9 PLANO DE APROVEITAMENTO ECONÔMICO
9.7 SELEÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS
A lavra é toda terceirizada, através de contratos. Dessa forma, a empresa contratada aloca os equipamentos de sua preferência, desde que atenda a algumas restrições,.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
52
Processo DNPM n°: 868.04612005
especialmente relativas à segurança e condições ambientais.
A MMX define as especificações dos serviços contratados, tais como volume e cronograma de produção a cumprir, local e forma de execução dos serviços, etc.
A equipe técnica da MMX é responsável pelo planejamento, orientação e controle de todo o trabalho.
Abaixo segue dimensionamento da frota obtido com base nos parâmetros e critérios básicos listados na Tabela 9.1 deste relatório.
Massa Movimentada (t) 261.267
MOVIMENTAÇAO Distância Media de transporte (km) 3,53 TOTAL ROM +
ESTÉRIL) Escavadeiras (Quantidade) 1,44
Caminhões Basculantes (Quantidade) 3,88
Tabela 9.5 - Dimensionamento de Frota
Após devidos arredondamentos, chegou-se a seguinte frota de equipamentos: 2 escavadeiras e 4 caminhões.
Além dos equipamentos acima, ainda serão ulizados os seguintes equipamentos auxiliares: 1 Pá Carregadeira, 1 Trator, 1 Motoniveladora, 1 Caminhão Pipa e 1 Caminhão Comboio.
Abaixo segue tabela contendo os equipamentos que serão utilizados.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
Processo DNPM n°: 868.04612005
53
Equipamento Quantidade
Tabela 9.6 - Frota de equipamentos de mina
9.813eneficiamento do Minério
Como já foi referido anteriormente, a beneficiamento, encontra arredada para Mineração.
planta de a Vetorial
A seguir é apresentada a descrição da rota de processo adotada no beneficiamento do minério de ferro produzido na mina 63.
9.8.1 Alimentação da Planta
O ROM será transportado da mina em caminhões e, ao chegar na praça de alimentação, terá duas alternativas:
descarregar em pilhas de estocagem, que serão separadas por tipo de minério, ou descarregar direto em uma moega de 30 m3 de capacidade, de alimentação da planta.
O ROM estocado nas pilhas será retomado, com utilização de pá carregadeira, e alimentado na referida moega.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
Processo DNPM n°: 868.04612005 54
A moega de alimentação possui uma grade de malha quadrada com 850 mm de abertura (grelha) . Os matacos maiores do que 850 mm que ficarem retidos nesta grade serão retirados com a utilização de uma retro escavadeira ou dispositivo similar.
Estes matacos que forem colocados do lado de fora da grelha poderão ser quebrados com um rompedor móvel ou ser - transportados para outro local, para serem perfurados com
marteletes.
O alimentador de sapata possui capacidade nominal de 800 t/h e de projeto de 600 t/h. Este alimentador descarregará em uma grelha vibratória de mesma capacidade do alimentador, com abertura de 127 mm.
9.8.2 Britagem e Peneiramento Primário
O produto retido na grelha vibratória, acima de 127 mm, alimentará o britador de mandíbulas existente, que fará a redução do material na faixa de -600 +127 mm a -127 mm.
O produto passante da grelha, abaixo de 127 mm, juntamente com o passante no alimentador de sapata e o produto britado serão conduzidos pelo transportador TR-210C-01 que é equipado com extrator de sucata EX-TR-210C-01, para controle da massa de minério alimentado na planta e retirada de pedaços de objetos metálicos que possam estar junto com o minério.O material recebido pela TR-2100-01
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
Processo DNPM n°: 868.04612005 55
será encaminhado para o transportador de correia TR-210C-02. Este último transportador continuará equipado com balança integradora WIT-210C-01.
O transportador TR-2100-02 fará a alimentação da peneira vibratória PN-220C-01, que tem capacidade nominal de 600 t/h, com dois decks para classificação em 38 e 4 mm, a úmido.
9.8.3 Britagem e Peneiramento Secundário
O Material retido em 38 mm do peneiramento primário será conduzido por transportador de correia para alimentação da britgem secundária. A britagem secundária será feita com utilização de um britador cônico, do tipo HP-300
(existente), calibrado para redução do material abaixo de 45 mm.
O produto do britador secundário será alimentado na peneira PN-2300--02 com malhas de 38 e 4 mm. O retido em 38 mm alimentará o britador terciário do tipo HP-200, calibrado para britagem abaixo de 38 mm.
O produto da britagem terciária alimentará a peneira inclinada PN-230C-01 (8' X 20'), de onde o retido em 38 mm retornará para a alimentação da britagem terciária. Os produtos -38 +4 mm das duas últimas peneiras irão para alimentação dos silos SI-240C-01 e 02 de alimentação dos tambores TM-2400-01 e 02.
Plano de Aproveitamento Econômico- PAE 56
Processo DNPM n°: 868.04612005
Os produtos passantes em 4 mm irão para alimentação do classificador espiral CS-2500-01, de classificação a 0,15 mm.
9.8.4 Desagregação e Classificação da Fração - 38 +4 mm do Minério de Ferro - Lavagem
Na expansão, o produto -38 +4 mm será lavado e desagregado nos tambores TM-240C-01 e 02 e descarregado nas peneiras PN-2400-01 e 02, que o classificará em malhas de 8 e 4 mm. Os produtos -38 + 8 mm e -8 + 4 mm
lavados e desagregados serão descarregados em transportadores de correia e transportados para as pilhas.
Os produtos passantes em 4 mm das peneiras PN-240C-01 e 02 serão descarregados nas caixas CX-240C-01 e 02 e bombeados, através das bombas verticais BP-240C-01 e 02, para o classificador CS-250C-01 para classificação a 0,15 mm.
9.8.5 Classificação em Classificador Espiral
O "overflow" do classificador espiral CS-250C-01 cairá na caixa CX-2500-02 e será bombeado pela bomba BA-250C-01/02 para a Barragem de Rejeitos SUL 1.
O "underflow" do classificador será desaguado na peneira PN-250C-01 e empilhado, para ser transportado e disposto.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
57
Processo DNPM n°: 868.04612005
M.
em local apropriado para descarte. A polpa passante na peneira cairá também na caixa de polpa CX-250C-01.
9.8.6 Jigagem
Todo material que alimenta o jigue primeiramente é reprocessado na planta de repeneiramento com o objetivo de retirar o máximo possível de partículas abaixo de 2mm
(malha de corte do jigue >2rrim = Maximo 5%)
Previamente o sistema da jigagem tem seu sistema de água (300m3/h em circuito fechado) e sistema de ar de controle (8,5Bar) e trabalho (33kpa)) em funcionamento para poder fazer os ajustes necessários das pulsações, após esta parte iniciamos a alimentação pelo silo de entrada com capacidade para 32m3 com alimentador vibratório AL255C-01 que regula e alimenta o transportador de correia TR255C-15 com taxas que podem varia de 30 a 120t/h. Este transportador alimenta a arca ou câmara de jigagem onde por efeito de pulsos de ar é realizada a concentração por densidade ou ação da gravidade gerando partículas de rejeito mais leves que são transportadas pela água do sistema ate a peneira PN255C-15 para desaguamento e posterior empilhamento com o transportàdor TR255C-17.
Pela parte inferior da arca são retirados os produtos sendo a 1a descarga considerada a de concentrado onde retiramos o minério através da peneira PN255C-16 e na 2' descarga que consideramos de misto temos a peneira
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE 58
Processo DNPM n°: 868.04612005
PN255C-18, juntos com estas temos as peneiras PN255C-17 e PN255-C19 que são responsáveis pela recuperação dos finos da arca os passantes na malha de 2mm. Todos estes materiais são empilhados através dos transportadores de
correia TR255C-18 e TR255C-16. Todas as peneiras fazem desaguamento e tem a água recuperada para o sistema de recuperação de água formado pelo pré-espessador e espessador devolvendo parte da água de processo ao tanque de alimentação do jigue TQ255C-01.
9.8.7 Fluxograma
No ANEXO 9.2 é apresentado um fluxograma geral da planta de beneficiamento. O ANEXO 9.3 mostra o fluxograma da operação de jigagem.
9.8.8 Balanço de Massas
Na tabela seguinte é apresentado o balanço de massas da planta de beneficiamento em operação.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
59
Processo DNPM n°: 868.04612005
Descrição
Alimentação Produto Rejeito Seco
Rejeito
Tabela 9.7 - Balanço de massas
9.9 Disposição do Rejeito
No processo da mina 63 o rejeito sai de forma seca e em polpa:
• Seco - os matérias provenientes do descarte dos peneiramentos secundário (peneiras 01 e 220C-03), do peneiramento terciária (peneiras N230C-01 e PN230C-02)e classificação (peneira PN250C-01) são empilhadas nos transportadores TR220C-01, TR220C-04 e TR250C-01 e recuperados para disposição no pátio de rej eitos.
• Polpa - Toda água utilizada no processo (utilização nas áreas 220 (peneiramento secundário) e 240 (Lavagem)) é direcionada para área de classificação onde o underflow recupera a fração fina para deságue
Plano de Aproveitamentõ Econômico - PAE 60
Processo DNPM n°: 868.04612005
na peneira PN250-01 que trabalha com tela de malha 0,5mm e o overflow vai para o tanque TQ250C-01 é bombeado para barragem sul 1 através de bombas de polpa 250C-01 e 250C-02.
9.10 Infra-Estrutura de Apoio Técnico-Administrativo
9.10.1 Suprimento de Energia Elétrica
Dentro das estruturas de suprimento de energia para o Projeto.da Mina 63 de Corumbá, este item destaca a Linha de Transmissão de 34,5 kV, referenciada aqui como LT. O traçado da LT compreende o trecho a partir da derivação da LT 138 kV Corumbá - subestação de distribuição da Enersul (REDE) do estado do Mato Grosso do Sul. Rede Básica para atender a área rural da região, os grandes clientes da região estão pendurados nesta rede. (MMX, Vale, Mina de Calcário da Votorantin) . Esta rede chega até a usina de beneficiamento de minério como rede aérea de cabo de alumínio de bitola 2/0. Neste percurso de 28 km tem um regulador de tensão implantado no km 10.
Desde a implantação da Mina 63 a demanda foi estabelecida por valores em kW como mostra a tabela á baixo.
Ano Potência Instalada
2008 até o momento 1.500 kW
Plano de Aproveitamentõ Econômico - PAE 61
Processo DNPM n°: 868.04612005
A demanda contratada no inicio foi estipulada para atender uma parte da planta que funcionou no começo conhecida como ASTECA e para atender à obra de construção da atual planta.
Na construção da atual planta e com algumas expansões foi necessário o aumento de demanda como mostra a tabela acima.
Hoje a região do Pantanal sofre muito com a qualidade de energia da concessionária, principalmente os que têm uma demanda elevada e uma rede de transmissão inadequada.
De acordo com as demandas apresentadas na tabela acima, verifica-se que o nível de tensão mais adequado para o suprimento de energia do projeto seria 34,5 KV, porém com uma rede estruturada para atender aos grandes clientes.
A rede rural, além de uma extensão considerávelmente grande, sua estrutura é imprópria para atender grandes clientes como os hoje ligados nela. Isso a despeito de uma melhora expressiva com a desativação da usina de ferro liga da empresa Vale.
Tem-se noticias de que está sendo construída uma rede de 230 KV de Campo Grande a Corumbá, com uma potencia instalada para 200 MW.
• Distribuição de Energia da Mina 63.
Plano de Aproveitamento Econômico. PAE 62
Processo DNPM n°: 868.04612005
A usina da mina 63 recebe da concessionária ENERSUL 34,5 KV e rebaixa para 13,8 kV para suas varias subestações dentro da mina. A mina tem a subestação SE-210 que recebe 13,8 kV e rebaixa para 0,44 kV. Esta SE-210 é responsável por todos os acionamentos da planta de beneficiamento, e nesta subestação estão instaladas as seguintes potências, como mostra a tabela á baixo.
Transformador
1
Tensão Primária Tensão Secundária Potência SE-21013,8kV 440 VOLTS 1000kVA SE-220
SE-230
SE-240 13,8kV 440 VOLTS 500 kVA
SE-250 13,8kV 440 VOLTS 500 kVA
SE - 260 13,8 kV 440 VOLTS 150 kVA
Temos mais duas subestações de distribuição dentro da mina 63, que recebe uma rede de distribuição da subestação principal SE-510. Estas subestações atende a, área de Jigagem e da barragem de rejeitos.
v' Jigagem
Transformador Tensão Primária Tensão Secundária Potência SE - 380 13,8 KV 440 Volts 500 KVA
Plano de Aproveitamentõ Econômico - PAE 63
Processo DNPM n°: 868.04612005
A rede de distribuição da barragem sul foi construída este ano, foi uma rede construída com o objetivo de isolar o gerador a diesel que atendia este setor.
V' Barragem Sul
Transformador Tensão Primaria Tensão Secundária Potência SE-280 13,8KV
-T 440 VOLTS 500 KVA
9.10.2 Captação e Adução de Água Industrial
A utilização de água no empreendimento ocorre no processo de lavagem de minério de ferro, para a aspersão de controle de poeiras e para usos diversos em oficinas e escritórios.
• Captação
A captação é composta por 02 poços em atividade, Bananal, e Frigorífico que abastecem a usina através de caminhões pipa. Juntos o volume de água nova que abastece a usina é de 160 m3/h.
A captação para recirculação de água industrial é realizada na barragem sul 1, com utilização das bombas BA280-02R e 02R com vazão aproximada de 270m3/h , sendo direcionada para o reservatório denominado Pond 2, que faz a distribuição para o processo.
Plano de Aproveitamentõ Econômico - PAE
64
Processo DNPM n°: 868.04612005
/ o .•
9.10.3 Sistema de Abastecimento de Água Potável
Para tratamento da água que é captada de poços artesianos, que alimentam as caixas d'água dos prédios administrativos, tem uma estação de tratamento de água - ETA compacta, que está instalada próxima ao Pátio de Produto.
A ETA tem uma edificação térrea com 95m 2 .
9.10.4 Sistema de Telecomunicação
O sistema é baseado em tecnologia da telefonia por rede de pacotes trafegando em rede TCP/IP, também conhecida como Voz sobre IP (V0IP)
O Sistema de Telefonia VoIP é constituído de central telefônica, que permite a integração das unidades e a interface com o sistema público, através de roteador de telecomunicação.
A rede telefônica interna é estruturada por cabos com pares trançados do tipo UTP na cor azul, capacidade de tráfego local de 100 Mbps e terminações em Patch Panels categoria 5 (CAT-5) de 24 portas, interligando aos equipamentos de ponta.
• Sistema de Comunicação Via Radio
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE 65
Processo DNPM n°: 868.04612005
O sistema de comunicação via rádio é destinado a prover comunicação sem fio em toda a área industrial, de forma a agilizar processos, manobras de manutenção e localização de pessoas.
Os rádios móveis são preparados para a instalação em veículos, consoles de mesa ou portáteis para uso pessoal.
9.10.5 Estruturas de Apoio Técnico-administrativo
• Instalações de Apoio Industrial e Administrativo
Para a operação do Projeto de Corumbá Mina 63, existem construídas diversas edificações que atendem à área industrial e de apoio administrativo. São as edificações que abrigam os equipamentos, atividades e pessoas, que dão suporte às atividades operacionais.
As principais instalações existentes são descritas a seguir.
• Escritório Central
O escritório central tem uma edificação que foi projetada com um pavimento e destinada ao pessoal administrativo e á gerência da planta. Com área construída total de 344m 2 , possui salão livre para salas de escritório, recepção, salas de trabalho, sala de reunião, centro de treinarnento, sala de informática, CPD e telefonia, sanitários e copa de apoio.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE 66
Processo DNPM n°: 868.04612005
•
VestiárioO vestiário tem uma edificação térrea com 106,9m2 . Separado em vestiários feminino e masculino foi dimensionado de forma a atender a NR-24 em áreas insalubres. Possui um escaninho para cada usuário e chuveiros e peças sanitárias em número adequado para atender ao pico de usuários do dia.
Além de vestiário, a área de apoio administrativo ainda conta com instalações sanitárias.
Restaurante
O restaurante está equipado para preparar e servir as refeições de trabalhadores e visitantes e está localizado no platô próximo aos vestiários.
Esta edificação, com 261,60m 2 de área construída, possui refeitório dimensionado em função do número de usuários máximo durante o dia. Desta forma, são 64 lugares.
Considerando três ciclos no horário de almoço, significa que o restaurante poderá servir 400 refeições (intervalo de 1 hora)
O restaurante ainda é composto por unidades para recebimento e preparação dos alimentos, geladeira, dispensa, cocção, lanchonete, higienização e lavagem de louças e utensílios, câmara de lixo, área intermediária
Plano de Aproveitamento Econômico-• PAE 67
Processo DNPM n°: 868.04612005
de resíduos, central de gás, escritório, lavabos e instalações sanitárias.
. Portaria
Trata-se de um contêiner de 14m2 que é dividido em dois blocos interligados pela cobertura de acesso de veículos.
Compreende: sala de vigilância e sanitários em um dos blocos; e no outro, sala de visitante.
• Ambulatório
É uma edificação que abriga o ambulatório e a segurança do trabalho com o objetivo de otimizar as instalações de uso comum. Está localizado em área de fácil circulação e transporte rápido de acidentados, com acesso restrito ao prédio para trânsito de ambulância.
Com área construída de 48,65m 2 , permite atendimento a primeiros socorros e ambulatorial.
Conta com enfermaria, consultório e apoio necessário a essas áreas como sala de remédios, esterilização, expurgo, rouparia, depósito de lixo hospitalar e estacionamento para ambulância. Possui uma recepção com acesso aos sanitários e sendo esta uma área comum do ambulatório e da segurança do trabalho.
Os ambientes projetados levaram em consideração a RDC 50, norma da ANVISA - Agência Nacional de Vigilância
Plano de Aproveitamentõ Econômico - PAE r.]
Processo DNPM n°: 868.04612005
Sanitária - e também a Lei n ° 6514 de 22 de Dezembro de 1977 e Portaria n° 3214 de 8 de Junho de 1978 do Ministério do Trabalho, referente à segurança do trabalho.
• Sala de controle
A sala de controle para o comando e supervisão de todos os equipamentos da planta abriga os empregados responsáveis pelo controle e operação da usina.
Nesta sala estão instalados os equipamentos do Sistema de Circuito Fechado de TV (CFTV), supervisão e controle da Planta e um Vídeo OVER VIEW com função de visualização de imagens geradas pelo sistema de supervisão e controle de CFTV.
As estações de engenharia e as estações do gerenciamento de ativos, bem como as estações dos analisadores on-line, estão localizadas na sala de desenvolvimento localizada no prédio da sala da manutenção elétrica.
A sala de controle caracteriza-se por uma edificação com um pavimento, com área construída total de 44,03m 2 . Possui sala de controle para quatro operadores, sala de supervisão, instalações sanitárias.
• Laboratório
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE Processo DNPM n°: 868.04612005
Instalação destinada aos ensaios químicos e físicos de amostras de minerais provenientes da mina e beneficiamento.
É composto por áreas para recebimento e preparo de amostras e ensaios físicos, salas para análises químicas, armazenamento de produtos químicos, escritórios e instalação sanitários. Trata-se de uma edificação somente com um pavimento, com área de 255,05m2 .
•
Estação de Tratamento de Água (ETA)Para tratamento das águas que são captadas de poços artesianos para alimentar as caixas d'água dos prédios administrativos, tem uma estação de tratamento de água - ETA compacta, que está instalada próxima ao Pátio de
Produto.
A ETA tem uma edificação térrea com 95m 2 .
•
Depósito Intermediário de ResíduosOs resíduos gerados nas instalações são acondicionados de forma seletiva e levados para o Depósito Intermediário de Resíduos localizado estrategicamente próximo às áreas geradoras onde permanecem até a destinação final adequada.
Plano de Aproveitamento Econômico - PAE
Processo DNPM n°: 868.04612005 70
O Depósito Intermediário de Resíduos é implantado próximo à oficina da usina.
•
Posto de AbastecimentoO terreno do Posto de Abastecimento Interno possui as seguintes dimensões: 15 m x 30 m.
Na área de armazenamento de combustíveis estão implantados 02 tanques metálicos aéreos, 1 com capacidade de 30m3 e 1 (um) de 15 m3 , conforme NBR 13785/03, para armazenar diesel, recebido via modal rodoviário. Toda área de armazenamento, partes metálicas expostas e eletrodutos da pista de abastecimento são aterrados.
A área da pista de abastecimento é destinada ao recebimento e carregamento de combustíveis, também chamada de área de movimentação de combustíveis.
A área da pista de abastecimento possui uma estrutura metálica contendo: casa de bombas, tubulação para condução dos combustíveis, piso de concreto, filtros de combustíveis, canaletas e grelhas coletoras que ligam ao sistema de separação água/óleo.
Os equipamentos voltados para o bombeamento (bombas) são construídos a prova de explosão e as tubulações são de aço carbono.
Plano de Aproveitamento Econômico -PAE
71
Processo DNPM n °: 868.04612005
Na pista de abastecimento foi construída uma caixa de acúmulo de 0,50 x 0,30 cm que tem uma tubulação de 4" que alimenta o sistema de SAO (Separação de Água/Óleo)
Incidentes como vazamentos de combustível durante abastecimento são conduzidos para as canaletas e direcionados até o Sistema Separador de Água e Óleo
(SAO).
A casa que confina o sistema separador de água e óleo tem uma área de 1,5 m largura x 1,5 m largura x 1.0 m profundidade, totalizando 2,25 m3 . Nestes sistemas de
tratamento são realizadas limpezas periódicas, das canaletas, grelhas e do SAO, providenciando a coleta do óleo acumulado na caixa pelo menos uma vez por semana.
Estas substâncias oleosas recuperadas são armazenadas em tanques de 200 litros, e posteriormente são recolhidas pelas empresas credenciadas para realizarem a coleta e a reciclagem.
Os 2 tanques aéreos de armazenamento foram desenvolvidos visando atender e nortear a sua implantação, tendo como base a ABNT NBR 12.285 e NBR 13.786/97.
A execução do projeto da Unidade do Posto de Abastecimento contemplou em sua implantação os sistemas de proteção contra vazamentos, derrames, e transbordamentos.
Plano de Aproveitamentó Econômico - PAE Processo DNPM n°: 868.04612005 72
• Paióis de Explosivos
Todo o serviço de desmonte de rocha com explosivos, quando essa atividade for liberada, será terceirizado, incluindo o fornecimento de todo o pessoal necessário, inclusive blaster, furação, carregamento dos furos com explosivos e detonação. O explosivo utilizado será de responsabilidade da empresa terceirizada, que cuidará da estocagem, transporte e manuseio dos explosivos e acessórios utilizados. Caso sobrem explosivos e/ou acessórios após o carregamento dos furos, a empresa
Todo o serviço de desmonte de rocha com explosivos, quando essa atividade for liberada, será terceirizado, incluindo o fornecimento de todo o pessoal necessário, inclusive blaster, furação, carregamento dos furos com explosivos e detonação. O explosivo utilizado será de responsabilidade da empresa terceirizada, que cuidará da estocagem, transporte e manuseio dos explosivos e acessórios utilizados. Caso sobrem explosivos e/ou acessórios após o carregamento dos furos, a empresa