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ANEXO IV Parte-CAT

Secção 2 Helicópteros Capítulo 1 — Generalidades

CAT.POL.H.100 Aplicabilidade

a) Os helicópteros deverão ser operados em conformidade com os requisitos de classe de desempenho aplicáveis.

b) Os helicópteros deverão ser operados na classe de desempenho 1:

(1) quando a respectiva proveniência ou destino for um aeródromo ou local de operação localizado num ambiente hostil e congestionado, a não ser que sejam operados a partir ou com destino a um sítio de interesse público (PIS), em conformidade com a CAT.POL.H.225; ou

(2) quando possuírem uma MOPSC superior a 19 passageiros, a menos que sejam operados a partir/com destino a uma heliplataforma de classe de desempenho 2, ao abrigo de uma aprovação conforme com a CAT.POL.H.305.

c) Sem prejuízo do disposto na alínea b), os helicópteros com uma MOPSC igual ou inferior a 19 passageiros, mas superior a nove, deverão ser operados na classe de desempenho 1 ou 2.

d) Sem prejuízo do disposto na alínea b), os helicópteros com uma MOPSC igual ou inferior a 9 passageiros poderão ser operados na classe de desempenho 1, 2 ou 3.

CAT.POL.H.105 Generalidades a) A massa do helicóptero:

(1) no início da descolagem; ou

(2) no caso de replaneamento em voo, no ponto a partir do qual se aplica o plano de voo operacional revisto,

não deverá ser superior à massa a que os requisitos aplicáveis da presente Secção podem ser cumpridos para que o voo seja realizado, tendo em conta as reduções de massa previstas à medida que o voo prossegue e o alijamento de combustível estabelecido no requisito pertinente.

b) Os dados de desempenho aprovados constantes do AFM deverão ser utilizados para determinar o cumprimento dos requisitos da presente Secção, sendo complementados, conforme necessário, com outros dados prescritos no requisito pertinente. O operador poderá especificar outros dados no manual de operações. Quando se aplicarem os factores estabelecidos na presente Secção, poderão ser tidos em conta quaisquer factores operacionais já incorporados nos dados de desempenho do AFM para evitar duplicações. c) Ao demonstrar o cumprimento dos requisitos previstos na presente Secção, deverão ser

tidos em conta os seguintes parâmetros: (1) a massa do helicóptero;

(2) a configuração do helicóptero;

i) pressão, altitude e temperatura; ii) vento:

A) salvaguardando o disposto na alínea C), no que respeita aos requisitos de descolagem, trajectória de descolagem e aterragem, o vento não deverá contar mais do que 50 % da componente de vento frontal com uma velocidade igual ou superior a 5 nós;

B) nos casos em que o AFM permite a descolagem e a aterragem com uma componente de vento de cauda e, em qualquer trajectória de descolagem, não deverá ser tido em conta menos do que 150 % do componente comunicado de vento de cauda; e

C) nos casos em que o equipamento de medição do vento permita uma medição exacta da velocidade do vento no ponto de descolagem e aterragem, o operador poderá estabelecer um excedente de 50 % dos componentes de vento, desde que demonstre à autoridade competente que a proximidade à FATO e a precisão dos equipamentos de medição do vento fornecem um nível de segurança equivalente;

(4) as técnicas de operação; e

(5) a operação de quaisquer sistemas que afectam negativamente o desempenho. CAT.POL.H.110 Consideração de obstáculos

a) Para efeitos de cumprimento dos requisitos relativos à área livre de obstáculos, serão considerados os obstáculos localizados além da FATO, na trajectória de descolagem, ou na trajectória de aproximação falhada se a distância lateral desde o ponto mais próximo da superfície abaixo da trajectória de voo prevista não for superior ao seguinte:

(1) Para operações em VFR:

i) metade da largura mínima definida no AFM — ou, se não for definida nenhuma largura, 0,75 × D, sendo D a maior dimensão do helicóptero com os rotores em funcionamento;

ii) mais, o maior de 0,25 × D ou 3 m; iii) mais:

A) 0,10 × distância DR para operações diurnas em VFR; ou B) 0,15 × distância DR para operações nocturnas em VFR. (2) Para operações em IFR:

i) 1,5 D ou 30 m, prevalecendo aquele que for maior, mais:

A) 0,10 × distância DR, para operações em IFR com guiamento preciso da trajectória;

B) 0,15 × distância DR, para operações em IFR com guiamento padrão da trajectória; ou

C) 0,30 × distância DR, para operações em IFR sem guiamento da trajectória.

ii) Ao considerar-se a trajectória de aproximação falhada, a divergência da área de contingência de obstáculos aplicar-se-á apenas após o final da distância disponível para descolagem.

(3) Para operações com fase inicial de descolagem executada visualmente e convertida em IFR/IMC num ponto de transição, os critérios referidos em (1) aplicar-se-ão até ao ponto de transição, aplicando-se os critérios estabelecidos em (2) após o ponto de transição. O ponto de transição não pode localizar-se antes do final da distância de descolagem necessária para os helicópteros (TODHR) que operam na classe de desempenho 1 ou antes do ponto definido depois da descolagem (DPATO) para os helicópteros que operam na classe de desempenho 2.

b) No que diz respeito às descolagens que recorrem a um procedimento de transição posterior ou lateral, para efeitos de cumprimento dos requisitos relativos à área livre de obstáculos, um obstáculo localizado na área de transição posterior ou lateral será considerado se a sua distância lateral do ponto mais próximo na superfície abaixo da trajectória de voo prevista não for superior a:

(1) metade da largura mínima definida no AFM ou, se não for definida nenhuma largura, 0,75 × D;

(2) mais o maior de 0,25 × D ou 3 m; (3) mais:

i) para operações diurnas em VFR, 0,10 × a distância percorrida desde a parte posterior da FATO, ou

ii) para operações nocturnas em VFR, 0,15 × a distância percorrida desde a parte posterior da FATO.

c) Os obstáculos poderão ser ignorados se estiverem situados a mais de:

(1) 7 × raio do rotor (R) nas operações diurnas, se for possível garantir a precisão de navegação por meio de referências visuais adequadas durante a subida;

(2) 10 × R nas operações nocturnas, se for possível garantir a precisão de navegação por meio de referências visuais adequadas durante a subida;

(3) 300 m se a precisão da navegação puder ser garantida por meio de ajudas de navegação adequadas; ou

Capítulo 2 — Classe de desempenho 1 CAT.POL.H.200 Generalidades

Os helicópteros operados na classe de desempenho 1 serão certificados na Categoria A ou noutra equivalente.

CAT.POL.H.205 Descolagem

a) A massa à descolagem não deverá exceder a massa máxima à descolagem especificada no AFM para o procedimento a utilizar.

b) A massa de descolagem deverá permitir:

(1) interromper a descolagem e aterrar na FATO caso seja detectada uma falha do motor crítico no ponto de decisão da descolagem (TDP) ou antes dele;

(2) que a distância necessária para a interrupção da manobra de descolagem (RTODRH) não exceda a distância disponível para a interrupção da manobra de descolagem (RTODAH); e

(3) que a TODRH não exceda a distância de descolagem disponível para helicópteros (TODAH).

(4) Sem prejuízo do disposto na alínea b, n.º 3, a TODRH poderá exceder a TODAH se o helicóptero, com a falha do motor crítico detectada no TDP, puder, no decurso da descolagem, evitar qualquer obstáculo até ao final da TODRH por uma margem vertical não inferior a 10,7 m (35 pés).

c) Ao demonstrar o cumprimento dos requisitos das alíneas a) e b), dever-se-á ter em conta, no aeródromo ou no local de operação de partida, os parâmetros pertinentes dispostos na CAT.POL.H.105 (c).

d) A parte da descolagem até ao TDP, inclusive, deverá ser efectuada com vista sobre a superfície, de modo a possibilitar a interrupção da descolagem.

e) No que respeita às descolagens que recorrem a um procedimento de transição lateral ou posterior, perante uma falha do motor crítico detectada no TDP ou antes dele, todos os obstáculos na área de transição posterior ou lateral deverão ser evitados por uma margem adequada.

CAT.POL.H.210 Trajectória de descolagem

a) A partir do final da TODRH, com uma falha do motor crítico detectada no TDP:

(1) a massa à descolagem deverá permitir obter uma trajectória de descolagem com uma área vertical acima de quaisquer obstáculos existentes na trajectória de subida não inferior a 10,7 m (35 pés) para operações em VFR e não inferior a 10,7 m (35 pés) + 0,01 × distância DR para operações em IFR. Apenas os obstáculos especificados na CAT.POL.H.110 terão de ser considerados.

(2) nos casos em que seja efectuada uma alteração de rota superior a 15°, deverá considerar-se o efeito do ângulo de inclinação lateral na capacidade de cumprir os requisitos relativos à área livre de obstáculos. A alteração de rota não deverá ser

iniciada antes de ser alcançada uma altura de 61 m (200 pés) acima da superfície de descolagem, a menos que tal faça parte de um procedimento aprovado no AFM. b) Ao demonstrar o cumprimento dos requisitos da alínea a), dever-se-á ter em conta, no

aeródromo ou no local de operação de partida, os parâmetros pertinentes da CAT.POL.H.105 (c).

CAT.POL.H.215 Em rota — com um motor crítico inoperacional

a) Nas condições meteorológicas previstas para o voo e caso o motor crítico fique inoperacional, a massa do helicóptero e a trajectória de voo em qualquer segmento da rota deverão permitir cumprir as disposições dos números 1, 2 ou 3:

(1) Sempre que se preveja que o voo será realizado, em qualquer momento, sem contacto visual com a superfície, a massa do helicóptero deverá permitir um gradiente de subida mínimo de 50 pés por minuto com o motor crítico inoperacional a uma altitude de, pelo menos, 300 m (1 000 pés), ou de 600 m (2 000 pés) em zonas de terreno montanhoso, acima de todo o terreno e todos os obstáculos ao longo da rota dentro de 9,3 km (5 milhas náuticas) em ambos os lados da rota pretendida.

(2) Sempre que se preveja que o voo será realizado sem contacto visual com a superfície, a trajectória de voo deverá permitir que o helicóptero prossiga de uma altitude de cruzeiro até uma altura de 300 m (1 000 pés) acima do local onde pode ser efectuada a aterragem em conformidade com a CAT.POL.H.220. A trajectória de voo deverá estar livre de obstáculos a uma altura vertical mínima de 300 m (1 000 pés) ou 600 m (2 000 pés) em zonas de terreno montanhoso, acima de todo o terreno e quaisquer obstáculos ao longo da rota dentro de 9,3 km (5 milhas náuticas) em ambos os lados da rota pretendida. Poderão ser utilizadas técnicas de descida gradual.

(3) Sempre que se preveja que o voo será realizado em VMC com contacto visual com a superfície, a trajectória de voo deverá permitir que o helicóptero prossiga de uma altitude de cruzeiro até uma altura de 300 m (1 000 pés) acima do local onde pode ser efectuada a aterragem em conformidade com a CAT.POL.H.220, sem que, em momento algum, voe abaixo da altitude mínima exigida. Deverão ser considerados todos os obstáculos existentes nos 900 m de ambos os lados da rota.

b) Ao demonstrar o cumprimento do disposto na alínea a), nos 2 ou 3: (1) presume-se que o motor crítico falha no ponto mais crítico da rota; (2) são considerados os efeitos dos ventos ao longo da trajectória de voo;

(3) o alijamento de combustível é planeado de modo a que seja mantida a quantidade necessária para chegar ao aeródromo ou local de operação com as necessárias reservas de combustível e desde que seja utilizado um procedimento seguro; e

(4) não se prevê a realização de qualquer alijamento de combustível a menos de 1 000 pés acima do solo.

c) As margens de largura da alínea a), nos 2 ou 3, deverão ser aumentadas para 18,5 km (10 milhas náuticas), se não for possível manter a precisão de navegação em 95 % do tempo total de voo.

CAT.POL.H.220 Aterragem

a) A massa do helicóptero na aterragem à hora prevista de aterragem não deverá exceder a massa máxima indicada no AFM para o procedimento adoptado.

b) Caso seja detectada uma falha do motor crítico na altura ou antes do ponto de decisão da aterragem (LDP), deverá ser possível aterrar e parar dentro da FATO, ou interromper a manobra de aterragem e evitar todos os obstáculos na trajectória de voo por uma margem vertical de 10,7 m (35 pés). Apenas os obstáculos especificados na CAT.POL.H.110 terão de ser considerados.

c) Caso seja detectada uma falha do motor crítico na altura ou depois do ponto de decisão da aterragem (LDP), deverá ser possível:

(1) evitar todos os obstáculos na trajectória de aproximação; e (2) aterrar e parar dentro dos limites da FATO.

d) Ao demonstrar o cumprimento do disposto nas alíneas a) a c), deverão ser tidos em conta os parâmetros pertinentes da CAT.POL.H.105 (c) no que respeita à hora estimada de aterragem no aeródromo ou local de operação de destino ou, se necessário, em qualquer aeródromo alternativo.

e) A parte da aterragem desde o LDP até ao toque na pista («touchdown») serão realizados com contacto visual com a superfície.

CAT.POL.H.225 Operações com helicópteros com origem/destino num sítio de interesse público

a) As operações com origem/destino num sítio de interesse público (PIS) poderão ser realizadas na classe de desempenho 2, sem necessidade de conformidade com a CAT.POL.H.310 (b) ou a CAT.POL.H.325 (b), desde que sejam cumpridos todos os requisitos a seguir enunciados:

(1) o PIS tenha sido estabelecido em data anterior a 1 de Julho de 2002;

(2) a dimensão ou a envolvente do obstáculo não permita operar em conformidade com a classe de desempenho 1;

(3) a operação seja conduzida com um helicóptero com uma MOPSC igual ou inferior a seis passageiros;

(4) o operador cumpra a CAT.POL.H.305 (b)(2) e (b)(3);

(5) a massa do helicóptero não exceda a massa máxima indicada no AFM para um gradiente de subida de 8 %, sem vento, a uma velocidade segura de descolagem (VTOSS), com o motor crítico inoperacional e os restantes motores em potência

adequada; e

(6) o operador tenha obtido uma aprovação prévia da autoridade competente e do Estado do PIS.

b) O manual de operações deverá definir procedimentos especificamente relacionados com o PIS, tendo por objectivo minimizar o período de tempo em que existe risco para os ocupantes do helicóptero e para as pessoas em terra caso ocorra uma falha de motor durante a descolagem ou a aterragem.

c) O manual de operações deverá incluir, para cada PIS: um diagrama, ou fotografia com anotações, revelando os principais aspectos, as dimensões, as não conformidades com a classe de desempenho 1, os principais riscos e o plano de contingência em caso de incidente.

Capítulo 3 — Classe de desempenho 2 CAT.POL.H.300 Generalidades

Os helicópteros operados na classe de desempenho 2 serão certificados na Categoria A ou noutra equivalente.

CAT.POL.H.305 Operações sem garantia da capacidade de efectuar uma aterragem forçada em segurança

a) As operações que não permitam efectuar uma aterragem forçada em segurança durante as fases de descolagem e aterragem só poderão ser efectuadas se o operador tiver obtido uma aprovação da autoridade competente.

b) Para obter e manter tal aprovação, o operador deverá: (1) efectuar uma avaliação de riscos, especificando:

i) o tipo de helicóptero; e ii) o tipo de operações; (2) cumprir as seguintes condições:

i) atingir e manter o padrão de modificação do helicóptero/motor definido pelo fabricante;

ii) levar a cabo as operações de manutenção preventivas recomendadas pelo fabricante do helicóptero ou do motor;

iii) descrever os procedimentos de descolagem e aterragem no manual de operações, caso ainda não tenham sido descritos no AFM;

iv) determinar o tipo de formação para a tripulação de voo; e

v) criar um sistema que permita comunicar ao fabricante qualquer perda de potência, paragem ou falha de motor;

e

(3) implementar um sistema de monitorização da utilização (UMS). CAT.POL.H.310 Descolagem

a) A massa à descolagem não deverá exceder a massa máxima definida para um gradiente de subida de 150 pés por minuto a 300 m (1 000 pés) acima do aeródromo ou local de operação, com o motor crítico inoperacional e os restantes motores em potência adequada. b) No que diz respeito às operações que não as indicadas em CAT.POL.H.305, a descolagem

deverá ser realizada de modo a permitir uma aterragem forçada em segurança até ao ponto em que seja possível a continuação segura do voo.

c) Relativamente às operações conformes com a CAT.POL.H.305, além dos requisitos dispostos na alínea a):

(1) a massa à descolagem não deverá ultrapassar a massa máxima especificada no AFM para um estacionário fora do efeito de solo com todos os motores a operar com uma potência adequada (AEO OGE), sem vento; ou

(2) para operações a partir de uma heliplataforma:

i) com um helicóptero com uma MOPSC superior a 19 passageiros; ou

ii) qualquer helicóptero operado a partir de uma heliplataforma localizada num ambiente hostil,

a massa à descolagem deverá ter em conta: o procedimento; falha da borda da plataforma e descida em função da altura da heliplataforma, com o(s) motor(es) crítico(s) inoperacional/is e os restantes motores a operar com uma potência adequada.

d) Ao demonstrar o cumprimento dos requisitos das alíneas a) a c), dever-se-á ter em conta, no local de partida, os parâmetros pertinentes dispostos da CAT.POL.H.105 (c).

e) A parte da descolagem anterior à aplicação do requisito disposto na CAT.POL.H.315 será realizada com contacto visual com a superfície.

CAT.POL.H.315 Trajectória de descolagem

A partir do ponto definido depois da descolagem (DPATO) ou, em alternativa, antes de serem atingidos os 200 pés acima da superfície de descolagem, com o motor crítico inoperacional, deverão ser cumpridos os requisitos da CAT.POL.H.210 (a)(1), (a)(2) e (b).

CAT.POL.H.320 Em rota — motor crítico inoperacional O requisito disposto na CAT.POL.H.215 deverá ser cumprido. CAT.POL.H.325 Aterragem

a) A massa à aterragem à hora prevista de aterragem não deverá ultrapassar a massa máxima especificada para um gradiente de subida de 150 pés por minuto a 300 m (1000 pés) acima do aeródromo ou local de operação, com o motor crítico inoperacional e o(s) restante(s) motor(es) em potência adequada.

b) Se o motor crítico falhar em qualquer ponto da trajectória de aproximação: (1) a aterragem poderá ser interrompida ao abrigo da CAT.POL.H.315; ou

(2) no caso das operações não especificadas na CAT.POL.H.305, o helicóptero poderá realizar uma aterragem forçada em segurança.

c) Relativamente às operações conformes com a CAT.POL.H.305, além dos requisitos dispostos na alínea a):

(1) a massa à aterragem não deverá ultrapassar a massa máxima especificada no AFM para um estacionário AEO OGE, sem vento, com todos os motores a operar a uma potência adequada; ou

(2) relativamente às operações a partir de uma heliplataforma:

i) com um helicóptero com uma MOPSC superior a 19 passageiros; ou

ii) qualquer helicóptero com destino a uma heliplataforma localizada num ambiente hostil,

a massa à descolagem deverá ter em conta o procedimento e a descida em função da altura da heliplataforma, com o motor crítico inoperacional e o(s) restante(s) motor(es) a operar com uma potência adequada.

d) Ao demonstrar o cumprimento dos requisitos das alíneas a) a c), dever-se-á ter em conta, no aeródromo de destino ou alternativo, os parâmetros pertinentes da CAT.POL.H.105 (c). e) A parte da aterragem após a qual deixa de ser possível cumprir o disposto na

Capítulo 4 — Classe de desempenho 3 CAT.POL.H.400 Generalidades

a) Os helicópteros operados na classe de desempenho 3 serão certificados na Categoria A ou noutra equivalente, ou ainda na Categoria B.

b) As operações deverão apenas ser realizadas em ambiente não hostil, à excepção dos seguintes casos:

(1) operações levadas a cabo ao abrigo da CAT.POL.H.420; ou

(2) nas fases de descolagem e aterragem, operações levadas a cabo nos termos da alínea c).

c) Desde que o operador seja titular de uma aprovação nos termos da CAT.POL.H.305, as operações poderão ser realizadas com destino/proveniência de um aeródromo ou local de operação localizado fora de um ambiente hostil e congestionado, sem garantia da capacidade de efectuar uma aterragem forçada em segurança:

(1) durante a descolagem, antes de atingir a velocidade Vy (velocidade para o melhor

gradiente de subida) ou 200 pés acima da superfície de descolagem; ou (2) durante a aterragem, abaixo dos 200 pés acima da superfície de aterragem. d) Não serão realizadas operações:

(1) sem contacto visual com a superfície; (2) à noite;

(3) quando o tecto for inferior a 600 pés; ou (4) quando a visibilidade for inferior a 800 m. CAT.POL.H.405 Descolagem

a) A massa à descolagem deverá ser a mais baixa dos seguintes valores: (1) a MCTOM; ou

(2) a massa máxima à descolagem especificada para um estacionário com efeito de solo com todos os motores a operar com potência de descolagem ou, se as condições forem tais que um estacionário com efeito de solo pareça improvável, a massa à descolagem especificada para um estacionário fora do efeito de solo com todos os