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1. Sim 2. Não ( 11.1 ) QUAL ? 3. Graduação 4. Especialização 5. Mestrado 6. Doutorado ( 12 ) PRETENDE ATUAR NA ÁREA

DE PESQUISA ? 1. Sim 2. Não

Posse de Itens NÃO TEM TEM 1 2 3 4 ou + Televisão em cores 0 2 3 4 5 Rádio 0 1 2 3 4 Banheiro 0 2 3 4 4 Automóvel 0 2 4 5 5

Empregado(a) doméstico(a) mensalista 0 2 4 4 4

Aspirador de pó 0 1 1 1 1

Máquina de lavar 0 1 1 1 1

Videocassete 0 2 2 2 2

Geladeira 0 2 2 2 2

Freezer(aparelho independente ou parte da geladeira duplex) 0 1 1 1 1

Grau de Instrução do(a) Entrevistado(a)

Superior incompleto 3 Superior completo 5 Pontuação A1 30 – 34 A2 25 – 29 B1 21 – 24 B2 17 – 20 C 11 – 16 D 06 – 10 E 00 – 05

O quadro mostra que a maioria dos entrevistados reside em bairros da Zona Sul do Rio de Janeiro e pertence à Classe Social A.

Houve um equilíbrio de respondentes entre os cursos de Administração e Economia, observando-se uma pequena diferença, a maior, para os entrevistados do sexo masculino.

A quase totalidade dos entrevistados situa-se na faixa etária de 16 a 24 anos, não trabalha, não possui outra graduação e pretende freqüentar outros cursos, cuja preferência recai sobre o mestrado, seguido do doutorado e da especialização.

Nenhum dos entrevistados faz estágio e a maioria pretende atuar na área de pesquisa.

3 Os resultados da pesquisa

A análise das respostas aos questionários pode levar a variadas interpretações. No âmbito do presente estudo, optou-se por organizar os dados em blocos previamente estabelecidos. Assim, é a partir dos nove eixos das questões que os resultados da pesquisa são sintetizados.

3.1 A freqüência, o local e a finalidade do acesso:Internet

O primeiro bloco de questões – INTERNET – pretendeu levantar a freqüência, o local e a finalidade prioritária de acesso à Internet.

No que se diz respeito à freqüência de uso, observa-se que a Internet é acessada ao menos uma vez por dia. Esse dado, à primeira vista parece irrelevante, diante das estatísticas que revelam o poder de sedução que a rede mundial produz sobre os aficcionados, que a ela recorrem incontáveis vezes por dia. No entanto, se comparado à freqüência ao acervo de uma biblioteca, torna-se bem mais significativo, pois uma consulta diária dessa natureza representaria uma excelente média, considerando que freqüentar uma biblioteca ao menos uma vez por dia não é comportamento generalizado entre os estudantes universitários.

Quanto ao local de acesso, observou-se que a totalidade dos entrevistados acessa a Internet do laboratório da faculdade e/ou do computador doméstico, o que significa dizer que a interação com esta ferramenta faz parte da rotina de vida desses alunos. O fato de não precisarem de deslocamentos suplementares para informa-se significa racionalização do trabalho e, em conseqüência, economia de energia e de tempo. Mais uma vez a comparação com o acesso ao acervo de uma biblioteca serve como ilustração.

As respostas encontradas quando são questionados os objetivos do acesso, como era de se esperar, a partir de dados da simples observação diária, a correspondência eletrônica ocupa a primeira posição. Graças às suas mil e uma

vantagens, o correio eletrônico, símbolo da era da comunicação, constitui o meio mais empregado na correspondência diária, entre aqueles que a ele têm acesso. A terceira posição ocupada quando se trata de seu uso como apoio nos trabalhos acadêmicos não diminui sua importância. O estudo pode, e deve, ser encarado com seriedade pelos jovens, mais o relacionamento com o outro e o lazer constituem, também, práticas sociais da maior relevância para o ser humano.

3.2 As relações entre o site e as áreas de estudo:Informação e IBGE

No segundo bloco – INFORMAÇÃO e IBGE – pretendeu-se constatar a relação que os estudantes estabelecem entre os sites visitados e suas áreas de conhecimento, tendo em vista ser o IBGE o produtor governamental de informações, econômicas, sociais e populacionais, para só citar algumas.

O fato de o site do IBGE não ter sido mencionado como específico da área de conhecimento do aluno deve ser analisado com reservas, tendo em vista que em outra questão referente a esse mesmo site houve resposta afirmativa. De qualquer modo, a pouca expressividade daqueles que fazem uso dos dados disponibilizados indica que há problemas na divulgação do serviço. Cabe ao IBGE envidar esforços (marketing) para ampliar o número de usuários/corrigir a distorção, promovendo a sua divulgação, com ênfase na importância dos dados para a pesquisa acadêmica, já que ele é acessado por metade dos entrevistados, quando se trata de acesso a

sites do Governo Brasileiro.

Quando a questão é facilidade de acesso, as respostas mostram que o site não constitui problema, o mesmo acontecendo em relação aos dados procurados e à disposição e oferta de dados.

3.3 O reconhecimento do site como um serviço público:Governo Eletrônico O terceiro bloco – GOVERNO ELETRÔNICO – trata da observação do meio pesquisado, com o intuito de saber se o usuário reconhece o esforço empreendido pelo Governo Brasileiro de se apresentar ao cidadão como fonte de informações, através da inserção de suas instituições na Internet. O reconhecimento desse esforço se torna mais visível, como era de se esperar, quando a questão envolve um serviço utilitário, como é o fisco. Acessar o site da Receita Federal, antes de ser uma escolha pessoal, é uma necessidade para o cidadão diante da obrigatoriedade

da declaração anual de renda. Essa não é, sem dúvida, a mesma motivação que leva um aluno do curso superior a buscar dados, como no caso do IBGE. O acesso voluntário declarado por metade dos entrevistados constitui, portanto, um dado positivo, que deve ser levado em consideração no desenvolvimento de ações futuras.

3.4 A finalidade do acesso:Informação

O 4º bloco – INFORMAÇÃO – pretendeu verificar a incidência, os motivos e justificativas das visitas ao site do IBGE.

A discrepância entre algumas respostas – não ter acessado sites governamentais e já ter acessado o do IBGE – pode ser creditada a um descuido ou, à força do imaginário coletivo, que vincula mais facilmente a atuação governamental à administração direta, que não é o caso do IBGE.

Os motivos que levaram os entrevistados a visitar o site são prioritariamente relacionados à obtenção de dados. Essa circunstância pode ser interpretada como um credenciamento do Órgão como provedor de dados e um desconhecimento de outros serviços por ele oferecidos.

3.5 A satisfação do usuário com o serviço:Site

No 5º Bloco – SITE – pretendeu-se avaliar a acessibilidade do site e a obtenção de satisfação na busca de informações. A pouca expressividade das resposta de caráter negativo indica que o site atende às necessidades no que se refere à tecnologia da informação. A facilidade de acesso e de navegação e a boa disposição e oferta das informações constituem elementos importantes para a qualidade dos serviços.

3.6 A qualidade dos serviços:Atendimento ao Cliente

No 6º Bloco de perguntas – ATENDIMENTO AO CLIENTE – procurou-se verificar a qualidade do atendimento eletrônico ao cliente. Esse bloco não pôde ser apurado, porque não houve tentativa de comunicação por meio do serviço de atendimento on-line via web site.

O 7º Bloco – PRODUTOS E SERVIÇOS – teve por objetivo captar a percepção do usuário quanto à importância do projeto de personalização dos serviços.

Com relação a esse bloco, é importante observar que a personalização dos produtos oferecidos é uma característica importante para o site, o que vem a refletir- se na confiança e na relevância que os usuários depositam nas informações fornecidas pelo IBGE.

3.8 As expectativas em relação às informações:Clientes

O 8º Bloco – CLIENTES – pretendeu captar a expectativa dos usuários em relação às informações disponibilizadas.

A confiabilidade do IBGE é largamente atestada não só no que se refere à personalização dos produtos oferecidos, mas também na sua relevância. Dentre as informações disponibilizadas houve uma preferência acentuada pelas informações relativas à População, seguida por aquelas que dizem respeito a Indicadores Sociais, a Informações Econômicas, a Organização do Território, a Trabalho e Rendimento, a Comércio e a Educação e Preços.

3.9 O usuário do site:Perfil

O 9º e último bloco – PERFIL – teve por objetivo levantar o perfil dos entrevistados.

Sobre a constituição da amostra, observa-se que se trata de moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro, população típica da classe A, perfeitamente integrada à informática, sobretudo quando se considera a faixa etária, de jovens ou de adultos recentes. O fato de haver ligeira predominância do sexo masculino não é significativo no âmbito da pesquisa. Quando se trata de intenções futuras é oportuno registrar que a quase totalidade pretende prosseguir estudos em nível de pós- graduação, constituindo, portanto, uma categoria de consumidor potencial de banco de dados, o que é reforçado pelo fato de que a maioria pretende atuar na área de pesquisa.