SÍNTESE TEMPORÁRIA SOBRE UMA COMUNIDADE DE PRÁTICA DIGITAL

No documento COMUNIDADE DE PRÁTICA DIGITAL (páginas 103-113)

“O diálogo é o momento em que os humanos se encontram para refletir sobre sua realidade tal como a fazem e re-fazem.

[...] No diálogo, tem-se o direito de permanecer em silêncio!

No entanto, não se tem o direito de usar mal sua participação no desenvolvimento do exercício comum”.

(Paulo Freire)

A trajetória do estudo permitiu mostrar importantes contribuições, que tem como eixo norteador, comunidade de prática, no qual foi possível constatar que uma comunidade é, a priori, um espaço interativo. A diversidade de possibilidades que move a pesquisa legitima o argumento inicial: a Comunidade de Prática Virtual do Projeto SífilisNão pode ser considerada como um espaço de construção coletiva e colaborativa que possibilita a troca de ideias, a partir da realidade dos sujeitos. A construção, desconstrução e reconstrução foi permeando o ambiente da pesquisa, os elementos importantes foram emergindo e, desse modo, visualizou-se a inserção das tecnologias digitais de comunicação, mais especificamente, as mídias sociais.

O acesso as mídias sociais se constituem em um continuum, presente no cotidiano dos sujeitos que se expandem e ampliam a interação entre as pessoas na vida pessoal, profissional e acadêmica. Neste contexto pandêmico que atinge de forma global a sociedade, nesse período de transição da segunda para terceira década do século XXI, as mídias sociais foram fundamentais. Na Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão as mídias sociais foram e são fundamentais. A contribuição desta comunidade virtual com base na troca de ideias foi sendo conduzida a partir das inter-relações em que se estabeleciam nas redes.

O itinerário metodológico adotado possibilitou utilizar as informações com responsabilidade ética e fidedignidade no percurso desta dissertação.

O fluxo investigativo pautou-se na pesquisa exploratória, constituída no

primeiro momento a partir da participação em reuniões, presencial e online, constatando a existência de aspectos que revelam a contribuição desse estudo e estes se integram a um conjunto de ações e práticas da comunidade em estudo. A continuidade do fluxo investigativo aconteceu também paralelamente a este momento ao definir a netnografia como método adequado às necessidades de pesquisas emergentes na sociedade em rede.

Assim penetramos neste ambiente digital virtual sem possuir um mapa que direcionasse de imediato. A trilha seguida, a rede de interações, foi a guia mestra para visualizarmos o ecossistema comunicativo que estruturou o corpo da pesquisa e os resultados se constituíram nos princípios Grupo de Estudos de Práticas Educativas em Movimento (GEPEM), as reflexões e construção estrutural teve com fundamento o coletivo de pensamento, proposta metodológica defendida por Ludwick Fleck.

As observações e participação nas lives, nas idas e vindas no site https://cdp.vigilanciasaude.ufrn.br, onde se encontra logada a Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão (CdP do PSN); o olhar meticuloso para visualizar e dar visibilidade ao objeto de estudo nesta pesquisa ao encontrar nas redes sociais, (FacebooK, Instagran, YouTube, entre outras) plataformas digitais, as práticas e as ações socializadas que se constituem como ecossistema comunicativo da comunidade.

O olhar motivador para fomentar uma comunidade de prática e a comunidade em estudo estava para além do espaço no site da SEDIS/LAIS/UFRN, ao perceber a existência de braços digitais virtuais que acenavam para pontos comuns e relevantes, especialmente, no momento que vivenciávamos, a pandemia da COVID-19. Se para atendermos a demanda geográfica dos territórios em tempos considerados normais, onde se poderia ter encontros presenciais, neste período da pesquisa em estudo a comunidade de prática digital virtual foi essencial para desenvolver ações, compartilhamentos, discussões de casos, trocas de ideias e produzir conhecimento coletivamente em todo território.

As contribuições dessa pesquisa favorecem a (re)organização do pensar, do fazer e do agir coletivamente, razão que reforço na construção que me fez pensar essa estrutura organizacional como ecossistema comunicativo no mundo em que habitamos, reflexão recorrente do mundo presencial com o mundo digital virtual. A reflexão preponderante causa um efeito inovador, a priori, contudo essa relação homem com mundo digital virtual se desvincula de situações estáticas, por não atender somente a realidade presencial, ela vai depender dos sujeitos que operam, que constroem e que se conectam com a percepção do mundo contemporâneo e a comunidade de prática se projeta dentro dessa percepção.

As linhas estabelecidas na Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão, foi formada por composições estruturadas a partir da troca de ideias e do coletivo de pensamento, nas lives Bate-papo SífilisNão no YouTube, observadas e analisadas, corroborando com a premissa e relevância do diálogo estabelecido entre os participantes. A referência aos participantes pode até causar um certo impacto, tendo em vista que me refiro a todos os envolvidos na live: mediadores, convidados, equipe técnica que antecede a live e próprio momento em que ela está online, como também aos que participam no chat, com seus questionamentos com o intuito de naquele momento obter respostas. Essa característica humana em dialogar, em estar com o outro, em ambientes presenciais ou digital virtual, materializa o ecossistema comunicativo da Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão.

FIGURA 11. Ecossistema comunicativo no Projeto SífilisNão.

FONTE: Compilação da autora.

A materialização do ecossistema comunicativo da Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão viabiliza contribuições agregadas as temáticas socializadas nas lives Bate-papo SífilisNão, no Youtube, tanto para aquele momento online e, também a um momento assíncrono pós live que pode ser utilizado para uma troca de ideias àqueles que acessarem, já que o canal Sífilis Não permite essa interação e o homem na sua essência é um ser de procura, que busca respostas, que contribui, gosta de emitir opinião, assim ele se reveste dessa característica humana que procura, faz e refaz o seu saber.

A análise final mostra a relevância da temática e as contribuições que envolvem um trabalho coletivo, a efetivação no campo das ações e das práticas em um ambiente que permite a possibilidade de caminhos e de estudo, mostra-se revelador das diversas alternativas nas mais diversas áreas.

Os profissionais atuantes, observados nas lives, são responsáveis pelas respostas positivas nas trocas de ideias, mostrando-se conscientes ao exercerem o papel de mediadores, pesquisadores, espectadores e do momento que temos essa participação nas lives, que só foram possíveis pelo interesse, profissional ou pessoal, esta motivação não é determinada, imposta, são motivados pelo conceito mais elementares de uma comunidade de prática, movidos pelos interesses comuns do grupo.

O estudo revelou que o processo de comunicação do Projeto SífilisNão, conforme a premissa inicial, não se constituía como viabilizadora da interações comunicativas. Contudo as interações, entre os sujeitos partícipes do Projeto SífilisNão, nas suas ações e práticas emergentes das mídias sociais, viabilizam a troca de ideias em um espaço coletivo compondo assim o ecossistema comunicativo, por alinhar objetivos comuns:

comunicação, interação e construção e reconstrução do conhecimento, de modo síncrono e assíncrono, propícios ao fortalecimento das ações e práticas socializadas por permitir aos envolvidos desenvolver estratégias, em todo território nacional e firmarem uma linha de frente no enfrentamento a Sífilis, como as redes de comunicação e de informações e sob esse olhar os envolvidos modificam seus pontos de vista e a partir deste a compreensão do mundo, a compreensão do objeto não é mais a mesma.

O estudo, em um espaço digital virtual, não cessa por aqui, ao contrário instiga novos estudos, como proposição da própria Comunidade de Prática do Projeto SífilisNão, aprofundando moções para continuidade das parcerias institucionais já firmadas, ou impulsionados pela temática convertermos a temática comunidade de prática em pesquisas que contribuam com o fazer pedagógico nas Redes de ensino da Educação Básica.

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