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Factores de risco

No documento Threadneedle Investment Funds ICVC (páginas 30-33)

Os potenciais investidores deverão ter em atenção os seguintes factores de risco antes de investirem na Sociedade. Salientamos igualmente os riscos específicos aplicáveis a cada sub-Fundo tal como descrito no capítulo do Prospecto 'Objectivos de investimento, políticas e outra informação sobre os Fundo',

1. Geral

Os investimentos da Sociedade estão sujeitos a flutuações normais de mercado e a outros riscos inerentes ao investimento em valores mobiliários. Não existe qualquer certeza de que qualquer valorização dos investimentos venha a ocorrer. O valor dos investimentos e o rendimento deles decorrentes poderá tanto descer como subir e os investidores poderão não recuperar o montante inicial investido na Sociedade. A performance passada não é indicativa de performance futura. Não existe garantia que o objectivo de investimento de qualquer Fundo venha a ser efectivamente alcançado.

2. Efeito do Encargo Inicial

Quando é cobrado um encargo inicial, um investidor que resgate as suas Acções após um curto período de tempo (mesmo na ausência de descida no valor dos investimentos relevantes) poderá não realizar o montante inicialmente investido. Assim, as Acções deverão ser vistas como um investimento de longo prazo.

3. Ponto de avaliação

Apesar de o NAV por Acção de um fundo ser calculado ao meio-dia (12h) hora local do Reino Unido em cada dia de negociação, a informação sobre a criação ou liquidação diária de Acções de Fundo só estará disponível mais tarde nesse dia. A EGA introduziu controlos para mitigar o impacto deste atraso sobre os Fundos, no entanto, existe o risco, em períodos de grande volatilidade do mercado, de um Fundo poder ser afectado caso os preços de mercado dos activos negociados no Fundo sejam significativamente diferentes dos preços utilizados na avaliação do preço do Fundo. Os movimentos de preço que ocorram entre o momento da fixação do preço e o momento da negociação poderão ter um impacto adverso ou positivo sobre o valor efectivo das acções do Fundo no momento do investimento. Em condições de mercado normais, espera-se que estas diferenças de preço sejam mínimas.

4. Suspensão da Negociação em Acções

Os investidores são relembrados que, em determinadas circunstâncias, o seu direito de solicitarem à Sociedade o reembolso das suas Acções poderá ser suspenso (ver ‘Suspensão da Negociação na Sociedade’ no Capítulo ‘Compra, venda e conversão de Acções’).

5. Taxas de câmbio

Dependendo da moeda do investidor quando investe num Fundo ou Fundos, as flutuações cambiais poderão afectar desfavoravelmente o valor de um investimento e o nível de rendimento.

6. Classe de Acção com Cobertura de

Risco

Não existe garantia de que a estratégia de cobertura aplicada na Classe de Acções com Cobertura eliminará inteiramente os efeitos adversos de alterações nas taxas de câmbio entre a Moeda de Referência e a Moeda Coberta. Além disso, é de salientar que poderão ser efectuadas operações de cobertura quer a moeda de uma Classe de Acções com Cobertura de Risco esteja ou não a desvalorizar ou valorizar em relação à Moeda de referência ou à Moeda ou Moedas de Carteira. Consequentemente, quando esta cobertura é efectuada, poderá proteger os investidores da classe relevante contra uma desvalorização da moeda que está a ser coberta, mas pode igualmente impedir os investidores de beneficiar de uma valorização da moeda.

7. Mercados Emergentes

Em relação a Fundos que investem em alguns mercados estrangeiros, estes investimentos poderão incorrer em riscos associados à liquidação falhada ou demorada das operações e com o registo e custódia dos títulos.

O investimento em mercados emergentes poderá envolver um risco acima da média.

Os investidores deverão considerar se o investimento nestes Fundos é ou não adequado ou se deverá constituir uma parte substancial da carteira do investidor.

As empresas pertencentes a mercados emergentes poderão não estar sujeitas a:

(a) normas e princípios contabilísticos, de auditoria e de reporting financeiro e exigências de divulgação comparáveis com empresas de mercados mais importantes;

(b) o mesmo nível de controlo e regulamentação

governamental existente em bolsas de valores de países com mercados de valores mais avançados.

Da mesma forma, alguns mercados emergentes poderão não conferir o mesmo nível de protecção ao investidor do que o aplicável em jurisdições mais desenvolvidas.

(c) Restrições ao investimento estrangeiro em mercados emergentes poderão impossibilitar o investimento em alguns títulos por alguns Fundos, e, consequentemente, limitar as oportunidades de investimento dos Fundos. O

grande envolvimento governamental e influência na economia poderá afectar o valor dos títulos em determinados mercados emergentes.

(d) A fiabilidade dos sistemas de negociação e liquidação em determinados mercados emergentes poderá não ser igual à que existe em mercados mais desenvolvidos, o que poderá resultar em atrasos na realização de investimentos.

(e) A falta de liquidez e eficiência em alguns dos mercados de valores ou mercados cambiais em determinados mercados emergentes poderá significar que a EGA venha a ter mais dificuldade em comprar ou vender participações de títulos do que teria num mercado mais desenvolvido.

(f) A instabilidade económica e/ou política poderá levar a alterações legais, fiscais e regulamentares ou à inversão de reformas legais/fiscais/regulamentares. Os activos poderão ser adquiridos compulsoriamente sem a compensação adequada.

(g) Os serviços de registo de Acções, se bem que devidamente licenciados na Rússia, poderão não estar sujeitos a controlos tão rigorosos como em países mais desenvolvidos. Isto poderá significar que o Gestor de Investimento poderá não garantir a titularidade válida dos títulos russos detidos.

8. Investimentos em Organismos de

Investimento Colectivo

Sempre que um Fundo está autorizado a investir todos ou parte dos seus activos em organismos de investimento colectivo, os investidores deverão estar cientes da exposição potencial às classes de activos subjacentes destes organismos de investimento colectivo no contexto de todos os seus investimentos.

9. Investimentos em Instrumentos

Derivados e Operações a Prazo

As FSA Rules relativas a Organismos 'UCITS’ permitem a utilização de derivados e de operações a prazo para efeitos de gestão eficiente de carteiras e também de investimento, incluindo vendas a descoberto e alavancagem. Os investidores deverão ter em conta a potencial exposição a instrumentos derivados e operações a prazo no contexto de todos os seus investimentos.

Cada um dos Fundo está autorizado pelas FSA Rules a utilizar derivados para efeitos de EPM.

Adicionalmente, o Strategic Bond Fund poderá investir em instrumentos derivados operações a prazo, em conformidade com a sua política de investimento. Assim, a utilização pelo

Strategic Bond Fund de instrumentos derivados e de operações a prazo para fins de investimento poderá não ser consistente com as exigências da EPM. O Anexo II contém informação adicional sobre a utilização de instrumentos derivados e operações a prazo..

A utilização de derivados e de operações a prazo para fins de investimento poderá levar a uma maior volatilidade e aumentar o perfil de risco do Strategic Bond Fund. A exposição do Strategic Bond Fund envolve a venda a descoberto de investimentos e a alavancagem, o que aumenta o risco do Fundo e poderá acarretar um nível mais elevado de volatilidade do que um fundo que não tenha exposições curtas. A alavancagem tem o efeito de aumentar os rendimentos positivos mas leva a uma descida mais rápida do valor dos activos se os preços caírem. Estas técnicas podem ser alcançadas através da utilização de instrumentos derivados e de operações a prazo.

A utilização de derivados e de operações a prazo para fins de EPM não aumentará o perfil de risco de nenhum Fundo. Permite no entanto ao Fundo gerir vários riscos, incluindo os seguintes: risco de incumprimento, risco de mercado, risco de taxa de juro ou de duração, risco cambial e risco associado à curva de rendimento. Uma breve descrição da interpretação da EGA relativamente a cada um destes riscos é apresentada a seguir.

O risco de incumprimento é o risco de o emitente não pagar. O risco de mercado é o risco de as condições gerais de mercado terem impacto no preço da obrigação detida pelo Fundo. Risco de taxa de juro ou de duração é o risco do preço de uma obrigação ser sensível a uma alteração no seu rendimento. Risco cambial é o risco que pode surgir quando as obrigações são denominadas numa moeda que não é a moeda base do Fundo. O risco associado à curva de rendimento reconhece que a forma da curva de rendimento do crédito bem como da curva de rendimento da maturidade poder mudar

significativamente ao longo do tempo.

Além disso, as FSA Rules permitem que a EGA utilize determinadas técnicas ao investir em derivados de forma a gerir a exposição de um Fundo a determinadas contrapartes e em relação à utilização de garantias para reduzir a exposição total a derivados OTC; por exemplo, um Fundo pode aceitar garantias de contrapartes com quem tenha uma posição em derivados OTC e utilizar essa garantia para compensar a exposição que têm relativamente à contraparte nessa posição em derivados OTC, para efeitos de satisfazer os limites de spread da contraparte.

O Gestor de Investimento mantém um ‘Processo de Gestão de Risco’ referente à medição e monitorização dos riscos ligados a posições em instrumentos financeiros derivados assumidas

pela Sociedade. Este documento de orientação foi enviado para a Entidade Depositária e também para a FSA e poderá ser obtido mediante solicitação do investidor. A utilização de um Processo de Gestão de Risco não garante que as estratégias de derivados funcionarão sempre.

10. Obrigações de rendimento elevado

(‘High Yield’)

Sempre que a Política de Investimento de um Fundo seja investir em títulos de rendimento fixo de maior risco, muitos dos investimentos serão títulos com notação ‘below investment grade’ (geralmente designados por ‘below BBB’ – pelas principais empresas de rating). O investimento nestes títulos representa um risco de incumprimento mais elevado no reembolso e portanto aumenta o risco de o rendimento e capital do Fundo serem afectados.

Regra geral, os títulos de rendimento fixo com um rendimento médio acima da média tendem a ser menos líquidos do que títulos emitidos por emitentes com um ‘investment grade’ mais elevado. Além disso, a solvabilidade dos emitentes destes títulos de rendimento fixo poderá não ser garantida em relação ao montante principal ou aos pagamentos de juro e não deverá ser excluído o facto de esses emitentes poderem vir a tornar- se insolventes. Os investidores deverão ter consciência destes riscos.

11. Encargos sobre o Capital

Quando o objectivo de investimento de um Fundo é tratar a geração de rendimento como prioridade mais importante do que o crescimento de capital, ou quando a geração de rendimento e o crescimento de capital têm a mesma

prioridade, toda ou parte da comissão da EGA, bem como toda ou parte de outras comissões e despesas da Sociedade, poderão ser cobradas sobre o capital em vez de sobre o rendimento. A Sociedade cobrará estas comissões e despesas sobre o capital para gerir o nível de rendimento pago a/ou a disponibilizar aos Accionistas. Isto poderá resultar numa erosão do capital ou restringir o crescimento do capital.

12. Responsabilidades da Sociedade

Apesar de cada Fundo (ou Classe de Acções), na medida do possível, ser tratado como suportando as responsabilidades, despesas, custos e encargos a ele atribuíveis, se os seus activos não forem suficientes, a EGA poderá re-afectar activos, responsabilidades, despesas, custos e encargos entre os Fundos de uma forma que seja justa para os Accionistas da Sociedade. A EGA normalmente prevê que essa reafectação seja efectuada numa base pro rata tendo em conta o NAV dos Fundos relevantes. No caso de existir esta reafectação, a EGA informará os Accionistas no próximo relatório anual ou semestral.

Os Accionistas não são, no entanto, responsáveis pelas dívidas da Sociedade e não serão obrigados a efectuar

qualquer pagamento adicional à Sociedade depois de ter pago o preço de compra das Acções.

13. Entidade Reguladora

A Sociedade é sediada no Reino Unido, pelo que os investidores estrangeiros deverão ter em atenção que as protecções regulamentares prestadas pelas autoridades reguladoras do seu país de residência poderão não ser aplicáveis. Os investidores deverão consultar os seus consultores financeiros para obterem mais informação sobre este assunto.

14. Objectivos de Investimento

Os investidores deverão ter conhecimento das políticas de investimento dos Fundos uma vez que estas poderão referir que os Fundos podem investir numa base limitada em mercados normalmente não associados ao nome do Fundo. Estes outros mercados poderão funcionar com mais ou menos volatilidade do que a zona do investimento nuclear e a performance será em parte dependente destes investimentos. Os investidores deverão assegurar-se (antes de efectuarem qualquer investimento) que estão satisfeitos com o perfil de risco dos objectivos gerais divulgados.

15. Warrants

Quando um Fundo investe em warrants, o preço por Acção do Fundo poderá flutuar mais do que se o Fundo investisse no(s) título(s) subjacentes devido à maior volatilidade do preço do warrant.

16. Pequenas Empresas

O UK Smaller Companies Fund, o American Smaller Companies Fund (US), o Pan European Smaller Companies Fund, o Japan Smaller Companies Fund e o European Smaller Companies Fund poderão ver o seu valor flutuar mais do que outros Fundos devido à maior volatilidade dos preços das acções das pequenas empresas.

17. Tributação

Os investidores deverão ter particularmente em atenção que os proveitos da venda de títulos em alguns mercados ou o recebimento de quaisquer dividendos ou outro rendimento poderão ser ou vir a ser sujeitos a tributação, nomeadamente impostos, taxas, direitos ou outros encargos tributados pelas autoridades no mercado, incluindo tributação cobrada por retenção na fonte. A legislação fiscal em determinados países em que um Fundo investe ou poderá investir no futuro (em particular nos mercados emergentes) não está claramente estabelecida. É possível, portanto, que a interpretação actual da lei possa mudar ou que a lei venha a ser alterada com efeitos retroactivos. É portanto possível que a Sociedade venha a ser sujeita a tributação adicional nesses países que não tenha sido prevista quer à data do Prospecto quer quando os investimentos são efectuados, valorizados ou vendidos.

18. Risco de Liquidez

Em condições de mercado extremas, poderá ser difícil um Fundo efectuar um investimento num curto espaço de tempo sem sofrer um desconto relativamente ao valor de mercado. Nestas circunstâncias, o investidor poderá sofrer um atraso na realização do seu investimento ou poderá incorrer num ajustamento de diluição.

19. Sem Garantia de Capital

Os investidores deverão ter em conta que os Fundos não oferecem qualquer forma de garantia em relação à performance de investimento, não sendo aplicável qualquer forma de protecção de capital.

20. Concentração Monetária

À excepção do American Select Fund e do UK Select Fund, é aplicável o seguinte: Quando um fundo detém em determinado momento uma proporção substancial dos seus activos em instrumentos de caixa, 'near cash' ou do mercado monetário, poderá, nessas circunstâncias, não participar plenamente numa subida nos valores de mercado de outras classes de activos em que os Fundos pudessem investir. Os investidores deverão consultar o parágrafo 22 do Anexo II.

21. Fundos de Rendimento Fixo

A taxa de juro de obrigações de empresas e da maior parte das obrigações governamentais não aumentam em linha com a inflação. Assim, ao longo do tempo, o valor real do rendimento do investidor poderá cair.

22. Risco de Crédito

O valor de um Fundo pode ser negativamente afectado se qualquer das instituições onde o dinheiro é investido ou depositado sofrer insolvência ou outros problemas financeiros.

23. Carteiras Concentradas

Os investidores deverão ter em conta que alguns Fundos poderão ter carteiras concentradas (detendo um número limitado de investimentos e/ou posições significativas num número relativamente reduzido de acções). Se um ou mais destes investimentos desvalorizar ou for negativamente afectado, tal poderá ter um efeito mais pronunciado no valor do Fundo do que se o Fundo detivesse um maior número de investimentos ou se o Fundo tivesse menos posições individuais importantes.

Consequentemente, poderão ter um nível de risco maior e uma volatilidade do NAV mais elevada do que um fundo que investe numa gama alargada de empresas e/ou não tem posições significativas num número relativamente pequeno de acções.

No documento Threadneedle Investment Funds ICVC (páginas 30-33)

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