A área estudadasituada no bairro Jardim Sulacap, pertence ao município do Rio de Janeiro, no qual apresenta fragmentos florestais de mata secundárias de aproximadamente uma área de 648.576,78 m², de acordo com o Google Maps. Esta área de fragmentos florestaisdo CRSP (Centro de Recrutamento e Seleção de Praças) esta localizada dentro do CFAP (Centro Formação e Aperfeiçoamento de Praças). Como afirma o Instituto Estadual de Florestas (IEF,2009), o Estado do Rio de Janeiro se insere integralmente no bioma da Mata Atlântica”. Porém, desde o início dacolonização até os dias de hoje, a Mata Atlântica só tem diminuído a sua área totalno estado do Rio de Janeiro.A maior parte das florestas existentes no estado do Rio de Janeiro resulta da regeneração natural(IBDF, 1984) e são classificadas como florestas secundárias, resultantes da alteração originada pela ação humana (BROWN & LUGO, 1990; FINEGAN,1992;CORLETT,1995).

A construção da via TransOlímpica foi feita para integrar o esquema de transporte da Rio-2016, causando a der-rubada de 200 mil m² de Mata Atlântica no Rio de Janeiro. Houve uma supressão da vegetação da área equiva-lente a 24 campos de futebol.

Para o levantamento parcial da população de gambás-de-orelha-preta foi utilizada a armadilha Tomahawk (Figura 1), usada para captura de animais de médio porte. Esta armadilha é uma gaiola feita de arame galvanizado, neces-sitando do uso de atrativos.Apresentando78cm comprimento, 36cm de altura e 33 cm de largura.

Para atrair os animais foi utilizados alimentos do próprio local como algumas frutas, tais como cajá (Spondias mombin, Linnaeus, 1753) e banana entre os restos de alimentos como pedaços de frango e carne. O Cajá, por sua vez, foi a isca mais bem-sucedida em termos de atração se comparado com as demais.

Figura 1: Armadilha Tomahawk. Fonte:(Ricardo de Souza Cruz)

Os gambás foram pegos nas armadilhas e retirados com ajuda de um cambão, com a proteção de luvas, com os animais sendo contidos e preparados para o processo de triagem. Usado para a captura de pequenos mamíferos, o cambão foi uma ferramenta importante para o manejo seguro. Os gambás foram capturados e identificados em campo. Foram feitas medidas (Comprimento iniciando da ponta do crânio até a ponta da cauda, através da fita métrica), pesagem (Quantificação da biomassa corporal, através de uma balança digital portátil e um saco de tecido onde ele era colocado), sexagem (Identificação do sexo a olho a nu), classificação etária (De acordo com o desgaste dos dentes) e marcação (Marcação dorsal com elástico e marcação caudal feita com caneta perma-nente). Essas informações foram anotas em uma tabela informativa e classificada de acordo com características descritas acima.

Os gambás foram classificados em faixas etárias de idades de acordo com o desgaste de sua dentição. A dentição do animal não garante uma idade precisa, mas através do desgaste dentário os pesquisadores podem estimar o tempo de vida do animal. A determinação de classes etárias foi baseada na erupção dos molares e pré-molares su-periores e desgaste dentário dos molares, formando classes etárias (CORDERO & NICOLAS, 1987). Em campoos animais foram classificados em Jovem, Adulto I, Adulto II e Adulto III.

A marcação dos indivíduos foi seguida pela proposta de ESBERARD & DAEMON (1999), que usa elásticos col-oridos no dorso, porém com adaptações. Essa marcação teve como objetivo numerar e identificar cada indivíduo capturado. Cada cor é referente a umvalor que corresponde ao número de ordem que foi capturado: Preto: 0;

Marrom: 1, Vermelho: 2; Laranja: 3; Amarelo: 4 , Verde: 5, Azul: 6, Violeta: 7,Cinza : 8 e Branco: 9. Exemplo: O segundo gambá que foi capturado foi marcado com elástico vermelho, que corresponde ao número 2.

A segunda marcação foi feita com uma caneta cirúrgica permanente e não tóxica na cauda, com as iniciais “RS”.

Ex: RS01, RS02, RS03. No fim de todas as atividades proposta os animais foram soltos próximo aos locais onde foram capturados.

RESULTADOS

Ao longo dos 100 dias de pesquisa foram feitas 32 capturas de indivíduos da espécie D. aurita. Totalizando 8 ma-chos e 12 fêmeas. Houve a recaptura de 3 gambás (1 macho foi recapturado duas vezes, das duas fêmeas, uma foi recapturada duas vezes e a outra oito vezes). Das 12 fêmeas capturadas, 5 estavam prenhas como na Figura 2:(A), 1 capturada no mês de junho, e 4 capturadas no mês de Outubro e uma com 5 proles assim como na Figura 2:(B)no marsúpio no mês de Agosto. Todas as capturas e recapturas foram feitas no fragmento de floresta próximo ao CRSP. Ao realizar o manejo nas capturas foi constatado que os animais capturados apresentaram di-versos comportamentos defensivos como: mostrar os dentes, forte vocalização, ouriçar os pelos do dorso, exalar odores fétidos, defecar, movimentos de tanatose (fingir-se de morto) e usar as unhas para arranhar. As fêmeas mostraram- se bem mais agressivas do que os machos.

Fig2: (A) Captura de fêmea prenha, onde é possível ver as mamas no marsúpio, bem grandes e inchadas de leite).Fig2:(B) Captura de uma fêmea com filhotes no marsúpio, apresentando alguns dias de vida. Fonte:(Ricardo de Souza Cruz)

De acordo com a Tabela 1 a seguir, pode-se constatar o grau de maturidade sexual populacional. Os animais foram classificados sexualmente ativos de acordo com a sua idade. O Status de Maturidade (SM) nos permite saber quais os indivíduos estão sexualmente maduros. Os gambás foram classificados sexualmente em (L) para fêmeas lactantes, (NL) fêmeas não lactantes, (TE) para machos com testículos escrotados e (TNE) testículos não escrotados.

Tabela 1:Status de maturidade sexual da população

Os resultados demonstram uma maioria de indivíduos jovens entrando no estado de amadurecimento sexual.

Onde é possível constatar um número ligeiramente maior de fêmeas maduras comparados com os machos.

Todos os animais capturados foram medidos, pesados, sexados e analisados. Através de todos estes processos foi possível obter a média parcial de peso e tamanho populacional. Os dados coletados foram representados através da (Tabela 2). A média parcial de peso e tamanho indicaram um melhor desenvolvimento das fêmeas dessa região do que os machos nos trechos florestais estudados. Assim também descrito na pesquisa de CARTER & ENCARNA-ÇÃO (1983), fêmeas desta espécie são geralmente maiores do que os machos.

Tabela 2: Número de indivíduos capturados, separados entre machos e fêmeas demonstrando a média de peso e compri-mento entre os dois grupos.

Tabela 3: Número de indivíduos capturados mensalmente. A Coluna Mês indica os meses nos quais a pesquisa foi realizada.

A Coluna Dias indica o número de vezes que as armadilhas foram armadas e verificadas e a Coluna N/ de Indivíduos indica a quantidades de animais capturados no mês.

De acordo com as fotos a seguir podem ser observados alguns exemplos de classificação da faixa etária. Da es-querda para direita podemos ver na Figura 3:(A) um indivíduo macho Jovem, apresentando uma dentição limpa e caninos superiores e inferiores bem afiados. Na Figura 3:(B) uma fêmea Adulta I, dentição amarelada com tártaro.

Na Figura 3:(C) pode-se ver uma fêmea Adulta II apresentando caninos arredondados e molares levemente pla-nos. Na Figura 3:(D) foi capturada uma fêmea Adulta III, dentição amarelada com falta de alguns dentes, apre-sentando dentes caninos superiores e inferiores arredondados e desgaste nos molares inferiores.

Figura 3: Fig. 3 (A): Jovem, Fig. 3 (B): Adulto I. Fig. 3 (C): Adulto II. Fig. 3 (D): Adulto III . Fonte: (Ricardo de Souza Cruz)

DISCUSSÃO

Os 20 espécimes de Didelphis aurita foram capturados dentro dos fragmentos florestais do CRSP, através de capturas semanais, todos apresentaram as características morfológicas padrões da espécie descrita por LANGE &

JABLONSKI, (1998) e PASSAMANI, (2000). As triagens dos animais, que foram feitas em campo, mostraram ani-mais aparentemente saudáveis,apresentando uma geração populacional jovem, assim como no estudo de SILVA, (1984). Os processos de triagem como, medida, pesagem e marcação, foram processos cruciais para diferenciar cada espécime dos demais, tornando possível uma identificação dapopulação de gambás encontrada na área es-tudada, tais processos ajudaram na pesquisa biológica corroborando com o trabalho de VIEIRA, (1997).

O mês de Novembro foi o período com maior número de capturas e foi considerado bom porque ajudou na observação e análise da biologiapopulacional. O desaparecimento dos machos ocorreu principalmente enquanto ainda jovens, até a classe etária II. A ausência de recapturas destes machos nas classes I,II e III sugere a dispersão (emigração) dos mesmos antes do início da estação reprodutiva,o que estaria de acordo com o mecanismo de dispersão de proles, evitando assim endocruzamentos (RICKLEFS,2003). Foi observado, que a sazonalidade no início dos meses chuvosos apresentou um número maior de fêmeas prenhas capturadas e que, com a escassez de

A proporção de fêmeas descrita no trabalho de FONSECA & KIERULFF, (1989)também foi parcialmente supe-rior a de machos nas capturas desta pesquisa, quando foi constatado 5 fêmeas em estado de reprodução em andamento . O manejo das fêmeas prenhas foi enriquecedor para a pesquisa, que promoveu a análise da mor-fologia do marsúpio e suas proles. Em geral, têm-se registrado fêmeas mais residentes que machos (FONSECA e KIERULFF, 1989; BERGALLO, 1994; CÁCERES e MONTEIRO-FILHO, 1998; D’ANDREA et al., 1999), mas não foi observada diferença significativa no tempo de permanência entre sexos na área de estudo. Por outro lado, as fêmeas registraram na área de estudo um maior número de indivíduos residentes, tempo máximo de residência e maior número de recapturas. O tempo máximo de residência e maior número de recapturas para fêmeas pa-rece ser um padrão para D. aurita (DAVIS, 1947; FONSECA & KIERULFF, 1989; BERGALLO, 1994; CÁCERES &

MONTEIRO-FILHO, 1998), o que deve estar relacionado ao fato de fêmeas de pequenos mamíferos serem mais territoriais que os machos (WOLFF, 1993).

O Didelphis aurita, apesar de ter grande eficiência adaptativa aos mais variados habitats, vivendo até mesmo em grandes centros urbanos,relatado por REISet al; (2006), é descrito também por CÁCERESet al., (2007), como uma espécie associada a ambientes preservados. O seu sucesso adaptativo se deve a sua estratégia eurofágica, capaz de se alimentar de diversos tipos de alimentos. Pode ser considerado como potencial consumidor e dispersor de sementes, assim descrito na pesquisa de CÁCERES et al., (2009) e CEOTTO et al., (2009), que afirmam que D.

aurita seja uma espécie generalista, pois aproveita a maior oferta alimentar disponível naquele momento. O trecho fragmentado de mata secundária do CRSP apresenta muitas fontes de alimentos, como muitas árvores frutíferas.

Por ser um animal generalista, acaba levando vantagens nas demais espécies, que também habitam os mesmos lugares, tanto na busca por alimentos, quanto na colonização de novos nichos ecológicos.

CONCLUSÃO

Ao estudara biologia do Didelphis aurita, conhecido popularmente como Gambá-de-Orelha –Preta, foi possível observar muitos de seus comportamentos naturais como defesa, medo, locais de refúgio, reprodução e forragea-mento alimentar. Esse mamífero de pequeno porte apresenta um conjunto de características, que o permiteadap-ta-se em quase todos os ambientes. Seu pelo, cauda, dentes e patas, são exemplos de ferramentas vistas em campo e que o tornam um organismode sucesso.Éuma espécie com status de preservação pouco preocupante, mas está entre o grupo de animais mais atropelados e maltratados pelo o homem.Durante a pesquisa foi notado um tipo de preconceito das pessoas devido a sua aparência e muitas das vezesera por falta de informações. Ao decorrer da pesquisa, muitas pessoas mudaram sua visão sobre o animal e procuram avisar sempre que um de-lescaía naarmadilha. Ao capturar alguns indivíduos foi observado os seus três comportamentos naturais de so-brevivência muito utilizados por esse marsupial, que foram:a fuga rápida, enfrentamento com demonstração do animal mostrando os dentes e o comportamento mais interessante de todos, que foi possível observar, que foi o comportamento de tanatose. Tal comportamento é essencial nos momentos emergenciais para sua autodefesa.

Podemosconcluir, que muitos de seus comportamentos biológicos são importantes para garantir sua permanên-ciano ambiente. Sua biologia, extremamente adaptável, garante oseu sucesso para as futuras gerações, se com-pararmos com outros mamíferos de pequeno porte que habitam o mesmo nicho ecológico.

REFERÊNCIAS

BERGALLO, H. G. 1994. Ecologyof a smallmammalcommunity in Atlantic Forest area in southeasternBrazil. Stud-ieson Neotropical Fauna andEnvironment, 29 (4): 197-217.

BROWN, S.; LUGO, A. E. 1990. Tropical secondaryforests. J. Trop. Ecol. 6: 1-32.

CÁCERES, N. C.; MONTEIRO-FILHO, E. L. A.Population dynamics of the common opossum, Didelphis marsupia-lis (Mammalia, Marsupialia), in southern Brazil.ZeitschriftfurSaugetierkunde.v. 63, p.169-172, 1998

CÁCERES, N.C.; MONTEIRO-FILHO, E.L.A. 2001. Food habits, home range and activity of Didelphis aurita (Mammalia, Marsupialia) in a forest fragment of southern Brazil. Studieson Neotropical Fauna andEnvironment, 36(2): 85-92.

CÁCERES, N. C. Diet ofthreedidelphidmarsupials (Mammalia, Didelphimorphia) in southernBrazil.Mammalian, Biology. v. 69, n. 6, p. 430-433, 2004.

CÁCERES, N. C.; CHEREM, J. J.;Graipel, M. E. 2007. Distribuição geográfica de mamíferos terrestres da região Sul do Brasil. Ciência & Ambiente, 35:167-180

CÁCERES, N. C.; PRATES, L. Z.; GHIZONI-JR, I. R. & GRAIPEL, M. E. 2009. Frugivorybytheblack-earedopos-sum Didelphisaurita in theAtlantic Forest ofsouthernBrazil: Roles of sex, seasonandsympatricspecies. Biotemas 22(3):203-211

CARTER, T. S.; ENCARNAÇÃO, C. D. Characteristicsand use ofburrowsby four speciesofarmadillos in Brazil.

JournalofMammalogy. v. 64, n. 1. Cambridge: 1983,p. 103-108.

CEOTTO, P.; FINOTTI, R.; SANTORI, R. & CERQUEIRA, R. 2009. Diet variationofthemarsupials Didelphisaurita and Philanderfrenatus (Didelphimorphia, Didelphidae) in a rural areaof Rio de Janeiro State, Brazil. Mastozoologia Neotropical 16(1):49-58.

CORDERO, R.G.A. & NICOLAS, R.A. 1987. Feedinghabitsoftheopossum (Didelphismarsupialis) in Northern Ven-ezuela. FieldianaZoology New Series, 39: 125-131.

CORLETT, R. T. 1995. Tropical secondary forests.Progr. Phys. Geogr. 19: 159-172.

D’ANDREA, P. S.; ROSANA, G.; CERQUERA, R.; GRELLE, C. E. V.; HORTA, C.; REY, L. 1999. Ecologyofsmallmam-mals in a Brazilian rural área. Revista Brasileira de Zoologia, 16 (3): 611-620

DAVIS, D. E. 1947. Notesonthelife histories of some Brazilianmammals. Boletim do Museu Nacional Zoologia, 76:

1-8.

ESBÉRARD, C. E. L.; DAEMON, C. 1999.Novo método para marcação de morcegos. Chirop. Neotrop., 5(1-2):116-117.

FINEGAN, B. 1992.The management potential of Neotropical secondary lowland rain forest.For. Ecol. Manag. 47:

295-321.

FONSECA, G. A. B.; KIERULFF, M. C. M. 1989. Biologyand natural historyofBrazilianAtlantic Forest smallmam-mals. Bulletinofthe Florida Museumof Natural History, BiologicalSciences, 34 (3): 99-152.

, São Paulo.

GRAIPEL, M. E. & FILHO, M. S. 2006. Reprodução e dinâmica populacional de DidelphisauritaWied-Neuwied (Mammalia: Didelphimorphia) em ambiente periurbano na Ilha de Santa Catarina, Sul do Brasil. Biotemas19:65-73.

GRAIPEL, M. E., CHEREM, J. J., MONTEIRO-FILHO, E. L. A. & GLOCK, L. 2006. Dinâmica populacional de mar-supiais e roedores no Parque Municipal da Lagoa do Peri, Ilha de Santa Catarina, sul do Brasil. Mastozoologia Neotropical13: 31- 49

IBDF. 1984. Inventário Florestal Nacional: Florestas Nativas Rio de Janeiro e Espirito Santo. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. Brasília, Brasil. 204 p.

IBGE. Manual Técnico da Vegetação Brasileira. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Derna, Rio de Janeiro, 1992.

LANGE, R. B.; JABLON, E. Mammalia do estado do Paraná, marsupialia. Estudos de Biologia, v. 43, p. 15-224, 1998.

MENGAK, M.T.; GUYNN JR., O. C. 1987. Pitfalls and snap traps for sampling small Illammals and herpetofauna.

Amer. Midl. Nat., 118: 284-288.

PASSAMANI, M. 1995. Vertical stratification of small mammals in south-eastern Brazil’s Atlantic Hill Forest.Mam-malia, 65: 505-508.

PASSAMANI, M. Análise da comunidade de marsupiais em Mata Atlântica de Santa Teresa, Espírito Santo. Boletim do Museu de Biologia Mello Leitão, N. Série. v. 11/12, p. 215-228, 2000.

PIRES, A. S.; LIRA, P. K.; FERNANDEZ, F. A. S.; SCHITTINI. G. M.; OLIVEIRA, L. C. 2002. Frequência de movi-mentos de pequenos mamíferos entre fragmovi-mentos de Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro. V Congresso de Ecologia do Brasil, Porto Alegre, RS, Brasil.

RADEMAKER, V. & CERQUEIRA, R. 2006. Variation in the latitudinal reproductivepatternsofthe genus Didelphis (Didelphimorphia :Didelphidae). Austral Ecology31:337-342.

REIS, N. R.; PERACCHI, A. L.; PEDRO,W. A.; LIMA, I. P. 2006. Mamíferos do Brasil. Londrina, Nélio R. Reis, 437p.

RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. 5a ed., Editora Guanabara-Koogan. Rio de Janeiro,Brasil, 503 pp.

SILVA, F. Mamíferos silvestres. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, 1984, 246 p.

.VOSS, R. S.; JANSA, S. A. filogenéticas sobre marsupiais didelfídeos. II. Dados não molecular e sequências IRBP novas: análises separadas e combinadas de relacionamentos didelphine com mais densa de amostragem taxon.

Boletim do Museu Americano de História Natural.v. 276. 66, p. 1-82, 2003.

WILLlAMS, O. F.; BRAUN, S. E. 1983.Comparison of pitfall and conventional traps tor sampling small populations.

Jour. Wildl. Managc., 47: 841 -845.

WOLFF, J. A. 1993. Why are femalesmallmammals territorial? Oikos, 68 (2): 364-370.

A PESSOA TRANSGÊNERA E A

No documento CENÁRIO DA EDUCAÇÃO DE SURDOS NA REDE REGULAR DE ENSINO E AS METODOLOGIAS INCLUSIVAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS (páginas 28-37)