CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA EM ÂMBITO NACIONAL
A Constituição Federal é a mais importante fonte do Direito, em matéria tributária não foge a regra. Esta expressamente prevista na Constituição, as regras gerais do Sistema Tributário Nacional, bem como a garantia constitucional assegurada ao constituinte. (CARNEIRO, 2020, p.143)
Com efeito, a Emenda Constitucional nº 42, de 19 de dezembro de 2003, introduziu o inciso XXII no artigo 37 da Constituição Federal, estabelecendo que a Administração dos entes federados deverão realizar suas atividades de forma integrada, compartilhando dados e informações fiscais. Eis o dispositivo:
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
XXII - as administrações tributarias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercida por servidores de carreiras especificas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convenio.
Nota-se que o referido dispositivo trata-se de uma norma constitucional que tem por objetivo disciplinar a atividade da Administração Pública direta ou indireta no recolhimento das informações relativas às obrigações acessórias.
Posto isso, o conceito de limitação constitucional ao poder de tributar é de acordo com Sabbag (2018, p. 50), “qualquer restrição imposta pela CF às entidades dotadas de tal poder, no interesse da comunidade, do cidadão ou, até mesmo, no
Nesse sentido, a Emenda Constitucional em questão, ao delimitar a forma das atividades da Administração Pública, “terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada”, consubstancia a ideia que a norma consiste na verdadeira limitação dos entes políticos para exigir informações.
Neste passo, o inciso XXII, em sua parte, “inclusive com compartilhamento de cadastro e de informações fiscais” descreve a qualidade que reflete no cumprimento das obrigações acessórias. Essas obrigações, como abordado anteriormente, tem como conceito ser um dever administrativo, cuja finalidade, assim como Machado (2018, p.140) define é, “possibilitar o controle, pelo Poder Público, sobre arrecadação e a fiscalização dos tributos.” fornecendo informações aos órgãos fiscalizadores que confirmem a obrigação principal exercida.
Assim, percebe-se que a Emenda nº42/2003, como aponta Torquato (2011, p.18) “introduziu no ordenamento jurídico uma clara limitação ao poder de tributar”
No que tange ao veículo introdutor, a Emenda expressa que “na forma da lei ou convênio” o inciso poderá ser estabelecido. Portanto, os Estados detidos de competência legislativa plena, por falta de uma norma geral não ter sido editada, poderá legislar sobre a matéria, por meio de Lei Estadual, destinada a regular apenas seu campo de atuação, ou reunidos, firmar convênio com os outros entes sobre a matéria. (TORQUATO, 2011, p.20)
4.2.1 Problemas da atual regulamentação por convênio
Como analisado no capítulo a respeito das obrigações acessórias, o custo de conformidade ao Sistema tributário brasileiro vem aumentando expressivamente a cada ano.
Tendo em vista, a necessidade de diminuir a complexidade e o fluxo de informações diversas, foi criado o Convênio ICMS nº57/1995 a fim de melhorar a recepção de informações fiscais pelas Administrações Públicas no formato magnético.
O Convênio, ora mencionado, instituiu o “Sintegra”, seu objetivo era facilitar o fornecimento de informações dos contribuintes aos Fiscos estaduais e de aprimorar o fluxo de dados nas Administrações Públicas. (TORQUATO, 2011, p.22)
Contudo, os entes federados por serem dotados da autonomia para em suas administrações instituírem e determinarem as suas próprias informações a serem fornecidas, fez com que o objetivo do Sintegra não fosse alcançado. Uma vez que cada ente pode alterar na plataforma do Sistema as obrigações acessórias cobradas do contribuinte. (TORQUATO, 2011, p.22)
Desta forma, a ausência de padrão, consequentemente aumenta a complexidade do Sistema tributário àqueles que operam em mais de um Estado da Federação.
Em contrapartida, diante da possibilidade admitida pelo inciso XXII, do art.37, da Emenda nº42/2003, as Administrações Públicas diretas ou indiretas trabalharem com compartilhamento de dados na forma de lei ou convênio, foi instituído o Convênio ICMS nº143/2006, com intuito de alterar a realidade do ambiente nacional mediante a sistematização e uniformização das informações fiscais através de uma base de dados única. (BRASIL, 2020)
Isto posto, o Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, implantado por meio do Convênio nº143/2006, também tem dificuldades par alcançar seu objetivo.
A princípio, pelo exercício da competência suplementar em matéria de norma geral de Direito Tributário ser uma faculdade dos entes políticos, nem todos os estados brasileiros aderiram ao convênio. O estado de Pernambuco e Distrito Federal ao não aderirem ao Convênio geram um grande transtorno as empresas que operam em seu território.
A falta de uma norma geral que institua essa obrigação, é uma dificuldade a utilização da grande vantagem do SPED. Uma vez que, a não aderência por todos os entes, leva a maioria dos Estados que aderiram ao convênio ainda exigir o envio contínuo das informações fiscais pelo contribuinte por meio do Sintegra.
Dessa forma, a exigência do fornecimento de informações fiscais ao mesmo tempo, por meio do SPED e Sintegra, mostra- se mais um ônus ao contribuinte e aumento do custo de conformidade, do que vantagem. Segundo, Torquato (2011, p.23) “mostra-se inteiramente desnecessária para os fins a que se destinam o agir da fiscalização tributária, quais sejam: a ‘identificação do patrimônio, rendimentos e atividades econômicas do contribuinte’ ”.
Sendo assim, enquanto não editada uma norma geral dando aplicabilidade ao dispositivo no art. 37, XXII, da CF, a utilização dos dois Convênios concomitantemente será um problema para o Sistema tributário Nacional.
4.2.2 Considerações acerca da regulação por Lei complementar
A União, no que tange a matéria tributária, é competente a editar normas gerais de caráter obrigatório, restando aos Estados e ao Distrito Federal a competência de suplementar. (ALEXANDRE, 2018, p.246)
No entanto, para a interpretação desenvolvida por Andressa Torquato no que se refere à falta de norma geral que aplique o inciso XXII, art.37, da CF, é possível a regulamentação por meio de Lei complementar.
A priori, perante a falta de aderência dos estados do Pernambuco e do Distrito Federal ao Convênio nº 143/2006, como constatado os outros entes da federação continuam a exigir dos contribuintes a utilização concomitantemente por meio do Sintegra.
Conforme, a autora (2011, p.23), a exigência do cumprimento das obrigações acessórias pelos dois sistemas consiste em “frontal violação ao princípio da proporcionalidade, entendido este como a relação entre a necessidade e adequação do ato normativo aos fins por ele propostos.”
No Brasil, o princípio da proporcionalidade foi admitido pelo Supremo Tribunal Federal como possibilidade de suspensão de uma lei, no caso da
ADInMC nº855/1993, pois os meios por ela instituídos não eram adequados, nem necessários, aos fins aos quais ela se propunha. (TORQUATO, 2011, p.23)
Dessa forma, com base no princípio da proporcionalidade, os entes que aderiram ao Convênio ICMS nº143/2006, estão tolhidos, pela inconstitucionalidade de atos normativos editado, a utilizarem um sistema de escrituração digital local quando já obtiver acesso as informações necessárias por meio de banco de dados nacional. Todavia, nos estados do Pernambuco e Distrito Federal as condições excessivas continuam as mesmas até que a aderência ao Convênio ocorra. (TORQUATO, 2011, p.23)
Por fim, como aborda a teoria criada por Torquato, a Emenda nº42/2003 necessita de edição de uma norma que lhe regule, a fim de possuir aplicabilidade plena.
Por conseguinte, ao incluir a competência concorrente à legislação sobre o Direito Tributário, art. 24 §1 e §3, cabe a lei complementar estabelecer as normas gerais em legislação tributária.
Art. 146. Cabe à lei complementar:
I - dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar; III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária
Isto posto, o art 146, II, da CF também atribui a lei complementar a regulação das limitações constitucionais ao poder de tributar. De modo que, por serem constitucionais, as limitações ao poder de tributar já estão delimitadas no próprio texto da Constituição federal, de tal forma que não cabe à lei complementar criar novos limites. Sobrando-lhe a função de ser o veículo normativo utilizado para disciplinar as limitações que o legislador constituinte submeteu à regulação infraconstitucional. (ALEXANDRE, 2018, 250)
Dessa forma, como a Emenda Constitucional nº 42/2003 versa sobre uma limitação ao poder de tributar, conforme evidências apontadas no início do capítulo,
com base no inciso II do art. 146, ela poderá ser editada por meio de lei complementar.
Assim, editada norma geral, os entes não poderão trabalhar de forma desarticulada, estando o legislador proibido de exigir do contribuinte uma obrigação acessória a fim de obter informação prestada anteriormente, tolhido pelo princípio da proporcionalidade, e que está a sua disposição em um sistema de informações fiscais. (TORQUATO, 2011, p. 5)
5 CONCLUSÃO
Diante de todo exposto, ao explorar o Sistema Tributário brasileiro foi possível observar os impactos da grande quantidade de obrigações acessórias para o custo de conformidade ao sistema tributário para a atividade empresarial, as consequências das relações entre os contribuintes e o fisco com toda a estrutura econômica. Além, das condições necessárias para estabelecer o Sistema Público de Escrituração Digital de maneira obrigatória, a fim de diminuir o ônus excessivo suportado pelas empresas, e assim, estabelecer uma relação entre contribuintes e sistema fiscal mais clara e uniforme em todos os estados brasileiros.
Por esta forma evidenciou, com base no art. 37, XXII, CF, a necessidade de compartilhamento e uniformização de dados por todos os entes federados de maneira eficaz e com aplicabilidade plena, pois, até então, os sistemas existentes foram instituídos por meio de convênio ou lei de âmbito estadual, na forma permitida pelo referido artigo. Assim gerando problemas na execução do objetivo por impor concorrentemente as mesmas exigências ao contribuinte, e não aderência por todos os estados brasileiros.
Dessa maneira, foi apresentado o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED, instituído pelo Convênio ICMS nº 143/2006. Expondo o quanto o sistema estimula o progresso de rotinas antes não vigentes, tornando um diferencial nas práticas empresariais, a sistematização e forma de atender as exigências.
Isto posto, se questionou a competência da União sobre instituir aplicabilidade plena ao Sistema Público de Escrituração Digital por meio de lei complementar, levando em consideração a existência de outros convênios firmados entre os entes e a autonomia de cada um estabelecer suas obrigações acessórias. Possibilidade sanada ao interpretar conjuntamente o artigo 37, XXII, CF, o artigo 24, § 1 e §3 e o princípio da proporcionalidade, onde pode-se constatar que a União possui competência para editar norma geral que limite o poder dos entes federativos de impor obrigações acessórias na forma de lei complementar, estabelecendo o dever de atuarem de modo articulado os dados fiscais com todos os outros entes da
REFERÊNCIAS
ALEXANDRE, Ricardo, Direito Tributário/ Ricardo Alexandre – 11. Ed. Ver. Atual e ampl. - Salvador – Ed. Juspodivm. 2017
ALECRIM, Eliza Remédio, A obrigação acessória no sistema normativo brasileiro. 2017. São Paulo
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Apresentação do SPED. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/964 > Acesso em: 17 de junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Apresentação do SPED. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/966> Acesso em: 18 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Objetivos do SPED. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/967 > Acesso em: 18 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Simplificação. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/2919> Acesso em: 18 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Membros, Entidades e Empresas Piloto. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1241> Acesso em: 20 junho. 2019. Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, EFD-Reinf. Disponível em:
http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1494> Acesso em: 20 junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, EFD Contribuições. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/284 > Acesso em: 20 de junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, EFD ICMS IPI. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/523 > Acesso em: 20 de junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, NFS-e. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/488 > Acesso em: 20 de junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, ECD. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/499 > Acesso em: 20 de junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, eSocial. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1507 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, NFC-e. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1519 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, ECF. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1285 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, e-Financeira. Disponível em: <http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1499 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, CT-e. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1126 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, MDF-e. Disponível em:
<http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1515 > Acesso em: 20 de junho. 2019
BRASIL. Ministério da Fazenda. Decreto n° 6.022, janeiro de 2007. Disponívelem:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-
2010/2007/Decreto/D6022.htm> Acesso em: 20 junho. 2019.
BRASIL. Secretaria da Receita Federal, Conheça a NF-e. Disponível em: <http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/sobreNFe.aspx?tipoConteudo=HaV+iXy7HdM =#pBji7NQarAw=> Acesso em: 21 junho. 2019.
CARVALHO, PAULO DE BARROS Curso de direito tributário / Paulo de Barros Carvalho. – 30. ed. – Sã o Paulo : Saraiva Educação, 2019. 1. Direito tributário 2. Direito tributário - Brasil 3. Direito tributário - Legislaçã o - Brasil I. Títul0
CARNEIRO, CLAUDIO Curso de Direito Tributário e Financeiro / Claudio Carneiro. – 9. ed. – São Paulo : Saraiva Educação, 2020. 824 p. Bibliografia 1. Direito tributário – Brasil. I. Título
CONVÊNIO ICMS NO 143/2006
COSTA, Regina Helena Curso de direito tributário / Regina Helena Costa. – 8. ed. – São Paulo : Saraiva Educação, 2018. 1. Brasil - Constituição (1988) 2. Direito tributário - Brasil 3. Direito tributário - Legislação - Brasil I. Título. 17-1358 CDU 34:336.2(81)
DA FAZENDA, MINISTERIO. Reforma do Ambiente de Negocio e o Doing
Business. 2017. Disponível em: <http://fazenda.gov.br/centrais-de-
conteudos/apresentacoes/arquivos/2017/apresentacao_db_just_31_10_v2.pdf>. acesso em: 24 nov.2018.
DUARTE, Roberto Dias.Big Brother Fiscal IV:Manual de sobrevivência do Empreendedor no mundo pós SPED. Roberto Dias Duarte. 2011
DE FARIA, Éder Barcelos; ARAUJO, Edna Gomes de Freitas. O IMPACTO DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL - SPED
PARA OS ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE. 2016.
FERNANDES, Andressa G. Torquato. Considerações acerca da possibilidade de regulamentação do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) por meio de Lei Complementar. Revista Dialética de Direito Tributário, v. 194, p. 16-24, 2011 Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT. Disponível em: <https://ibpt.com.br/estudos/sonegacao-fiscal-da-empresas/> Acesso em: 14 maio.2020.
LANG, Michael; OBERMAIR, Christine; SCHUCH, Josef; STARINGER, Claus; WENINGER, Patrick. Tax compliance costs for companies in an enlarged European Community. Boston: Wolters Kluwer, 2008. p. 449.
MACHADO SEGUNDO, Hugo de Brito, 1978- Manual de direito tributário / Hugo de Brito Machado Segundo. – 10. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo : Atlas, 2018. NUNES, Flávio Martins Alves Júnior, Curso de direito constitucional/ Flávio Martins Alves Nunes Júnior – 3.ed.- São Paulo: Saraiva Educação, 2019.
OLENIKE, João Eloi / AMARAL, Gilberto Luiz/ AMARAL, Leticia M. Fernandes - Estudo sobre carga tributária/PIB x IDH CÁLCULO DO IRBES (ÍNDICE DE RETORNO DE BEM ESTAR À SOCIEDADE), IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. 2019.
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Nº 2/2007 – IV ENAT
SABBAG, Eduardo, Código Tributário Nacional Comentado / Eduardo Sabbag. – 2. ed. rev., atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2018. SACHSIDA, Adolfo. Como os impostos afetam o crescimento econômico? – Adolfo Sachsida. 2009
SCHOUERI, Luís Eduardo. Direito tributário / Luís Eduardo Schoueri. – 8. ed. – São Paulo : Saraiva Educação, 2018.
SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 37. ed. São Paulo: Malheiros Editora, 2013