Indicadores de Qualidade Clínica

No documento Índice. Capítulo 1: ENQUADRAMENTO Introdução Análise da atividade desenvolvida... 5 (páginas 14-0)

Capítulo 2: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ASSISTÊNCIA HOSPITALEIRA

2. Assistência intra-hospitalar

2.2. Unidades assistenciais

2.2.5. Indicadores de Qualidade Clínica

Nos quadros abaixo transcrevemos alguns indicadores de qualidade clínica.

Taxa de Prevalência no ano

Unidade Assistencial

(nome) Tipo Nº de

utentes Quedas Úlceras de pressão

Taxa de prevalência: nº de utentes com determinada carateristicas / nº total de utentes da unidade X 100

Taxa de Incidência no ano

Unidade Assistencial Tipo Nº de

utentes Úlceras de

Índice de mortalidade: nº falecimentos no ano/nº admissões do ano X 100 Taxa de mortalidade: nº falecimentos no ano/nº altas do ano X 100

2.2.6. Monitorização dos indicadores operacionais

Quadro anual – área intra-hospitalar

Indicador

5 Área Assistencial: número de entradas de

colaboradores por mês (ETI)

1,0 2,1 1,0 0,0 14,0 4,0 5,0 4,0 5,0 12,0 5,0 2,0 55,1

6

Área Assistencial: número de saídas de colaboradores por mês (ETI)

5,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0 2,0 10,0 5,0 13,0 4,0 43,0

7

Área Assistencial: número de colaboradores no final do mês (ETI)

154,3 150,3 150,4 151,4 151,4 165,4 169,4 172,4 174,4 169,4 176,4 168,4 166,4

8

Área não Assistencial:

número de entradas de colaboradores por mês (ETI)

0,0 1,0 0,0 0,0 2,0 1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0 7,0

9

Área não Assistencial:

número de saídas de colaboradores por mês (ETI)

0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 1,0 1,0 3,0 0,0 6,0

10

Área não Assistencial:

número de colaboradores no final do mês (ETI)

52,0 52,0 53,0 53,0 53,0 54,0 55,0 56,0 56,0 55,0 54,0 51,0 53,0

Número de dias no mês 31 28 31 30 31 30 31 31 30 31 30 31 365

2.3. Assistência extra-hospitalar – Estruturas alternativas

Assistência Extra Hospitalar

Apartamentos comunitários

Residências

internas Hospital de Dia

Centro de Reabilitação

Profissional

Outros Totais

Número 2 2

Lotação 10 10

Censo inicial 8 8

Entradas 1 1

Reentradas 0 0

Saídas 0 0

Pessoas assistidas 0 9 0 0 9 Dias de exercício 3206 3206

Censo Final 0 9 0 0 9

Capítulo 3: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ATIVIDADE DE DOCÊNCIA E INVESTIGAÇÃO

3.1. Formação e estágios

Saber para agir Prestação de Cuidados

Nome do curso Gestão integrada da doença

Nome do curso Evangelização e Saúde Mental

Colaboradores Novos Enfermeiros Técnicos/

Enfermeiros

3.1.2. Estágios

Estágios Estágios realizados

Área de estágio Enfermagem Animador

Sociocultural Enfermagem Psicologia Serviço Social Enfermagem Enfermagem Animador Sociocultural

Técnico auxiliar

de saúde Enfermagem Medicina

Nº de Estagiários 19 3 1 1 1 2 17 2 1 2 1

3.2. Estudos de investigação

3.2.1 Realizados no centro

Nº trabalhos, profissionais envolvidos e tema central (sem quadro) 3.2.2 Em colaboração com o centro

A Casa de Saúde Câmara Pestana participou, em parceria com o NAISM, no Projeto INTER NOS (Estudo do Estigma nos profissionais de Saúde Mental). Participaram um total de 151 colaboradores.

3.3. Participação em atividades científicas e académicas

3.3.1. Atividades Científicas e Académicas Nada a registar.

3.3.2. Formações externas com a colaboração de profissionais do Centro

Entidade promotora nome da entidade nome da entidade

Área de Intervenção

Serviço Social Serviço Social Tema "Serviço Social na

Saúde"

I Fórum da Pessoa Idosa

Total

Nº de Formações 1 - 1h 1 - 1h 2 - 2h

3.5. Pastoral da Saúde

Programas Evangelização Celebração Acompanhamento

Nº de Participantes A)Catequeses.83; B) Reflexões-123; C)-3;

Sac. Reconciliação A) Cada 2 meses para utentes de Irmã. Outros momentos de

oração: A) 50; B) 8; C) 3; Ir.

Constituição da Equipa P. Leandro Garçês, Ir. Celeste Martins, Ir. Maria Rosa Costa, Enfª Catrina Abreu, Ocup. Vera Teixeira, Volunt. Rosa Freitas, Ir. Fernanda Esteves

Reuniões de equipa 2 Reuniões: 30 Janeiro de 2013; 22 de Outubro de 2013.

3.6. Comissão de Ética

Em 2013 realizou-se uma reunião da Comissão de Ética com nomeação de nova presidência.

3.7. Parcerias, protocolos

Parcerias e Protocolos

Docência Docência Docência Docência Docência Docência Docência Apoio Social Outras

Designação Escola Dr. Ângelo Augusto da Silva

Objetivos Estágio académico. Estágio académico. Estágio académico. Realizar um período de

Alunos do 2.º ano. Alunos do 2.º ano. Alunos dos Lyceé. Alunos inseridos no 3.º ano do

Benefícios obtidos

Nenhuns. Nenhuns. Nenhuns. Nenhuns. A ESESJC

proporcionará à

técnico aos enfermeiros que

desenvolvam projetos de investigação em

Enfermagem.

3.8. Associação de Familiares e Amigos

Principais Intervenções Voluntariado Lúdico-recreativas Organização

Eventos Outras

Destinatários

1 Ação de formação Apresentação da ÂNCORA

e Respostas na Comunidade Nº de Participantes

7

Benefícios obtidos

Maior conhecimento sobre os recursos na comunidade para pessoas com doença

mental

Ano 2012 Ano 2013

Nº de Associados 36 40

3.9. Resenha histórica

No quadro abaixo são referidas as actividades mais relevantes ocorridas no ano 2013.

Mês Dia Actividades mais relevantes

Janeiro 19 Aniversário Grupo Leigos Hospitaleiros

29 Presença no programa da RTP Madeira “Madeira Viva” da Ir. Fernanda Esteves

Fevereiro

8 Participação Desfile Carnaval - Casa de Saúde São João de Deus 11 Dia Mundial do Doente - Eucaristia e Desfile de Carnaval

11 Desfile de Carnaval

Março 8 Dia Internacional da Mulher - Almoço Convivio Lar Santa Isabel 8 Almoço Utentes ReabilitaçãoRestaurante DONNA MARIA

Abril

9 Participação Abertura Jogos Desporto Escolar - Estádio dos Barreiros

11 Visita do IA Saúde

23, 24 Peddypaper Hospitaleiro com os Colaboradores, Celebração Bento Menni

30 Participação Jogos da Primavera - CRPSF

Maio 16 Caminhada pela Saúde - Serviço Socioeducativo - São Roque 31 Celebração do 132º Aniversário da Fundação da Congregação

Espectáculo "132 Anos a Cativar"

30 Maio a 1

Junho II Feira dos Sabores Solidários

Junho

18 Marchas Populares - Casa de Saúde Câmara Pestana 24,27 e 28 Marchas Populares - Lar Bela Vista, CSSJoão de Deus, CRPSF

25 Passeio (Utentes Unidade Santa Isabel ) - Arco São Jorge

Julho 04, 08 e 10 Passeio Grande - Porto Moniz

17 Passeio (Utentes Unidade Santa Isabel ) - Arco São Jorge

Setembro

1ª Quinzena Colónia de Férias - Porto Santo

12 Passeio (Utentes Unidade São José ) - Arco São Jorge

17 Casino - Desfile Fatos Reciclados

27 Celebração Bodas de Prata Ir. Isabel Bárbara

2ª Quinzena Formação "Suporte Básico de Vida"

Outubro

7 a 11 IX Semana Aberta à Saúde Mental

10 Marcha Pela Saúde Mental - Funchal

11 Encerramento da Semana Aberta à Saúde Mental - SUNSET PARTY 16 Programa RTP Madeira "Saúde 22" com reportagem da CSCP

22 Formação "Ano da Fé"

22

Form. Doc. XX Capítulo Geral "Recrear a Hospitalidade, Caminhos de Revitalização"

5 a 21 Passeios - Convívio em Hospitalidade CSCP-CRPSF

Novembro 14 e 20 Almoço no restaurante Encumeada De Utentes

Dezembro

4 Desfile Mod@rte - Café do Ateneu

05 a 08 Participação na Feira das Vontades

9 Caminhada pela Inclusão - Câmara de Lobos

12 Participação - Festa de Natal da ADCF

15 Festa de Natal da Casa de Saúde

2ª Semana Participação no Concurso de Presépios da CMFunchal

18 Celebração Eucarística do 50º Aniversário da Morte da Ir. Maria do Monte 20 Missa do Parto - Eucaristia de Natal Utentes e Colaboradores

27 Visita às Iluminações de Natal

3.10. Acontecimentos significativos

Celebrações

Entre os acontecimentos significativos já detalhados no quadro acima temos a destacar os seguintes três:

-a 29 de Janeiro no programa da RTP Madeira, “Madeira Viva”, a Ir. Fernanda Esteves abordou a Pastoral da Saúde, o Voluntariado e a Juventude Hospitaleira;

-na celebração do 132º aniversário da Fundação da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, promovemos no Auditório Bento Menni o espectáculo “132 Anos a Cativar”;

-a 27 de Setembro celebramos as Bodas de Prata da Ir. Isabel Bárbara;

-a 16 de Outubro no programa “Saúde 22” da RTP Madeira, foi exibida uma reportagem sobre a Casa de Saúde, com enfoque na Reabilitação;

-a 22 de Outubro foi promovida para os Leigos Hospitaleiros uma formação, aberta a todos os demais interessados, sobre o “Ano da Fé”, pelo Padre Marcos Gonçalves;

-a 22 e 23 de Outubro foi abordado pela Ir. Laurinda Faria, o Documento do XX Capítulo Geral “Recriar a Hospitalidade, Caminhos de Revitalização”;

- entre 5 e 21 de Novembro foram promovidos vários dias de convívio em passeio de hospitalidade, entre os colaboradores do Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família e a Casa de Saúde Câmara Pestana;

-em Dezembro a Casa de Saúde recebeu uma menção Honrosa pelo presépio da Unidade S. José, que integrou o concurso de presépios da CM Funchal;

-a 18 de Dezembro celebrou-se com uma Eucaristia o 50º Aniversário da morte da Ir.

Maria do Monte;

-a 20 de Dezembro, a sugestão das Utentes, celebrou-se uma Missa do Parto, Eucaristia de Natal para utentes e colaboradores.

Visitas

Mês Dia Visitas

Fevereiro 1 Visita de Alunos da Esc. Prof. Qualificar do Curso de Técnicos Aux. De Saúde 9 Visita de alunos da Ribeira Brava, Ponta do Sol, Campanário

Março 2 Visita de Alunos das Escolas do Caniçal e Machico

16 Visita de alunos da Escola do Caniço e da Esc. Horácio Bento Gouveia Abril 12

Visita de Alunos do Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Mental da Universidade da Madeira

Junho 18 Visita de Alunos da Licenciatura em Enfermagem da Universidade da Madeira Novembro 6 Visita de Alunos do Curso de Medicina da Universidade da Madeira

18 Visita de Alunos da Licenciatura em Enfermagem da ESESJC

Dezembro 14 Visita de Paroquianos da Camacha

18 Visita de Alunos do 3º Ano da Licenciatura de Psicologia da Univ. da Madeira

Capítulo 4: SÍNTESE AVALIATIVA 4.1. Cumprimento de objetivos e ações - Plano de Gestão

Caminho / Objetivo Estratégico

Previsão (nº) Cumpridos (nº) Eficácia Cumprimento (%)

Observações / Medidas Corretivas

Objetivos IV – ASSUMIR CRIATIVAMENTE A MISSÃO COMO PROJETO COMUM

1

Elaborar e aplicar itinerários formativos

diferenciados no âmbito da identidade, cultura, valores e modelo hospitaleiro

0 0 0 0

Não foram delineados Objetivos/Ações neste item

2

Reestruturar o processo de integração e incorporação dos colaboradores no projecto

hospitaleiro 2 5 2 5 100,0% 100,0%

3

Potenciar a dimensão evangelizadora das obras hospitaleiras com cariz eminentemente

humanizador e sanador 2 4 2 4 100,0% 100,0%

4 Potenciar a dimensão evangelizadora e de

acompanhamento espiritual da Pastoral da Saúde 1 3 1 3 100,0% 100,0%

5 Potenciar e qualificar a comunicação interna e

externa 3 7 3 7 100,0% 100,0%

6 Desenvolver a partilha de conhecimento e de boas

práticas intra e intercentros 1 3 1 3 100,0% 100,0%

7 Projectar o Modelo Hospitaleiro como referência

no âmbito da saúde mental 1 1 1 1 100,0% 100,0% O SRS não organizou reuniões no Conselho Regional de Saúde Mental

8 Fortalecer o compromisso efectivo na realização

partilhada da missão. 1 3 1 3 100,0% 100,0%

9 Consolidar o processo de “Leigos Hospitaleiros”

(LH) 2 5 2 5 100,0% 100,0%

10 Desenvolver experiências de missão partilhada

realizando projetos de fronteira 1 1 1 1 100,0% 100,0%

Caminho IV - Sub-total 14 32 14 32 100,0% 100,0%

V – TORNAR VISÍVEL A BOA NOTÍCIA NO MUNDO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO

11 Auscultar novas formas de sofrimento psíquico 2 4 0 2 0,0% 50,0%

não abertura de Consulta de Enferm. SMPsiq., não foi criado o projeto de apoio domiciliário

12 Estudar e avaliar as obras e estruturas da Província 0 0 0 0 Não foram delineados Objetivos/Ações neste item

13 Desenvolver uma cultura de trabalho em rede,

melhoria contínua e investigação 2 5 2 5 100,0% 100,0%

14 Consolidar, na prática diária dos centros, o

Modelo Hospitaleiro 7 17 6 14 85,7% 82,4%

Não foi efetuada a Auditoria Final do SGQ, não foi revisto o Manual de Procedimentos Administrativos pela Dir. Instituto

15 Garantir a sustentabilidade e a viabilidade das

obras hospitaleiras 2 5 2 5 100,0% 100,0%

Monitorização Quadrimestral e análise de rácios e desvios.Contenção nos custos de medicamentos e disp Clinicos. Foram realizadas 1 reunião

quadrimestral por unidade

16 Promover o compromisso para o envio apostólico

e a partilha solidária de recursos 0 0 0 0 Não foram delineados Objetivos/Ações neste item 17

Estabelecer parcerias de cooperação em rede com outras instituições que respondam a situações de

pobreza social. 2 4 2 4 100,0% 100,0%

Colaboração na parceria da Cáritas, Segurança Social, IA Saúde

Caminho V - Sub-total 15 35 12 30 80,0% 85,7%

Total 29 67 26 62 89,7% 92,5%

4.2. Avaliação sintética por cada um dos caminhos

IV - ASSUMIR CRIATIVAMENTE A MISSÃO COMO PROJETO COMUM

No caminho IV os objetivos foram na totalidade cumpridos.

Temos a destacar o cumprimento do objetivo relacionado com a introdução dos processos de tutoria nas fases de integração dos colaboradores. Foi também realizada formação inicial aos novos colaboradores onde foi dado grande enfoque à identidade, carisma e cultura hospitaleira.

Foi divulgado e refletido em equipas o Documento do XX Capítulo Geral, realizado um Peddypaper Hospitaleiro entre os colaboradores de forma a promover a integração dos valores na vivência diária e aprofundar o sentido de pertença. Foi promovida a divulgação da Instituição e da sua identidade em várias escolas ao longo do ano.

Ao longo do ano foi reformulada a dinamização da catequese pelas diferentes valências, promovida a formação aos agentes da pastoral, aprofundado o acompanhamento espiritual dos utentes em especial do curto internamento, e a cada vez maior integração da Pastoral da Saúde na dinâmica do Centro.

Foi incentivada a maior divulgação da Instituição no exterior, e integração e intercâmbio com outras instituições, como na IX Semana Aberta realizada de 7 a 11 de Outubro e na participação na 11ª Feira das Vontades, na divulgação de eventos e celebrações ao longo do ano.

Foi promovido o intercâmbio de utentes em trabalho protegido entre a Casa de Saúde e o Centro de Reabilitação Psicopedagógico da Sagrada Família. Além disso, de uma forma inovadora foram realizados alguns passeios convívio entre os colaboradores dos dois centro, numa perspectiva de aprofundar a ligação hospitaleira entre os mesmos.

Na mesma perspectiva de aproveitar sinergias e boas práticas procedeu-se à programação e preparação conjunta de umas Jornadas para Maio de 2014.

Durante o ano 2013 foi fortalecido o acompanhamento sistemático às pessoas com funções de chefia, e reorganizadas as chefias por valências (curto internamento, psiquiatria longo internamento, deficiência intelectual, psicogeriatria, reabilitação).

Numa perspectiva de maior dinamização, foram novamente divulgados os Leigos Hospitaleiros e os seus fins. Na sua dinâmica foi abordado em formação o “Ano da Fé”.

V – TORNAR VISÍVEL A BOA NOTÍCIA NO MUNDO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO No caminho V não foram cumpridos 3 objetivos.

Na perspectiva de auscultar novas formas de sofrimento psíquico, não foi dinamizada consulta de apoio aos colaboradores, designando-se como ação de melhoria para 2014 a divulgação do espaço de escuta pela assistente espiritual e pela divulgação entre as reuniões de equipas da disponibilidade da Direção ouvir os colaboradores. Também havia sido proposto como objetivo criar um projeto de apoio domiciliário. Este não foi elaborado e assim foi designada como ação de melhoria o elaborar o citado projeto até ao final de Dezembro de 2014.

Relativamente às parcerias foi aprofundado ao relacionamento com o IA Saúde, entidade financiadora e com algumas das parcerias existentes, além de se criarem novas parcerias, com destaque para a área do Ensino/ Estágios , com a Qualificar e com a Escola Profissional Cristovão Colombo.

Foi um ano de aposta no reativar alguns laços familiares dos utentes, além de motivar a participação dos mesmos no processo terapêutico dos utentes. Aliado a isto promoveu-se a Associação de Familiares e Amigos (Âncora) com sessões de esclarecimento e sensibilização.

Na perspectiva de evidenciar o protagonismo dos utentes, realizou-se e monitorizaram-se os PIIs (Planos Individuais de Intervenção) e criou-se um grupo de auto-representação.

Outro dos objetivos não cumpridos foi a realização da Auditoria Final EQUASS, adiada para até ao final do 1º Semestre de 2014.

Consolidou-se ao longo do ano a referenciação e realização de notas de alta médicas e de enfermagem.

Relativamente aos Voluntários, cumprindo os procedimentos a eles inerentes, foi elaborado um processo individual por voluntário e dada formação aos mesmos.

A nível dos recursos humanos foi realizada avaliação de desempenho a todos os colaboradores e a partir da mesma diagnosticadas as necessidades de formação.

No que se refere à Gestão, foi realizada a monitorização operacional mensal, e a monitorização quadrimestral de performance de gestão. Foram quadrimestralmente analisados os desvios de custos e contenção dos mesmos.

Capitulo 5: SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

Introdução

A Casa de Saúde Câmara Pestana (CSCP) encontra-se em fase de implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, no âmbito da norma European Quality in Social Services (2012) - EQUASS Assurance uma iniciativa da EPR - European Platform for Rehabilitation, que providencia serviços de carácter abrangente na área da certificação da qualidade, os quais se encontram em consonância com os requisitos europeus em matéria de qualidade no âmbito dos serviços sociais.

É no âmbito da sua missão, visão e valores que a CSCP traça a sua meta de forma a ser certificada no modelo EQUASS, tendo em vista a melhoria dos seus serviços expressado através de boas práticas numa lógica de melhoria continua através de políticas, processos e procedimentos revistos periodicamente, tendo por base uma estrutura e padrões organizacionais (IIHSCJ).

Este Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) – EQUASS – CSCP, visa estabelecer um novo plano de desenvolvimento dos serviços da CSCP, com vista à melhoria contínua.

Com este relatório de revisão do sistema de gestão da qualidade pretendemos apresentar os resultados a ele subjacentes bem como enumerar ações de melhoria face aos resultados obtidos. Também com este relatório analisamos a adequação das diferentes definições do sistema (compromissos institucionais, processos e procedimentos, entre outros documentos) que será realizada ao longo do relatório.

Os resultados e a análise do sistema serão apresentados através dos princípios e dimensões do modelo, tendo em conta os critérios e indicadores subjacentes.

Salienta-se que a orgânica funcional/operacional do Departamento da Qualidade sofreu algumas alterações estruturais com vista à gestão eficaz e eficiente do nosso Sistema sempre na óptica da melhoria contínua.

Pretende-se assim que este relatório seja uma reflexão sobre a maturidade adquirida no último ano do SGQ constituindo assim o principal desafio a certificação do nosso Centro de acordo com a norma European Quality in Social Services (2012) - EQUASS Assurance.

Realça-se que os resultados e a análise do sistema serão apresentados através dos princípios e dimensões do modelo, tendo em conta os critérios e indicadores subjacentes aos anos de 2011, 2012, 2013 nos indicadores em que nos é possível em que consequentemente surge a respetiva análise, em que esta sirva de base de possíveis ações de melhoria face ao desenvolvimento institucional.

Análise do Sistema de Gestão da Qualidade

5.1 - Liderança

O IIHSCJ considera a liderança como um princípio dinamizador e fundamental para a garantia da qualidade. Empenhamo-nos em impulsionar um estilo de liderança que promove o desenvolvimento e a inovação, assegurando a adoção de boas práticas, a otimização dos recursos e a orientação para a prossecução dos fins institucionais.

5.1.1 - Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade

A nossa Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade encontram-se descritas em vários documentos organizacionais, tais como: DNR. 08 - Regulamento Funcional Interno do Centro, MOD. 102 - Plano Estratégico 2013/2015, MOD.

105 – Memória Anual 2012/2013, DOC.03 - Guia de Acolhimento, Carta de Identidade Institucional, MOD.107 - Brochura de Divulgação de Resultados e DNR.07 – Manual de Políticas de Gestão de Recursos Humanos.

Para além dos documentos organizacionais anteriormente referidos a nossa Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade, encontra-se divulgada para todas as partes interessadas através do nosso Website e cartazes afixados pelo centro.

Também é nossa preocupação crescente o reforço destes temas perante os colaboradores pelo que se padroniza que se verifique a sua adequabilidade, nas reuniões de serviços/unidades e através de formação, reforçando assim o nosso compromisso.

A Direção da CSCP avaliou a Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade, concluindo que estas se mantêm adequadas aos princípios do Centro e à estratégia por ela definida em concordância com o IIHSCJ, com vista à satisfação de todas as partes interessadas pelo que se evidenciam alguns indicadores que foram sujeitos a análise.

5.1.1.1- Taxa de Ocupação

Um dos indicadores escolhidos para a verificação da adequação da nossa Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade é a Taxa de ocupação que dá sentido e consistência da adequabilidade da nossa prática ao longo dos últimos 3 anos.

Constata-se uma tendência positiva nos últimos 3 anos pelo que se justifica pelo aumento das doenças mentais /psiquiátricas de acordo com os relatórios da OMS, salientando que no ano de 2013 a Taxa de Ocupação ser de 100%, evidenciando assim a adequabilidade do nosso Centro.

5.1.1.2 – Reconhecimento da Comunidade

Sendo a comunidade o meio para alcançarmos a nossa missão e implementação dos nossos valores e concludentemente ir ao encontro da nossa visão e política da qualidade é de crucial importância aferir como ela avalia a importância do trabalho desenvolvido garantindo assim a valorização do nosso

Pelo que evidenciamos através do resultado de 3 questões do Mod. 47 - Questionário de avaliação do grau de conhecimento da comunidade (PROC.09) a adequabilidade da nossa Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade.

Questões 2012 2013

5. Considera que os serviços prestados vão de encontro às necessidades da

comunidade? (resposta com SIM) 90% 68%

6. Do que conhece acha que os serviços desenvolvidos são importantes?

(resposta com SIM) 94% 94%

7. Considera que esta a instituição é respeitada e reconhecida na Comunidade

pela sua qualidade e utilidade? (resposta com SIM) 65% 71%

Salientamos que da análise do quadro anterior apenas um valor possui uma tendência negativa, concluindo que por vezes o não conhecimento da instituição poderá levar a este tipo de resposta, contudo salientamos que no ano de 2012 – surgiram 60 respostas ao questionário e no ano de 2013 – surgiram 199 questionários respondidos, o que evidencia a preocupação crescente do Centro na procura da opinião da comunidade, alicerçando o trabalho que desenvolve.

5.1.1.3 – Auditorias Internas

Fruto das auditorias internas constata-se que os colaboradores quando entrevistados demonstram conhecimento da missão, visão e valores, refletindo um trabalho institucional informativo bem como a vivência da missão hospitaleira. (Cf. Relatório auditoria de 16 e 17 de Outubro de 2013)

Ações a desenvolver:

Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade

- Reforço da divulgação da nossa missão, visão, valores e política da qualidade através:

- Reuniões dos serviços/unidades;

- Apresentação do Centro nas visitas de estudo;

- Realização de ações de sensibilização/divulgação na comunidade

5.1.2 - Comunicação

A comunicação para a CSCP assume uma importância capital como meio de

A comunicação para a CSCP assume uma importância capital como meio de

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