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Seja uma transformação linear tal que Seja

No documento COMPATÍVEL COM TODOS OS LIVROS-TEXTO! (páginas 187-200)

Transformações Lineares

Passo 3 Seja uma transformação linear tal que Seja

Então

Como G( )  F( ), para cada , resulta G  F. Assim, F é única e o teorema está demons- trado.

5.14 Seja a transformação linear tal que F(1, 2)  (2, 3) e F(0, 1)  (1, 4). [Observe que {(1, 2),

(0, 1)} é uma base de , de modo que uma tal transformação linear F existe e é única, pelo Teorema 5.2.] Encontre uma fórmula para F, ou seja, obtenha F(a, b).

Escrevemos (a, b) como uma combinação linear de (1, 2) e (0, 1) usando incógnitas x e y.

, portanto, a  x, b  2x  y

Resolvemos x e y em termos de a e b, para obter x  a, y  –2a  b. Então

5.15 Seja uma transformação linear que é injetora e sobre. Mostre que a aplicação inversa

também é linear.

Sejam . Como F é injetora e sobre, existem vetores únicos para os quais F( )  u e .

Como F é linear, também temos

e F(r )  rF( )  ru

Pela definição de aplicação inversa,

F–1(ru)  r Então

e F–1(ru)  r  rF–1(u) Assim, é linear.

Núcleo e imagem de transformações lineares

5.16 Seja a transformação linear definida por

Encontre uma base e a dimensão (a) da imagem de F, (b) do núcleo de F.

(a) Calculamos as imagens dos vetores da base canônica de .

Pela Proposição 5.4, os vetores imagem geram Im F. Logo, formamos a matriz cujas linhas são esses vetores ima- gem e a reduzimos à forma escalonada.

Assim, (1, 1, 1) e (0, 1, 2) formam uma base de Im F e, portanto, dim(Im F)  2. (b) Tomamos F( )  0, com  (x, y, z, t), ou seja, tomamos

Igualando as entradas correspondentes, obtemos o sistema homogêneo cujo espaço solução é Nuc F.

As variáveis livres são z e t. Logo, dim(Nuc F)  2. (i) Tomando z  –1, t  0 obtemos a solução (2, 1, –1, 0). (ii) Tomando z  0, t  1 obtemos a solução (1, 2, 0, 1). Assim, (2, 1, –1, 0) e (1, 2, 0, 1) formam uma base de Nuc F.

[Como era de se esperar, dim(Im F)  dim(Nuc F)  2  2  4  , o domínio de F.]

5.17 Seja a transformação linear definida por

Encontre uma base e a dimensão (a) da imagem de G, (b) do núcleo de G.

(a) Calculamos as imagens dos vetores da base canônica de .

Pela Proposição 5.4, os vetores imagem geram Im G. Logo, formamos a matriz M cujas linhas são esses vetores imagem e a reduzimos à forma escalonada.

Assim, (1, 0, 1) e (0, 1, –1) formam uma base de Im G e, portanto, dim(Im G)  2. (b) Tomamos G( )  0, com  (x, y, z), ou seja, tomamos

Igualando as entradas correspondentes, obtemos o sistema homogêneo cujo espaço solução é Nuc G.

A única variável livre é z. Logo, dim(Nuc G)  1. Tomando z  1, obtemos y  –1 e x  3. Assim, (3, –1, 1) forma uma base de Nuc G. [Como era de se esperar, dim(Im G)  dim(Nuc G)  2  1  3  , o domínio de G.]

5.18 Considere a transformação matricial , com . Encontre uma base e a

dimensão (a) da imagem de A, (b) do núcleo de A.

(a) O espaço coluna de A é igual a Im A. Logo, reduzimos à forma escalonada.

Assim, {(1, 1, 3), (0, 1, 2)} é uma base de Im A e, portanto, dim(Im A)  2.

(b) Sabemos que Nuc A é o espaço solução do sistema homogêneo AX  0, com X  (x, y, z, t)T. Logo, reduzimos a matriz A de coeficientes à forma escalonada.

As variáveis livres são z e t. Logo, dim(Nuc A)  2. (i) Tomando z  1, t  0 obtemos a solução (1, –2, 1, 0). (ii) Tomando z  0, t  1 obtemos a solução (–7, 3, 0, 1). Assim, (1, –2, 1, 0) e (–7, 3, 0, 1) formam uma base de Nuc A.

5.19 Encontre uma transformação linear cuja imagem seja gerada por (1, 2, 0, –4) e (2, 0, –1, –3).

Formamos a matriz cujas colunas consistem somente nos vetores dados, digamos,

Como A determina uma transformação linear cuja imagem é gerada pelas colunas de A, vemos que a

transformação matricial A satisfaz o exigido.

5.20 Suponha que seja linear com núcleo W e que f( )  u. Mostre que a “classe lateral”

é a pré-imagem de u, ou seja,

Precisamos provar que (i) e (ii) .

Começamos com (i). Seja . Então , de modo que

Agora provamos (ii). Seja . Então , com . Como W é o núcleo de f, temos f(w)  0. Dessa forma,

Assim, e, portanto, .

Essas duas inclusões implicam .

5.21 Sejam lineares. Prove que

(a) pos pos , (b) pos pos

(a) Como , também temos e, portanto, . Então

pos pos .

(b) Temos . Logo,

pos pos

5.22 Demonstre o Teorema 5.3. Seja uma transformação linear. Então

(a) Im F é um subespaço de U, (b) Nuc F é um subespaço de V.

(a) Como F(0)  0, temos . Sejam, agora, . Como u e pertencem à imagem de

F, existem vetores tais que F( )  u e . Então

Assim, a imagem de F é um subespaço de U.

(b) Como F(0)  0, temos Nuc F. Sejam, agora, . Como e w pertencem ao núcleo de

F, F( )  0 e F(w)  0. Assim,

e, portanto, Nuc F

Assim, o núcleo de F é um subespaço de V.

5.23 Demonstre o Teorema 5.6. Sejam V um espaço de dimensão finita e uma transformação linear.

Então

dim V  dim(Nuc F)  dim(Im F)  nul(F)  pos(F)

Suponha que dim(Nuc F)  r, que {w1, ..., wr} seja uma base de Nuc F, que dim(Im F)  s e que {u1, ..., us} seja uma base de Im F. (Pela Proposição 5.4, Im F tem dimensão finita.) Como cada , existem vetores 1, ..., s de V tais

que . Afirmamos que o conjunto

é uma base de V, ou seja, que (i) B gera V e (ii) B é linearmente independente. Uma vez demonstrados (i) e (ii), resulta que dim V  r  s  dim(Nuc F)  dim(Im F).

(i) B gera V. Seja . Então . Como os uj geram Im F, existem escalares a1, ..., as tais que

. Denotemos . Então

Assim, Nuc F. Como os Wi; geram Nuc F, existem escalares b1, ..., br tais que

Em vista disso,

(ii) B é linearmente independente. Suponha que

(1)

com . Então

(2)

Mas F(wi)  0, pois Nuc F, e F(j)  uj. Substituindo em (2), obtemos . Como os uj

são linearmente independentes, cada yj 0. Substituindo em (1), obtemos . Como os wi

são linearmente independentes, cada xi 0. Assim, B é linearmente independente.

Transformações lineares singulares e não singulares, isomorfismos

5.24 Decida se a transformação linear dada é não singular. Se não for, encontre um vetor não nulo cuja imagem

seja 0.

(a) definida por .

(b) , definida por .

(a) Encontramos Nuc F tomando F( )  0, com  (x, y), obtendo

A única solução é x  0, y  0. Assim, F é não singular. (b) Tomamos G(x, y)  (0, 0) para encontrar Nuc G.

O sistema tem soluções não nulas, porque y é uma variável livre. Logo, G é singular. Tomando y  1, obtemos a solução  (2, 1), que é um vetor não nulo tal que G( )  0.

5.25 A transformação linear definida por é não singular, segundo o

Problema 5.24 precedente. Encontre uma fórmula para .

Tomando F(x, y)  (a, b), temos . Calculando,

Resolvendo x e y em termos de a e b, obtemos x  2a  b, y  a  b. Assim,

(A segunda equação foi obtida substituindo a e b por x e y, respectivamente.)

5.26 Seja definida por .

(a) Mostre que G é não singular. (b) Encontre uma fórmula para .

(a) Tomamos G(x, y)  (0, 0, 0) para encontrar Nuc G. Temos

A única solução é x  0, y  0, portanto, G é não singular.

(b) Embora G seja não singular, não é invertível, porque têm dimensões diferentes. (Assim, não podemos aplicar o Teorema 5.9.) Em vista disso, não existe .

5.27 Suponha que seja linear com V seja de dimensão finita. Mostre que V e a imagem de F têm a mesma dimensão se, e só se, F é não singular. Encontre todas as transformações lineares não singulares

.

Pelo Teorema 5.6, dim V  dim(Im F)  dim(Nuc F). Logo, V e Im F têm a mesma dimensão se, e somente se, dim(Nuc F)  0, ou Nuc F  {0} (ou seja, se, e só se, F é não singular).

Como é menor do que , temos que dim(Im T) é menor do que a dimensão do domínio de T. Em vista

disso, nenhuma transformação linear pode ser não singular.

5.28 Demonstre o Teorema 5.7. Seja uma transformação linear não singular. Então a imagem de

qualquer conjunto linearmente independente é linearmente independente.

Suponha que 1, 2, ..., n sejam vetores linearmente independentes de V. Afirmamos que F(1), F( 2), ..., F( n) também

são linearmente independentes. Suponha que , com . Como F é linear,

. Logo,

Nuc F

Mas F é não singular, ou seja, Nuc F  {0}. Logo, . Como os i são linearmente inde-

pendentes, todos os ai são nulos. Por isso, os F(i) são linearmente independentes. Assim, demonstramos o teorema.

5.29 Demonstre o Teorema 5.9. Seja V um espaço vetorial de dimensão finita e suponha que dim V  dim U.

Seja linear. Então F é um isomorfismo se, e só se, F é não singular.

Se F é um isomorfismo, então somente 0 é levado em 0, de modo que F é não singular. Reciprocamente, suponha que F seja não singular. Então dim(Nuc F)  0. Pelo Teorema 5.6, dim V  dim(Nuc F)  dim(Im F). Assim,

Como U tem dimensão finita, Im F  U. Isso significa que F leva V sobre U. Assim, F é injetora e sobre, ou seja, um isomorfismo.

Operações com transformações lineares

5.30 Defina e por Encontre

fórmulas que definam as transformações (a) F  G, (b) 3F, (c) 2F  5G.

5.31 Sejam e definidas por . Deduza

fórmulas que definam as transformações .

(a)

(b) A aplicação não está definida, porque a imagem de G não está contida no domínio de F.

5.32 Demonstre. (a) A transformação nula 0, definida por 0 , para cada , é o elemento nulo de

Hom(V, U). (b) O negativo de é a transformação (–1)F, ou seja, –F  (–1)F.

Seja . Então, para cada ,

Como , para cada , temos F  0  F. Analogamente, 0  F  F.

5.33 Suponha que F1, F2, ..., Fn sejam transformações lineares de V em U. Mostre que, dados escalares a1, a2, ...,

an quaisquer e um vetor qualquer,

A transformação a1F1 é definida por (a1F1)( )  a1F1( ). Logo, a afirmação é válida para n  1. Dessa forma, por in-

dução, obtemos

5.34 Considere as transformações lineares definidas por

Mostre que F, G, H são linearmente independentes [como elementos de ].

Dados escalares , suponha que

0 (1)

(Aqui, 0 é a transformação nula.) Para , temos 0(e1)  (0, 0) e

Assim, por (1), (a  2b, a  b  c)  (0, 0) e, portanto,

a  2b  0 e a  b  c  0 (2)

Analogamente, para , temos 0(e2)  (0, 0) e

Assim,

a  2c  0 e a  b  0 (3)

Usando (2) e (3), obtemos

a  0, b  0, c  0 (4)

Como (1) implica (4), as transformações F, G, H são linearmente independentes.

5.35 Seja k um escalar não nulo. Mostre que uma transformação linear T é singular se, e só se, kT é singular. Em

particular, T é singular se, e só se, –T é singular.

Suponha que T seja singular. Então T( )  0, para algum vetor . Logo, (kT)( )  kT( )  k0  0 e, portanto, kT é singular.

Agora, suponha que kT seja singular. Então (kT)(w)  0, para algum vetor . Logo,

T(kw)  kT(w)  (kT)(w)  0

Mas, e implicam Assim, T é singular.

5.36 Encontre a dimensão d de

Usamos que dim[Hom(V, U)]  mn se dim V  m e dim U  n.

(a) d  3(4)  12. (c) Como

5.37 Demonstre o Teorema 5.11. Se dim V  m e dim U  n, então dim[Hom(V, U)]  mn.

Sejam { 1, ..., m} uma base de V e {u1, ..., un} uma base de U. Pelo Teorema 5.2, cada transformação linear de Hom(V,

U) fica univocamente determinada associando valores arbitrários de U aos elementos i da base de V. Definimos

como sendo a transformação linear dada por Fij( i)  uj e Fij( k)  0, com . Ou seja, Fij leva i em uj e os demais

em 0. Observe que {Fij} contém exatamente mn elementos. Dessa forma, o teorema estará demonstrado se mostrarmos

que esse conjunto é uma base de Hom(V, U).

Demonstremos que{Fij} gera Hom(V, U). Considere uma transformação arbitrária. Sejam F( 1)  w1,

F( 2)  w2, ..., F( m)  wm. Como , cada wk é uma combinação linear dos ui, digamos,

(1)

Considere a transformação linear . Como G é uma combinação linear dos Fij, a demonstração de

que {Fij} gera Hom(V, U) termina se mostrarmos que F  G.

Para isso, calculamos G( k), para k  1, ..., m. Como Fij( k)  0, para , e Fki( k)  ui, temos

Assim, por (1), G( k)  wk, para cada k. Mas F( k)  wk, para cada k. Em vista disso, pelo Teorema 5.2, F  G. Assim,

{Fij} gera Hom(V, U).

Demonstremos que{Fij} é linearmente independente. Considere escalares tais que

0

Para cada k, com k  1, ..., m,

Mas os ui são linearmente independentes, portanto, para k  1, ..., m, temos . Em outras

palavras, todos os cij 0 e, portanto, {Fij} é linearmente independente.

5.38 Demonstre o Teorema 5.12.

(i) Dado qualquer,

Assim,

(ii) Dado qualquer,

Assim, .

(iii) Dado qualquer,

Por isso, . (Enfatizamos que a maneira de demonstrar que duas aplicações são iguais consiste em mostrar que cada uma delas associa a mesma imagem a cada ponto do domínio.)

Álgebra das transformações lineares

5.39 Sejam F e G os operadores lineares de definidos por F(x, y)  (y, x) e G(x, y)  (0, x). Encontre fórmulas

que definam os operadores dados.

(e) (Observe que F2 I, o operador identidade.)

(f) (Observe que G2

 0, o operador nulo.)

5.40 Considere o operador T de definido por T(x, y, z)  (2x, 4x  y, 2x  3y  z). (a) Mostre que T é inver-

tível. Encontre fórmula para

(a) Seja W  Nuc T. Basta mostrar que T é não singular (ou seja, que W  {0}.) Tomando T(x, y, z)  (0, 0, 0),

obtemos

T(x, y, z)  (2x, 4x  y, 2x  3y  z)  (0, 0, 0)

Assim, W é o espaço solução do sistema homogêneo

2x  0, 4x  y  0, 2x  3y  z  0

cuja única solução é a trivial (0, 0, 0). Logo, W  {0}. Assim, T é não singular e, portanto, invertível.

(b) Tomemos T(x, y, z)  (r, s, t) [e, portanto, .] Temos

Resolvendo x, y, z em termos de r, s, t, obtemos . Assim,

(c) Aplicamos T duas vezes para obter

(d) Aplicamos duas vezes para obter

5.41 Sejam V um espaço de dimensão finita e T um operador linear de V para o qual TR  I, para algum operador

linear R de V. (Dizemos que R é uma inversa à direita de T.) (a) Mostre que T é invertível. (b) Mostre que

(a) Seja dim V  n. Pelo Teorema 5.14, T é invertível se, e só se, T é sobre, de modo que é invertível se, e só se,

pos(T)  n. Temos pos pos pos . Logo, pos(T)  n e T é invertível.

(b) . Então

(c) Seja V o espaço dos polinômios em t sobre K, digamos, do tipo . Sejam T e R

os operadores de V definidos por

Temos

e, portanto, TR  I, o operador identidade. Por outro lado, se , então

Por isso, .

5.42 Sejam F e G operadores lineares de definidos por F(x, y)  (0, x) e G(x, y)  (x, 0). Mostre que (a) GF

 0, o operador nulo, mas 0. (b) G2 G.

(a) . Como GF associa 0  (0, 0) a cada vetor (x,y) , é o operador

nulo, ou seja, GF  0.

Por outro lado, . Por exemplo, (FG)(2, 3)  (0, 2). Assim,

0, pois não associa 0  (0, 0) a cada vetor de .

(b) Dado qualquer vetor (x, y) em , temos . Logo, G2 G.

5.43 Encontre as dimensões de .

Usamos que dim[A(V)]  n2 se dim V  n. Logo,

5.44 Seja E um operador linear de V para o qual E2 E. (Tais operadores são denominados idempotentes.) Sejam

U a imagem e W o núcleo de E. Prove as afirmações seguintes.

(a) Se , então E(u)  u (ou seja, E é a transformação identidade em U). (b) Se , então E é singular (ou seja, E( )  0, para algum ). (c)

(a) Se , então E( )  u para algum . Logo, usando E2 E, obtemos

(b) Se , então E( )  u, para algum , com . Por (a), E(u)  u. Assim,

com (c) Mostremos que V  U  W. Seja . Tomemos u  E( ) e w   E( ). Então

Por definição, a imagem de E. Agora mostramos que , o núcleo de E, como segue.

Logo, . Assim, V  U  W.

Agora mostremos que Dado , temos E( )  pela parte (a), pois . Como

. Logo,  E( )  0 e, assim, As duas propriedades demonstradas implicam que

Problemas Complementares

Aplicações

5.45 Encontre o número de aplicações diferentes de (a) {1, 2} em {1, 2, 3}, (b) {1, 2, ..., r} em {1, 2, ..., s}.

5.46 Sejam e definidas por e . Encontre fórmulas que definam as

aplicações compostas

5.47 Para cada aplicação , encontre uma fórmula para a inversa.

5.48 Dada qualquer aplicação , mostre que .

Transformações lineares

5.49 Mostre que são lineares as aplicações dadas.

(a) definida por

(b) definida por , com a, b, c, d escalares reais.

5.50 Mostre que não são lineares as aplicações dadas.

(a) definida por .

(b) definida por .

(c) definida por .

(d) definida por .

5.51 Encontre F(a, b) se a transformação linear é definida por F(1, 2)  (3, –1) e F(0, 1)  (2, 1).

5.52 Encontre uma matriz A que leve

(a) e em e , respectivamente.

(b) e em e , respectivamente.

5.53 Encontre uma matriz singular B que leve em .

5.54 Seja V o espaço vetorial de todas as matrizes reais quadradas de ordem n e seja M uma matriz não nula de V fixada.

Mostre que as duas primeiras aplicações dadas são lineares, mas não a terceira. (a) T(A)  MA, (b) T(A)  AM  MA, (c) T(A)  M  A.

5.55 Dê um exemplo de uma aplicação não linear tal que mas F não é injetora.

5.56 Sejam definida por e S o círculo unitário de . (S consiste nos pontos

satisfazendo ) Encontre (a) a imagem F(S), (b) a pré-imagem

5.57 Considere a transformação linear definida por e a esfera uni-

tária S2 em , que consiste nos pontos satisfazendo Encontre

5.58 Seja H o plano x  2y  3z  4 de e seja G a transformação linear do Problema 5.57. Encontre

5.59 Seja W um subespaço de V. A aplicação inclusão é definida por i(w)  w, para cada . Mostre que a

inclusão é linear.

Núcleo e imagem de transformações lineares

5.61 Para cada uma das transformações lineares F dadas, encontre uma base e a dimensão do núcleo e da imagem de F.

(a) definida por

(b) definida por

5.62 Para cada uma das transformações lineares G dadas, encontre uma base e a dimensão do núcleo e da imagem de G.

(a) definida por

(b) definida por

(c) definida por

5.63 Cada uma das matrizes seguintes determina uma transformação linear de em .

Encontre uma base, bem como a dimensão, do núcleo e da imagem de cada transformação linear.

5.64 Encontre uma transformação linear cuja imagem seja gerada por (1, 2, 3) e (4, 5, 6).

5.65 Encontre uma transformação linear cujo núcleo seja gerado por (1, 2, 3, 4) e (0, 1, 1, 1).

5.66 Seja V  P10(t) o espaço vetorial dos polinômios de grau . Considere a transformação linear , onde D

4

denota a derivada quarta . Encontre uma base e a dimensão (a) da imagem de D4; (b) do núcleo de D4.

5.67 Suponha que seja linear. Mostre que (a) a imagem de qualquer subespaço de V é um subespaço de U; (b) a

pré-imagem de qualquer subespaço de U é um subespaço de V.

5.68 Mostre que, se é sobre, então Encontre todas as transformações lineares que

são sobre.

5.69 Considere a transformação nula 0 definida por 0( )  0, para cada de V. Encontre o núcleo e a imagem de 0.

Operações com transformações lineares

5.70 Sejam e definidas por e . Encontre fórmu-

las que definam as transformações F  G e 3F  2G.

5.71 Seja definida por . Usando as transformações lineares F e G do Problema 5.70, encontre fórmu-

las que definam as transformações

5.72 Mostre que as transformações lineares F, G, H dadas são linearmente independentes.

(a) definidas por .

(b) definidas por

5.73 Dadas , mostre que pos pos pos (Aqui, V tem dimensão finita.)

5.74 Sejam e lineares. Mostre que, se F e G são não singulares, então é não singular. Dê um

5.75 Encontre a dimensão d de

5.76 Decida se a transformação linear dada é não singular. Se não for, encontre um vetor não nulo cuja imagem seja 0; caso

contrário, encontre uma fórmula para a transformação inversa.

(a) definida por

(b) definida por

(c) definida por

5.77 Quando ocorre dim[Hom(V, U)]  dim V?

Álgebra dos operadores lineares

5.78 Sejam F e G os operadores lineares de definidos por F(x, y)  (x  y, 0) e G(x, y)  (–y, x). Encontre as fórmulas

que definem os operadores lineares (a) F  G, (b) 5F  3G, (c) FG, (d) GF, (e) F2, (f) G2.

5.79 Mostre que cada operador linear T de dado é não singular e encontre uma fórmula para .

5.80 Mostre que cada um dos operadores lineares T de dados é não singular e encontre uma fórmula para .

5.81 Encontre a dimensão de A(V), nos casos

5.82 Quais dos inteiros dados pode ser a dimensão de uma álgebra A(V) de operadores? 5, 9,12, 25, 28, 36, 45, 64, 88, 100.

5.83 Seja T o operador linear de definido por . Encontre uma fórmula para f(T), nos casos

dados. .

Problemas variados

5.84 Sejam linear e k um escalar não nulo. Prove que as transformações F e kF têm o mesmo núcleo e a mesma

imagem.

5.85 Sejam F e G operadores lineares de V. Suponha que F seja não singular e que a dimensão de V seja finita. Mostre que

pos(FG)  pos (GF)  pos(G).

5.86 Sejam V um espaço de dimensão finita e T um operador linear de V tal que pos(T2)  pos(T). Mostre que

Nuc T Im T  {0}.

5.87 Suponha que . Sejam E1 e E2 os operadores lineares de V definidos por E1( )  u, E2( )  w, com

 u  w, , w W. Mostre que (ou seja, E1 e E2 são projeções); (b) E1 E2 I,

o operador identidade; (c) E1E2 0 e E2E1 0.

5.88 Sejam E1 e E2 operadores lineares de V quaisquer que satisfazem as condições (a), (b) e (c) do Problema 5.87. Prove que

5.89 Sejam e w elementos de um espaço vetorial real V. O segmento de reta L de a  w é definido como o conjunto de

vetores  tw, com . (Ver Figura 5-6.)

(a) Mostre que o segmento de reta L entre os vetores e u consiste nos pontos

(b) Seja linear. Mostre que a imagem F(L) de um segmento de reta L de V é um segmento de reta de U.

Figura 5-6

5.90 Seja linear e W um subespaço de V. A restrição de F a W é a aplicação definida por

, para cada de W. Prove que

(a) F|W é linear; (b) Nuc (F|W)  (Nuc F) ; (c) Im (F|W)  F(W).

5.91 Um subconjunto X de um espaço vetorial V é dito convexo se o segmento de reta entre dois pontos (vetores)

quaisquer estiver contido em X. (a) Mostre que a interseção de conjuntos convexos é um conjunto convexo; (b) Suponha

que seja linear e X convexo. Mostre que F(X) é convexo.

Respostas dos Problemas Complementares

5.45

5.46

5.47

5.49 com

5.50 (a) u  (2, 2), r  3; então F(ru)  (36, 36), mas rF(u)  (12, 12); (b) ;

(c) u  (1, 2),  (3, 4); então F(u  )  (24, 6), mas F(u)  F( )  (14, 6); (d) u  (1, 2, 3), r  –2; então F(ru)  (2, –10), mas rF(u)  (–2, –10).

5.51

5.52 (a) ; (b) Não existe. (2, –4) e (–1, 2) são linearmente dependentes, mas (1, 1) e (1, 3) não são.

5.53 [Sugestão: levar em .]

5.55

No documento COMPATÍVEL COM TODOS OS LIVROS-TEXTO! (páginas 187-200)