III. Risco de controle é a suscetibilidade de uma afirmação a um erro ou classificação indevida materiais, supondo que não haja controles.
4) risco de detecção é "o risco de que os procedimentos executados pelo
auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções". Sendo assim, alternativa I e IV estão
corretas, gabarito da questão alternativa B.
07. (CESPE / Analista de Finanças e Controle CGU / 2004) A avaliação de riscos de controle é:
a) o processo de avaliação da eficácia dos controles internos na detecção de erros ou classificações devidas nas demonstrações contábeis. b) o procedimento de avaliação da eficiência dos controles externos na eliminação de erros ou classificações indevidas nas demonstrações contábeis. c) o processo de avaliação da eficácia dos controles internos na detecção de erros ou classificações indevidas nas demonstrações contábeis. d) a incapacidade de avaliação da eficiência dos controles internos na retificação dos erros e fraudes nas demonstrações contábeis. e) a capacidade de detecção de operações que eliminem os erros ou
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 classificações devidas nas demonstrações contábeis com o objetivo de mudá- las.
Resolução:
Os riscos de distorção relevante no nível da afirmação consistem em dois componentes: risco inerente e risco de controle. O risco inerente e o risco de controle são riscos da entidade; eles existem independentemente da auditoria das demonstrações contábeis
De acordo com o item A39 da NBC TA 200, temos que "o risco de controle é uma função da eficácia do desenho (controles estabelecidos), da
implementação e da manutenção do controle interno pela administração no tratamento dos riscos identificados que ameaçam o cumprimento dos objetivos da entidade, que são relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis da entidade". Sendo assim, gabarito da questão,
alternativa "C".
08. (ESAF / AFRFB / 2002) Quando os produtos que estão sendo vendidos pela empresa auditada estão sujeitos a alterações significativas de preços, o auditor deve considerar:
a) aumento de risco inerente. b) redução de risco de controle. c) aumento de risco de detecção. d) redução de risco inerente. e) aumento de risco de controle. Resolução:
Se os produtos têm a peculiaridade de sofrerem alterações significativas de preços, o auditor deve ficar atento aos seus registros já que o mesmo possui um risco inerente maior.
Temos na NBC TA 200, em seu item A38 que o "risco inerente é mais
alto para algumas afirmações e classes relacionadas de transações, saldos contábeis e divulgações do que para outras. Por exemplo, ele pode ser mais alto para cálculos complexos ou contas compostas de valores derivados de estimativas contábeis sujeitas à incerteza significativa de estimativa. Circunstâncias externas que dão origem a riscos de negócios também podem influenciar o risco inerente".
Sendo assim, gabarito da questão é a alternativa "A".
09. (ESAF / AFRFB / 2002) Quando um auditor eleva o nível de risco de controle, porque determinados procedimentos de controle do cliente mostraram-se ineficientes, ele deve:
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 a) aumentar o nível de risco inerente.
b) estender os testes de controle.
c) aumentar o nível de risco de detecção. d) efetuar testes alternativos de controle. e) aumentar o nível de testes substantivos. Resolução:
De acordo com a NBC TA 200 temos que:
1. Risco de auditoria é a função do risco de distorção relevante vs risco de detecção.
2. Risco de distorção relevante é composto pelo risco inerente (característica da conta em análise) e do risco de controle (eficácia do controle interno).
Ou seja, o risco de existir uma distorção relevante depende da característica específica da conta assim como da eficácia dos controles internos da entidade auditada.
De acordo com o item A35 da NBC TA 330, pode-se afirmar que "em
geral, a extensão dos procedimentos de auditoria aumenta à medida que o risco de distorção relevante aumenta". Sendo assim, gabarito da questão
alternativa "E".
10. (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ/PI / 2009) A possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas é denominada de a) risco sistemático.
b) erro esperado. c) erro tolerável. d) risco de auditoria. e) risco não sistemático. Resolução:
De acordo com a NBC TA 200, temos que:
"Risco de auditoria é o risco de que o auditor expresse uma opinião de
auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. O risco de auditoria é uma função dos riscos de distorção relevante e do risco de detecção."
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 11. (FCC / Auditor Fiscal Tributário Municipal – ISS SP / 2007) Em relação à auditoria externa independente das demonstrações contábeis da entidade, é correto afirmar:
a) Fraude é o ato não-intencional resultante de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração da escrituração contábil.
b) O risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. c) Erro é o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, inclusive adulterações de documentos da escrituração contábil.
d) Como o sistema contábil e de controles internos da entidade é de responsabilidade exclusiva de sua administração, não cabe ao auditor efetuar sugestões objetivas para seu aprimoramento.
e) Independentemente de ter emitido opinião sobre as demonstrações contábeis originais, o auditor pode expressar opinião sobre demonstrações contábeis apresentadas de forma condensada.
Resolução:
Alternativa A - Errado. Fraude = Ato intencional.
Alternativa B - Certo. De acordo com o item 13 da NBC TA 200, risco de auditoria é "o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria
inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante".
Alternativa C - Errado. Erro = Ato não intencional.
Alternativa D - Errado. O auditor independente verifica os controles internos da entidade com o objetivo de verificar possíveis distorções relevantes nas demonstrações contábeis. Com isso, o mesmo pode efetuar sugestões objetivas, através de relatório-comentário.
Alternativa E - Errado. De acordo com o item 5 da NBC TA 810, o auditor só deve aceitar emitir opinião sobre as demonstrações condensadas caso ele tenha sido o auditor das demonstrações completas, conforme citado abaixo:
"5. O auditor somente deve aceitar um trabalho para emitir relatório de auditoria independente sobre demonstrações contábeis condensadas de acordo com esta Norma quando ele também tiver sido contratado para conduzir a auditoria, de acordo com as normas de auditoria, das demonstrações contábeis (completas) que serviram de base ou das quais foram derivadas as demonstrações contábeis condensadas"
12. (VUNESP / Agente Fiscal de Rendas – ICMS SP / 2002) Risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. Para determinar o risco da auditoria, o auditor deve avaliar:
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 a) O ambiente de controle da entidade.
b) A capacidade de atendimento aos clientes, em face da estrutura existente. c) A natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados.
d) A política de tratamento operacional dos produtos da entidade e suas peculiaridades.
e) O volume de investimentos em sociedades coligadas e controladas, avaliados pelo método da equivalência patrimonial.
Resolução:
De acordo com a NBC TA 200, o risco de auditoria é o "risco de que o
auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. O risco de auditoria é uma função dos riscos de distorção relevante e do risco de detecção".
De acordo com o item A37 da NBC TA 200, temo que "os riscos de
distorção relevante no nível da afirmação consistem em dois componentes: risco inerente e risco de controle. O risco inerente e o risco de controle
são riscos da entidade; eles existem independentemente da auditoria das demonstrações contábeis".
Sendo assim, o auditor deve exercer o julgamento profissional e manter o ceticismo profissional ao longo de todo o planejamento e na execução da auditoria e, entre outras coisas:
"Identifique e avalie os riscos de distorção relevante, independentemente se causados por fraude ou erro, com base no
entendimento da entidade e de seu ambiente, inclusive o controle interno da entidade".
Portanto, gabarito da questão, alternativa A.
13. (FGV / AFRE-RJ / 2010) Assinale a opção falsa a respeito dos assuntos que, se bem equacionados, ajudam o auditor a reduzir o risco de detecção em uma auditoria.
a) Formação de equipes de trabalho com pessoal preparado. b) Revisão e supervisão dos trabalhos de auditoria realizados. c) Aplicação do ceticismo profissional.
d) Planejamento adequado dos trabalhos de auditoria.
e) Diminuição do escopo de exame e redução do número de transações. Resolução:
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01
"A43. O risco de detecção se relaciona com a natureza, a época e a extensão dos procedimentos que são determinados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível baixo aceitável. Portanto, é uma função da eficácia do procedimento de auditoria e de sua aplicação pelo auditor. Assuntos como:
• planejamento adequado;
• designação apropriada de pessoal para a equipe de trabalho; • aplicação de ceticismo profissional; e
• supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado,ajudam a aprimorar a eficácia do procedimento de auditoria e de sua aplicação e reduzem a possibilidade de que o auditor possa selecionar
um procedimento de auditoria inadequado, aplicar erroneamente um procedimento de auditoria apropriado ou interpretar erroneamente os resultados da auditoria."
Portanto, gabarito da questão, alternativa E.
14. (ESAF / Analista de Finanças e Controle - CGU / 2012) Na execução de uma auditoria, espera-se do auditor independente que
a) exerça o seu direito de busca de documentos, no caso de suspeita de fraude.
b) assegure a eficácia com a qual a administração conduziu os negócios da entidade.
c) otimize o planejamento dos trabalhos de modo a reduzir o risco de auditoria a zero.
d) aplique os mesmos procedimentos a entidades de pequeno, médio ou grande porte.
e) mantenha-se cético ao questionar evidências de auditoria contraditórias. Resolução:
Alternativa A - Errada. De acordo com o item A47 da NBC TA 200, temos que:
“A47. Há limites práticos e legais à capacidade do auditor de obter evidências de auditoria. Por exemplo:
- A auditoria não é uma investigação oficial de suposto delito. Portanto,
o auditor não recebe poderes legais específicos, tais como o poder de busca, que podem ser necessários para tal investigação”.
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 Alternativa B - Errada. De acordo com o item A1 da NBC TA 200, podemos concluir que o auditor não assegura a eficácia com a qual a administração conduziu os negócios da entidade. Vejamos:
“A1. A opinião do auditor, portanto, não assegura, por exemplo, a viabilidade futura da entidade nem a eficiência ou eficácia com a qual a administração conduziu os negócios da entidade”.
Alternativa C - Errada. A alternativa erra ao afirmar que o risco de auditoria pode ser reduzido a zero. Veja o item A45 da NBC TA 200, ora transcrito:
“A45. O auditor não é obrigado e não pode reduzir o risco de
auditoria a zero, e, portanto, não pode obter segurança absoluta de
que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante devido a fraude ou erro. Isso porque uma auditoria tem limitações inerentes, e, como resultado, a maior parte das evidências de auditoria que propiciam ao auditor obter suas conclusões e nas quais baseia a sua opinião são persuasivas ao invés de conclusivas”.
Alternativa D - Errado. Não faz sentido aplicar os mesmos procedimentos a diferentes tipos de entidades (pequeno, médio e grande porte). Entidades de pequeno porte tem um menor grau de complexidade, sendo em muitos casos exigido que sejam efetuados menos procedimentos de auditoria do que em entidades maiores. As normas trazem sempre as considerações específicas para entidades de pequeno porte, quando foge do escopo de aplicação.
Alternativa E - Certa. Está de acordo com o item 15 da NBC TA 200: “15. O
auditor deve planejar e executar a auditoria com ceticismo profissional, reconhecendo que podem existir circunstâncias que causam distorção relevante nas demonstrações contábeis”.
15. (FGV / Auditor Fiscal de Angra dos Reis / 2009) O ceticismo profissional é necessário para a avaliação crítica das evidências de auditoria. Isso inclui questionar evidências de auditoria contraditórias e a confiabilidade dos documentos e respostas a indagações e outras informações obtidas junto à administração e aos responsáveis pela governança. Também inclui a consideração da suficiência e adequação das evidências de auditoria obtidas considerando as circunstâncias, por exemplo, no caso de existência de fatores de risco de fraude e um documento individual, de natureza suscetível de fraude, for a única evidência que corrobore um valor relevante da demonstração contábil. O ceticismo profissional inclui estar alerta, por exemplo, considerando o disposto na TA 200 e correlatas o indicado nas alternativas a seguir, À EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a.
a) evidências de auditoria que contradigam outras evidências obtidas b) informações que coloquem em dúvida a confiabilidade dos documentos e respostas a indagações a serem usadas como evidências de auditoria c) condições que possam indicar possível fraude
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 d) circunstâncias que sugiram a necessidade de procedimentos de auditoria
além dos exigidos pelas NBC TAs
e) transações rotineiras desenvolvidas por controladas avaliadas pelo método da equivalência patrimonial.
Resolução:
De acordo com o item A18 da NBC TA 200, temos que:
“A18. O ceticismo profissional inclui estar alerta, por exemplo, a:
• evidências de auditoria que contradigam outras evidências obtidas; • informações que coloquem em dúvida a confiabilidade dos
documentos e respostas a indagações a serem usadas como evidências de auditoria;
• condições que possam indicar possível fraude;
• circunstâncias que sugiram a necessidade de procedimentos de auditoria além dos exigidos pelas NBC TAs.”.
Cabe destacar que o ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria, motivo pelo qual a alternativa E não é uma situação descrita pela norma, e é o gabarito da questão.
16. (FGV / Auditor Fiscal de Angra dos Reis / 2009) O julgamento profissional é essencial para a condução apropriada da auditoria. A característica que distingue o julgamento profissional esperado do auditor é que esse julgamento seja exercido por auditor, cujo treinamento, conhecimento e experiência tenham ajudado no desenvolvimento das competências necessárias para estabelecer julgamentos razoáveis. Isso porque a interpretação das exigências éticas e profissionais relevantes, das normas de auditoria e as decisões informadas requeridas ao longo de toda a auditoria não podem ser feitas sem a aplicação do conhecimento e experiência relevantes para os fatos e circunstâncias. Cumpre destacar que ele não deve ser usado como justificativa para decisões que, de outra forma, não são sustentados pelos fatos e circunstâncias do trabalho nem por evidência de auditoria apropriada e suficiente. O julgamento profissional NÃO é necessário, em particular, nas decisões sobre
a) materialidade e risco de auditoria.
b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria aplicados para o cumprimento das exigências das normas de auditoria e a coleta de
evidências de auditoria.
c) avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e apropriada e se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos das NBC TAs e,
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 d) avaliação das opiniões da administração na aplicação da estrutura de
relatório financeiro aplicável da entidade.
e) extração de conclusões não baseadas nas evidências de auditoria obtidas. Resolução:
De acordo com o item A23 da NBC TA 200, temos que:
“A23. (...) O julgamento profissional é necessário, em particular, nas decisões sobre:
• materialidade e risco de auditoria;
• a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria aplicados para o cumprimento das exigências das normas de auditoria e a coleta de evidências de auditoria;
• avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e apropriada e se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos das NBC TAs e, com isso, os objetivos gerais do auditor;
• avaliação das opiniões da administração na aplicação da estrutura de relatório financeiro aplicável da entidade;
• extração de conclusões baseadas nas evidências de auditoria obtidas, por exemplo, pela avaliação da razoabilidade das estimativas feitas pela administração na elaboração das demonstrações contábeis.”.
Como observado na transcrição feita acima, a alternativa E é o gabarito da questão pois peca ao colocar “extração de conclusões não baseadas”, sendo que na verdade é baseado nas evidências obtidas.
17. (ESAF / Analista Técnico da SUSEP / 2010) Com relação aos níveis de relevância determinados em um processo de auditoria externa, é verdadeiro afirmar que:
a) o processo de avaliação de relevância deve sempre considerar os níveis de risco e as distorções identificadas, não sendo permitido considerar nos limites eventuais distorções não identificadas ou projetadas.
b) o auditor, em nenhuma hipótese, pode estabelecer nível de relevância abaixo dos determinados no planejamento.
c) não se devem considerar as avaliações de risco e relevância no seu conjunto, sendo sempre avaliadas individualmente.
d) os níveis de relevância estabelecidos no planejamento devem ser mantidos, independentemente dos fatores encontrados, durante a realização dos trabalhos.
e) se a administração da entidade auditada negar-se a ajustar as demonstrações contábeis e os procedimentos de auditoria adicionais, de forma a não permitir concluir que o montante agregado das distorções seja irrelevante, deve o auditor considerar os efeitos no seu parecer.
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 Resolução:
Alternativa A - Errada. É devido considerar eventuais distorções não identificadas ou projetadas (como é o caso das distorções anômalas), quando da utilização do processo de amostragem, por exemplo.
Alternativa B e D - Erradas. De acordo com o item 10 da NBC TA 300, temos que: "O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global de auditoria e o plano de auditoria sempre que necessário no curso da
auditoria".
Além disso, encontramos previsão no item 12 da NBC TA 320 para a revisão no decorrer da auditoria da relevância (materialidade) adotada, conforme transcrevo abaixo:
"12. O auditor deve revisar a materialidade para as demonstrações
contábeis como um todo (e, se aplicável, o nível ou níveis de
materialidade para classes específicas de transações, saldos contábeis ou divulgação) no caso de tomar conhecimento de informações durante a auditoria que teriam levado o auditor a determinar inicialmente um valor (ou valores) diferente".
Alternativa C - Errada. De acordo com o item 9, temos que:
"9. Para fins das normas de auditoria, materialidade para execução
da auditoria significa o valor ou valores fixados pelo auditor, inferiores
ao considerado relevante para as demonstrações contábeis como
um todo, para adequadamente reduzir a um nível baixo a probabilidade
de que as distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto, excedam a materialidade para as demonstrações contábeis como um todo".
Alternativa E - Certa. O auditor deve considerar o efeito das distorções relevantes na opinião que emitirá sobre a adequação das demonstrações contábeis, devendo modificá-la caso a distorção não seja corrigida pela administração da entidade auditada. Portanto, este é o gabarito da questão.
18. (ESAF / Analista Técnico da SUSEP / 2002) Para o auditor independente, uma informação é relevante quando
a) sua omissão ou distorção puder influenciar nas decisões econômicas dos usuários, se estas forem tomadas com base nas demonstrações contábeis. b) a sua materialidade influenciar na tomada de decisões econômicas e financeiras dos usuários, tendo como base de decisão o parecer da auditoria. c) a sua distorção influenciar em decisões econômicas ou financeiras tomadas pelos usuários, tendo como base de juízo o parecer da auditoria independente.
Prof. Lucas Salvetti – Aula 01 d) a sua omissão influenciar negativamente nas decisões tomadas com base nas demonstrações contábeis por acionistas preferenciais ou pelos membros do Conselho de Administração.
e) a sua subjetividade e distorção influenciar nas decisões financeiras dos acionistas controladores e demais usuários, se tomadas com base nas demonstrações contábeis.
Resolução:
De acordo com o item QC6 da Resolução CFC nº 1374/11, temos que:
"QC6. Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. A informação pode ser capaz de fazer diferença em uma decisão mesmo no caso de alguns usuários decidirem não a levar em consideração, ou já tiver tomado ciência de sua existência por outras fontes".
A fonte dessa "informação" são as demonstrações contábeis, o que torna as alternativas B e C erradas.
Como se pode verificar acima, as demonstrações contábeis têm como público os seus usuários (e não somente seus acionistas preferenciais ou controladores), o que nos leva a afirmar que as alternativas D e E estão erradas. Portanto, gabarito da questão, alternativa A.
19. (CESGRANRIO / Contador Junior TRANSPETRO / 2011) O auditor deve atentar para que o valor ou os valores fixados anteriormente sejam inferiores ao considerado relevante para as demonstrações financeiras como um todo. Tal procedimento visa a reduzir, de forma apropriada, a probabilidade de que distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto possam exceder
a) os riscos recomendados para as demonstrações como um todo b) os valores considerados relevantes para a emissão do parecer c) os limites estabelecidos pelas Normas aplicáveis ao caso d) a uniformidade das aplicações dos princípios contábeis e) a materialidade para as demonstrações como um todo Resolução:
De acordo com o ITEM 9 DA NBC TA 320, temos que: “o valor ou
valores fixados pelo auditor, inferiores ao considerado relevante para as