Atos com fogo.
Atos com urina, fezes e excrementos.
Atos com agulhas, facas, perfurações e sangue. Atos com instrumentos médicos ginecológicos. Atos com crianças e animais.
Atos que deixem marcas permanentes na pele. Atos relativos ao controle da respiração.
97 Atividade que implique contato direto com corrente elétrica, fogo e chamas no corpo.
Uf. Ele tinha que escrever! Claro… todos estes limites pareciam
sensatos e necessários na verdade… Com certeza qualquer pessoa em seu juízo perfeito não iria querer este tipo de coisas. Mas seu estômago ficou enjoado.
— Quer acrescentar algo? — perguntou amavelmente.
Merda. Não tenho nem ideia. Estou totalmente perplexa. Olha para
mim e enruga a testa.
— Há algo que não queira fazer? — Não sei.
— O que é que não sabe?
Removi incomoda e mordo os lábios. — Nunca fiz uma coisa assim.
— Bom, há algo que não goste no sexo?
Pela primeira vez, no que parecia séculos, ruborizei.
— Pode me dizer, Anastásia. Se não formos sinceros, não vai funcionar.
Volto a me mover incomoda e olho para minhas mãos. — Diga. — Pediu-me.
— Bom... nunca dormi com ninguém, então não sei. — Digo com uma voz baixa.
Levantei os olhos até ele, que olhava com a boca aberta, paralisado e pálido, muito pálido.
— Nunca? — Sussurrou. Assenti.
— É virgem?
Assenti com a cabeça e voltei a me ruborizar. Fechou os olhos e pareceu contar até dez, Quando os abriu, ele olhou irritado.
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Capítulo 08
Christian percorre seu estúdio de um lado a outro passando as mãos
pelo cabelo.
As duas mãos... o que quer dizer que está duplamente zangado. Seu férreo controle habitual parece haver rachado.
— Não entendo por que não me disse isso, — ele diz zangado.
— Não vi razão para isso. Não tenho por costume ir falando por aí
sobre a minha vida sexual. Além disso... acabamos de nos conhecer. — Olho
para as minhas mãos. Por que me sinto culpada? Por que está tão zangado? Olho para ele.
— Bom, agora sabe muito mais de mim — diz-me bruscamente, e
aperta os lábios. —Sabia que não tinha muita experiência, mas... virgem! —
Ele fala como se fosse um insulto.
— Inferno, Ana, eu acabo de te mostrar... — queixa-se. — Que Deus me perdoe. Já beijaram você alguma vez, sem que tenha sido eu?
— Claro que sim, — respondo-lhe tentando parecer ofendida. Ok...
talvez, duas vezes.
— E nenhum rapaz bonito a fez se apaixonar? Realmente, não
entendo. Tem vinte e um anos, quase vinte e dois. Você é bonita. — Volta a
passar a mão pelo cabelo.
Bonita. Ruborizo-me de alegria. Christian Grey me considera bonita.
Entrelaço os dedos e olho para ele fixamente, tentando dissimular meu estúpido sorriso. Talvez ele seja míope, meu subconsciente adormecido levanta a cabeça. Onde estava quando eu necessitava dele?
— E você está realmente falando sobre o que quero fazer, quando não
tem experiência?
Junta suas sobrancelhas outra vez.
— Por que evitou o sexo? Conte-me, por favor.
Encolho os ombros.
— Ninguém realmente, você sabe... — Ninguém me fez sentir assim, só
você. E no final, você é uma espécie de monstro. — Por que está tão zangado
comigo? — sussurro-lhe.
— Não estou zangado contigo, estou zangado comigo mesmo. Eu pensei que... — ele suspira. Ele olha atentamente para mim e balança a
cabeça. — Quer partir ? — pergunta-me, em tom gentil.
— Não, a menos que você queira que eu parta — murmuro. Oh não...
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— Claro que não. Eu gosto tê-la aqui. — Ele me diz franzindo o cenho
e dá uma olhada ao relógio. — É tarde. — E volta a levantar os olhos para
mim. — Você está mordendo o lábio. — Diz-me com voz rouca e me olha
especulativo.
— Desculpe.
— Não se desculpe. É que eu também quero mordê-lo, forte.
Fico boquiaberta... Como pode me dizer essas coisas e esperar que não
me afetem?
— Venha, — Ele murmura.
— O que?
— Vamos arrumar a situação agora mesmo.
— O que quer dizer? Que situação?
— Sua situação, Ana. Vou fazer amor com você, agora.
— Oh. — Sinto que o chão se move. Sou uma situação. Prendo a
respiração.
— Isto é, se você quiser, eu quero dizer, não quero tentar a minha sorte.
— Eu pensei que você não fizesse amor. Pensei que você só fodesse
duro. — Engulo em seco, de repente minha boca ficou seca.
Lança-me um sorriso perverso e os efeitos dele percorrem o meu corpo
até chegar lá...
— Posso fazer uma exceção, ou talvez combinar as duas coisas,
veremos. Eu realmente quero fazer amor com você. Por favor, venha para a cama comigo. Quero que nosso acordo funcione, mas você tem que ter uma ideia de onde está se metendo. Podemos começar seu treinamento esta noite... com o básico. Isso não significa que venha com flores e corações, é um meio para chegar a um fim, mas quero esse fim e espero que você o
queira também. — Seu olhar cinza é intenso.
Ruborizo-me... oh...meus... desejos se tornaram realidade.
— Mas não tenho que fazer tudo o que pede em sua lista de normas.
— Digo-lhe com voz entrecortada e insegura.
— Esqueça das normas. Esqueça de todos esses detalhes por esta
noite. Desejo-te. Desejei-te desde que entrou em meu escritório, e sei que você também me deseja. Não estaria aqui conversando tranquilamente sobre castigos e limites rígidos se não me desejasse. Ana, por favor, fica comigo
esta noite. — Estende-me a mão com olhos brilhantes, ardentes... excitados,
e eu coloquei minha mão na sua. Ele me puxa para cima e para os seus braços, para que eu possa sentir o comprimento do seu corpo contra o meu, esta ação rápida pegou-me de surpresa. Ele passa os dedos em volta da minha nuca, pega o meu rabo de cavalo em seu pulso, puxa delicadamente e desfaz. Eu sou forçada a olhar para ele. Ele olha para mim.
— É uma garota muito valente, — sussurra-me. — Estou fascinado
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Suas palavras são como um artefato incendiário. Arde-me o sangue. Ele inclina-se, beija-me brandamente e me chupa o lábio inferior.
— Queria morder este lábio, — ele murmura sem separar-se de minha
boca. Cuidadosamente, ele o puxa com os dentes. Eu gemo e ele sorri.
— Por favor, Ana, me deixe fazer amor com você.
— Sim, — eu sussurro. Por isso eu estou aqui. Vejo seu sorriso é
triunfante quando me solta, agarra-me a mão e me conduz através do apartamento.
Seu quarto é grande. Das altas janelas, que vão do chão ao teto, pode-
se ver os iluminados arranha-céus de Seattle.
As paredes são brancas, e os acessórios, azul claro. A enorme cama é ultramoderna, de madeira maciça de cor cinza, com quatro postes, mas sem dossel. Na parede da cabeceira há uma impressionante paisagem marinha.
Estou tremendo como uma folha. É isto. Por fim, depois de tanto
tempo, vou fazer isso, e nada menos que com o Christian Grey. Respiro entrecortadamente e não posso tirar os olhos dele.
Ele tira o relógio e o deixa em cima de uma cômoda ao lado da cama. Ele tira a jaqueta e a deixa em uma cadeira. Ele está com uma camisa branca de linho e jeans.
Ele é absurdamente bonito. Seu cabelo cor de cobre escuro está alvoroçado, ele pendura a camisa... Seus olhos cinzentos são ousados e deslumbrantes. Descalça os sapatos e se inclina para tirar as meias, também. Os pés de Christian Grey... Uau... o que há sobre pés descalços? Ele vira-se e me olha com expressão doce.
— Suponho que não toma a pílula.
O quê? Merda.
— Temo que não. — Ele abre a primeira gaveta e saca uma caixa de
camisinhas. Ele me olha fixamente.
— Tem que estar preparada, — ele murmura. — Quer que feche as
persianas?
— Não me importa. — sussurro. — Pensei que permitisse a ninguém
dormir em sua cama.
— Quem disse que vamos dormir? — ele murmura.
— Oh. — Santo inferno.
Ele aproxima-se de mim devagar. Está muito seguro de si mesmo, muito sexy, os olhos brilhantes. O meu coração dispara e o sangue dispara por todo o meu corpo. O desejo, um desejo quente e intenso, invade o meu ventre. Ele se detém na minha frente e me olha nos olhos. Oh, ele é tão
sexy...
— Vamos tirar esta jaqueta, hein? — Ele me diz em voz baixa e agarra
as lapelas e muito suavemente desliza a jaqueta pelos meus ombros. Ele a coloca em uma cadeira.
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— Tem ideia do muito que a desejo, Ana Steele? — sussurra-me. Minha respiração fica presa. Não posso tirar meus olhos dos seus. Ele chega para perto e suavemente passa os dedos do meu rosto para o meu queixo.
— Tem ideia do que eu vou fazer com você? — acrescenta, me
acariciando o queixo.
Os músculos de minha parte mais profunda e escura se esticam com
infinito prazer.
A dor é tão doce e tão aguda que quero fechar os olhos, mas os seus, que me olham ardentes, hipnotizam-me. Inclina-se e me beija. Seus lábios são exigentes, firmes e lentos ao se acoplarem aos meus. Ele começa a desabotoar a minha blusa me beijando ligeiramente a mandíbula, o queixo e as comissuras da boca. Tira-me a jaqueta muito devagar e a deixa cair no chão. Afasta-se um pouco e me observa. Por sorte, estou vestindo o meu sutiã azul céu, rendado, que fica estupendo em mim.
Graças aos céus.
— Oh, Ana... – ele respira. –Você tem uma pele preciosa, branca e perfeita. Eu quero beijar você centímetro por centímetro.
Ruborizo-me. Oh, meu Deus... Por que ele me disse que não podia fazer amor? Eu farei tudo o que ele quiser.
Ele agarra meu rabo de cavalo, o desfaz e ofega quando a juba cai em cascata sobre os ombros.
— Eu gosto das morenas, — ele murmura e coloca as duas mãos entre meus cabelos, segurando em cada lado da minha cabeça. Seu beijo é exigente, sua língua e seus lábios, persuadindo os meus. Gemo e minha língua indecisa se encontra com a sua. Abraça-me e aproxima-me de seu corpo e me aperta muito forte. Uma mão segue em meu cabelo, a outra me percorre a coluna até a cintura e segue avançando, segue a curva de meu traseiro. Ela flexiona sobre a minha bunda e aperta gentilmente.
Ele me aperta contra os seus quadris, eu sinto sua ereção, que empurra languidamente contra meu corpo.
Volto a gemer sem separar os lábios de sua boca. Logo, não posso
resistir às desenfreadas sensações, ou são hormônios, que me devastam o corpo. Desejo-o com loucura.
Agarro-o pelos braços e sinto seus bíceps. É surpreendentemente forte... musculoso. Com um gesto indeciso, subo as mãos até seu rosto e seu cabelo. Santo Céus. É tão suave, rebelde. Acariciei com cuidado e Christian geme.
Ele conduz-me devagar para a cama, até que a sinto atrás dos joelhos. Acredito que vai empurrar-me, mas não o faz. Ele solta-me, e de repente, cai sobre os joelhos. Sujeita meus quadris com as duas mãos e desliza a língua por meu umbigo, avança até o quadril me mordiscando e depois me percorre a barriga em direção ao outro lado do quadril.
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Vendo-o de joelhos na minha frente, sentindo sua língua percorrendo
meu corpo, é tão excitante e sexy. Apoio as mãos em seu cabelo e puxo gentilmente tentando acalmar minha respiração acelerada.
Ele olha para mim através dos, impossivelmente, cílios longos, com seus ardentes olhos cinzentos. Sobe as mãos, desabotoa-me o botão do jeans e baixa lentamente o zíper.
Sem desviar seus olhos dos meus, suas mãos se movem sob o cós da minha calça, movendo o meu traseiro e retirando. Suas mãos deslizam lentamente do meu traseiro para as minhas coxas, removendo o meu jeans. Não posso deixar de olhá-lo. Ele detém-se e, sem tirar os olhos de mim nem por um segundo, lambe os lábios. Inclina-se para frente e passa o nariz pelo vértice onde se unem minhas coxas. Sinto-o...
Lá.
— Cheira muito bem, — ele murmura e fecha os olhos, com uma expressão de puro prazer, e eu praticamente tenho uma convulsão. Ele estende um braço, tira o edredom, empurra-me brandamente e caio sobre a cama.
Ainda de joelhos, agarra-me um pé, desabotoa meu Converse e tira meu sapato e meias. Apoio-me nos cotovelos e me levanto para ver o que faz, ofegante... morta de desejo. Agarra-me o pé pelo calcanhar e me percorre a panturrilha com a unha do polegar. É quase doloroso, mas sinto que o percurso se projeta sobre minha virilha. Gemo. Sem tirar os olhos de mim, volta a percorrer a panturrilha, desta vez com a língua, e depois com os dentes. Merda. Eu gemo... como eu posso sentir isso, lá. Caio sobre a cama gemendo. Ouço sua risada afogada.
— Ana, não imagina o que eu poderia fazer contigo — ele sussurra
para mim. Ele remove o outro sapato e a meia, depois se levanta e retira totalmente o meu jeans. Estou tombada em sua cama, em calcinhas e sutiã, ele me olha atentamente.
— É muito formosa, Anastásia Steele. Morro por estar dentro de ti.
Merda. Suas palavras. Ele é tão sedutor. Corta-me a respiração.
— Mostre-me como você se dá prazer.
O que? Eu franzo o cenho.
— Não seja tímida, Ana, mostre-me, — ele sussurra.
Balanço a cabeça.
— Não entendo o que quer dizer, — respondo-lhe com voz rouca, tão
cheia de desejo, que mal a reconheço.
— Como você se masturba? Quero vê-la.
Balanço a cabeça.
— Não me masturbo. — eu murmuro. Ele levanta as sobrancelhas,
atônito por um momento, seus olhos escurecem e balança a cabeça como se não pudesse acreditar.
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— Bem, veremos o que podemos fazer sobre isso. — Sua voz é baixa, desafiante, em um tom de deliciosamente e sensual ameaça. Ele desabotoou os botões do jeans e o tira devagar sem separar os olhos dos meus. Inclina- se sobre mim, agarra-me pelos tornozelos, separa-me rapidamente as pernas e se arrasta pela cama entre minhas pernas. Fica suspenso sobre mim. Retorço-me de desejo.
— Não se mova — ele murmura, inclina-se, beija-me a parte interior de
uma coxa e vai subindo, sem deixar de me beijar, até o encaixe das minhas calcinhas.
Oh... Não posso ficar quieta. Como não vou mover-me? Retorço-me
debaixo dele.
— Vamos ter que trabalhar para que aprenda a ficar quieta, querida.
Ele segue me beijando a barriga e introduz a língua no umbigo. Seus lábios sobem para o norte, beijando através do meu tronco.
Minha pele arde. Estou ruborizada, muito quente, com frio, arranho o lençol sob meu corpo. Christian se deita ao meu lado e percorre com a mão do meu quadril até o meu peito, passando pela cintura. Observa-me com expressão impenetrável e me rodeia brandamente os seios com as mãos.
— Se encaixam perfeitamente em minha mão, Anastásia — ele
murmura, coloca o dedo indicador pela taça de meu sutiã e abaixa muito devagar e deixando meu seio nu, empurrando para baixo a armação e o tecido. Seus dedos se moveram para o outro seio e repetiu o processo. Meus seios incharam e os mamilos se endureceram sob seu insistente olhar. O
sutiã mantém meus seios elevados. — Muito bonitos — sussurra admirado,
e os mamilos endurecem ainda mais.
Ele chupa gentilmente um mamilo, desliza uma mão ao outro seio e
com o polegar rodeia muito devagar o outro mamilo, alongando-o. Gemo e sinto uma doce sensação descer até a minha virilha. Estou muito úmida. Oh,
por favor, suplico internamente, agarrando com força o lençol. Seus lábios
fecham ao redor de meu outro mamilo, quando o lambe, quase sinto uma convulsão.
— Vamos ver se conseguimos que você goze assim — ele sussurra-me,
e segue com sua lenta e sensual incursão. Meus mamilos sentem seus hábeis dedos e seus lábios, que acendem minhas terminações nervosas até o ponto em que todo o meu corpo geme em uma doce agonia.
Ele não se detém.
— Oh... por favor, — suplico-lhe, jogo a cabeça para trás, com a boca
aberta e gemo, sinto minhas pernas endurecerem. Maldição, o que está acontecendo comigo?
— Deixe vir, querida, — ele murmura. Aperta-me um mamilo com os
dentes, com o polegar e o indicador aperta forte o outro, me deixo cair em suas mãos, meu corpo convulsiona e estala em mil pedaços. Ele beija-me,
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profundamente, colocando a língua na minha boca para absorver meus gritos.
Meu deus! Isso foi fantástico. Agora eu sei que todo o alarido é sobre a
minha reação. Ele me olha com um sorriso satisfeito, embora esteja segura de que não é mais que gratidão e admiração por mim.
— É muito receptiva, — Ele respira. — Terá que aprender a controlá-
lo, e será muito divertido te ensinar como. — Ele me beija outra vez.
Minha respiração ainda está irregular, enquanto me recupero do
orgasmo. Desliza uma mão até minha cintura, meus quadris, para as minhas partes íntimas... caramba. Introduz um dedo pela renda e lentamente começa a riscar círculos ao redor do meu... lá. Ele fecha os olhos por um instante e contém a respiração.
— Você está tão deliciosamente úmida. Deus, quanto eu te desejo. —
Introduz um dedo dentro de mim e eu grito, enquanto o tira e volta a colocá- lo. Esfrega-me o clitóris com a palma da mão, e grito de novo. Segue me introduzindo o dedo, cada vez com mais força. Gemo.
De repente se senta, tira-me a calcinha e a joga no chão. Ele tira também sua cueca e libera sua ereção. Minha nossa! Estica o braço até a mesinha da cama, agarra um pacotinho prateado e se move entre minhas pernas para que se abram. Ajoelha-se e desliza a camisinha por seu membro enorme. Oh, não... Será que vai? Como?
— Não se preocupe, — sussurra, me olhando nos olhos. — Você
também se dilatará. — Inclina-se apoiando as mãos a ambos os lados de minha cabeça, de modo que fica suspenso sobre mim. Olha-me nos olhos com a mandíbula apertada e os olhos ardentes. Neste momento me dou conta de que ainda está vestindo a camisa.
— Tem certeza que quer fazê-lo? — pergunta-me em voz baixa.
— Por favor, — suplico-lhe.
— Levante os joelhos, — ordena-me em tom suave e obedeço
imediatamente. — Agora vou fodê-la, senhorita Steele... — murmura
colocando a ponta de seu membro ereto na entrada de meu sexo — Duro, —
ele sussurra e me penetra bruscamente.
— Aaai! — eu grito, ao sentir uma sensação de aperto dentro de mim,
enquanto ele rasga através da minha virgindade. Ele fica imóvel e me observa com olhos brilhantes com triunfo, em êxtase.
Tem a boca ligeiramente aberta e lhe custa respirar. Ele geme.
— É muito apertada. Está bem?
Concordo, com meus olhos arregalados e me agarrando a seus braços.
Sinto-me tão cheia. Ele continua imóvel para que me acostume com a invasiva e entristecedora sensação de tê-lo dentro de mim.
— Vou mover-me, querida, — sussurra-me um momento depois, em
tom firme.
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Ele retrocede com deliciosa lentidão. Fecha os olhos, geme e volta a me
penetrar. Grito pela segunda vez e ele se detém.
— Mais? — sussurra-me com voz selvagem.
— Sim, — respondo-lhe. Ele volta a me penetrar e a deter-se.
Gemo. Meu corpo o aceita... Oh, quero que continue.
— Outra vez? — pergunta-me.
— Sim. - respondo-lhe em tom de súplica.
E ele se move, mas esta vez não se detém. Apoia-se nos cotovelos, de
modo que sinto seu peso sobre mim, me aprisionando. A princípio se move devagar, entra e sai de meu corpo. E à medida que vou me acostumando à estranha sensação, começo a mover os quadris com os seus.
Ele acelera. Gemo e ele investe com força, cada vez mais depressa, sem piedade, a um ritmo implacável, eu mantenho o ritmo de suas investidas. Ele pega a minha cabeça com as mãos, beija-me bruscamente e volta a morder meu lábio inferior com os dentes. Ele mudou um pouco e sinto que algo cresce no mais profundo de mim, como antes. Vou me pondo esticada à medida que me penetra uma e outra vez. Meu corpo treme, arqueio-me, estou banhada em suor. Oh, meu Deus... Eu não sabia que iria me sentir assim... Não sabia que a sensação podia ser tão agradável. Meus pensamentos se dispersam... Não há mais que sensações... Só ele... Só eu... Oh, por favor... Meu corpo fica rígido.
— Goze para mim, Ana, — ele sussurra sem fôlego e me deixo gozar
assim que diz, explodindo ao seu redor com meu clímax e me dividindo em mil pedaços sob seu corpo. E enquanto ele também goza, grita meu nome, dá uma última investida e fica imóvel, como se tivesse se esvaziado dentro de