambiental para receber e tratar somente efluentes sanitários), bem como para o sistema de drenagem, corpo hídrico e/ ou solo em desacordo com as regras internas, normas e legislações ambientais vigentes, poderá acarretar notificação e multa para a empresa sistemista.

16.5

- A ETE possui cobrança à parte da taxa de condomínio e é calculada pelo número de funcionários cadastrados no sistema de acesso, por isso é de responsabilidade da empresa sistemista manter seu cadastro atualizado até o dia 20 de cada mês.

externo adequado em empresas licenciadas, bem como implementar sistemas de trata- mento específicos devidamente licenciados pelo órgão ambiental competente para as características dos efluentes gerados, em conformidade com as regras internas, normas e legislações pertinentes, apresentando cópia de documento comprobatório à Admi- nistração Condominial.

16.3.2 - O encaminhamento para o sistema de drenagem de efluentes de processos e/ou industriais tratados somente será permitido mediante a apresentação de ofício de autorização do órgão ambiental competente, obedecendo os controles ambientais a serem implementados, análise específica em laboratório acreditado pelo INMETRO (conforme dispõe regulamentação específica) e aviso prévio para anuência da Adminis- tração Condominial. A empresa sistemista deve guardar em seu poder esta documen- tação, facultando ao PARQUE, em qualquer momento, vistoriar os registros.

16.3.3 - É necessário haver caixa de inspeção ou passagem para monitoramento am- biental antes do lançamento de efluentes.

16.3.4 - A Administração Condominial pode solicitar a qualquer momento à empresa sistemista as análises dos efluentes de processo/industriais, que comprovam a eficiên- cia dos sistemas de tratamento utilizados pela mesma. O objetivo é o monitoramento do efluente destinado para a drenagem ou corpo hídrico, conforme autorização prévia do órgão ambiental pertinente.

17.

USO DE HIDRANTES E

EQUIPAMENTOS DE

COMBATE A INCÊNDIO

17.1

- Os hidrantes e equipamentos especiais contra incêndio consistem em canaliza- ções abastecidas por água dispostas em pontos estratégicos do empreendimento para prevenção e combate a sinistros com fogo.

17.1.1 - Os mecanismos internos e externos de que trata o item 17.1 são disponibili- zados exclusivamente para utilização em caso de emergência e é de total responsabi- lidade da empresa sistemista instruir seus colaboradores/prestadores de serviço para a proibição de utilização dos mesmos em situação não emergencial.

17.1.2 - A necessidade de uso destes mecanismos em qualquer situação não emergencial deve ser previamente autorizada pela Administração Condomi- nial via formulário específico (vide Anexo 1) que deve ser preenchido com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas e enviado ao e-mail: [email protected]

17.1.3 - A autorização de que trata o item 17.1.2 não exime a empresa sistemista solicitante de ressarcir à Administração Condominial o valor referente ao consumo esti- mado da água em uso não emergencial. Este reembolso poderá ser acrescido ao valor da taxa condominial do mês subsequente ao uso.

17.2

- Quando devidamente autorizado o uso do hidrante em situação não emergen- cial, os equipamentos a serem acoplados (mangueiras, esguichos) são de responsa- bilidade da empresa sistemista, não podendo ser utilizadas as mangueiras que estão disponíveis nos abrigos localizados ao lado do hidrante, pois são exclusivas para pre- venção e combate a incêndio.

17.4

- Com o objetivo de combater o desperdício de água e de garantir a eficiência no combate aos sinistros, a não observância destes itens caracteriza ato de descumpri- mento às leis vigentes de segurança em combate a incêndio e demonstra o descaso da empresa sistemista e seus colaboradores com relação ao bem necessário e fundamen- tal à sobrevivência humana.

17.5

- Para efeitos de aplicação deste item, considera-se infração passível de punição o rompimento do lacre do hidrante para uso não emergencial sem a prévia autorização pela Administradora Condominial, comprovada ou não a utilização da água potável.

17.6

- A inobservância das disposições acima sujeita os infratores à multa, acrescidas do valor correspondente à diferença entre o consumo efetivo das empresas sistemistas e as despesas pagas pela Administração Condominial para a concessionária de distri- buição de água no período.

17.3

- É responsabilidade da Administração Condominial a colocação de lacres em todos os hidrantes e equipamentos especiais contra incêndio (externos) do empreendi- mento, bem como o controle e verificação constantes da inviolabilidade dos mesmos, sendo que, em caso de situação de emergência os mesmos poderão ser rompidos com facilidade.

17.3.1 - É responsabilidade da Administração Condominial comunicar às empresas sistemistas sobre a inspeção da inviolabilidade dos lacres internos, sendo que a ins- peção deverá ser acompanhada pelo técnico de segurança da empresa sistemista ou pessoa autorizada.

18.

CONSELHO DIRETOR DE

EMERGÊNCIA – CONDEM

18.1

- O Conselho Diretor de Emergência (CONDEM) é um conselho sem fins lucrativos que é norteado por Estatuto Social e pela legislação vigente.

18.1.2 - Tem como função criar e manter equipe treinada para atuar na prevenção e ação em casos de eventos sinistros no PARQUE, além de sugerir investimentos para a melhoria na segurança condominial.

18.1.3 - É responsável pela elaboração do Plano de Emergência Condominial, o qual deverá ser complementado com o Plano de Emergência Individual de cada empresa sistemista.

18.2

- Para a eficiência do CONDEM e eficácia dos trabalhos propostos pelo mesmo, a empresa sistemista deve se comprometer a participar das programações referentes a este conselho, indicando e disponibilizando, no mínimo, um participante como repre- sentante da empresa.

18.3 - Em atendimento ao que prevê o Plano de Emergência Condominial ela-

No documento SUMÁRIO (páginas 30-34)

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