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Capítulo IV – Do formato da Monografia:

FILMES Metrópolis

Alemanha, 1927. Direção: Fritz Lang. 153 minutos.

Janela Indiscreta

EUA, 1954. Direção: Alfred Hitchcock. 112 minutos.

Um Corpo que Cai

EUA, 1958. Direção: Alfred Hitchcock. 128 minutos.

Blade Runner

EUA, 1982. Direção: Ridley Scott. 117 minutos.

Gigante

Uruguai, 2009. Direção: Adrián Biniez. 84 minutos.

* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.

DOCENTES PARTICIPANTES

Yossef Cherem História da Arte Professor Adjunto I

Dedicação

exclusiva 60h

UNIDADECURRICULAR:História da Arte Ocidental I

Professor Responsável: Letícia Squeff Contato:[email protected]

Ano Letivo: 2011 Semestre: 1º

Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 60 h

Carga horária p/prática (em %): 0 Carga horária p/teoria (em %): 100 OBJETIVOS

Geral

Introduzir o aluno à história da arte ocidental dos séculos XVIII e XIX: dos principais debates artísticos do final do século XVIII, até o final do século XIX.

Específicos

a) capacitar os alunos para a leitura de textos historiográficos referentes aos temas selecionados, entendendo as polêmicas, divergências e

convergências no pensamento dos historiadores da arte de diferentes períodos e filiações teóricas;

b) propiciar a crítica e a produção de materiais utilizáveis (visuais e textuais) em diferentes níveis de ensino a partir do diálogo com a produção historiográfica, tendo em vista a adequação de linguagens às diferentes fases da relação ensino/aprendizagem;

c) exercitar a crítica aos modelos de análise estudados;

d) apresentar e debater a produção artística dos séculos XVIII e XIX.

Ementa

O curso faz uma introdução à arte dos séculos XVIII e XIX no Ocidente, apresentando os principais artistas e movimentos. Sendo o período em questão, grosso modo, o da

constituição da arte moderna, o curso pretende discutir questões cruciais desse processo, tais como: a constituição da arte como dimensão específica da sensibilidade e do saber; a arte como instrumento político; o novo papel do artista; a arte como espaço de reflexão, pelo artista, de seu tempo e de sua própria historicidade; as novas técnicas de reprodução da imagem, a transposição de modelos artísticos europeus para o Novo Mundo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O rococó francês: Boucher, Watteau

A Revolução Francesa e a politização da arte: David, Goya A escultura neoclássica

A Academia francesa no século XIX – os Salons e o sistema artístico A pintura de paisagem inglesa do século XIX: Turner e Constable O romantismo na Europa: Géricault, Delacroix, Kaspar David Friedrich A s novas técnicas de reprodução da imagem: a litografia, a fotografia Academias na América: os casos do México e do Rio de Janeiro

A invenção da cidade moderna: Haussmann e a reforma de Paris (ecletismo X racionalismo)

O impressionismo e suas batalhas

METODOLOGIA DE ENSINO

ATIVIDADES: AULAS EXPOSITIVAS DIALOGADAS ATIVIDADES: LEITURAS DIRIGIDAS

ATIVIDADES: VISITAS A MUSEUS E GALERIAS DE ARTE

CENARIOS: SALA DE AULA

CENARIOS: BIBLIOTECA E ACERVOS SELECIONADOS RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: COMPUTADOR

RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: PROJETOR MULTIMÍDIA RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA

AVALIAÇÃO

1. Fichamento de três textos, a serem entregues durante o curso.

2. Participação nas aulas, durante os seminários de leitura de texto ou de análise de imagens.

3. Prova final BIBLIOGRAFIA

Básica

ADES, Dawn. Arte na América Latina. São Paulo: Cosac & Naify, 1997.

ARGAN, G.C., A arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras. 1992.

Baudelaire, Sobre a modernidade, São Paulo: Paz e Terra, 1996.

BAUDELAIRE, Charles. Sobre a modernidade. 3ª. ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

BENÉVOLO, L., História da arquitetura moderna. São Paulo: Perpectiva. 1976.

Boine, A., The Academy e French Paiting in the Nineteenth Centurys. N. Hoven and London: Yale University Press. 1986.

NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 5ª ed., 3ª impressão, São Paulo, Ática, 2002. (Fundamentos, 38):

BRYSON, Norman, Word and Image. French Painting of the Ancien Régime, Cambridge: Cambridge Univ. Press, 1981.

BURKE, Edmund, Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas idéias do sublime e do belo. São Paulo: Papirus, 1993.

CLARK, T. J., Image of the people: Gustave Combet and the 1848 Revolution.

Princeton University Press, 1988.

CLARK, T.J. A pintura da vida moderna: Paris na arte de Manet de seus seguidores.

São Paulo: Cia das Letras, 2004.

COLI, Jorge. “A pintura sem palavras ou os paradoxos de Ingres”. Artepensamento, Cia das Letras, 1994.

COLI, Jorge. “Manet: o enigma do olhar”. In NOVAIS, Adauto.(org) O Olhar. São Paulo, Cia das Letras, 1988.

CROW, Thomas, Emulation. Making Artists for Revolutionary France, New Haven e Londres: Yale Univ. Press, 1995.

DE PILES, Rogier, Cours de Peinture par Príncipes, Nîmes: Jacqueline Chambon, 1990.

DIDEROT, Denis, Ensaios sobre a Pintura, Campinas e São Paulo: Editora da Unicamp e Papirus, 1993.

FRASCINA, Francis [et alii]. Modernidade e modernismo- a pintura francesa no século XIX. São Paulo, Cosac & Naify, 1998 (1993).

FRIEDLLANDER, W., De David a Delacoix. Madrid: Alianza Editorial. 1989.

GRESPAN, Jorge. Revolução francesa e iluminismo. São Paulo: Contexto, 2003.

GUINSBURG, J. (org)., O Romantismo. São Paulo: Perpectiva. 1978.

Irwin, D., Neoclassicism, Londres, Phaidon, 1997.

HARDING, J. Artistes Pompiers. French academic art in the 19th century. London, Academy Editions, 1979.

LESSING, Gotthold Ephraim, Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e da poesia, São Paulo: Iluminuras, 1998.

LEVEY, Michael, Rococó to Revolution. Major Trends in Eighteenth Century Painting, Londres: Thames and Hudson, 1995.

LEVEY, Michael. Pintura e escultura na França: 1700-1879. São Paulo: Cosac &

Naify, 1998.

MIGLIACCIO, Luciano. Arte no século XIX. Mostra do Redescobrimento: século XIX.

Fundação Bienal de São Paulo/ Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000.

MONNIER, Gérard. L’Art et ses instituitions en France. De la Révolution à nos jours.

Paris, Gallmiard, 1995.

PRATT, Mary Louise. Imperial eyes: travel writing and transculturation. London, Routledge, 1994; Os olhos do Império: relatos de viagem e transculturação. Santa Catarina, Edusc, 2002.

PRAZ, Mario. Gusto neoclassico. Barcelona, Editorial Gustavo Gili S. A., 1982.

SCHOMBERG, Arno and SOEHNER, Holldon. The Rococo age: art and civilization of the 18th century. NY, MacGraw-Hill Book Company, 1960.

STAROBINSKI, Jean, 1789 Os Emblemas da Razão, São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

WEIMBERG, H. B., The Lure of Paris: Nineteenth Century American painters and the French teachers. New York: Abbeville Preen Publishers, 1991.

WINCKELMANN, Johann Joachim, Reflexão sobre a Imitação das obras gregas na pintura e na escultura, Porto Alegre: Movimento e URGS, 1975.

ZOLA, Émile. A batalha do Impressionismo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1989. (Oficina das Artes)

Complementar

BAUMGARTEN, Alexander, Estética: a lógica da arte e do poema, Petrópolis: Vozes, 1993.

CELEBONOVIC, A. Some call it Kitsch. New York: Hamy N. Abrams Inc. S/D.

EISENMAN, Stephen F., (orq). Nineteenth Century art: a critical History. London:

Thames and Hudson. 1994.

FRIED, Michael, Absorption and Theatricality, Chicago e Londres: Chicago Univ.

Press, 1988.

HONOUR, H., Romanticism, N. York, Hagerstown, São Francisco, Londres, Icon Editions, Harper & Row, 1994

KANT, Immanuel, Crítica da Faculdade do Juízo, Lisboa: Imprensa Nacional e Casa da Moeda, s/d.

ROSENBLUM, R. Janson, H. W., 19th Century art. New York: Harry N. Abrams Inc.

1984.

VANGHAN, W., Romantic art. London: Thames and Herdson. 1985.

* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.

DOCENTES PARTICIPANTES

Adjunto I Dedicação exclusiva 60h UNIDADECURRICULAR:INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA ARTE

Professor Responsável: Ângela Brandão

Professor Responsável: Carolin Overhoff Ferreira

Contato:

Ano Letivo: 2011 Semestre: 1º

Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 60 h

Carga horária p/prática (em %): 0 Carga horária p/teoria (em %): 100 OBJETIVOS

Geral

Desenvolver um estudo introdutório à história da arte, apresentando as características e especificidades da disciplina, assim como seu caráter interdisciplinar. Apresentar diferentes abordagens teórico-metodológicas da pesquisa em história da arte e propor discussões de conceitos, métodos e procedimentos investigativos em história da arte.

Específicos

Introduzir noções acerca do conhecimento histórico-artístico de modo a compreender tanto a especificidade da disciplina como suas múltiplas relações com outras áreas do conhecimento. Compreender a história da arte em sua historicidade. Propor um estudo introdutório da história da arte, apresentando as características e especificidades da

disciplina, assim como seu caráter interdisciplinar. Apresentar diferentes abordagens teórico-metodológicas da pesquisa em história da arte e propor discussões de conceitos, métodos e procedimentos investigativos em história da arte. Compreender as possibilidades do ofício do historiador da arte.

Ementa

Estudo introdutório das noções gerais acerca da história da arte em sua especificidade e características enquanto disciplina autônoma, assim como o estudo das relações com outras disciplinas humanísticas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. O que é História da Arte?

2. História da Arte: objetos, fontes, conceitos e métodos.

3. Uma breve história da história da arte 4. História da Arte como disciplina específica 5. História da Arte e interdisciplinaridade 6. O ofício do historiador da arte

METODOLOGIA DE ENSINO

ATIVIDADES: AULAS EXPOSITIVAS DIALOGADAS

ATIVIDADES: LEITURAS DIRIGIDAS

ATIVIDADES: VISITAS A MUSEUS E GALERIAS DE ARTE CENARIOS: SALA DE AULA

CENARIOS: BIBLIOTECA E ACERVOS SELECIONADOS RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: COMPUTADOR

RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: PROJETOR MULTIMÍDIA RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA

AVALIAÇÃO

1. Leituras e discussões de textos sugeridos

2. Avaliação escrita a partir dos textos discutidos em sala de aula BIBLIOGRAFIA

Básica

ARGAN, Giulio Carlo. História da Arte, in História da Arte como História da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

BELTING, H. O Fim da História da Arte: uma revisão dez anos depois. São Paulo: Cosac Naif, 2006.

BAZIN, Germain. História da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

CASTELNUOVO, Enrico. De que estamos falando quando falamos em história da arte? In Retrato e Sociedade na Arte Italiana. Ensaios de história social da arte. São Paulo:

Companhia das Letras, 2006.

PANOFSKY, Erwin. Historia del Arte en cuanto disciplina humanística in El Significado en las Artes Visuales. Madrid: Alianza Forma, 1995.

RAMIREZ, Juan Antonio. Como escribir sobre arte y arquitectura. Barcelona: Ediciones del Serbal, 1996.

SCIOLLA, Gianni Carlo. La Critica d’Arte del Novecento. Torino: Utet, 2000

* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.

DOCENTES PARTICIPANTES

UNIDADECURRICULAR:ARTE OCIDENTAL III:ANTIGUIDADE E IDADE MÉDIA

Professor Responsável: José Geraldo Costa Grillo Professor Responsável: André Tavares

Contato:

[email protected] [email protected]

Ano Letivo: 2011 Semestre: 1º

Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 60 h

Carga horária p/prática (em %): 0 Carga horária p/teoria (em %): 100 OBJETIVOS

Geral

A disciplina pretende oferecer uma introdução à Arte Antiga e à Arte Medieval, considerando as abordagens e os modos de pensar que constituem a história dessas artes.

Específicos

O objetivo, ao fim do semestre, é encaminhar os alunos para apreciação histórica da Arte Antiga e da Arte Medieval, proporcionando-lhes um domínio razoável dos instrumentos de estudo de seu objeto de pesquisa e habilitando-os à manipulação mais efetiva e rigorosa da terminologia de seu campo de estudos e à identificação das principais obras dessas artes. Além disso, os alunos deverão estar aptos a interpretar os textos clássicos sobre o assunto e a compreender e a utilizar as abordagens mais recentes nesse campo.

Ementa

A disciplina apresenta, através da análise das obras principais, as culturas visuais da Antiguidade e da Idade Média. Ao invés de oferecer apenas uma história dos períodos e dos estilos, a disciplina organiza as produções artísticas em unidades temáticas, como a religião, o poder, as questões de gênero, as visões de mundo, entre outras. Cada unidade analisa e interpreta obras ou complexos de obras dessas artes nos seus contextos históricos e artísticos. Discute-se, por fim, que futuro está reservado às artes antiga e medieval no mundo contemporâneo, bem como seu sentido para a história artística da América Latina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Arte egípcia Arte mesopotâmica Arte egéia

Arte grega Arte etrusca Arte romana Arte paleocristã Arte bizantina

Arte da alta Idade Média Arte românica

Arte gótica

A arte antiga e medieval no mundo atual

METODOLOGIA DE ENSINO

ATIVIDADES: AULAS EXPOSITIVAS ATIVIDADES: LEITURAS DIRIGIDAS

ATIVIDADES: SEMINÁRIO EM GRUPOS (EVENTUALMENTE) CENARIOS: SALA DE AULA

CENARIOS: BIBLIOTECA

RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: COMPUTADOR

RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: PROJETOR MULTIMÍDIA RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA

AVALIAÇÃO

1. Participação em sala de aula e nos grupos de trabalho.

2. Produção eventual de relatórios individuais a partir das leituras e discussões em sala 3. Trabalho por escrito final

BIBLIOGRAFIA

Básica

BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

FULLERTON, Mark D. Arte grega. São Paulo: Odysseus, 2002.

GOMBRICH, Ernst Hans. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

JANSON, Horst Waldemar. História geral da arte: I – O mundo antigo e a Idade Média.

São Paulo: Martins Fontes, 2001.

Complementar

VEYNE, Paul (Org.). História da vida privada: I – Do Império Romano ao ano mil.

Coleção dirigida por Georges Duby e Philippe Ariès. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.

DOCENTES PARTICIPANTES

UNIDADECURRICULAR: Museologia e patrimônio

Professor Responsável: Manoela Rossinetti Rufinoni Contato:

Ano Letivo: 2011 Semestre: 1º

Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 60 h

Carga horária p/prática (em %): 0 Carga horária p/teoria (em %): 100 OBJETIVOS

Geral

a) Promover o estudo dos fundamentos teóricos e práticos relativos à preservação, musealização e restauração do patrimônio cultural, com enfoque para os artefatos artísticos, arquitetônicos e urbanos; b) Fornecer aos alunos o instrumental teórico-crítico necessário para a interpretação dos discursos e das práticas de preservação e/ou musealização, habilitando-os ao debate, à problematização e à proposição frente aos desafios contemporâneos desses campos disciplinares.

Específicos

a)..Fornecer aos alunos as bases teóricas para o posicionamento crítico frente às discussões e propostas voltadas ao tratamento dos bens culturais, a partir de uma lúcida interpretação das questões envolvidas nesse processo e de seus elementos delineadores e condicionantes;

b) Estudar a musealização como processo de preservação e identificar, neste contexto, as questões teórico-operacionais envolvidas no tratamento museológico como temas necessariamente pertinentes ao campo disciplinar da restauração do patrimônio cultural.

Buscando atingir tais objetivos, a disciplina analisa as discussões em torno da preservação, conservação, restauração e musealização em diferentes momentos históricos e contextos culturais, com o intuito de identificar as variadas interpretações desses conceitos e a maturação das principais teorias em torno do tratamento do patrimônio cultural. Neste percurso, desenvolve considerações sobre o surgimento e expansão dos museus na cultura ocidental, sobre as relações travadas entre a instituição e as políticas de preservação – sobretudo na situação brasileira – , e sobre os desafios advindos da ampliação do conceito de patrimônio cultural, sobretudo a partir da década de 1960. Os desafios interpretativos oriundos dessa ampliação conceitual abrem caminho para as principais indagações do curso: o enfrentamento dos processos museológicos frente aos diversos artefatos da cultura contemporânea, a interpretação dos fatos urbanos como patrimônio cultural e as relações entre museu, cidade e comunidade.

Ementa

História da preservação dos bens culturais e as origens do museu moderno. Conservação, musealização e restauração do patrimônio material: principais teorias e experimentações práticas. Políticas de preservação: inventário, tombamento e instrumentos de gestão do patrimônio material. Tipologias de museus. Curadoria e museografia: suportes teóricos, discursos e narrativas.

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