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protocolo síncrono WAN usado em redes de pacotes como a RENPAC para interligar redes LAN Tem

encapsulamento HDLC e faz uma série de consistências que degradam um pouco a performance no tráfego de dados, baseando-se, pois, em um meio físico de comunicação não confiável.

Ethernet protocolo síncrono LAN para comunicação de nós de uma rede. Usa a filosofia de detecção de

colisões no processo de transmissão de dados. Não faz uma série de consistências que degradariam a performance no tráfego de dados, baseando-se, pois, em um meio físico de comunicação confiável.

d) Aplicações de Roteadores

Os roteadores são bem utilizados no meio Internet/Intranet e para comunicação LAN-to-LAN (como, por exemplo, ligação matriz-filial). No meio Intemet/Intranet, o roteador aparece na ligação do site do provedor (rede local do provedor) ao link Internet, bem como na conexão do provedor a sub-provedores via LP de dados (especializada), LP de voz (não especializada) ou mesmo linha discada. Matriz-filial pode usar a Internet para este fim, usando algum artificio de proteção nas pontas para evitar acesso público, o chamado software de firewall.

Na comunicação LAN-to-LAN, a matriz pode ser conectada às filiais através do roteador usando LP (dados ou voz) ou mesmo rede de pacotes.

Figura 40 - Roteador para Acesso Básico (Acesso Remoto)

e) Roteadores para Acesso Básico

Esses roteadores podem acessar a interface S/T de um acesso básico, e controlar o uso dos dois canais B deste. São muito usados principalmente para acesso remoto de SOHO a LANs remotas. A figura 40 mostra a forma de ligação através da RDSI de duas LANs usando um roteador de acesso básico. Apenas como nota CLAM é o nome comercial do roteador em questão.

Estrutura de Protocolos de um TE

A concepção sistêmica destes equipamentos segue em geral uma estrutura modular de protocolos, onde nos níveis superiores de aplicação eles são independentes e nos níveis inferiores eles são comuns, sendo que a única separação adotada diz respeito ao modo de transferência de informação (pacotes ou circuito), como está ilustrado na Figura 41.

Equipamento Terminal ET2

Os ET2 são os terminais que seguem as especificações de interfaces atualmente existentes nas redes dedicadas. Estão nesta categoria os terminais em modo pacotes X25 para as redes de dados comutadas por pacotes, os terminais com interfaces X.21 e X.21bis das redes de dados comutadas por circuitos, microcomputadores e terminais assíncronos com interface V.24 presentes na rede telefônica, terminais síncronos para teletex, terminais telex etc.

Em princípio estes terminais são exclusivos a um tipo de serviço e mesmo a um tipo de rede. Para poderem ser utilizados na RDSI, devem fazer uso de adaptadores que possibilitem sua interligação à interface S, permitindo que serviços oferecidos pelas redes dedicadas possam ser explorados na RDSI, até que uma migração adequada se estabeleça e os ET2 pouco a pouco deixem de ser empregados.

Adaptador de Terminal (AT)

Os adaptadores de terminal AT permitem a utilização de ET2 na RDSI, ao converterem a interface R que estes terminais atendem em interface S. Os AT possuem em geral facilidades, tais como visor alfanumérico, teclas de funções etc, para suprir as deficiências dos terminais existentes. A configuração de um equipamento terminal ET2 com o AT, do ponto de vista da RDSI, cria um ambiente com as mesmas funções de um ET1. A figura 42 mostra um TA comercial e as interfaces disponíveis por ele.

Figura 41 - Estrutura de Protocolos em um Terminal

Terminação de Rede 1 (TR1)

Este grupo funcional inclui as funções associadas à terminação física e elétrica da RDSI no ambiente do usuário. Existe normalmente como equipamento isolado, sendo o primeiro equipamento que a rede externa de cabos encontra ao chegar à instalação do usuário. Estabelece, portanto, uma fronteira que isola a tecnologia da instalação do usuário da tecnologia de transmissão empregada na linha do assinante. Do ponto de vista de modelo OSI, executa as funções de camada 1 para

os protocolos de sinalização e de usuário. Para os protocolos de gerenciamento de rede, pode exercer camadas de níveis superiores, por exemplo, ao controlar malhas de teste requisitadas remotamente.

É um equipamento que tende a ser miniaturizado, principalmente para o acesso básico, já que é basicamente composto de um componente integrado voltado à interface S, outro componente integrado voltado à interface U e uma fonte de potência. Entretanto, para cada tipo de estrutura de interface definido, existe um TR1 específico, pois as camadas físicas destas estruturas são distintas, por exemplo:

Figura 42 - Um TA Comercial.

9 Terminação de Rede destinada ao acesso básico, com capacitação 2B+D e aplicável a barramento passivo curto na instalação do usuário (só tem um conector de interface S e não requer extração de relógio adaptativa na recepção do quadro proveniente dos terminais, já que as distâncias são curtas);

9 Terminação de Rede destinada ao acesso básico, com capacitação 2B+D e aplicável a barramento passivo estendido na instalação do usuário (só tem um conector de interface S, mas em geral requer extração de relógio adaptativa),

9 Terminação de Rede destinada ao acesso básico, com capacitação 2B+D e aplicável a configuração em estrela na instalação do usuário (tem vários conectores de interface S e requer em geral extração de relógio adaptativa),

9 Terminação de Rede destinada ao acesso primário, com capacitação 30B+D, com um conector de interface T voltado à instalação do usuário e com interface de linha para par metálico (similar aos equipamentos de terminação de linha para PCM de primeira hierarquia hoje existentes);

9 Terminação de Rede destinada ao acesso primário, com capacitação 30B+D, com um conector de interface T voltado à instalação do usuário e com interface de linha para fibra óptica.

A seguir mostramos na figura 43 o Diagrama em Blocos de um NT para acesso básico comercial, onde podemos ver as funções de alimentação e de interface física.

Terminação de Rede 2 (TR2)

O grupo funcional TR2 está associado, pelo menos, às funções das camadas 1, 2 e 3 do modelo OSI.

Figura 43 - NT para Acesso Basco (Diagrama em Blocos) Constitui um equipamento com inteligência suficiente para poder encaminhar chamadas, interpretar pedidos de serviços e facilidades, alocar recursos de conexão etc. Como exemplos de TR2 podem ser citados os PABX, concentradores, controladores de terminais de dados, multiplexadores e redes locais.

Os TR2 podem conter várias interfaces S e T, como é mostrado na Figura 44.

Figura 44 - Configurações de TR2

A configuração da Figura 44-a repete a situação atual dos PABX em estrela, onde cada terminal é conectado ao TR2 através de uma cabeação dedicada, configurando conexões ponto a ponto. Na Figura 44-b os terminais são conectados a diversos barramentos de interface S, configurando conexões ponto-multiponto. Esta configuração, mais moderna, permite maior flexibilidade de instalação dos PABX, por exemplo, em um edifício, levando-se um barramento ou um conjunto de barramentos por andar. Se a distância for grande, pode-se estender o alcance do barramento através de uma terminação de rede interna ao PABX, que reproduz na instalação do usuário o acesso básico da rede pública.

O estabelecimento de redes privadas de comunicações na RDSI pode ser realizado pela utilização de facilidades de serviços de suporte das redes públicas entre duas ou mais instalações de usuário, ou pelo emprego de recursos de redes próprios destes usuários.

No ambiente RDSI estima-se que as redes privadas ganharão um impulso sem precedentes devido ao fato de disporem de protocolos e serviços padronizados, criando uma independência em relação aos fabricantes. Os serviços suplementares, por exemplo, (redirecionamento de chamada, conferência, transferência de chamada etc.) poderão ser oferecidos por toda a rede privada, já que seguem as mesmas padronizações do CCITT, contrário à situação atual de especificações proprietárias para estes diversos serviços, impedindo seu emprego em redes constituídas de PABX de diversos fabricantes. Outras vantagens para a formação destas redes privadas na RDSI podem ser listadas:

9 padronização de protocolos, permitindo o acesso à rede pública mediante um procedimento unificado,

9 oferecimento no âmbito da rede privada de telesserviços que ainda não existam na rede pública, através da utilização de serviços de suporte da rede pública;

9 o acesso pelos usuários da rede privada às bases de dados privativas e os servidores dos PABXs.

Centrais de Comutação

Em termos gerais, qualquer central de comutação de uma rede de telecomunicações possui as funções da Figura 45.

Figura 45 - As Funções de uma Central de Comutação

As "terminações" permitem o acoplamento físico da central com o mundo exterior, que podem ser as instalações do usuário, os meios de transmissão acoplados a outras centrais ou os meios de transmissão acoplados a centrais de operação e manutenção da rede.

Os blocos de "sinalização" permitem a monitoração de atividades nas linhas que entram na central. Ao detectarem algum sinal ou mensagem, enviam as informações apropriadas ao bloco de "controle" e as respostas apropriadas a quem originou comunicação. Permitem também a colocação de mensagens de sinalização nas linhas que saem da central, sob comando do bloco de controle.

O bloco de "controle" processa as informações de sinalização que recebe, para estabelecer e liberar as conexões através da central, de acordo com os requisitos solicitados.

O bloco de "comutação" executa as conexões propriamente ditas, entre as linhas de entrada e saída envolvidas na comunicação.

Estes conceitos se aplicam a equipamentos de todas as redes dedicadas hoje existentes, só variando na tecnologia (analógico versus digital, processamento centralizado versus processamento descentralizado, por exemplo) ou nos atributos de cada rede (matriz de comutação de circuitos para telefonia versus matriz de comutação de pacotes - circuito virtual - para dados).

Funções de uma Central RDSI

As funções da Figura 45 são insuficientes para representar uma central, ou nó RDSI, que requer a consideração adicional de todos os blocos do modelo de protocolos representado na Figura 46. Uma central RDSI não só se ocupa de serviços distintos simultâneos, mas também é uma entidade importante no gerenciamento da rede.

As camadas de protocolo da Figura 46 voltadas ao "controle" (ou sinalização) são exercidas na sinalização usuário-rede, na sinalização intra- rede e no processamento de chamada em si. São funções exercidas na ocasião do estabelecimento, modificação ou liberação de uma comunicação entre dois usuários. Estas funções podem estar diluídas nos blocos de terminação, sinalização e controle da Figura 45.

Figura 46 - Modelo de Protocolo que Deve Ser Considerado na Central RDSI

As camadas de protocolo da Figura 46 voltadas ao "usuário" são exercidas pelo usuário durante a fase ativa de sua comunicação, após a sinalização com a rede através dos protocolos de controle. Em alguns casos, os protocolos de usuário se resumem apenas à conexão física (camada 1) do circuito de comunicação na central (caso de uma chamada telefônica). Em outros casos, os protocolos de usuário são exercidos na central em várias camadas, por exemplo para comunicações em uma rede de pacotes através do protocolo X.25. Neste caso a central controla os circuitos virtuais e monta/desmonta as mensagens de usuário durante a fase ativa da comunicação. As funções das camadas de protocolo voltadas ao usuário podem ser diluídas nos blocos de terminação e comutação da Figura 1.

As camadas de protocolo da Figura 46 voltadas ao "gerenciamento" são exercidas simultaneamente às demais, através de procedimentos automáticos ou através de comandos homem-máquina (manuais). Procedimentos automáticos são exercidos tipicamente ao se detectarem erros de protocolos, vencimentos de temporizações ou em rotinas de supervisão do funcionamento correto da linha de assinante. Procedimentos manuais são exercidos em rotinas de reprogramação de configuração da central e coleta de dados para análise de defeitos etc.

A Figura 47 representa, portanto, um modelo funcional de central mais adequado ao ambiente RDSI.

Figura 47 - Modelo Funcional de uma Central RDSI

A arquitetura de uma central RDSI que contemple os serviços de faixa estreita e que a Figura 47 é a mesma de uma central CPA-T para a rede telefônica, acrescida de algumas funções específicas da RDSI. Uma central digital CPA-T, preparada para funcionar em uma Rede Digital Integrada (RDI) de telefonia, tem basicamente: 9 matriz de comutação que permite canais de 64 Kbit/s, comutados por circuitos;

9 dispositivos de cancelamento/supressão de eco e atenuadores que podem ser inseridos/retirados do circuito, fornecendo transparência de bits;

9 tratamento de sinalização de rede por canal comum nº 7, com a parte básica de transferência de mensagem (MTP) e a parte de tratamento telefônico (ISUP);

9 tratamento de facilidades de usuários (serviços suplementares), através da sinalização de usuário da rede telefônica;

9 facilidades de operação e manutenção com uso intensivo de estações de trabalho e terminais ou centralizados remotos, acessados em geral através de interfaces e protocolos do tipo X.25 ou LAPD.

Esta central possui, portanto, a base para ser aplicada em uma RDSI. As funções adicionais mais importantes que tornam a central adequada para a RDSI envolvem o acesso do usuário à rede, a sinalização, o interfuncionamento de redes, o processamento de chamada e funções de manutenção específicas da RDSI.

O acesso do usuário à rede, que introduz uma série de interfaces novas. A conseqüência destes novos acessos é que as modificações ocorrem principalmente nas centrais locais (as centrais de trânsito são em grande parte mantidas sem alteração).

Na sinalização entre centrais, as funções adicionais requerem o uso das demais partes de usuário da sinalização nº 7, principalmente a ISUP e a TC.

As funções de processamento de chamada para voz são as mesmas existentes na RDSI de telefonia. Entretanto, como uma central RDSI deve poder tratar simultaneamente diversos serviços com atributos distintos, diversas funções de comutação são necessárias para assegurar esta "capacitação de suporte", que se traduz na central pelo "tipo de conexão" instalado para cada chamada. Uma "conexão" instalada na central representa o conjunto de funções que fornecem a capacitação técnica (atributos de desempenho, operação, manutenção e interfuncionamento) para assegurar os atributos do serviço requerido. Por exemplo, a instalação da conexão "circuito bidirecional a 64 Kbit/s, irrestrito, com integridade de 8 KHz" na central garante o suporte para o telesserviço telefonia e o suporte para comunicação de dados a 64 Kbit/s, síncrono, entre outros. Entretanto, a instalação da conexão "circuito bidirecional a 64 Kbit/s, para voz, com integridade de 8 KHz" na central é suficiente para trafegar o telesserviço telefonia, mas não serve para suporte de comunicação de dados a 64 Kbit/s (não permite transparência de bits). Desta forma, o processamento de chamada de uma central RDSI deve possuir funções para análise de cada serviço solicitado, para poder instalar a conexão adequada, tanto internamente quanto na escolha do entroncamento de saída adequado.

As funções de manutenção específicas para RDSI buscam o melhor aproveitamento da sinalização de canal D e de canal comum na tarefa de preparar a central RDSI como um elemento de rede importante da futura Rede de Gerenciamento de Telecomunicações (Telecommunication Management Network - TMN).

Serviços na RDSI

Metodologia de Descrição de Serviços na RDSI

O estudo dos Serviços da RDSI é muito importante, pois é aí que esta rede se destaca como uma opção para solucionar os problemas de comunicação do usuário. Além de que, aos olhos deste, este é o único diferenciador entre as tecnologias que estão competindo no mercado de telecomunicações. O cliente sempre vai querer apoiar a sua decisão em cima do binômio Custo X Qualidade, quem oferecer melhor qualidade de serviço (flexibilidade, velocidade, integração, facilidades, gerenciamento, manutenção) ao menor custo se perpetuará no mercado.

Conforme foi mencionado, a RDSI fornece uma flexibilidade para o oferecimento de serviços aos usuários, que as outras redes até agora não permitiam. A grande flexibilidade da arquitetura da RDSI oferece um suporte adequado e eficiente aos serviços atuais e também àqueles serviços que venham a ser idealizados para o ambiente da era da informação.

Um dos aspectos mais importantes da RDSI é o fato dela servir de base para serviços compatíveis a nível internacional, que, portanto, devem seguir padronizações estabelecidas pelas entidades normativas.

Os serviços na RDSI se dividem em Serviços de Suporte e Telesserviços. Estes ainda se dividem em Serviços Básicos e Serviços Suplementares, conforme figura 48.

Figura 48- Classificação de Serviços na RDSI

A grande flexibilidade da RDSI, quanto ao fornecimento de serviços para o usuário. Comercialmente estes são os serviços de maior penetração nas instalações do cliente.

Serviços de Suporte

Define-se serviços de Suporte como sendo aqueles que provêm transferência transparente de informações através de uma RDSI. Ou seja, são aqueles serviços que se utilizam de RDSI como uma via de tráfego de bits, sem interagir com a mesma à nível de controle da informação ou de aplicação. Note-se que as aplicações de usuário podem trafegar tanto no modo circuito, no modo pacote, ou ainda no modo quadro (para Frame Relay). Exemplos desse tipo de serviço são: interconexão de LANs, acesso à Internet, Acesso à rede de Pacotes.

Quando falamos em serviços de suporte estamos usando a RDSI como uma inter-rede de comunicação, logo ela desempenha, ao nível de informação, as funções relativas aos níveis 1, 2 e 3 do RM-OSI (Modelo de Referência OSI).

Durante a fase de conexão, as centrais RDSI são informadas do tipo de serviço que devem trafegar de acordo com a classificação abaixo, esta classificação se deve ao fato dos serviços exigirem certos parâmetros para seu correto funcionamento (ex : atraso, variação de atraso, taxa de erro de bits e de blocos, possibilidade de trafegar por nós analógicos, etc), e isto é característica específica de cada serviço. Logo a RDSI deve se capacitar para a troca de informações de cada tipo de serviço, isto se dá pela informação por parte do usuário durante a fase de conexão dos seus atributos de acesso. A RDSI por sua vez irá definir uma topologia aceitável para a conexão pedida, através dos atributos de transferência de informação. A figura 49 ilustra o que foi dito

Figura 49 - Capacitações de Suporte

a) Serviço de Suporte Modo Circuito a 64 Kbit/s Irrestrito

Este serviço de suporte prove a transferência de informação entre dois ou mais pontos de referência S/T com comutação de circuito (logo, os bits que entram saem na mesma seqüência). Não existe neste caso nenhum trecho analógico alocado no caminho do sinal. Permite a comunicação tanto ponto a ponto quanto multiponto, utilizando o canal B a uma velocidade de 64 Kbit/s. Alguns exemplos

de aplicação para os usuários incluem: 9 conversão (para voz);

9 informação de áudio com faixa de 3,1 KHz (para dados na faixa de voz);

9 informações de diversas velocidades multiplexadas pelo usuário no canal de 64 Kbit/s;

9 acesso transparente a uma rede de pacotes (integração mínima). Caso em que a RDSI é apenas um meio de acesso à rede de pacotes.

b) Serviço de Suporte Modo Circuito a 64 Kbit/s Irrestrito (Linha Privada)

Mesmo serviço explicado anteriormente, porém a conexão fica virtualmente dedicada para a conexão, como em uma linha privada (leased line), porém a conexão real só ocorre quando houver atividade na interface S/T do usuário.

c) Serviço de Suporte Modo Circuito a 64 Kbit/s para Conversação

Neste caso o sinal a ser transmitido através das interfaces S/T é dedicado a conservação (voz), que não requer trechos totalmente digitais ao longo da rede. Podem ser introduzidos na conexão, portanto, equipamentos específicos para sinais vocais, como canceladores de eco, transmissão analógica, velocidades de codificação menores e tons e avisos dentro da faixa.

d) Serviço de Suporte Modo Circuito a 64 Kbit/s para Transferência de Informação de Áudio com Faixa de 3,1 KHz

Neste serviço de suporte o sinal a ser transmitido deve ser de conversação ou informação de áudio com faixa de 3,1 KHz, como por exemplo os terminais utilizados atualmente na rede telefônica com modens: videotexto, fac-símile, teletex etc. Os equipamentos que necessitarem ser desligados durante uma conexão podem ter esta tarefa executada através de tons em 2.100 Hz. Este é o caso dos canceladores de eco e sistemas de processamento vocal que não são utilizados quando há dados na faixa de voz.

e) Serviço de Suporte Modo Circuito a 64 Kbit/s para Transferência de Informação de Áudio com Faixa de 7 KHz (Qualidade de AM).

Neste serviço de suporte o sinal a ser transmitido deve ser de conversação ou de áudio com alta qualidade, usa-se neste caso a codificação G.728 para o sinal de áudio, esta garante uma compressão suficiente para

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