I gramma,
todas as
vantagens obtidasse
perdem cdao logar a uma situaeao in versa
;o
coragaocede e so abandona a uma
exageragao dosbatimenlos
; apressao
se abaixa, c nmitas vezos odoente
cae em umeslado
decollapso com rcsfriamenlo geral .
E
FPi- ITOS TilEItAPEUTICOS
.v
i5 } 5 2 r
XI
TARTARO EHTIlUAItO
Esle composto chamado
tambem tartaro ewetico , ou
simplesmenteemetico
,
e urn tartaro duptode antimanioc
ile potassio^E
’a
Rasori, medico itali-
n. no
, queso
doveo emprego
dotartaro
sti-biado .
Rasorisustentava
quocm
todaa raolesEia itiflammatoria era
mister combater
o estimulo
,c
destc modo administravao tartaro cm
alta dose
.
Laennec
,o
mais ardentc promotordo tartaro
na pneumonia,qnc
nestecaso
considerava esle medicamentoum
espccirico, insisiia muilo sobresua tolerancia no
organismo. Para
obteresta
toleranciaaconsc
-lha
- se associal -
o ao opioou
morpliina.
A modi
cat ao
slibiadae uma medicare
depressivae anti - therraica
;assim
o pensam
Jaccoud, Benilieime
Fonssagrivos.N
5 o somentc a
circulatjiioe a
respiragaose
redardam,porem a
caio-rificagao diminue
.
0 abaixamenlo datempera tura
6as vezes
lal que osindividuossSocomo
gelados;enluo a
circulagao partiessuspense
; osanglieatjgnra Estes - se
coalhadodados implicam necessariamenteum retardaraenld dosnos vasos , as mucosas
siio cyanosadas.
pheno-mcnos cliimicos
da nutrigao, istoc
, diminuigati daurea c
do acidocar
-bonieo
.
0
tartaro emetico ,
cuja aegaoanli -
pyrctica foiutilisada na infancia ,
offercce
gra ves
perigos,
pelafalta detolerancia nos pequenos
organismns;os
vomitos, adiarrhea c a
adynamiaquo provcm
atlingemprop ore
Oesas
-sustadoras,
as vezes
impossivcis dcse con
lor.
E
.
8.-
1S87,\
M 5 i ^ 62 v
Diz oDr
.
J.
Simon: E’
com a maior repognancia,
qaedou as criaflgas lartarci slildado, tanto temo paraellas a diarrhea,
que die couduz, c a activkladehyposthenisante
quc lhc c propria.
E' pois um agente medicamenloso quc
deve
scr emprcgado cm con-digocs cspeciacs e setupre com maxima circumspecjjao
.
I
’ assemoa
em seguida ao csLudo de umanlMtiermico ,
quc,
como vamos ver,
e dc alia imporlancia;0com
juslo motive fez na ihcrapcutica uma entrada vicloriosa.
v 1 5 / 5 6
*3
f
XII
A;
A
antipynna , on a
dimdhyloxy<jH'inizi .
na, para
Ilicdar seu nome
chimico
tacla
, foidesooberta
polo Dr.
LudwigKnor (
deMunich ) e
experimcn-pelo professor Filchne
(
d’Erlaugcn) .
Dispensamlo
- nos
dotratar de sua
coiuppsifao chimica
, prcparagitoe reaches
,que pouco nos inieressam , ilarcmos
, entrelanto, sous ca
-raclcros physicos
.
A anti -
pyrinae urn pdcrysUIUno
,panto
,ou
deum branco aver
-melhado
,
lendo ao microscopic o aspccto iJupequenas
follias on do columnasIruncadas .
Seu
sabOr &
itmpouco amargo
,menos aroargo toditvia c rneuos
per-sislenie
que o da
qtfinina; Qnalmenteclla e mais facilmenlc mascarada
pela addicQao de algumas gottas do agua de
flores do
larangciraon
dohorlela .
ESTUDO CMNICO
.
As pnmeiras exparienciagsobre a acciio hy
-pothermia
da anti -
pyrina silodevidas ao
professorFilchne (
d'Erlangcn),
quo a
adminis trara cm
centenas decasos .
A anti
-
pyrina lemuma
acfaoeleeliva
niiosdmeiile
sobrea
febre daphtisica pulmotiar,
mas
ainda sobre a do quasito das
asinolestias
dopulmfto
.
Todos
os aucteres sao
onanimescm
consictefara
anti-
pyrinaenmo o
antitigens
-
pyretico,sem zumbidos
, omais pederosode ouvido,c
,produznom
ceplialoasua
aegao; aosem calafrios coutrarro
os, sem doentes vor
-experiment
am
beinestar
depois desua adininistracao .
A
anti
pyrinanao exerce sua
acrlio sdmenlesobre a
femperatura,
mas tamfoem sobre
o pulso, do qual dipmiie a [requmicia, desorte
quonao e sdmente aiill -
thermico, mas
tainbem ttm anti-
pyretico.
| S 63 v
no
Penzoldl e Sartorius
liraram dcsuas observances as conchiSocs
seguinles
:1A A anti
- pyrina e um
medicamcnto anti- pyrelico
muitocfficaz nas
afTecc
21- ues
Dadafebris das cm
dosecriangassufiicientc;a
anti- pyrina conduz sempre um abaixa
-mento
de teroperalura doum ou
(lc
mais graos, e a apyrcxia obtidasc
prolonga durante algumas boras ;
3
*A
diminuigao dopulso nao
correspondesempre exact
,arnente ao
abaixanienlo
datcmperatura .
4' A influencia
cxercida
pelomeilicamenlo sobre o esladogcral
dodoente e favoravcl
;5
"Todavia .
vomitos podcmapparccer
pelo facto da ingeslao daanti
-pyrina ;
neste caso
,6 preciso
dal- a
.cm
clyster ;6* A dose para
as
criangassera ,
para comegar, do tantas decigram-mas
quanlosannos
conlara
crianga, repetindo Iresvezes cm
scguida.
debora
cm
bora;7
aDepois de um uso
prolongado,e
precisoesperar - se para ver es
-tabelecer - se uma
loleranciaou antes um hablLo de
organismopara o
mctlicamenlo . mesmo na
crianga.
Na Allemanha e na
policlinica do professorDush
, deHeidelberg
,Geyer experimeiitou
a
acgao da anti-
pyrinaem
4 criangas,dasquaes
iresalTcciadas de febre
typhoide
c de bronchiie capillar.
Elle moslra
- se
muitoenlhusiasta deste
anti-
pyretico,c
ellcqualiQcamesmo
de surprdieinleute o effeito obtidoem um caso cm quo o
abaixa-nicnto foi de mais de 3 graos
sem calafrios . nem
vomilos,nem
collapso.
0 Dr
.
Calalravcuo, de Madrid ,
publicou reccnlemcnteuma
noticiana
qual elle louva- se
doselleitos admiraveis
da anti-
pyrinanas
moles-tias
febris da infancia .
accrescentando quo tunicaobservoucmpgoes exan
-themalicas assignaladas
por
alguits auctoresua idadc adulta .
Acgao tlierapeutica; modos de administragao
Proporcionalmente
as
criangas toleram mellior a anti-
pyrinaque os
adtilios
.
Em geral
. nao ea
idadedo doente que serve
debase para a
posologia do mcdicamento, e sobrctudo a byperthermiarelativa
ii molesliaactual .
\/\
S f
ei
*
Nao se pode dc
uin modo geral o liso indicar a dosagoma
seguirna
administragSo da anti-
pyrina,aos
diversos periodos daiufancia .
Em
todoo caso
podemosrnarcar os
exlremos dasdoses
dc25 con
-ligrammas
e 3 grammas nas 24
horns.
A hyposthenia
, lao temidapor Dujardin -
Bcaiunelze por tantos
outros
observadores,om
consequencia da anli-
pyrina,nao c senao
pelasdoses tnnilo
etevadas
,cornu
fizcramos
primeiros cliuicos,quo a en
-saiaram
na
AUemanha. Falkenhoim
,por
cxempio, menciona doisdecides
que cahiram ern um
cstado do adynamia profunda,porom
,um linha
ahsorvido49
grammas do anli-
pyrinacm 8
dinse
oulro 15gram
-mas cm 24
horas.
Nestas
alias doses, o medicamenlo pode ler cffeilos loxicosreaes
,terriveis sobreludo para doentes
enfraquecidos;porem nao haahi
scnSocfTeilo dc
sua
administracaoanormal .
Qual 6 o mccanismo da accfio anli
-
pyrolica daanti -
pyrina ?A
theoriasegundo a qual
o
abaixametdo dacaloricidade
seria a consequencia dossuores
abundantesnao e
admissive),porque
o abaixamenlose
produz, havendo complela ausencia dc iranspiraeao.
Alem dissopara
admitlir-mos
esta interprelacao,era
necessario observareguaes
cffeilos soba
in-fluencia
de otilros agenlesdiaphorcticos , sobreludo
do jaborandi,ou
doscu
alcaloldc,a
pilocarpina, oquo eslii
longe do prodozir, ao menos com a
regularidadee a intensidade
da anli-
pyrina.
A anli
-
pyrina lemsua
ac^
aodircctamentc
sobreo
cixo cerebro-ospinhal, e abaixa
a
temperatura modiiicandoos
cenlrosnervosos calo
-rigenos
.
Esta llieoria 6a mais
razoavel,parecc - nos
, poisconta
maiornumcro
de adoplos.
A anli
-
pyrina,cm resumo
, 6,come
anti-
liicrmico ;uma arma po
-derosa
, porem, podeser arma
hoinicidana mao
deum
ignoranle ;devemos sempre consultar o
thermomelro, quando livermos dc admi-nislrar a anti
-
pyrina,porque
sabemos que csicagente
Iberapeulico produz adynamia,
cse
, |iorpouco
cscrupulo emenos
periciu,
fOnnos dando dosescrescentes c
seguidas, podemos prOduzirem nosso
doentoverdadeiro
collapsoc ate a rnorte .
r
i