de Resultados da ABC

No documento Manuela Jesus Sousa da Cruz- N.º (páginas 85-0)

Gasto com mercadorias vendidas e c matérias consumidas -31.645 -38.751

Resultado Operacional 258.728 285.318

Fornecimento e serviços externos -47.910 -61.116

Valor acrescentado Bruto 210.818 224.202

Gastos com o pessoas -154.189 -157.697

Ajustamentos de inventários (perdas/reversões) 0 -138

Imparidade de dividas a receber (perdas/reversões) 5.000 -157

Provisões (aumentos/reduções) 1.097 0

Outros ganhos 8.415 5.849

Outros gastos e perdas -2.660 -3.007

Res. antes Deprec/Amortiz; perdas/ganhos e IUR 68.481 69.052

Gastos/Reversões de depreciação e amortização -41.443 -32.169

Perdas Imparidade de activos Deprec./Amorti. 0 0

Res. Operacional (antes de perdas/ganhos Financ e IUR) 27.038 36.883

Juros e ganhos similares obtidos 2.318 3.769

juros e perdas similares suportados -11.445 -10.108

Resultados antes de impostos 17.911 30.544

Imposto sobre o rendimento do período -3.350 -7.313

Resultado Liquido do período 14.561 23.231

Anexo IV- Saldos de contas da ABC

valores em contos

Notas

2009 2010

S. inicial

(liq.) Aumento Reversão

S.Final (liq.)

S.

inicial

(liq.) Aumento Reversão

S. Final (Iiq.)

Divida de Cliente 2 21.508 38.657 38.657 21.865

Outras contas a receber 3.828 1.254 1.254 1.662

Perdas por imparidade 2-4 -9.304 -1.546 2.843 -8.007 -8.007 5.000 -3.007

Provisões para garantias a clientes 0 -2.500 -2.500

Provisões para processos judiciais em curso 3 10.798 10.798 10.798 0 3.597 7.201

Regularização resultantes da introdução do

SNCRF

Ajustamentodo em Invest. Financeiro - MEP 1 4.286

Ajustamento de Passivos (desreconhecimento) 1 2.641

Anexo V- Critérios de reconhecimento e mensuração dos elementos das demonstrações financeiras - SNCRF

Activo

“um activo é reconhecido no balanço quando for provável que os benefícios económicos futuros fluam para a entidade e o activo tenha um custo ou um valor que possa ser mensurado com fiabilidade”

Passivo

“um passivo é reconhecido no balanço quando for provável que um exfluxo de recursos incorporando benefícios económicos resulte da liquidação de uma obrigação presente e que a quantia pela qual a liquidação tenha lugar possa ser mensurada com fiabilidade”

Rendimento

" um rendimento é reconhecido na demonstração de resultados quando tenha surgido um aumento de benefícios económicos futuros relacionados com um aumento num activo ou diminuição de um passivo e que possa ser quantificado com fiabilidade"

Gasto

"os gastos são reconhecidos na demonstração dos resultados quando tenha surgido uma diminuição dos benefícios económicos futuros relacionados com uma diminuição de um activo ou com um aumento de um passivo e que possam ser mensurados com fiabilidade"

A mensuração dos elementos das demonstrações financeiras pode ser feita utilizando uma das seguintes bases (§ 98 EC):

Custo Histórico

“Os activo são registados pela quantia de caixa, ou equivalentes de caixa paga ou pelo justo valor da retribuição dada para os adquirir (…). Os passivos são registados pela quantia dos proveitos recebidos em troca da obrigação, ou em alguma circunstancias (por exemplo, impostos sobre os rendimento), pelas quantias de caixa, ou de equivalentes de caixa, que se espera que venham a ser pagos (…)”

Custo corrente

“Os activos são registados pela quantia de caixa ou de equivalentes de caixa que teria de ser paga se o mesmo ou um actvo equivalente fosse correntemente adquirido: Os passivos são registados pela quantia não descontada de caixa, ou de equivalentes de caixa, que seria necessária

"os activos são escriturados pelo valor presente descontado dos futuros influxos líquidos de caixa que se espera que o item gere no decurso normal dos negócios. Os passivos são escriturados pelo valor presente descontado dos futuros exfluxos líquidos de caixa que se espera que sejam necessários para liquidar os passivos no decurso normal dos negócios."

Justo valor “Quantia pela qual um activo pode ser trocado ou um passivo liquidado, entre partes conhecedoras e dispostas a isso, numa transacção em que não exista relacionamento entre elas.”

Anexo VI - Definição de rendimentos e gastos de acordo com Estrutura Conceptual do SNCRF

Rendimentos

“aumentos de benefícios económicos durante o período contabilístico na forma deinfluxos ou aumento de activos ou diminuição de passivos que resultem em aumentos do capital próprio, que não sejam relacionados com as contribuições dos participantes no capital próprio”.

Gastos

“ Diminuições nos benefícios económicos durante o período contabilístico na forma de exfluxos ou deperecimentos de activos ou na incorrência de passivos que resultem em diminuições do capital próprio, que não sejam os relacionados com distribuições aos participantes no capital próprio”.

APENDICES

Apêndice I - Balanço da ABC com Impostos Diferido

Outros Activos Financeiros / Financiamento Associadas 26.722 11.722

Soma 80.491 62.653

TOTAL ACTIVO 355.205 374.584

CAPITAL PROPRIO

Capital realizado 60.000 60.000

Acções (quotas) próprias 0

Prest. Supl. e Out. Instrum. Capital próprio 0

Soma 60.000 60.000

Lucros não atribuídos e ajustamentos MEP 819 1.205

Resultados Transitados acumulados 1.978 1.592

Regularização resultantes da introdução do SNCRF

Ajustamento de Passivos 2.641 2.641

Resultados transitados

Apêndice II - Demonstração de Resultados da ABC com impostos Diferido

Demonstração de Resultados por natureza (com impostos diferidos)

Notas 31-12-2010 31-12-2009

Vendas e Prestações de serviços 289.107 324.069

Trabalhos para Própria empresa 1.266 0

Gasto com mercadorias vendidas e c matérias consumidas -31.645 -38.751 Resultado Operacional 258.728 285.318

Fornecimento e serviços externos -47.910 -61.116

Valor acrescentado Bruto 210.818 224.202

Gastos com o pessoas -154.189 -157.697

Ajustamentos de inventários (perdas/reversões) 0 -138

Imparidade de dividas a receber (perdas/reversões) 5.000 -157

Provisões (aumentos/reduções) 1.097 0

Outros ganhos 8.415 5.849

Outros gastos e perdas -2.660 -3.007

Res.antes Deprec/Amortiz;perdas/ganhos e IUR 68.481 69.052

Gastos/Reversões de depreciação e amortização -41.443 -32.169

Perdas Imparidade de activos Deprec./Amorti. 0 0

Res. Operacional (antes de perdas/ganhos Financ e IUR) 27.038 36.883

Juros e ganhos similares obtidos 2.318 3.769

juros e perdas similares suportados -11.445 -10.108

Resultados antes de impostos 17.911 30.544

Imposto sobre o rendimento do periodo -3.350 -7.313

-828 -365

Resultado Liquido do período 13.733 22.866

Apêndice III - Dados para cálculo de rácios da ABC

2010 2009

Sem impostos diferidos

Com impostos diferidos

Sem impostos diferidos

Com impostos diferidos

Capitais alheios 227.197 228.237 251.356 252.742

Capitaia alheios

curtoprazo 69.741 69.741 102.849 102.849

Capital alheio longo prazo 157.456 158.496 148.507 149.893

Capitais Próprios 127.482 126.968 121.429 121.842

Capitais Totais 354.679 355.205 372.785 374.584

Total Activo 354.679 355.205 372.785 374.584

Activo Corrente 84.400 84.301 107.258 107.258

Activo não Corrente 270.279 270.904 265.527 267.326

Resultado Liquido 14.561 13.733 23.231 22.866

Volume de négocio 289.107 324.069

Apêndice IV- Razão de contas de Impostos Diferido da ABC

Final de 2010

2642 - Passivo por impostos diferidos 2641 - Activo por impostos diferidos 3) 346 1386 SI SI 1.799 899 1) 1) reversão de activo por ID provisão não aceite 2) reversão activo por ID em imparidades

3) reversão passivo por ID em ajustamento de transição 4) efeito fiscal da provisão não aceite fiscalmente

2642 - Passivo por impostos diferidos

1)reconhecimento ID sobre diferença de ajustamento para SNCR 2) ID em provisão

3) ID em imparidades de clientes 4) ID reversão ajustamento de transição 5) reversão do activo por ID imparidades

Apêndice V - Guião de Entrevista

No âmbito da conclusão Licenciatura em Contabilidade e Administração Financeira no ISCEE - Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais em São Vicente, pretende-se elaborar um trabalho sobre o tema “Os impostos diferidos em Cabo Verde – importância do seu reconhecimento”.

Com vista a obtenção de informações que ajudarão no desenvolvimento do trabalho, solicitamos e agradecemos a colaboração, respondendo às seguintes questões:

1. Aplicam as Normas de relato financeiro do SNCRF?

2. Ao apurarem o vosso resultado contabilístico, é habitual surgirem situações que não são aceites pelo fisco? Exemplos?

3. Qual é o tratamento dado a uma situação que a priora sabem que a DGCI não irá aceitar?

4. O imposto apurado pela vossa contabilidade normalmente coincide com o apurado pela DGCI? O que o faz não coincidir?

5. Contabilizam o imposto com base na NRF 22? Como é feito essa contabilização na vossa empresa?

6. Reconhecem activos e passivos por impostos diferidos?

Se não:

6.1.Porque è que não contabilizam? Pensam algum dia contabilizar?

6.2.O que é que acham ser necessário para passarem a contabilizar?

6.3.Registaram diferenças na transição para o SNCRF? Têm por habito constituírem provisões e imparidades não aceites pelo fisco?

Se sim:

6.4.Desde quando e porquê?

6.5.Poderá enumerar alguma situação que vos levou a reconhecer activos e/ou passivos por impostos diferidos?

6.6. Surgiu algum conflito com a DGCI por via desse reconhecimento?

6.7. Acham que a vossa empresa beneficia com o reconhecimento de impostos diferidos? Em que sentido?

Obrigada!

No documento Manuela Jesus Sousa da Cruz- N.º (páginas 85-0)