Mandela com Janelas
'Integridade sem conhecimento é fraca e inútil, mas conhecimento sem integridade é perigoso e horrível.'
Samuel Johnson
"Não se pode dizer que pesquisadores que falsificam dados, manipulam estatísticas, apropriam-se das descobertas ou ideias de outros sejam 'bons cientistas', no sentido moral ou profissional: certamente é improvável que seus resultados façam qualquer bem."
John Cornwell - Os Cientistas de Hitler
A única mudança aceitável é para melhor. A verdadeira luta é usar de si mesmo como exemplo de combate a injustiça e desigualdade ao contrário dos que lutam de modo egoísta para se impor contra o direito alheio e para dominar tal como nazistas que destituídos de qualquer fato ou prova se viram no direito de isolar, confiscar e matar tal apenas reproduzindo a lógica do oprimido servir ao opressor, não ao contrário.
Não se alarga o abismo da desigualdade como próprio túmulo social pelo mesmo motivo que não se alimenta sadismo com masoquismo.
Dessa dicotomia abissal entre passivos e ativos cria uma sociedade predatória onde a minoria é presa vulnerável, mas ledo engano que é caridade ser presa para o predador, pois o final da metáfora da tartaruga e o escorpião todos conhecem o final.
Mas apenas tolos não discernem gosto de critério, crítica e técnica de opinião, diversidade de desigualdade, argumento de ofensa, na verdade são incapazes de respaldar mesmo suas preferências ou convicções por
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acharem que desejo e vontade é razão. Normalmente esses circundam a essência como ignorantes circundam a verdade, sem jamais atingi-la de modo embasado, mas antes demonstram-se seletivos quanto a verdade ao enxergarem apenas o próprio desejo. O desejo como base do senso comum condiciona confundindo mesmo pensamento e reflexão com sensação e emoção servindo mais seus instintos do que os instintos a eles.
Tudo então se torna questão de “gosto” que por vezes culmina num hedonismo sádico entre outros vícios deleites proibitivos.
A grande luta humana tem fundo na verdade na busca por uma harmonização grosseira ao repelir a diferença pela uniformização e nada mais forte do que pela predominância imposta de ideias, crenças e informações a exemplo dos diferentes tipos de governo. Na verdade, das ideologias apenas o extremo contra o direito alheio e sofístico devem ser coibidos.
Ser crítico não é gostar ou não gostar, mas saber por qual motivo gosta ou não gosta num julgamento consciente do subconsciente sobre as próprias nuances da arte metódica. Torna-se preciso crítica à crítica e definir critérios de definição do pensar sobre o pensar ante uma verdadeira consciência que renove o pensamento além instintos e deformações demagógicas e superficiais. Pensamento sobre pensamento ou estagnação do mesmo.
A ciência, filosofia e ficção devem ter total liberdade de especular e pensar, assim como opositores de questionar. No entanto, o que separa o discurso e debate saudável de seu oposto é o decoro e ética em proporcionalidade ao fervor ideológico, de crença e egocêntrico ao aspirar a uma conceptualização monocromática. Ao longa da história tudo o quanto é dito "inquestionável" é questionável justamente por isso, especialmente na área de humanas. As únicas coisas inquestionáveis no
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universo são os fatos71 objetivos e a idiotice, pois qualquer interpretação subjacente sempre será.
Não sendo verdade nem certo, não pode ser bom. Se vai contra a ciência, ética e lei é descartável como menos que inútil, pois nunca irá produzir resultados aprazíveis ao contrário de mim que propulsionou no mínimo influências positivas nas áreas que abordadas. Apenas se aprende a verdade e o certo, o oposto leva apenas a repetência, a diferença entre persistir (isto é, no certo e verdade) e teimosia no erro. Mas alguns tem de positivo apenas a doença, evolui apenas o mal e aprende apenas o erro.
Estes nunca resolverão problemas, apenas os substituirão por outros a beneficiar apenas os próprios desejos e poder. Por isso esse livro é para todos que são bons e desejam um mundo melhor para todos que são bons, pois para os que não são tudo isso é apenas uma bobagem tão inútil quanto a ética para o antiético, a lei para o assaltante e estuprador, ou o direito alheio para o ditador e discriminador. Se me pagassem poderia escrever uma cartilha para piratas, só que piratas não me pagam. Assim, como o que não é bom para mim não pode ser bom para quem é bom.
Apenas o erro e maldade necessitam de culpados e do sofrimento, o resto é doença.
Dê um papel e caneta para um gênio e ele revolucionária o mundo, dê o mundo a um tolo e ele o queimará como papel e acusará o gênio que tentou melhora-lo. A boca do sábio derrama conhecimento, a do tolo apenas amargura (ameaça, humilhação, calúnia...), mas com esses da minha boca derrama apenas vômito! E roubar minhas palavras não mudará a verdade, pois a verdade é um mapa para atitudes inexistentes senão praticadas, o verdadeiro tesouro está nas atitudes!
Uma legítima ideologia e filosofia é conhecida assim por quem a prega sendo capaz de viver e morrer por ela. O resto é hipocrisia, pois um
71 Tal como o direito alheio pois é fato jurídico.
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rei se submete ao próprio edito, apenas ratos que não, pois possui a ideologia de covardes. Heróis são capazes de morrer pelo certo ao contrário de meros aventureiros, mas por isso não se morre pelos maus ou pelo erro, pois não há memorial para PC Farias ou Jeffrey Epstein, mas sim São Jorge.
Todos perdões foram liberados, todas faces oferecidas, falta apenas a cruz ser vendida para que cada um dê conta de si mesmo.
A exemplo desse trabalho ainda que não o julgue criteriosamente acadêmico parte de pretensões filosóficas que tem a concisão como referência. Ainda que eventualmente eu mesmo possa incorrer a um plágio involuntário e inconsciente busco usar os pontos de partidas de meu pensamento de modo referenciado como precedente e fonte.
Sobretudo utilizando-me da maior objetividade e precisão linguística possível. A imprecisão do ambíguo é o acerto dos tolos.
Porém, vivemos numa época em que criticar determinada crença, ideologia, política ou grupo esses parecem corresponder com excelência equivalente ao afirmado. Como se atitudes correspondentes provassem o contrário. Parece que a radicalização mais que normativo se tornou a própria ideologia que alimenta não melhorias, mas apenas haters e tóxicos ferozes por se impor. A grande diferença entre os primatas que matavam a pau e pedra na pré-história a alguns hoje é que os atuais usam armas mais eficientes e desculpas mais sofisticadas, mas no fundo a mesma irracionalidade instintiva. A maldade não é uma necessidade fisiológica, mas filosofística arraigada nos maus instintos, porém, assim como a bondade e a razão possuem filosofias, a maldade também.
Ainda que numa democracia oposições72 devem coexistir, alianças entre opostos sempre geram prostituições ou traições. Por isso acredito
72 A única oposição que é aceita numa democracia é contra a constituição, pois ser contra a constituição é ser contra a democracia.
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nas ideias de alguns, não nas suas atitudes, pois não acredito no ser humano, mas na verdade. Afinal da atitude da exceção nasce o contrassenso e discriminação ainda que camuflado na ausência de provas que justifique, assim como práxis antagônico a teoria a hipocrisia da mera ornamentação, sendo por seletividade de exceção ou não. A praxe em sua integridade evoca a ação, a prática dos valores como filosofia de vida em movimento. As próprias alegações e argumentações retóricas de alguns depõe contra eles mesmos como autor do que na verdade eu crio, pregando em palavras e em atitudes o oposto do que eu.
Um exemplo disso é que se sou nada e ninguém ao reputar-me como parte do ‘todo’ e dos direitos, mas não o serei na hora do dever, favor e apoio, isso prova de que estes é quem não são confiáveis ao dizerem o oposto. Ao contrário deles vivo o que prego, pois, minhas palavras não são ferramentas do oportunismo que sempre será seletivo e por isso egoísta e inconstante. Apenas a imparcialidade e integridade não conhece o egoísmo, mas o abismo entre teoria e prática apenas se faz pela hipocrisia e dicotomia contraditória entre palavras e atitudes.
Ao contrário desses, meu interesse não é ganhar, mas não ser massacrado; meu interesse não é lucrar, mas me pagar; meu interesse não é ter fama, mas reconhecido pelo que de bom fiz; meu interesse não é ter privilégios, mas direitos; meu interesse não é ser temido, mas respeitado;
meu interesse não é vingança, mas justiça; Favor se pede, direito se exige.
Mas as vezes o problema são as leituras deploráveis que fazem de algumas filosofias e ideias, como Stalin de Marx, da Inquisição sobre bíblia e do nazismo por Friedrich Nietzsche. Temo o que podem fazer se roubarem minhas ideias para pôr em "prática" ao próprio exemplo do ato comigo. Estes são exemplos históricos que apenas circundam os problemas ou os reproduzem a pretexto de sana-los.
Os que buscam em palavras, ideias, números ou objetos motivos para más ações não seriam os mesmos capazes de fazer guerra utilizando
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qualquer coisa como arma? Nisso sou tão culpado pelos erros que alguns cometem como a faca é para o estripador e a arma para o assaltante. Mas estes que culpam Einstein por sua genialidade ter permitido Hiroshima são os mesmos insanos que apedrejam em nome da masmorra. Não podemos culpar algo pelo que fazemos disto, mas sim pelo que fora feito caso isto sim seja um crime.
Porém, para esses incapazes de serem grandes em virtudes, intelecto e talento resta a fraude, antiética e a incompetência como abrigo de seu inchaço espaçoso onde a justificativa não move suas ações, mas suas ações as “justificativas”, pois eles não se adequam a verdade e a lei, mas as distorcem para elas se adequarem ao desejo desses. Disso a essência do charlatanismo se perfaz unicamente como a causa de males sob a ilusão de uma grandeza somente destruindo quem é melhor.
Desses se faz a distância entre teoria e prática ante as palavras esvaziadas de atitudes correspondentes do qual sou exemplo e prova.
Muitos veem, mas poucos enxergam, muitos falam, poucos praticam, pelo motivo de que não aceito ser exceção de mim mesmo, do que prego. Qual negro pregou ser escravizado para lutar contra a escravidão? Quem ajuda se não é capaz de se ajudar? Quem deve mergulhar no mar de lama da areia movediça para salvar os demais? Mesmo Jesus que se deixou crucificar ressuscitou, mas a loucura toma muitas formas e as mais comuns é a da normalidade hipócrita ao normatizar por condicionamento psicopatologias e imoralidades! Por esse motivo minhas palavras nunca servirão para hipócritas que usam dela mesma como exceção ao seu autor, por serem incapazes de vencer minhas palavras as roubam para fazerem delas uma vergonha, isto sim. Não sendo capazes ao menos de respeitar o autor que prerrogativa legitima possuem? Mas o grande segredo para o pragmatismo manter uma sabedoria pura e intacta é não a usar, mas ornamentar-se com ela. Estes são o problema, nunca a cura ou resolução.
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Verdade também é o fato de que a obra é indissociável do autor, mas algumas mentes se abrem para tudo menos a verdade, quando apenas a grandeza intelectual se abre a sua possibilidade. Quem não defende a verdade, tal como quem é o verdadeiro autor de algo, não pode ser credível de defender o certo ou a razão senão como charlatão. Mas para alguns é mais importante a promiscuidade do que ideias, talento, trabalho ou inteligência o que apenas perfaz uma ineptocracia de mediocridades niilistas.
A praga do pragmatismo é perigosa pois é moralmente duvidosa, normalmente molda as regras, leis e verdades as seus interesses, se torna parcial, inconstante e assim hipócrita, tende ao maquiavelismo e maniqueísmo extremado e tendo mais compromisso com as facilidades irresponsáveis de seus interesses do que as dificuldades e razões da responsabilidade moral. Se torna um cânone do lucro e poder máximo sem menor responsabilidade.
Toda realização nasce de um sonho ainda que nem todo sonho se realize, porém, da centelha da ideia germina o embrião do sonho do qual o ápice é a concretização como verdade. Mas a repetição é repescagem na capitania do esquecimento e ignorância do qual o tolo enxerga estoica doutrina. Mas onde terminam os ciclos iniciam as redundâncias da mesma raiz de redondo, quando o erro serve apenas para propulsionar a justiça que a condene definitivamente.
Tal livro fora feito para os que acreditam não meramente em mim, mas na verdadeira igualdade. Não dos que se dizendo detentores de prerrogativas ideológicas ou políticas permitam que destruam o elefante ocultado ante todos na sala para construírem sua torre de marfim de onde almejam ostentar tais ideias e palavras roubadas como signo da razão.
Procuro esquerdas legitimas que pratiquem integralmente o que pregam, não como discurso para justificar meramente o poder. Falsificação ideológica em muitos sentidos, através dos sentidos, pois os que desejam
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me refutar roubando minhas prerrogativas e fazem de mim exceção mentem quando dizem que minto. Estes normalmente são os mesmos que acham que ofensa, calúnia e ameaça são argumentos.
Discuto razão, não gosto, mas já que alguns confundem os dois logo nem perco tempo também com o primeiro ante esses. Mas se até o livre-pensamento hoje é sinônimo de "livre-desejo" pouco importa se alguns acham que lógica é vontade.
Se aparência impedisse o crime, injustiças e o sofrimento eu seria o maior defensor da etiqueta e estética, mas como me importo mais com a substância prezo pela ética. No entanto, os que defendem o oposto em atitudes parecem ter muito mais a lucrar comigo do que eu com eles. Sei que com alguns tenho a perder, de um lado ou de outro, pois é o mimado e tirano quem cobra o que é incapaz de oferecer ou retribuir. Quando o preço é muito caro, não é justo o bastante.
Vivemos numa sociedade aromatizada artificialmente, onde tudo é colorido para parecerem mais vistosos, não nutritivo. Tudo é acentuado para agradar ao sensorial do paladar, olfato, visão, audição e tato não o essencial, pois se trata de uma sociedade de aparência, onde a troca é do valor pelo preço, do amor pelo sexo. Disto temos uma sociedade de gordos poucos saudáveis e famintos por alimentos psicológicos e espirituais, com determinadas áreas inchadas e outras anoréxicas ou sofrendo inanição. O aparente que oculta o materialismo de seus promotores sempre é vistoso, bonito e aparentemente bom, mas moral, espiritual, ética e socialmente com baixo valor nutricional, não como parecem serem expostos nas vitrines de lojas do facebook, Instagram, Twitter, pois ainda que eventualmente ostentem palavras bonitas possuem pouco valor prático em atitudes como bulas enganosas e rótulos trocados.
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"Não tenho simpatia pelas pessoas que continuam escondendo os fatos. Acho que o público pode lidar com más notícias e um nível de incerteza".
Peter Ratcliffe, ganhador do Nobel
Antiética nunca combinou com a ciência, mas sim com charlatanismo, apenas intelectos menores precisam disso por insuficiência de caráter e aptidão. Normalmente egos inflados numa soberba pouco realista numa tentativa de se atribuir feitos inexistentes e inverdades quando os resultados são desastrosos. Não são afeitos a verdade ou certo, mas a glória e poder decorrente do status e domínio que buscam através do engano e imoralidade. A lógica desses é matar os doentes para que não haja mais doenças, ou pintar negros de branco para que não haja mais racismo.
Caráter é essência e reputação aparência, mas hoje muitos confundem os dois por causa de outra coisa chamada hipocrisia. Os limitados pelo aparente como único viés de evidência, são os mesmos hipócritas os quais se escondem atrás de um moralismo acusatório contra os que não se submetem ao viés mainstream. Eles precisam muito nos pintar e condimentar ao sabor deles, para sua degustação egoísta tornando a sociedade um banquete de idiotas.
Parece que hoje de Jeremy Bethan tem sido mais aplicado no preceito pan-óptico do que de maior felicidade possível.
Manipular o aparente é a manobra mais vaidosa, hipócrita e camuflada da opressão do qual, no entanto, gera apenas o descontento alienador inerente a ilusão, grande fonte de niilidades e crises de valores
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inerentes a pós-modernidade73. O impostor muitas vezes se faz mais pela exceção que como contrassenso expõe a hipocrisia do que se diz ser.
A sabedoria virou apenas ornamento com que se posa como a roupa da moda, mas estes despidos de roupas e máscaras nada são. Do mesmo modo que não se pode ser um bem fazendo um mal. A bondade é a roupa da moda o qual os maus e hipócritas adoram se fantasiar, imagine sua pornografia.
Porém, o heroísmo não desponta como relés mito fantasioso, muito menos não é o poder que define alguém herói, mas as regras e princípios que esses poderes se submetem, um código moral. As atitudes das práticas desse poder definem o herói.
A pessoa é determinada pela constância do que pratica, pois não existe meio expediente para o caráter ou margem para a exceção a integridade que anula o todo, a integridade de algo não é medido por sua parcialidade, pois a bondade não é estar momentaneamente bom, mas ser bom. Esses são produtos sociais de validade moralmente vencida, o qual o prazo de sua utilidade integral se dissipou independente dos conservantes, restando apenas isso, uma aparência nutricional, mas sem substância equivalente, estes que apenas enchem e enchem, mas nunca saciam.
Para enfrentar esse mal por vezes somos como ‘loucos’. Mas apenas a loucura conhece a verdadeira coragem, pois se os maus são loucos o bastante para cometerem atrocidades niillistas, os bons devem ser loucos o suficiente para enfrenta-los, pois a coragem não é inteligência, mas estado de espírito seja através da virtude ou vício.
73 Constata-se que o niilismo encarna não somente a ausência de significados, mas o desvalor, o qual alguém ou uma classe é submetida.
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Somente tal 'loucura' é capaz de mudar o mundo restando saber se será para o bem ou mal.
'Com integridade, você não tem nada a temer, pois não tem nada a esconder. Com integridade, você fará a cosia certa e não terá culpa.'
Zig Ziglar
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