Formações externas com a colaboração de profissionais do Centro

No documento Índice. Capítulo 2: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ASSISTÊNCIA HOSPITALEIRA... 7 (páginas 20-0)

Capítulo 3: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE OUTRAS INTERVENÇÕES

3.3. Participação em atividades científicas e académicas

3.3.2. Formações externas com a colaboração de profissionais do Centro

Formações Externas

Entidade Arbora &

Ausonia, SL Josonh Diversey

Irmãs

Tema Cuidar de Incontinentes HACCP - Rastreabilidade

Manual de

Volume de Formação (horas x

formandos) 148 128 40

20

3.4. Voluntariado

3.4.1. Atividades

Voluntariado Pastoral da Saúde

Acompanhamento atividades vida

Atividades

Socioculturais Atividades Lúdicas Total Nº Intervenções

de Voluntários

2 1 8 11 22

Incremento do bem-estar físico e psicológico do utente

Desenvolvimento das aptidões pessoais e sociais

Desenvolvimento das aptidões pessoais e sociais

Aumento do enriquecimento pessoal através da partilha e troca de experiências

Fortalecimento de laços de amizade

Adotar um estilo de vida mais saudável quanto aos hábitos alimentares

Aumento da auto-estima, autonomia, confiança e iniciativa do cliente/utente

Fortalecimento de laços de amizade

Melhoria das relações interpessoais

Desenvolvimento

(cognitivo, motor e social)

Melhoria do intercâmbio entre voluntários e clientes/utentes

Proporciona uma sensação de paz e de tranquilidade

Melhoria da Qualidade

de Vida

Melhoria das relações

interpessoais através do convívio e da socialização

Aumenta o equilibro, emocional, cognitivo,

Redução dos níveis de ansiedade e de stress

Incremento do

Total de Voluntários 11

Nº de Reuniões de Equipa 4

21

3.4.2. Temas formativos

3.5. Pastoral da Saúde

Programas Evangelização Celebração Acompanhamento

Destinatários

Sagrada Comunhão Unidades

Outras Celebrações

Peregrinação FH

200 de participantes por sessão semanal

Acompanhamento individual, com documentos

Acompanhamento de forma espontânea, quase diário, às doentes em curto internamento e alguns familiares

Mensagem Papa Dia Mundial Doente

Práticas para um Sistema

de Gestão Identidade Institucional

Coaching para a Intervenção Social

Indicadores

Índice satisfação dos voluntários em relação às

ações de formação.

Tx de Aproveitamento.

Custo hora Formando/formador.

Nº de ações realizadas.

Taxa participação em atividades formativas

Índice satisfação dos voluntários em relação às ações

de formação.

Tx de Aproveitamento.

Custo hora Formando/formador.

Nº de ações realizadas.

Tx de participação em atividades formativas

Índice satisfação dos voluntários em relação às ações

de formação.

Tx de Aproveitamento.

Custo hora Formando/formador.

Nº de ações realizadas.

Tx de participação em atividades formativas

Índice satisfação dos voluntários em relação às

ações de formação.

Tx de Aproveitamento.

Custo hora Formando/formador.

Nº de ações realizadas.

Tx de participação em atividades formativas

nº de

22 Familiares

Identidade Institucional

Dia Mundial Doente

1 60

Retiro

Pereg. FH

Dia Mundial Doente

Natal dos Doentes

2 8 90 50

Acompanhamento de forma espontânea, quase diário, a alguns familiares das doentes de curto internamento Voluntários Identidade

Institucional 2

Retiro

As Catequeses semanais dirigidas às doentes são muito frutíferas:

. Mensagem de evangelização que cada uma recebe;

. Cuida-se a disciplina (que se imprime ao grupo em algumas Unidades).

. A alegria que vão manifestando à medida que as sessões se vão desenvolvendo longo do ano.

. Participação mais frequente e cuidada nas celebrações dos Sacramentos.

. São trabalhosas pelo facto de algumas resistirem a participar.

Com a perseverança, acompanhamento e

experimentando a dinâmica das sessões, aderem com gosto.

Nas doentes destacamos as celebrações dos dois tempos fortes litúrgicos; a Via-sacra encenada, e outras celebrações em louvor a Nossa Senhora.

O retiro dos Colaboradores, que se realiza desde 2004, acontece cada vez mais como uma experiência de Deus em profundidade. É a celebração que mais impacto tem nos Colaboradores, que entra de uma forma muito forte na sua vida de cristãos.

Desde que se iniciou a celebração do DMD aberto aos familiares, estes aderem em grande número e participam em todas as actividades do Dia.

Podemos ainda destacar o grande número de colaboradores que aprecia e tem gosto em participar na Peregrinação Hospitaleira

O acompanhamento das doentes processa-se através de

documentos enviados pela Sede, elaborados pela equipa provincial.

Há, também, encontros pessoais, quase diários, com doentes em curto internamento e uma vez por semana em grupo, com

participação assídua.

Constituição Da Equipa

A equipa é constituída por 9 elementos, entre eles o Padre Capelão, uma Irmã, cinco colaboradores e um familiar

Acções de Formação

Identidade Institucional, organizada pela Sede, realizada ao longo de três dias consecutivos Reuniões de

equipa

Está programada uma reunião com toda a equipa na primeira segunda-feira de cada mês. Realizaram-se duas sessões de programação e avaliação do ano; três sessões com os colaboradores que, nas unidades, estão presentes nas catequeses das Doentes; duas reuniões sobre a Família com a presença de alguns elementos da equipa e o presidente da Associação “Dar Voz”.

23

3.6. Comissão de Ética

Não se deu qualquer reunião da Comissão de Ética, na medida em que ficou proposta a criação de uma CE única e, geograficamente, mais abrangente para os Centros de Assumar, Braga, Condeixa-a-Nova e Guarda, pelo que aguardamos a sua efectivação.

3.7. Parcerias, protocolos

Parcerias e

Protocolos Docência Investigação Apoio social Melhoria e qualidade dos

cuidados Outras

Designação Estágios curriculares Guia Orientador de

Boas Práticas Hospitalidade Solidária "Samaritano"

Destinatários

Utilizadores do Guia da Ordem de Enfermeiros

5 agragados familiares do Concelho de Condeixa-a-Nova

Doentes dos Concelhos de Alvaiázere, Ansião, Condeixa-a-Nova, Penela, Pombal e Soure

Formalizado Sim Não

Sim, inserido no protocolo da Rede Social

Não. Os contactos foram realizados no âmbito das Redes Sociais de todos os Concelhos realidade e da exigência do potencial trabalho

Participação activa de enfermeira do quadro, participando como co-autora do guia

Sensibilidade pelos mais excluídos; estar inserido na Rede Social de Condeixa-a-Nova

Uma rede de cuidados prestados pelo Centro mais alargada, com contacto ao domicílio; novos

internamentos de utentes da região

3.8. Associação de Familiares e Amigos

Principais

Intervenções Voluntariado Ludico-recreativas

Organização de

Eventos Outras

Objectivo(s)

Proporcionar momentos de lazer e convívio entre utentes

e familiares

Sensibilizar e motivar os familiares e amigos dos utentes para que

os visitem e/ou contactem sempre

que possível

Sensibilizar a comunidade local para a área da saúde

mental através da participação nos eventos realizados pela rede social do concelho de Condeixa Destinatários Utentes e Famílias Utentes e Famílias Comunidade Utentes

e Famílias

24

Nº Participantes 550 82 44

Benefícios obtidos

Bem estar e qualidade de vida para utentes e

familiares

Bem estar e qualidade de vida para utentes e

familiares

Diminuição do estigma associado à

doença mental

Nível de Adesão Dar Voz Ano

2011

Ano 2012 Nº Associados 176 189

25

3.9. Resenha histórica

Mês Dia Actividades mais relevantes (máximo de 3)

Janeiro

1 Celebração do Dia Mundial da Paz e da Juventude Hospitaleira 11 Celebração do Dia Mundial do Doente

17 Festa de Carnaval, com desfile nas ruas de Condeixa-a-Nova Fevereiro

23 a 25 Participação no Congresso de Psiquiatria e S. M. Ordens Hospitaleiras 4 Festa da Páscoa: visita pelas Unidades com distribuição de amêndoas Abril

5 Festa da Páscoa, com a visita de alguns familiares

5 Participação do rancho Rosas Sta. Isabel na CSBJ, Braga (Encontro Danças e Cantares) Maio

31 Comemoração do aniversário da Congregação 16 Festa das Marchas Populares, Aniversário da Dar Voz 21 Peregrinação a Fátima da Família Hospitaleira Junho

28 Actuação grupo das marchas no Parque Verde de Condeixa-a-Nova 1 Início do acolhimento de utentes do antigo CHPC Hospital do Lorvão

19 a 24 Participação na Expo-Condeixa 2012, em parceria com a Associação “Dar Voz”

Julho

21 Recepção de camas articuladas, gentilmente oferecidas pela Ordem de Malta 1 Visita do Conselho de Administração do CHUC

1 a 29 Apoio à Sta. Casa da Misericórdia de Condeixa-a-Nova na área das refeições Agosto

8 Reportagem para o jornal “Público”

Setembro 12 Workshop sobre Coaching nas IPSS

11 Participação nos trabalhos do XX Capítulo Provincial 18

Participação nas jornadas sobre Envelhecimento Activo, da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova

Outubro

26 Visita à QPR da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra - APCC 16

Visita da APCC com convidados de Itália, Holanda e Escócia, participantes no II Encontro Internacional de Agricultura Social, subordinado ao tema “Agricultura Social - Redes de Sustentabilidade”

Novembro

19 a 28 Hospitalid’Arte

3 Abertura da Exposição de Natal 8 e 9

Participação da CSRSI nas festas da localidade de Venda da Luísa (Rancho e exposição de trabalhos das utentes)

Dezembro

15 Festa de Natal

26

3.10. Acontecimentos significativos

• Celebrações

É importante referir a participação de utentes, de familiares, de colaboradores em todas as festividades da liturgia, referindo apenas, como exemplo, as celebrações da Páscoa e do Natal, as festas dos Santos patronos de cada uma das Unidades, o Dia Mundial do Doente e da Saúde Mental, para além da participação nas celebrações enquadradas na Peregrinação da Família Hospitaleira a Fátima.

• Visitas

Das visitas mais significativas com as doentes, referimos apenas algumas: passeio ao Porto no mês de Maio; ao Algarve, em Junho; “Viver a praia – 2012”, em Julho, na Figueira da Foz; visita ao Zoo da Maia, em Agosto; visita às iluminações de Natal, Porto, em Dezembro.

Para além do mais, há que referir a participação nos XV Encontros de Jogos Tradicionais, na Clínica Psiquiátrica de S. José, em Lisboa; e no I Seminário de Ética, na Casa de Saúde da Idanha, Belas – Sintra.

Capítulo 4: SÍNTESE AVALIATIVA

4.1. Áreas Temáticas – Cumprimento de objetivos e ações - Plano de Gestão

Área Temática Previsão (nº) Cumpridos (nº) Eficácia Cumprimento (%) Objetivos (1) Ações (2) Objetivos (3) Ações (4) Objetivos = (3)/(1) Ações = (4)/(2) Identidade e Cultura

Hospitaleira 4 7 3 4 75% 57%

Organização e

Gestão 4 10 3 8 75% 80%

Assistência

Hospitaleira 7 15 7 15 100% 100%

Recursos Humanos 7 13 5 11 71% 85%

Gestão

Económico-Financeira 5 10 4 9 80% 90%

27

Comunicação

Interna e Externa 3 4 2 3 67% 75%

Total / Média 26 41 22 38 85% 93%

4.2. Avaliação sintética por cada uma das Áreas Temáticas

Área Temática Avaliação

Identidade e Cultura Os objectivos da área foram quase atingidos, ficando aquém do perspectivado na medida em que foi difícil organizar uma equipa com as competências adequadas para a realização de um guião de estudo adequado, para se poder aferir da qualidade da integração no centro dos critérios da Carta de Identidade Institucional.

Os colaboradores que estariam previstos para integrar o grupo de trabalho estiveram envolvidos em muitos outros projectos, limitando-os no tempo disponível para a boa prossecução destas actividades.

De resto, tal como estava previsto, o grupo de leigos hospitaleiros, depois de um início do ano mais atribulado, conseguiu organizar as suas actividades, a ponto de se fazerem as reuniões de grupo e de contactarem outros elementos com vontade de participar no grupo.

Ficou a promessa de um maior desenvolvimento durante o ano de 2013.

Organização e Gestão Apesar de não ter sido possível atingir os objectivos na sua totalidade, importa referir que uma das acções não conseguidas estava ligada à utilização e exploração do processo clínico digital.

Em virtude de não ter sido possível disponibilizar o programa aos Centros, o objectivo não foi atingido.

Por outro lado, no campo da gestão documental, muito do trabalho foi sendo realizado ao longo do ano mas, só a partir do mês de Dezembro, é que o espaço destinado a receber todo o arquivo do Centro iniciou as obras de adaptação.

Assistência Hospitaleira Para se consolidar o modelo assistencial hospitaleiro, foram programadas e realizadas em sintonia com o Programa para a Certificação de Qualidade varias reuniões técnicas a nível das Unidades, onde se avaliou o Plano de Actividades da Unidade e onde se monitorizaram as acções programadas e se implementaram acções de melhoria.

A elaboração dos PII foi conseguida quase na sua totalidade.

O projecto “Samaritano”, criado para responder de uma forma integrada e actual às necessidades e emergências da sociedade, ligado à área da saúde comunitária e apoiado pelo Alto Comissariado para a Saúde (ACS), decorreu ao longo do ano, tendo ficado programada a sua continuidade até ao final de

28 2013.

Consolidou-se a integração da Pastoral da Saúde nas equipas das Unidades, conseguindo desenvolver programas de actividades e retiros com as doentes, com as famílias, com os voluntários e com os próprios colaboradores.

Tal como nos anos anteriores, com o objectivo de assumir e potenciar a docência e investigação como parte integrante do modelo assistencial hospitaleiro, foram aceites e acompanhados vários alunos de instituições das Regiões Norte e Centro do país, em ensinos clínicos de diversas áreas profissionais – enfermagem, psicologia, terapia ocupacional, fisioterapia.

Salientamos a participação activa de vários colaboradores em diversos eventos, uns proporcionados pelo IIHSCJ e, outros, por variadíssimas instituições, nomeadamente em Jornadas e em Congressos, tal como referimos no capítulo anterior deste documento.

Recursos Humanos O Plano de Formação traçado para o ano de 2012 foi cumprido embora algumas acções previstas terem sido substituídas por outras, que se consideraram com maior pertinência. Por conseguinte, houve a necessidade de ajustar o Plano de Formação ao longo dos 12 meses pelo facto de terem surgido acções organizadas pela Sede do Instituto não programadas inicialmente e que foram orientadas para o nosso Centro, para a Casa de Saúde Bom Jesus e para a Casa de Saúde Bento Menni.

Estas acções de formação decorreram na CSRSI, onde se pôde organizar toda a logística inerente a este tipo de processos devido à sua localização geográfica.

Para além disso, encontraram-se dificuldades para a candidatura ao programa POPH, já que não foram abertas áreas susceptíveis de receber apoio financeiro onde pudessem ser enquadradas as necessidades formativas dos colaboradores da CSRSI.

Gestão Económica e Financeira

Tal como em 2011, os objectivos traçados e relacionados com a diminuição do Prazo Médio de Recebimentos (PMR) não foram atingidos. O movimento de agrupamento de hospitais no CHUC Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, iniciado em 2011, dos 116 dias, registados em 2011, para 113 dias em 2012.

A boa gestão de camas possibilitou a obtenção de uma taxa de ocupação muito próxima dos 100%. Salientamos que a partir do mês de Julho, a CSRSI passou a ter uma lotação de 410 camas, fruto do acordo firmado com a Administração Central dos Sistemas de Saúde – ACSS, para o acolhimento das quase 30 doentes do antigo Hospital do Lorvão, referido atrás.

29

Importa referir que continuamos, contudo, a sentir enormes dificuldades para que os doentes a internar possam fazer-se acompanhar do Modelo de Referenciação Externa, antes conhecido como P1. Implica, por isso, um conjunto de camas de curto internamento quase sempre vazias. A resolução que propomos passa por uma alteração do número de camas afecto ao CI, fazendo aumentar o número afecto ao médio e longo internamentos.

Comunicação Interna e Externa

A nova Identidade Corporativa proporcionou uma nova imagem e, consequentemente, uma alteração no layout dos folhetos, dos prospectos, da sinalética e dos documentos oficiais do Centro. Os elementos identificativos na CSRSI foram progressivamente alterados, tendo sido adoptada a nova imagem corporativa na sinalética exterior. Contudo, ainda ficaram por alterar a informação de identificação da CSRSI, mesmo na entrada da Quinta dos Silvaes.

Os anúncios/folhetos informativos criados foram cuidadosamente trabalhados, no sentido de se conseguir uma fidelidade ao que está estabelecido para toda a Congregação.

Foram efectuados contactos no sentido de se publicarem documentos sobre as actividades do Centro, os programas e projectos desenvolvidos pelas utentes da CSRSI na Expo-Condeixa.

30

Capitulo 5: SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

5.1. Objetivos da Qualidade

Os objetivos da qualidade foram ajustados para o período de exercício seguinte, sendo o plano datado e assinado, entrando em vigor à data da sua aprovação

Para 2012 foram delineados 36 objetivos, dos quais foram atingidos 23, correspondendo a 63% de concretização dos objetivos estabelecidos.

Com base nos resultados de 2012, foram redefinidos os objetivos e estabelecidas novas metas para o ano de 2013. Os objetivos para o ano de 2013 serão monitorizados de acordo com a calendarização prevista (monitorização quadrimestral e anual).

Mediante os resultados da monitorização serão delineados planos de ação para eventuais desvios.

5.2. Resultados da avaliação da satisfação dos utentes e partes interessadas

No âmbito do processo de implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, avaliamos a satisfação de todas as partes interessadas, relativamente aos serviços prestados pela Casa de Saúde Rainha Santa Isabel.

Após a análise do tratamento dos dados dos questionários de satisfação de 2011, foram despoletadas ações de melhoria, conforme se pode verificar:

Acesso à Informação;

Confidencialidade;

Privacidades;

Atendimento Médico e outros técnicos;

Ambiente de trabalho na Casa de Saúde / Promoção e estímulo do trabalho em equipa;

Ajuda, colaboração e cooperação entre todos os colaboradores;

Correção e justiça na avaliação de desempenho;

31

Remuneração, regalias e benefícios atribuídos pela instituição;

Reconhecimento da dedicação, esforço e trabalho realizado;

Atendimento médico; Esclarecimento e participação no plano terapêutico;

Envolvimento nas atividades desenvolvidas na Unidade / Instituição;

Atendimento dos outros técnicos;

Esclarecimento e envolvimento no plano terapêutico;

Acolhimento e informações no Serviço de Admissões.

Em 2012 foram entregues novamente questionários às partes interessadas, (utentes de longo internamento, curto e médio internamento, colaboradores, entidades parceiras e financiadoras, familiares/pessoa significativa) para que nos pudessem avaliar. Deste modo pretendemos observar os pontos fortes e os pontos a melhorar, podendo assim avaliar o desempenho do Centro na perspetiva das partes interessadas.

Passamos a apresentar os resultados globais da avaliação da satisfação 2012 das partes interessadas:

1. Valores e princípios assistenciais da Instituição 2. Inovação e melhoria contínua na Instituição.

3. Evolução profissional desde que trabalha na Instituição.

4. Ambiente de trabalho na Instituição.

5. Forma como a sua chefia direta planeia consigo o trabalho a executar.

6. Esclarecimento que lhe é prestado acerca do que a Instituição pretende alcançar com o seu trabalho.

7. Grau de colaboração entre si e os seus colegas.

8. Apoio que lhe é prestado em situações de mudança no trabalho.

9. Discussão em equipa de problemas no trabalho.

10. Grau de realização pessoal com o seu trabalho.

11. Reconhecimento pela chefia direta quando executa bem o seu trabalho.

12. Avaliação do seu desempenho profissional.

13. Relacionamento com os utentes e respetivos familiares.

14. Possibilidade de expressar livremente as suas opiniões e fazer sugestões.

15. Disponibilidade dos equipamentos necessários para desenvolver a sua atividade.

16. A sua participação na melhoria permanente da instituição.

17. Formação que lhe é proporcionada para o desenvolvimento das suas competências profissionais.

18. De uma forma geral qual o seu grau de satisfação com a instituição?

Muito Insatisfeito Insatisfeito Satisfeito Muito Satisfeito

32

Do total de colaboradores inquiridos 97% estão muito satisfeitos ou satisfeito com a Instituição que desempenha na Casa de Saúde Rainha Santa Isabel, sendo que 3%

estão insatisfeitos, conforme o gráfico apresentado anteriormente, no ponto 18.

Após a análise do gráfico anterior elaborou-se o seguinte quadro, com os pontos fortes e os pontos a melhorar.

Utentes de Longo Internamento

Em termos gerais de satisfação verifica-se que 61% dos utentes de longo internamento estão muito satisfeitos com os serviços que lhes são prestados pela CSRSI e apenas 1%

referem que estão insatisfeitos.

Pontos Fortes Pontos a Melhorar

Esclarecimento que lhe é prestado acerca do que a Instituição pretende alcançar com o seu trabalho.

Ambiente de trabalho na Instituição.

Disponibilidade dos equipamentos necessários para desenvolver a sua atividade

Discussão em equipa de problemas no trabalho.

A sua participação na melhoria permanente da instituição

Reconhecimento pela chefia direta quando executa bem o seu trabalho

33

Após a análise dos resultados das questões constantes do questionário entregue elaborou-se o seguinte quadro, com os pontos fortes e os pontos a melhorar.

Familiares/Pessoa Significativa dos Utentes de Longo Internamento

De uma formal geral os familiares/pessoa significativa dos utentes de longo internamento 100% referem estar muito satisfeito e satisfeito (78% e 22%

respetivamente).

Após a análise dos resultados das questões constantes do questionário entregue elaborou-se o seguinte quadro, com os pontos fortes e os pontos a melhorar.

Pontos Fortes Pontos a Melhorar

Atendimento das ajudantes de enfermaria Atendimento espiritual Conforto e comodidade dos quartos (temperatura, ruído,

instalações, etc.)

Conhecimento das atividades/eventos realizados na Instituição

Contributo da Instituição para a melhoria da sua qualidade de vida

34

Utentes de Curto e Médio Internamento

27%

1%

72% Muito Insatisfeito

Insatisfeito Satisfeito Muito Satisfeito

A apresentação dos resultados, estão expostos com dois tipos de resultados, graficamente, devendo-se ao facto de uns utentes terem preenchido modelos diferentes de questionários.

Pontos Fortes Pontos a Melhorar

Atendimento de enfermagem Informação disponibilizada sobre os direitos e deveres dos utentes

Atendimento das ajudantes de enfermaria Conhecimento das normas de funcionamento da Instituição

Atendimento dos serviços administrativos

35

Analisando os dois gráficos, através de uma média, verificamos que 69% dos utentes de

Analisando os dois gráficos, através de uma média, verificamos que 69% dos utentes de

No documento Índice. Capítulo 2: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ASSISTÊNCIA HOSPITALEIRA... 7 (páginas 20-0)