• Durante:
1. Dar um tempo 10 minutos para cada aluno comentar o verso sorteado pelo número.
2. Cada comenta o verso, dando sua interpretação. 3. Outros alunos poderão fazer outros comentários. • Depois:
1. As turmas fazem comentários sobre o tema. 2. Respondem sobre como foi o trabalho do grupo.
3. Responda: Por que é importante preservar o meio ambiente. 4. Tema: Lógica matemática
• Os estudantes gostam de: Trabalhar com números, buscar soluções...
• Os professores podem fazer: Usar jogos estratégicos, objetos concretos, linhas de tempo, uso de mapas...
Descobrindo o resultado • Antes:
1. O animador afirma a um estudante que adivinha o resultado do número que o estudante pensar.
• Durante:
1. Pense num número, multiplique por dois, some mais... Divida por dois, tire o número que você pensou você ficou com...
2. Repete com outro estudante • Depois:
1. Pedir aos estudantes para explicarem o acerto do resultado. 2. Aplicarem a brincadeira uns com os outros.
3. Escrever e mostrar os cálculos. 5. Tema: Habilidade Cinestésica
• Os estudantes gostam de: Jogar, usar o corpo, dançar, fazer mímicas, representar, imitar.
• Os professores podem fazer: Proporcionar atividades de movimentos...
Expressão Corporal • Antes:
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1. O animador explica a importância da postura do corpo 2. Fala sobre o livro o corpo fala.
3. Pede para cada aluno escolher uma pessoa para dramatizar: Desligada Raivosa Estressada Vaidosa Mentirosa Faminta Humilde Poderosa Desconfiada Alegre Triste Apaixonada Retrancada Alegre • Durante:
1. Os estudantes devem fazer as posturas que ilustram a dramatização escolhida.
2. Passa aluno por aluno. • Depois:
1. Pedir aos estudantes expressem o que sentiram. 2. Explicar que o corpo também fala.
3. Desenvolver o tema: A harmonia entre o corpo e a mente. 6. Tema: Habilidade Espacial
• Os estudantes gostam de: Rabiscar, pintar, desenhar ou criar representações tridimensionais, trabalhar com quebra-cabeça, completar labirintos, montar e desmontar coisas.
• Os professores podem fazer: Desenhar mapas e labirintos, conduzir atividade de visualização.
Mapas • Antes:
1. O animador explica a importância da cartografia. 2. Classifica os tipos de mapas em:
Mapas físicos
mapa geomorfológico - representam as características do relevo de
uma região.
mapa climático - indica os tipos de clima que atuam sobre uma região. mapa hidrográfico - mostra os rios e bacias que cortam uma região.
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mapa biogeográfico - apontam os tipos de vegetação que cobrem uma
determinada localização Mapas humanos
mapa político - aponta a divisão do território em países, estados,
regiões, municípios.
mapa económico - indica as atividades produtivas do homem em
determinada região.
mapa demográfico - apresenta a distribuição da população em
determinada região
mapa histórico - apresenta as mudanças históricas ocorridas em
determinada região.
mapa rodoviário - estuda as rodovias e as estradas de um país.
mapa de gênero - aponta a localização onde se concentra o maior
número de homens, mulheres, homossexuais, bissexuais e pansexuais.
3. Formar grupos de alunos e distribuir um tipo de mapa para cada um e dar um tempo para apresentarem em ... hoiras ... dias.
• Durante:
1. Os estudantes devem mostrar os mapas e dar as explicações, interpretações e significações de cada um.
• Depois:
1. Pedir aos estudantes que descrevam como fizeram o trabalho. 2. Mostrar como funciona um GPS.
7. Tema: Intrapessoalidade
• Os estudantes gostam de: Controlar os próprios sentimentos e humores, estabelecer metas pessoais, aprender a escutar, utilizar habilidades metacognitivas.
• Os professores podem fazer: Permitir o trabalho no ritmo de cada um, designar projetos individuais e direcionados, estabelecer metas, oferecer oportunidades de receberem feedback um dos outros, envolver em projetos de reflexão.
Reconhecendo diferenças • Antes:
1. O animador pede a cada estudante que escreva em uma folha de papel uma característica referente ao seu porte físico, sua capacidade intelectual e seu estado emocional.
2. Faça o desenho de um animal de comportamento semelhante ao seu. 3. Mostra como fez o seu trabalho.
• Durante:
1. Espera que todos tenham escrito e desenhado. 2. Fazem a apresentação individual.
3. O s colegas afirmam ou contestam.
4. Prendem seus desenhos em um cordão esticado na sala. • Depois:
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1. Cada estudante explica o que sentiu ao fazer e expor o trabalho. 2. Concluir com a janela de Johari.
8. Tema: Interpessoalidade
• Os estudantes gostam de: Curtir amigos, liderar, meditar, dividir, entrar em consenso, trabalhar como um membro de um time efetivo.
• Os professores podem fazer: Utilizar aprendizagem cooperativa, passar projetos em grupo e em duplas, criar situações nas quais troquem informações.
Se revelando aos outros • Antes:
1. O animador divide a turma em três grupos.
2. A tarefa e construir a maior torre possível com os materiais fornecidos (palitos de picolé e barbante).
3. Eleger uma comissão de avaliação. • Durante:
1. Dar um tempo para os grupos se organizarem. (10 minutos) 2. Informar que o tempo de construção é de 20 minutos. 3. Animar os grupos
• Depois
1. A comissão compara as torres. 2. Deve ser elogiadas todas.
3. Escolhe a que mais atendeu a tarefa solicitada.
4. Cada grupo explica como se comportou para desenvolver a tarefa.
5. Escrever um texto sobre os diversos tipos de comportamento no trabalho e na sociedade.
Recursos didáticos ♦ Recursos
São componentes do ambiente da aprendizagem que estimulam o aluno apreender.
Humanos: Professor, alunos, pessoas da instituição e da comunidade. Materiais: Dependências físicas, materiais, ambiente interno e externo,
aparelhos e equipamentos, biblioteca, indústrias, lojas.
o Importante: Sempre que precisar fazer uma demonstração aos alunos: mostrar material por material explicando a sua utilidade.
Fazer um chek-list e conferir antes da demonstração para verificar se não está faltando alguma coisa.
Testar com antecedência os materiais, instrumentos, aparelhos e equipamentos.
Ter competência psicomotora para usar o material a sua disposição.
♦ Avaliação dos alunos
o É o processo pelo qual se determinam o grau e a quantidade de resultados alcançados pelos alunos em relação aos objetivos propostos.
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a) Estabelecer critérios - indicadores que possam mostrar o êxito alcançado. b) Estabelecer as condições – as situações em que o processo de avaliação
será realizado.
c) Selecionar as técnicas e os instrumentos – dependendo o que se quer avaliar – por exemplo, não é recomendável um teste objetivo de o que se pretende é verificar se o aluno sabe redigir um texto em português.
d) Realizar a aferição dos resultados – verificar os resultados alcançados – comparar com os parâmetros estabelecidos pelo planejamento.
o Tipos:
a) Diagnóstica – Para verificar a situação atual do conhecimento dos alunos a respeito do tema a ser abordado. Serve para constatar o nivelamento ou o desnivelamento do saber da sala sobre o tema proposto.
b) Formativa – É a que se processo durante o processo ou as atividades do ensino, através de perguntas sobre o entendimento, exercícios e reflexões do professor e dos alunos – corrige os alunos e orienta o professor.
c) Somativa – Mede no final até que ponto os objetivos propostos foram alcançados. Procurar avaliar as competências afetivas, cognitivas e psicomotoras.
A tecnologia a serviço da didática
A Tecnologia Educacional está diretamente relacionada ao fazer educativo – à didática, ao projeto político-pedagógico e ao contexto social onde se insere.
"O livro tem um caso com a aparelhagem de som, a TV flerta com o jornal, o cinema com o satélite, o telefone com o videocassete... Todos abençoados pelo computador, que é o sacerdote supremo dessa promiscuidade cibernética, a multimídia". (TAS, 2004)
Podemos definir como tecnologias educacionais todos os recursos que permitem enriquecer a arte de ensinar.
Multimídia
Para entender o conceito de multimídia não devemos, porém, nos limitar apenas a idéia de reunião de diferentes linguagens em um mesmo suporte, uma vez que no jornal impresso o texto vem acompanhado de fotografias e tanto na televisão como no cinema é possível ter ao mesmo tempo texto, som e imagem.
O grande diferencial das tecnologias multimidiáticas reside justamente na tão proclamada interatividade, a participação ativa do usuário e a capacidade de manipulação do conteúdo da informação.
Ao mesmo tempo em que são criadas tecnologias radicalmente novas como CDs, homepages, pendrives, outros meios surgem como prolongamento dos tradicionais. Graças ao desenvolvimento dos cabos, satélites e fibras ópticas observamos a consolidação e globalização da informação.
Olhando as raízes da palavra multimídia – meios, ou seja, habilidade de transferir informação através de mais de um meio, isto é, por intermédio de mais de um dos
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sentidos. A multimídia é, portanto, a utilização de muitos meios como textos, gráficos, sons, imagens, animação e simulação combinados para se conseguir um determinado efeito. (CASAS, 1996)
A Internet, por exemplo, é um ambiente multidirecional onde não há qualquer espécie de hierarquia ou gestão centralizada. O modelo comunicacional "um-todos", que caracterizou os sistemas tradicionalmente cunhados de comunicação de massa, dá lugar ao modelo "todos-todos", com o surgimento das redes telemáticas.
O mundo se apequena, as distâncias (espaços) são diminuídas, a visão é ampliada, a notícia é instantânea o livro e as livrarias são digitais e acessados imediatamente, aumentando e socializando o volume atualizado do conhecimento. O professor usa tudo isto ou ainda usa seu caderno de apontamentos de aula elaborado ao vários anos passados? Já nos anos oitenta Gilberto Gil nos manda o recado:
Parabolicamará
Gilberto Gil (1980)
Antes mundo era pequeno Porque Terra era grande Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena Do tamanho da antena
Parabolicamará Ê volta do mundo, camará Ê, ê, mundo dá volta, camará
Antes longe era distante Perto só quando dava Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava Hoje lá trás dos montes dendê em casa camará Ê volta do mundo, camará Ê, ê, mundo dá volta, camará De jangada leva uma eternidade De saveiro leva uma encarnação
Pela onda luminosa Leva o tempo de um raio Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio Quando sentia Que o balaio ía escorregar Ê volta do mundo, camará Ê, ê, mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa Não é de ontem nem de hoje
Prof. MS. JOÃO LUIZ DERKOSKI
Nem tá preso nem foge No instante que tange o berimbau
Meu camará
Ê volta do mundo, camará Ê, ê, mundo dá volta, camará De jangada leva uma eternidade De saveiro leva uma encarnação De avião o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea Vem nas asas do vento O momento da tragédia Chico Ferreira e Bento Só souberam na hora do destino
Apresentar
Ê volta do mundo, camará Ê, ê, mundo dá volta, camará
Finalmente... “Como a maioria das tecnologias, estas podem ser usadas como instrumentos de domínio ou de emancipação, podem fortalecer os trabalhadores ou podem ser usadas pelo capital como poderosos instrumentos de dominação”. (ADORNO E HORKHEIMER, 1985)
"Educadores, de um modo geral, deveriam se preocupar com o potencial que tais tecnologias tem para alterar a percepção da realidade e, assim, modificar, substancialmente, o modo como as pessoas, adquirem novos conhecimentos, influindo, dessa forma, nos processos de educação formal e informal. (RISCHBIETER, 2000)
Fotocópias
Quando a fotografia, havia a crença de que a alma daqueles que fossem retratados ficaria presa para sempre à película sensível.
Com o evento das fotocopiadoras as reproduções de textos e fotos se tornaram comum e acessível.
Este tipo de tecnologia permite além da reprodução mais rápida e com melhor qualidade, de tudo que o mimeografo fazia mais a edição de fotos.
Deve-se observar a que em todo cópia autorizada deve conter a fonte e o autor do texto, isto é ético.
Imprensa – Jornal
O jornal impresso deve ser encarado como um aliado do professor, meio pedagógico, que tem a vantagem de basear-se na cultura e sua situação local, o que não ocorre com os livros didáticos. Por oferecer diariamente o movimento da sociedade, significa o laço que prende o cidadão a comunidade em que vive e atua.
O importante em seu uso são as relações que se podem fazer:
Assunto do jornal Disciplinas
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Desfalque do BBB Perícia
Parecer dos consultores da PRQ Auditoria Projetores – multimídias
Os diversos tipos de projetores são avanços importantes nos recursos visuais. As apresentações
Bem utilizados ajudam como os álbuns seriados, organizar o conteúdo, destacar os assuntos mais importantes e diminuir a possibilidade do professor fazer divagações, trazendo constantemente para o assunto em tela.
O professor deve estar familiarizado com o aparelho antes de operá-lo. Reprodução som e imagem
O advento da tecnologia e principalmente da eletrônica permitiu o desenvolvimento de armazenamento de áudio e imagens em tempo presente.
A tecnologia da reprodução de som e imagem disponível é acessível no mercado, está tornando seu uso rotineiro.
A criatividade do professor faz destas tecnologias importante oportunidade para ensinar. Ao baixar-se música, imagens, histórias, usando uma variedade muito grande de aparelhos (Celulares, Ipods, Mp players, Cd players, filmadoras...), pode-se ensinar contextualizam-se a realidade do momento.
Cinema e TV
Tamanha foi a perplexidade provocada pelo cinema que alguns dos que assistiram a exibição do primeiro filme desviaram-se com medo de serem atingidos pelo trem em movimento.
A utilização didática de filmes, hoje facilitada pelos vídeos e Dvds, constitui uma alternativa que não deve ser desprezada.
Com o vídeo, eu vejo o que quero como quero, quantas vezes eu quero e só o pedaço que me interessa.
Hoje existem na internet catálogos de filmes com assuntos relacionados a temas educacionais.
A técnica do Cine-forum é excelente nestes casos.
A TV meio de comunicação de maior penetração no mundo atual, é um instrumento por excelência da cultura de massa, pelo modo direto com que atinge um público numerosíssimo e pela capacidade de determinar comportamentos.
Pergunto o que isto mudou na prática de ensino nestas escolas?
A Tecnologia só funciona se o professor tiver o método apropriado.
Não é possível nos dias atuais enfrentar a problemática educacional sem o uso de multimeios, das tecnologias modernas e métodos que revolucionaram a escola convencional.
Informática
A Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm
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aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.
Houve época em que era necessário justificar a introdução da Informática na escola. Hoje já existe consenso quanto à sua importância. Entretanto o que vem sendo questionado é da forma com que essa introdução vem ocorrendo. (LOPES, 2004)
“Quem acha isso pouco não deve ainda ter experimentado procurar algo na internet. Neste exato momento em que escrevo o artigo, para dar um exemplo, abro uma janela na web e uso a ferramenta de busca ‘alta vista’. Forneço a palavra-chave ‘avaliação’ em inglês, depois em português. A resposta quase imediata indica 4.496.894 e 107.700 páginas respectivamente. Tento delimitar melhor meu interesse: palavras- chaves ‘avaliação e escola’, paradoxalmente, as refer6encias aumentam: agora temos 5.222.340 páginas relacionadas em inglês e 564.625 em português”. (RAMAL, 2000).
Diz Flores (1996)“: A Informática deve habilitar e dar oportunidade ao aluno de adquirir novos conhecimentos, facilitar o processo ensino/aprendizagem, enfim ser um complemento de conteúdos curriculares visando o desenvolvimento integral do indivíduo”.
“As profundas e rápidas transformações, em curso no mundo contemporâneo, estão exigindo dos profissionais que atuam na escola, de um modo geral, uma revisão de suas formas de atuação”. (SANTOS VIEIRA, 2001)
“Utilizando a Internet como uma ferramenta, os alunos podem explorar ambientes, gerar perguntas e questões, colaborar com os outros e produzir conhecimentos, em vez de recebê-los passivamente”. (HEIDE, 2000)
É com esta visão que gostaríamos de enxergar as possibilidades pedagógicas da Internet, ou seja, como espaço – não físico nem real, mas virtual – para a realização de projetos de autoria, que levem o aluno à investigação e à resolução de problemas, em que ele possa experimentar e explorar diferentes ambientes e, em um trabalho cooperativo, construir novos conhecimentos a partir de suas próprias descobertas e realizações (NOGUEIRA, 2002)
A Internet pode ser empregada nas seguintes e outras atividades:
Troca de mensagens eletrônicas (e-mail) entre todas as partes do mundo.
Compartilhamento de informações em busca de apoio para a solução dos problemas.
Participação em discussões entre membros da comunidade Internet sobre inúmeros tópicos – os usuários colocam questões para as outras pessoas que compartilham com o mesmo interesse (newsgroups).
Acesso a arquivos de dados, incluindo som, imagem e textos, e de mecanismos de busca na rede de uma determinada informação.
O Ciberespaço
“A aldeia global representava a transformação do mundo linear, especializado e visual – criado pela mídia impressa – num mundo simultâneo, holístico e multissensorial”. (GUIZZO, 1999)
“Antes, era uma coisa atrás da outra, uma de cada vez. Hoje, é tudo ao mesmo tempo em todo lugar. Na aldeia global tudo se fala tudo se ouve” (GUIZZO, 1999). “O ato de conectar-se ao ciberespaço sugere versões dos ritos de agregação e de separação, onde a tela do monitor possibilita a passagem a um outro mundo. A tela é a
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fronteira entre o individual e o coletivo; entre o orgânico e o artificial; entre o corpo e o espírito. O ciberespaço é onde se realizam ritos de passagem do espaço físico e analógico ao espaço digital sem fronteiras, do corpo átomo ao corpo bit”.
Hipertexto
Quando se tem a concepção de conhecimento como cadeia, a idéia de linearidade e pré-requisitos é fundamental nessa linha cartesiana de pensamento.
“Nas cadeias cartesianas, os elos deveriam ser construídos linear e paulatinamente, ordenados por uma bem definida hierarquia que conduzirá do mais simples ao mais complexo, não se hesitando em delimitar com nitidez critérios de simplicidade/complexidade. É possível reconhecer ainda hoje a situação hegemônica de tal concepção, responsável por grande parte dos argumentos que suportam as retenções nos degraus das seriações escolares, como por exemplo, a idéia de pré- requisito” (MACHADO, 1996).
Um sistema de hipertexto cria conexões entre textos, o que lhe permite encontrar facilmente informações relacionadas. As informações estão organizadas em relação a outras informações.
Você pode "se movimentar" de um documento para outro através de links (vínculos) de palavras. Cada palavra marcada, destacada, possui um vínculo com outro documento. Desta forma, o processo de leitura torna-se não linear.
Dúvidas podem ser resolvidas no instante em que aparecem, sem a necessidade de procurar referências. Enfim, conforme a leitura das informações vai sendo feita, você "mergulha" nas informações relacionadas. Vejamos um exemplo.
Você está lendo a biografia de Getúlio Vargas e vê uma referência a sua famosa "Carta Testamento". Selecionando esta referência, você é remetido para o conteúdo completo da "Carta Testamento". Depois de lê-la, você pode retornar ao ponto em que estava na biografia de Vargas ou selecionar outras referências dentro da Carta, passando de um "caminho" de informação para outro, que vai sendo criado à medida que você se move dentro dos diversos textos.
Da linearidade ao hipertexto
No hipertexto, hipermídia, links etc. não existe necessariamente uma rigidez de linearidade e pré-requisitos, já que teoricamente cada indivíduo pode seguir caminhos diferentes.
Hipermídia estende o conceito de hipertexto, pois une este a diversos outros tipos de informações, tais como: animação, áudio e gráficos.
O hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertexto. Os itens de formação são ligados linearmente, como nó em uma corda, mas cada um deles, ou a maioria estende suas conexões em estrela, de modo reticular. (LÉVY, 1993)
O e-mail
Por meio dele, diferentes alunos de diferentes regiões e realidades podem se comunicar, trocar, comparar, etc. dados e informações sobre um determinado assunto.
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“Quando os alunos comunicam-se com as pessoas em lugares estranhos e distantes, eles começam a entender, apreciar e respeitar as diferenças e similaridades culturais, políticas, ambientais, geográficas e lingüísticas” (HEIDE, 200).
Outra possibilidade do e-mail é a tutoria de uma investigação ou pesquisa, pois, normalmente, um site sobre um tema específico é criado por alguém que já pesquisou muito a respeito e em muitos casos seu elaborador é um especialista no assunto.
Grupos de discussão – newsgroups.
Por meio desses grupos ou listas de discussão, os alunos podem se inscrever e participar com suas idéias e opiniões sobre diferentes temas, bem como ler o relato de experiências e informações de vários outros membros do grupo.
Assim, os processos de pesquisa ficam mais interativos e de uma certa forma a coleta de dados e de informações é mais realista, pois eles provêm de outras pessoas que já vivenciaram uma determinada situação. (NOGUEIRA, 2002).
Bate-papos on-line – Chat