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1. PROPOSTAS DE TRABALHO

1.2 FLUXOGRAMA DA CONSULTA

ACS Visita

puerperal

Agendamento para o CeD

Planejamento da equipe para o CeD

Dentista Coletivo ou compartilhado

Dentista

Individual Realização

do CeD

Médico Enfermeira

enfermagem

Enfermagem Medicina

Medicina

Profissionais NASFOutros

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2. O PAPEL DA SAÚDE BUCAL NO C&D

2.1 AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO

A visita domiciliar deve ser realizada pelo ACS à mãe e filho já na primeira semana de vida, preferencialmente até o 5º dia após o parto, objetivando analisar o estado de saúde geral de ambos. Devendo nesse momento ser agendada a primeira consulta para o CeD na UBS, e ressaltado sua importância. Após a primeira consulta, a equipe de saúde bucal fará uma programação de visitas periódicas da criança e da mãe, em função de seu perfil de risco (NETO et al., 2016).

Nos CeDs coletivos e compartilhados os temas podem ser amamentação, higienização oral do bebê, o uso de chupetas e mamadeiras, cárie, a cronologia dos dentes decíduos e o traumatismo dentário. Algumas metodologias podem ser usadas para melhor fixação desses temas nos CeD coletivos e compartilhados, como as rodas de conversa, jogos, preenchimento das tabelas que se encontram na caderneta da criança, trazendo a mãe como corresponsável do processo de aprendizagem, assim, deixando o mais didático e interativo possível para ambos.

3. ORIENTAÇÕES DE SAÚDE BUCAL PRESENTES NOS CEDS:

O Ministério da saúde propões um calendário mínimo de consultas na puericultura, sendo distribuídas em: uma consulta até quinze dias de vida, com um mês, dois, quatro, seis, doze e dezoito meses, totalizando assim, sete consultas no primeiro ano e meio de vida, após isso as consultas se tornam anuais seguindo a seguinte lógica, 2 anos, 3 anos, 4 anos, 5 anos e 6 anos.

Desse modo, o CeD é um meio para a realização dessas consultas (BRASIL, 2016).

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Tabela 02: Temáticas a serem debatidas nos CeDs compartilhados, coletivos e individual

Consulta Temática

Até 15 dias Amamentação e avaliação clínica

1 mês Higienização Bucal e avaliação

clínica

2 meses Hábitos bucais deletérios e

avaliação clínica

4 meses Cronologia Dentária e avaliação

clínica

6 meses Higienização Bucal e avaliação

clínica

12 meses Cárie e avaliação clínica

18 meses Traumatismo Dentário e avaliação

clínica

2 anos Higienização e avaliação clínica

3 anos Higienização e avaliação clínica

4 anos Higienização e avaliação clínica

5 anos Cárie e higienização e avaliação

clínica

6 anos Traumatismo, cronologia dentária e

avaliação clínica.

Fonte: Autora

3.1 AMAMENTAÇÃO

O aleitamento materno é a intervenção isolada em saúde pública com maior potencial para a diminuição da mortalidade na infância (CLOSS, 2018).

Deve-se fornecer de forma exclusiva o leite materno até os 6 meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento. O leite materno contém a quantidade de água suficiente para as necessidades do bebê, mesmo em climas quentes e secos. A oferta de água e chás diminui o volume de leite materno ingerido, que é mais nutritivo, além de aumentar os riscos de doenças (NETO et al., 2016).

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Durante o aleitamento materno, o bebê realizará um exercício oral, que estimulará todos os seus músculos orais, estimulando o crescimento antero-posterior da mandíbula e reforçando o circuito neural fisiológico da respiração nasal. Por isso, é importante que o bebê faça esforço ao sugar. Para melhores resultados, deve haver um selamento adequado entre o lábio do bebê e o mamilo da mãe (Fig. 01), que possibilita a pressão necessária para a saída de leite (WORDLEY; RUIZ; BEDI, 2010).

A sucção normal ocorre quando o bebê realiza uma abertura ampla da boca, abocanhando o máximo possível da aréola, e formando um lacre entre as estruturas orais e a mama. Os lábios ficarão virados para fora e a língua se apoiará na gengiva inferior, curvando-se para cima, em contato com a mama (SANCHES, 2004). Segundo o Ministério da Saúde em 2018 os sinais da pega eficaz são:

1. o bebê abre bem a boca e posiciona a língua para frente e para baixo;

2. a língua fica acoplada em torno do mamilo e aréola;

3. a língua eleva suas bordas e ponta,formando uma concha;

4. o bebê abocanha quase toda aréola, ficando mais visível acima da sua boca;

5. os lábios ficam evertidos (boca de peixe);

6. O queixo do bebê toca a mama;

7. O bebê suga, respira e engole de forma natural e coordenada;

8. As sucções são lentas e profundas;

9. As bochechas ficam arredondas durante a mamada.

O dentista, sendo um profissional da área de saúde, deve ser capaz de orientar a mulher gestante e as recém-mães no sentido de justificar a necessidade do aleitamento do bebê ao seio, visto que uma amamentação insuficiente tem forte correlação com a presença de hábitos bucais nocivos, constituindo-se num dos principais fatores etiológicos das maloclusões

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dentárias (ANTUNES et al., 2008). Podemos ilustrar para a mãe através de vídeos a diferença entre a amamentação natural e artificial e os seus malefícios.

Fig. 01: Pega correta durante a amamentação.

Fonte: https://www.tecnicoemenfermagem.net.br/aleitamento-materno/

3.2 HIGIENIZAÇÃO BUCAL

A higienização bucal antes da erupção dos dentes (Fig. 02) pode ser realizada com gaze ou tecido macio, enrolado no dedo da mãe, umedecido em água filtrada ou fervida, para remoção de resíduos lácteos na língua e bochecha, através de movimentos retilíneos, 1 vez por dia desde que a amamentação não seja exclusiva e a mãe utilize suplementos para alimentação do bebê (CLOSS, 2018). A partir do momento que começa a nascer os dentes decíduos é recomendado o uso da escova dental (BRASIL, 2013).

Fig. 02:Higienização oral no bebê.

Fonte: https://asfissuradas.com/2016/01/12/quando-iniciar-a-higiene-oral-nos-bebes/

A quantidade de pasta, sendo com a concentração de 1.100 PPM, correta para cada idade como ilustrado na figura 03 é de meio grão de arroz para bebês, entre 3 e 6 anos a quantidade equivale um grão de arroz inteiro e acima dessa idade seria referente ao tamanho de uma ervilha (BRASIL, 2012).

O interessante é que durante as consultas ocorra a demonstração de como

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fazer a limpeza na boca do bebê e pedi para a mãe realizar o movimento e ação. As escovas devem apresentar boa empunhadura, ter cerdas macias com extremidades arredondadas e tamanho compatível com a cavidade bucal da criança (CLOSS, 2018).

Fig. 03:Quantidade de Pasta na Escova.

Fonte:https://asfissuradas.com/2016/01/12/quando-iniciar-a-higiene-oral-nos-bebes/

3.3 HÁBITOS BUCAIS DELETÉRIOS

Os hábitos bucais deletérios alteram o padrão de crescimento normal e danificam a oclusão, distorcendo a forma da arcada dentária e alterando a morfologia normal (GISFREDE et al., 2016).

O uso de chupeta é um fator que pode interferir negativamente no desenvolvimento facial da criança, podendo levar a alterações bucais, tais como: mordida aberta, mordida cruzada, inclinação inadequada dos dentes, diastemas e alterações no padrão de deglutição (SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE CURITIBA, 2004).

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Fig. 04: Classificação dos hábitos bucais deletérios.

Fonte:http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-72722016000200012

Como ações coletivas podemos mostrar vídeos e imagens que mostrem a mudança que ocorre na face e boca quando se torna frequente esses hábitos deletérios. Outro ponto é a criação de um chupetário, onde as mães, juntamente com as crianças colocariam as chupetas, mamadeiras, etc., em um recipiente na UBS, que sinalizaria o possível fim desse ciclo e reforçaria a comunicação\vinculo com o dentista da unidade.

Fig. 05:Paciente com mordida aberta

Fonte: http://www.ortodontia.odontologia.ufrj.br/pacientes

3.4 CÁRIE

A cárie dentária em bebês manifesta-se de forma agressiva e com progressão acelerada, podendo acarretar a destruição completa do elemento dentário em um curto espaço de tempo (SOARES; FIGUEIREDO, 2007). Com o desenvolvimento de cavidades de lesões de cárie, a criança passa a apresentar um quadro de infecção, dor, dificuldade de mastigação, trauma psicológico e perda prematura de dentes.

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A cárie precoce e severa na infância são doenças que necessitam de três pontos para que aconteça, que são: os microorganismos, o substrato e o meio. Como meios de exemplificação para as mães, é sugerido o uso dos manequins odontológicos ou de imagens. Devemos alertar as mães sobre o risco da transmissibilidade vertical, a qual ocorre principalmente pela saliva das mães ou de cuidadores com altos níveis de S. mutans. Quando as mães apresentam alta concentração de S. mutansna saliva, os filhos são infectados precocemente e têm maior prevalência de cárie (LOSSO et al., 2009).

Fig. 06:Cárie Precoce de Infância

Fonte:https://pediatriadescomplicada.com.br/2014/09/27/carie-de-mamadeira/

3.5 CRONOLOGIA DENTAL

O primeiro dente decíduo deve surgir na cavidade bucal em torno dos 6 meses de vida, sendo que a dentição decídua estará completa por volta dos 24/30 meses de idade. Algumas alterações locais e sistêmicas poderão ser observadas durante a erupção do dente, tais como aumento da salivação, diarréia, febre, entre outras, é um ponto que deve ser informado aos responsáveis pelo bebê (SILVA; SOUZA; TURA, 2006).

Durante o CeD compartilhado ou coletivo podemos utilizar meios que tornem a informação mais didática. Algumas sugestões são de desenhar ou imprimir a dentição decídua numa cartolina, onde nela poderia colocar post its escrito a idade em que costuma a nascer cada dente, perguntando para a mãe qual a opinião dela e assim, ela mesma indo lá e tirando o post it com a

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resposta, para poder gerar um envolvimento e criação de vínculo com a equipe, como também uma roda de conversa abordando os mitos e verdades sobre a doença cárie, através de frases ou perguntas às mães, pedindo para responderem se é verdadeiro ou falso a afirmação. Além disso, como parte individual e participativa\ativa do processo, devemos insistir que a mãe anote na caderneta o período de queda de cada dente.

Figs. 07 e 08: Período da erupção, respectivamente, dos dentes decíduos e permanentes.

Fonte: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Guia-de-Saude_Oral-Materno-Infantil.pdf

3.6 TRAUMATISMO DENTÁRIO

São lesões que acometem tecidos moles, tecido ósseo, dentes e que ocorrem após trauma local envolvendo região peribucal (SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE CURITIBA, 2016). O traumatismo pode ser dividido segundo a Fig. 09:

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Fig. 09: Classificação e indicações de conduta para o traumatismo dentário.

Fonte:https://blog.dentalcremer.com.br/trauma-dental-classificacoes-indicacoes/

O dente e estruturas envolvidas durante o trauma envolve diretamente na conduta, é interessante, que os pais saibam como agir durante esses eventos, assim, como possibilidade, durante o CeD poderia haver um momento de encenação de como agir em alguns desses momentos, além da disponibilização de um panfleto com as orientações e da relevância do acompanhamento com o cirurgião dentista.

4. ALTERAÇÕES CLÍNICAS DOS BEBÊS

O processo preventivo das doenças bucais inicia no período gestacional, por meio da alimentação adequada, rica em elementos vitamínicos necessários à formação dentária. Durante a primeira infância, ocorrem diversas alterações no meio bucal da criança. Nesse sentido através dos atendimentos clínicos o dentista deve intervir, tratar prevenir o aparecimento das doenças bucais, favorecendo o desenvolvimento normal do individuo (FERNANDES et al, 2010).

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4.1 ANQUILOOGLOSSIA

A anquiloglossia é uma anomalia congênita que ocorre quando uma pequena porção de tecido embrionário, que deveria ter sofrido apoptose durante o desenvolvimento, permanece na face ventral da língua (BRASIL, 2018). Na nota técnica nº 35/2018 do Ministério da Saúde, podemos utilizar o protocolo de Bristol para a avaliação do frênulo e assim realizar a melhor conduta possível. No anexo 01 podemos ver o fluxograma de atenção aos lactentes para avaliação e abordagem da anquiloglossia na Rede de Atenção à Saúde.

Fig. 10:Antes e depois da frenotomia.

Fonte: http://pediatriaemfoco.blogspot.com/2015/05/anquiloglossia.html

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Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/anquiloglossia_ministerio_saude_26_11_2018_nota_tecnica_35.pdf

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4.2 PÉROLAS DE EPSTEIN

As pérolas de Epstein são remanescentes embrionários de tecido epitelial ao longo da rafe palatina. Não é necessária intervenção, pois não causam dor e desaparecem espontaneamente em poucas semanas (SCHMITT, 2012). A conduta clínica das Pérolas de Epstein, dos Nódulos de Bohn e dos Cistos da lâmina dentária são o acompanhamento trimestral e massagem digital (VAZ, 2010).

Fig. 11:Manifestação clínica característica das Pérolas de Epstein

Fonte: https://www.odontologistas.com.br/odontologistas/patologias-bucais/cistos-de-desenvolvimento/

4.3 NÓDULOS DE BOHN

São remanescentes de glândulas mucosas localizados por vestibular ou lingual do rebordo do osso alveolar (VAZ, et al, 2010), como nas pérolas de Epstein, também não é necessária intervenção cirúrgica. Se localizam aolongo do rebordo alveolar do recém-nascido, geralmente, na face vestibular ou palatina, porém longe da rafe palatina como remanescentes de glândulas mucosas.

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Figs. 12 e 13:Lesão típica de Nódulos de Bohn

Fonte:http://arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br/principal/old/revista_odontologia/pdf/maio _agosto_2010/unicid_22_02_174_7.pdf.

4.4 DENTES NATAIS E NEONATAIS

Os dentes natais, erupcionam logo após o nascimento, e os neonatais , que erupcionam por volta de 2 a 3 semanas de idade, podem apresentar tamanhos e formas normais, porém na maioria das vezes, são pouco desenvolvidos, pequenos, cônicos, amarelados e hipoplásicos, podem possuir mobilidade, podendo ocorrer a aspiração, além de machucar o bebê e a mãe durante o aleitamento, por isso é indicado a exodontia do elemento (SIMÕES, et al., 2014).

Fig. 14: Dente Natal

Fonte: http://www.naiaodonto.com.br/cuidados/pos-natal/

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4.5 CISTOS DA LÂMINA DENTÁRIA

Os cistos da lâmina dentária, são queratinizados, geralmente bilaterais, se encontram na linha do rebordo alveolar, principalmente na área do primeiro molar. Segundo Neville et al. (2004), os cistos são pequenas pápulas brancas ou branco amareladas, de 1 a 3mm de tamanho, muito comuns e têm sido relatados em 65 a 85% dos recém-nascidos, sendo frequentemente observados em grupo de dois a seis cistos, embora as lesões possam ocorrer isoladamente.

Figs. 15 e 16: Lesão típica de cistos da lâmina dentária.

Fonte:http://arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br/principal/old/revista_odontologia/pdf/maio _agosto_2010/unicid_22_02_174_7.pdf

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Entre os materiais oficiais sobre a temática foram encontrados 13, sendo, 10 manuais e 02 protocolos, que vão de 2004 a 2018, é observado que a maioria dos materiais são da região Sul e Sudeste do país, com alguns de nível federal. É notório a necessidade de manuais nas outras regiões do país.

Na caderneta da criança de 2020 foi observado a escassez de dados referentes a saúde bucal, incluindo a falta de paginação para a avaliação do teste da linguinha.

Em relação a revisão de literatura em bases de dados indexadas percebe-se como temáticas mais abordadas a primeira consulta, higienização, erupção dentária, amamentação, cárie, traumatismo e hábitos bucais deletérios não nutritivos. Com relação a adesão do tratamento, em todos os artigos encontrados foi constatado um aumento da mesma, desde que a equipe consiga gerar um vínculo com a família, tornando as ações e promoção resolutivas. Os manuais visam uma facilitação no processo de trabalho da equipe para com a população, por isso é necessário à sua formação. O manual fruto do trabalho traz abordagens individuais, coletivas e compartilhadas para servir como guia aos profissionais da Odontologia na sua inserção no acompanhamento do CeD.

A preocupação com os cuidados odontológicos na primeira infância não é um fato novo, por isso é bom realçar para os pais a cronologia durante o acompanhamento, já que ocorre uma grande perda de elementos dentários, devido à falta de conhecimento em pensar que nessa idade a criança não possui dentes permanentes. A Odontologia para bebês visa a contribuir na formação de uma geração com menos problemas dentários, com mais qualidade de saúde bucal e mais consciente da importância da prevenção

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REFERÊNCIAS

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2008. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rev. Ciência & Saúde

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