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Neste capítulo serão apresentadas as principais características de um fundo de

pensão e as informações sobre como se processa a fiscalização de suas atividades por meio

dos poderes administrativos.

Inicialmente analisa-se o poder vinculado, que como já salientado no capítulo

anterior, é aquele no qual a Administração Pública fica inteiramente atrelada aos dispositivos

legais, sem que haja a possibilidade de escolhas por parte do Administrador Público. Busca-se

agora identificar na estrutura legal da Superintendência Nacional de Previdência

Complementar, onde tal poder se faz presente. Assim, diante de um poder vinculado, o

particular tem um direito subjetivo de exigir da autoridade a prática de determinado ato em

conformidade com a lei.

O poder vinculado pode ser identificado, primeiramente quando determina que a

PREVIC, na prática de fiscalização e regulação das atividades exercidas pelas entidades

fechadas de previdência complementar, deve obediência as disposições constitucionais e

legais que regem tal atividade. Ou seja, apesar de ser um órgão dotado de autonomia

administrativa, a isenta de observar o principio da legalidade, tampouco o exime de observar

os preceitos constitucionais e infraconstitucionais relacionados à previdência complementar.

Verifica-se ainda, o poder vinculado na parte final do art. 2º, inciso III, da Lei

12.154/2009, quando se estabelece que a Superintendência Nacional de Previdência

Complementar, no âmbito de sua competência deve “agir de acordo com as diretrizes do

Conselho Nacional de Previdência Complementar, a que se refere o inciso XVIII do art. 29 da

Lei 10683, de 28 de maio de 2003. (BRASIL, 2011).

Tal legislação refere-se à organização da Presidência da República e dos

Ministérios, que inseriu o Conselho Nacional de Previdência Complementar e a Câmara de

Recursos da Previdência Complementar como órgãos integrantes da estrutura básica desse

ministério.

Além disso, o art. 2º, inciso V da Lei n. 12.154/2009, descreve compete á PREVIC

harmonizar as atividades das entidades fechadas de previdência complementar com as normas e

políticas estabelecidas para o segmento. Ou seja, no exercício de suas competências institucionais

a PREVIC deve se preocupar não somente em atender o que determina a lei, mas deve observar se

as entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão), também agem dessa

forma. Tal preocupação é identificada no art. 6º da Lei Complementar 109/2001:

Art. 6º As entidades de previdência complementar somente poderão instituir e operar planos de benefícios para os quais tenham autorização específica, segundo as normas aprovadas pelo órgão regulador e fiscalizador, conforme disposto nesta Lei Complementar. (BRASIL, 2011).

Ainda em obediência ao poder vinculado as entidades de previdência

complementar fechada ao instituírem os planos de benefícios devem obrigatoriamente,

oferecer a todos os empregados dos patrocinadores ou associados dos instituidores, como

dispõe o art. 16 da Lei Complementar 109/2001. (BRASIL, 2011).

Quanto ao poder discricionário da Previc, deve-se mencionar que uma importante

atribuição da Superintendência Nacional de Previdência Complementar é a autorização prévia

e expressa para que as entidades fechadas de previdência complementar possam instituir e

operar planos de benefícios. (BRASIL, 2011).

Tal autorização também é necessária para a constituição e o funcionamento da

entidade fechada, bem como a aplicação dos respectivos estatutos, dos regulamentos dos

planos de benefícios e suas alterações; as operações de fusão, cisão, incorporação ou qualquer

outra forma de reorganização societária, relativas às entidades fechadas; as retiradas de

patrocinadores; e as transferências de patrocínio, de grupo de participantes, de planos e de

reservas entre EFPC.

Autorização, segundo Di Pietro (2006, p.235), é definida como sendo um ato

unilateral e discricionário pelo qual a Administração faculta ao particular o desempenho de

atividade material ou a prática de ato que, sem esse consentimento, seriam legalmente

proibidos.

Como se vê, a PREVIC atua com discricionariamente quando defere ou não a

autorização necessária para o funcionamento da entidade fechada de previdência

complementar, bem como quando permite que estas instituam planos de prestações

beneficiárias. Frisa-se que a fonte da discricionariedade é a própria lei. Todo ato

discricionário é em síntese um ato vinculado, com certo espaço para atuação da

Administração.

A discricionariedade tem aplicação quando a lei prevê determinada competência,

porém não especifica a conduta a ser adotada, bem como quando a lei for omissa, hipótese na

qual a autoridade deverá decidir de acordo com princípios extraídos do ordenamento jurídico

(DI PIETRO, 2006, p. 223).

De modo discricionário a Superintendência Nacional de Previdência

Complementar atua quando fixa padrões mínimos aos planos de benefícios, com o objetivo de

assegurar transparência, solvência, liquidez e equilíbrio econômico-financeiro e atuarial - art.

7º da LC 109/2001 - ou quando estabelece o número mínimo de participantes admitido para

cada modalidade de plano de benefício - art. 13, § 2º da LC 109/2001. (BRASIL, 2011).

O poder discricionário no âmbito da PREVIC se justifica, pois todas as vezes que

o exercício de atividade ou a prática de determinado ato são vedados por lei ao particular, por

razões de interesse público concernentes à segurança, ou econômica a Administração Pública,

está agindo plasmada no interesse público.

No tocante ao poder hierárquico, sabe-se que ele é o responsável por dar suporte a

todos os demais poderes administrativos, pois, a partir dele é que se pode estabelecer uma

relação hierárquica entre órgãos e agentes. Dotada de tal poder, pode a Administração,

ordenar, coordenar, controlar e corrigir as atividades exercidas no seu âmbito interno.

A Superintendência Nacional de Previdência complementar está subordinada ao

Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC). Antigamente o CNPC era

denominado Conselho de Gestão da Previdência Complementar, (órgão dentro da estrutura

básica do Ministério da Previdência Social, sem muita autonomia).

Atualmente, nos termos do art. 14 da Lei 12.115/2009, o Conselho Nacional de

Previdência Complementar conta com 8 (oito) integrantes, com direito a voto e mandato de 2

(dois) anos, permitida uma recondução, sendo: I - 5 (cinco) representantes do poder público; e

II - 3 (três) indicados, respectivamente: a) pelas entidades fechadas de previdência

complementar; b) pelos patrocinadores e instituidores; e c) pelos participantes e assistidos.

Quando o assunto é hierarquia, não se pode esquecer de uma outra entidade criada

recentemente no âmbito do Ministério da Previdência Social, qual seja: a Câmara de Recursos

da Previdência Complementar.

Tal órgão representa a instância recursal e de julgamento das decisões de que

tratam sobre a conclusão dos relatórios finais dos processos administrativos iniciados por

lavratura de auto de infração ou instauração de inquérito, bem como das decisões sobre as

impugnações referentes aos lançamentos tributários da Taxa de Fiscalização e Controle da

Previdência Complementar – TAFIC.

Evidencia-se que o pronunciamento final da Câmara de Recursos da Previdência

Complementar encerra a instância administrativa, devendo ser tal decisão, e votos, publicados

no Diário Oficial da União, com segredo da identidade dos autuados ou investigados, quando

necessário.

Por derradeiro destaca-se ainda o art. 7º, §1º, da lei 12.154/2009 que prevê entre

outras atribuições, que deliberações da Diretoria Colegiada serão tomadas por maioria

simples, presente a maioria de seus membros, cabendo ao Diretor-Superintendente, além do

seu voto, o de qualidade. (BRASIL, 2011).

O programa de supervisão é construído a partir da análise de fatores de riscos –

como déficit/superávit, dívidas, contingências, aplicações financeiras e premissas atuariais –

que podem comprometer o alcance dos objetivos, observado o porte, a complexidade e a

modalidade de plano de benefícios operado pelas EFPC. Informações qualitativas de riscos

tais como gestão, governança e qualificação dos dirigentes também são consideradas como

elementos afirmativos, no programa de supervisão. (PINHEIRO, 2010. p.3)

Em relação ao poder regulamentar, observa-se que o mesmo é o responsável por

suprir as lacunas existentes nas leis, que são elaboradas pelo Poder Legislativo, e editadas

pelo Chefe do Poder Executivo, atribuição essa, exclusiva dele, não podendo ser transferida

aos seus subordinados.

Para melhor explicitar o colocado, deve-se analisar, primeiramente, o art. 7º da

Lei Complementar 109/01:

Art. 7º Os planos de benefícios atenderão a padrões mínimos fixados pelo órgão regulador e fiscalizador, com o objetivo de assegurar transparência, solvência, liquidez e equilíbrio econômico-financeiro e atuarial.

Parágrafo único. O órgão regulador e fiscalizador normatizará planos de benefícios nas modalidades de benefício definido, contribuição definida e contribuição variável, bem como outras formas de planos de benefícios que reflitam a evolução técnica e possibilitem flexibilidade ao regime de previdência complementar. (BRASIL, 2011).

Portanto, identifica-se o poder regulamentar quando o órgão regulador e

fiscalizador estão normatizando os planos de benefício.

Na Lei nº 12.154/09, encontra-se normas referentes ao poder regulamentar no

artigo 2º, incisos III e V:

Art. 2º Compete à Previc:

III – expedir instruções e estabelecer procedimentos para a aplicação das normas relativas à sua área de competência, de acordo com as diretrizes do Conselho Nacional de Previdência Complementar, a que se refere o inciso XVIII do art. 29 da Lei 10.683, de 28 de maio de 2003.

V - harmonizar as atividades das entidades fechadas de previdência complementar com as normas e políticas estabelecidas para o segmento; (BRASIL, 2011).

Assim, verifica-se o poder regulamentar quanto a expedição de instruções e a

harmonização de atividades realizadas pelas entidades fechadas de previdência complementar.

Tratando-se de poder disciplinar, explica-se que o mesmo é o meio que cabe à

Administração Pública para apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos e

demais pessoas sujeitas à disciplina administrativa, não se confundindo com o poder de

polícia, pois o primeiro diz respeito a questões internas da Administração Pública, e o

segundo a sociedade em geral.

Analisando a Lei nº 12.154/09, o poder disciplinar encontra respaldo nos seguintes

artigos:

Art. 2º Compete à Previc:

II - apurar e julgar infrações e aplicar as penalidades cabíveis;

Art. 7º Sem prejuízo de outras atribuições previstas em regimento interno, compete à Diretoria Colegiada da Previc:

§ 2º Considerando a gravidade da infração, o valor da multa aplicada ou o montante do crédito cobrado, conforme dispuser o regulamento, a Diretoria Colegiada poderá delegar as competências relativas aos incisos III e IV. (BRASIL, 2011).

No texto legal colacionado, encontra-se assim, a presença do poder disciplinar,

sendo ele utilizando como meio sancionador para os servidores públicos infratores das normas

estabelecidas em lei.

Por último identificar-se-á na lei nº 12.154/09 e nº Lei Complementar nº 109/01 o

poder de polícia, sendo ele, o mais amplo entre os poderes administrativos.

Apesar de já explicado anteriormente, cabe aqui uma pequena consideração a

respeito do poder de polícia. Ele deve ser entendido como a atividade do Estado que visa

assegurar os direitos da população em detrimento do direito individual.

Portanto, há de se frisar que o poder de polícia está intimamente ligado com o

princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, protegendo o cidadão em

diversas áreas cotidianas, como higiene, segurança, e inclusive, na Administração Pública.

Na lei 12.154/09 no art. 2º e art. 7º pode-se analisar em alguns de seus parágrafos

e incisos, atribuições do poder de polícia, entre elas, fiscalização e aprovação, como dispõe o

texto legal:

Art. 2º Compete à Previc:

I - proceder à fiscalização das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e de suas operações;

IV - autorizar:

a) a constituição e o funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar, bem como a aplicação dos respectivos estatutos e regulamentos de planos de benefícios;

b) as operações de fusão, de cisão, de incorporação ou de qualquer outra forma de reorganização societária, relativas às entidades fechadas de previdência complementar;

c) a celebração de convênios e termos de adesão por patrocinadores e instituidores, bem como as retiradas de patrocinadores e instituidores; e

d) as transferências de patrocínio, grupos de participantes e assistidos, planos de benefícios e reservas entre entidades fechadas de previdência complementar; VI - decretar intervenção e liquidação extrajudicial das entidades fechadas de previdência complementar, bem como nomear interventor ou liquidante, nos termos da lei;

§ 1o O Banco Central do Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários e os órgãos de fiscalização da previdência complementar manterão permanente intercâmbio de informações e disponibilidade de base de dados, de forma a garantir a supervisão contínua das operações realizadas no âmbito da competência de cada órgão.

Art. 7º Sem prejuízo de outras atribuições previstas em regimento interno, compete à Diretoria Colegiada da Previc:

II - aprovar os critérios e as diretrizes do programa anual de fiscalização no âmbito do regime operado por entidades fechadas de previdência complementar; (BRASIL, 2011).

Além das atribuições colacionadas, pode-se vislumbrar ainda na presente lei, que

a instituição de taxas de fiscalização e controle também é pertinente ao poder de polícia.

Na PREVIC, existe a chamada TAFIC, que segundo o artigo 12, § 5º da lei

12.154/09, “é a taxa que será recolhida ao Tesouro Nacional em conta vinculada à PREVIC,

por intermédio de estabelecimento bancário integrante da rede credenciada.” (BRASIL,

2011).

A referida taxa, é responsável por um orçamento anual de R$ 36 milhões, paga

quadrimestralmente pelas entidades fechadas de previdência complementar (EFPC), segundo

o patrimônio financeiro do plano de benefícios. (PINHEIRO, 2010, p. 5).

Neste diapasão, é mister colacionarmos o artigo 12 da Lei nº 12.154/09 que assim

nos transmite:

Art. 12. Fica instituída a Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC, cujo fato gerador é o exercício do poder de polícia legalmente atribuído à Previc para a fiscalização e a supervisão das atividades descritas no art. 2o.

§ 1o São contribuintes da Tafic as entidades fechadas de previdência complementar constituídas na forma da legislação.

§ 2o A Tafic será paga quadrimestralmente, em valores expressos em reais, conforme tabela constante do Anexo V, e seu recolhimento será feito até o dia 10 (dez) dos meses de janeiro, maio e setembro de cada ano.

§ 3o Os valores relativos à Tafic não pagos na forma e prazo determinados sofrerão acréscimos de acordo com a legislação aplicável aos débitos em atraso relativos a tributos e contribuições federais.

§ 4o Em caso de pagamento com atraso da Tafic, incidirá multa de mora de 20% (vinte por cento) sobre o montante devido, que será reduzida a 10% (dez por cento) se o pagamento for efetuado até o último dia útil do mês subsequente ao do vencimento.

§ 5o A Tafic será recolhida ao Tesouro Nacional, em conta vinculada à Previc, por intermédio de estabelecimento bancário integrante da rede credenciada. (BRASIL, 2011).

O artigo é claro quando explica quem serão os contribuintes da Tafic, e quais

serão as multas que os mesmo deverão pagar em caso de inadimplência da referida taxa,

sendo estas umas das ações do poder de polícia, estipulando as obrigações e aplicando as

sanções necessárias para o seu não cumprimento.

O que vale concluir, é que todos os poderes estão intrínsecos ou explícitos nas leis

que dispõem sobre a Previdência Complementar, especialmente na Lei nº 12.154/09 e na Lei

Complementar nº 109/01, e que há, portanto, uma correlação entre os poderes administrativos

e as leis em destaque, que valeram-se desses poderes, para assim fundamentar e conduzir sua

aplicação legal.

5 CONCLUSÃO

Por todo o exposto, verificamos que o sistema previdenciário objetiva conferir aos

indivíduos por ele acobertados, uma proteção contra os riscos sociais, tais como doença,

acidente, invalidez, morte, desemprego involuntário, prisão, morte, velhice além de outras

contingenciais sociais.

Neste sistema encontramos diversos regimes de previdência, entre eles, o regime

de previdência complementar, que foi alçado à condição de pilar da previdência social em

2001, pelas Leis Complementares nº 108 e 109. Tal regime está se solidificando rapidamente,

e tem se constituído eficaz instrumento privado voltado para a formação de poupança

previdenciária do trabalhador.

Ao verificarmos que o Regime de Previdência Complementar apresenta um

caráter privado, buscamos o estudo dos meios de regulação que o Estado oferecia sobre este

regime, identificando quais as lacunas que os órgãos fiscalizadores abriam, e quais as medidas

que a União estava propondo para garantir o interesse público sob o privado.

Assim, fundamentamos que a fiscalização sobre as Entidades Fechadas de

Previdência Social – entidades instituidoras do Regime de Previdência Complementar

Fechado – era ineficaz, pois o ente responsável pela regulação não possuía autonomia no

exercício de suas funções.

Por isso, em 23 de dezembro de 2009, foi criada a Lei nº 12.154, que institui a

Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) na estrutura de uma

agência reguladora federal, atribuindo a ela, total autonomia, patrimônio e receita próprios

para executar atividades típicas da Administração Pública sob as entidades fechadas de

previdência complementar, também chamadas de fundos de pensão.

Por conseguinte, a PREVIC passou a fiscalizar e supervisionar as atividades das

entidades fechadas de previdência complementar, estando elas, subordinadas às ações e

atribuições desta superintendência.

Outrossim, como estamos tratando de uma agência reguladora, esta possui

poderes para administrar suas atividades. E são exatamente estes poderes administrativos, os

responsáveis pela autonomia da PREVIC, haja vista, que as atividades e decisões efetuadas

por ela, deverão seguir os preceitos desses poderes.

Portanto a PREVIC irá atuar utilizando a estrutura jurídica da sua criação, em

consonância com os poderes administrativos conceituados no presente trabalho e estruturados

na lei nº 12.154/09.

Desta maneira, concluímos que em virtude da dimensão e da complexidade do

regime de previdência complementar, instituídos pelos fundos de pensão, era absolutamente

imprescindível que o sistema regulatório fosse estruturado com maior segurança e

transparência, mediante a modernização dos instrumentos de fiscalização e controle, obtidos

por meio da criação da PREVIC, de modo a permitir a proteção plena dos interesses dos

participantes e assistidos e a promoção do respeito aos patrocinadores e instituidores.

REFERÊNCIAS

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Previdência Complementar – PREVIC e dispõe sobre o seu pessoal; inclui a Câmara de

Recursos da Previdência Complementar na estrutura básica do Ministério da Previdência

Social; altera disposições referentes a auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil; altera as

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