— Coloque o seu peito na minha maldita boca. — Eu grunhi enquanto Dahlia continuava a balançar seus mágicos quadris com minhas mãos apertando sua cintura e a ajudando a moer sobre o meu pênis rígido.

Sua cabeça cai para trás, mas ela obedece. A mão que vem para levantar a esfera macia, então ela olha para baixo para o meu rosto e pressiona o bico duro para os meus lábios.

Eu rosno e sugo-o em minha boca, mordendo-os para fazer o bico endurecer. Ela, porra, ama quando eu a mordo. Eu deixei minha marca em quase todos os lugares, até agora, e as pessoas em nossas vidas pararam de perguntar sobre as marcas de dentes.

Eu não dou a mínima, vou marcar o que é meu.

Nós balançamos juntos, enquanto atraía seu bico profundamente em minha boca. As suas mãos subiram e

agarraram o meu cabelo enquanto ela arqueava e gozava em um espasmo me levando junto com ela em êxtase.

A cadeira em nosso quarto fica na frente de uma parede, e a janela com vista sobre a pradaria atrás da casa do rio que acabamos de renovar e batizar.

Nós nos mudamos para dois quartos no andar de baixo há dois meses atrás, assim que chegamos aqui depois de deixar o reboque com a Sylvia.

Dormimos em um quarto e usamos o banheiro principal, enquanto eu contratava uma equipe para reformar o resto da casa. Trabalhei muito para finalizar todo o trabalho e ser transferido para uma posição de consultoria na empresa.

Tank ficou com o meu posto, e porra eu não percebi o quão bom seria ficar sem trabalhar trezentos e cinquenta dias por ano.

Fizemos amor em quase todos os quartos da casa desde que foram feitos os retoques finais, a equipe terminou de pintar há dois dias, mas este cantinho parece ser o nosso favorito.

Ela suspira suavemente, envolvendo seu corpo a minha volta e eu a envolvo em meus braços e a puxo tão perto de mim que sinto o meu pau deixar o último jorro de gozo em seu corpo apertado.

Nossos fluidos combinados vazam encharcando minhas bolas e o cobertor que cobre a cadeira sob a minha bunda.

— Obrigada, papai. — Ela sussurra, em seguida, beija a minha orelha e, porra se meu pau não dá um puxão rápido ao som de meu nome.

— Não, precisa agradecer Bebê. Eu te amo.

Ela cantarola e desloca os quadris. O arredondamento suave de seus seios pressionados na parte superior do meu tórax quando nós sentamos para respirar por alguns minutos.

Apreciando a conexão e a sensação de estar tão perto.

Ainda estamos tentando ter um bebê. Parece que tudo está funcionando bem, só não aconteceu ainda, e para falar a verdade nós dois estamos bem com isso. Quando acontecer, vamos comemorar bastante. Por agora, estamos felizes apenas para continuar tentando.

Todo dia.

Duas ou três vezes.

Finalmente.

Nosso gato Hemingway ronrona no peitoril da janela e os grilos estão começando a cantar sua canção noite á fora enquanto o sol baixa no horizonte, transformando o céu em um laranja rosado sobre a pradaria.

— Estamos atrasados. — Eu beijo seu ombro e corro minhas mãos para cima e para baixo nas costas da minha esposa.

Eu amo dizer essa palavra.

Esposa.

Uma semana depois que chegamos aqui, fiz Sylvia e tia Becky se conhecerem, e coloquei um anel no seu dedo e meu nome junto do dela.

— Ainda estamos em lua de mel? — Ela se inclina para trás e, em seguida, levanta, seu corpo subindo e deixando meu pau ainda duro se recuperar contra o meu ventre.

— Eu não quero que a nossa lua de mel termine nunca.

— Bem, acho que tecnicamente uma vez que não teve um casamento, e estamos aqui de volta, nossa lua de mel não vai terminar nunca. — Ela joga seu cabelo vermelho sobre os ombros, que parecem um círculo de fogo a seu redor.

— Você me disse que não queria um casamento, lembra? É por isso que eu fiz a surpresa e levei você para a capela mais próxima e transformei você em Sra. Davis Warren.

— Oh, eu sei. — Ela sorri, em seguida, caminha em direção à porta aberta do banheiro principal, então me levanto e a sigo. — Eu amo tudo sobre nossa vida. Eu amei que nós ficamos e não precisamos de toda a cerimônia. Eu nunca quis um grande casamento. Só queria alguém que me amasse como você faz.

Dou um passo para o gato Hemingway que pisca seus olhos, em seguida, fecha-os novamente como se não estivesse nem aí.

— Ninguém nunca vai te amar como eu, Bebê. Ninguém.

Eu ouvi o chuveiro e me junto a ela. Eu passo sabão em seu corpo, a dobro contra a parede e a tomo rapidamente mais uma vez antes de nos vestir e sair pela porta.

No momento em que nos dirigimos para a casa de Becky na estrada de terra ladeada por cerca de cinquenta acres de grama, pradaria e árvores do Texas4, Dahlia está tagarelando sobre a série de livros infantis que ela vai publicar.

Quando paro em frente da casa de Becky eu dou um meio sorriso torto. Sylvia e Becky estão se balançando na cadeira de balanço da varanda de mãos dadas.

Parece que elas se deram bem melhor do que o esperado. Eu sabia que Becky teve uma namorada no passado, mas Dahlia nunca perguntou sobre a vida amorosa de Sylvia. Agora todos sabemos, à nossa própria maneira, nunca é tarde demais para encontrar o amor.

Cristo, se você tivesse me dito há dois meses quando peguei a interestadual e visse esse cara e sua namorada que descansava a cabeça em seu ombro que eu estaria parecendo tão feliz como ele estava? Foda-se, eu teria dito que você tinha perdido a sua mente. Nunca pensei que o amor pudesse chegar na casa desse velho resmungão. A vida tem ideias diferentes às vezes.

Quando se trata de amor, nunca diga nunca.

4

No documento EQUIPE PL. Tradução: Belíssima, Ella Pink. Revisão Inicial: Moa Bellini, Carly. Revisão Final: Anna Azulzinha. Leitura Final: Lola. (páginas 110-115)

Documentos relacionados