SIPIE – Sistema de Incentivos a Pequenas Iniciativas Empresariais 10 Objectivos

No documento António Cunha. iii quadro comunitário de apoio (páginas 27-35)

Apoiar projectos de investimento de criação ou de desenvolvimento de micro ou pequenas empresas que promovam o reforço da sua capacidade técnica e tecnológica e modernização das suas estruturas.

Âmbito Geográfico

O presente apoio tem aplicabilidade em Portugal Continental, excepto nos concelhos de1:

Beneficiários

Micro ou pequenas empresas, legalmente constituídas à data da candidatura, que se proponham desenvolver projectos de investimento referentes às actividades apresentadas no item seguinte.

› São consideradas pequenas empresas aquelas que tiverem menos de 50trabalhadores, um volume de negócios anual que não exceda 10milhões de euros ou um balanço total anual que não exceda 10milhões de euros e que cumpram o critério de independência

› Genericamente, entende-se por empresas independentes aquelas que não sejam propriedade, em 25%ou mais do capital ou dos direitos de voto, de uma empresa ou, conjuntamente, de várias empresas que não se enquadram na definição de pequena empresa

› Entende-se por micro empresas, aquelas que possuírem menos de 10trabalhadores e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não exceda 2 milhões de euros.

1Despacho n.º 26566/2002(2.ª série), de 17de Dezembro de 2002(DR 291 SÉRIE II)

10 Fonte: adaptado do resumo da Portaria nº 1254/2003, de 03de Novembro, ITP, Junho/2004

Concelhos

Amadora, Cascais, Oeiras, Lisboa, Sintra, Odivelas, Loures e Vila Franca de Xira

Almada, Seixal, Barreiro, Sesimbra, Setúbal, Palmela, Moita, Montijo e Alcochete.

Nazaré, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral, Peniche, Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras, Alenquer, Sobral de Monte Agraço, Mafra e Arruda dos Vinhos.

Golegã, Santarém, Rio Maior, Chamusca, Alpiarça, Almeirim, Cartaxo, Azambuja, Salvaterra de Magos, Coruche e Benavente.

Ourém, Tomar, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha, Alcanena, Entroncamento, Constância e Abrantes.

NUT III Grande Lisboa Península de Setúbal Oeste

Lezíria do Tejo

Médio Tejo

Actividades de Turismo Abrangidas

São apoiados os seguintes empreendimentos, estabelecimentos, meios e equipamentos turísticos:

› Estabelecimentos hoteleiros (CAE 551)

› Parques de campismo, pousadas de juventude, turismo no espaço rural, colónias de férias e outros locais de alojamento de curta duração (CAE 552)

› Estabelecimentos de restauração e de bebidas (CAE 553)

› Agências de viagens e turismo (CAE 633)

› Aluguer de veículos automóveis sem condutor (CAE 711)

› Salas de espectáculo (CAE 9232)1

› Parques de diversão (CAE 9233)1

› Outras actividades de espectáculos (CAE 9234)1

› Actividades desportivas (CAE 9261e 9262)1

› Outras actividades recreativas (CAE 9272)1

› Termalismo (CAE 93041e 93042)1

1 Empreendimentos, estabelecimentos e actividades que carecem da declaração de interesse para o turismo (DIT), emitida pela Direcção-Geral do Turismo (DGT)

Condições de Elegibilidade Do promotor

› a) Encontrar-se legalmente constituído

› b) Cumprir as condições necessárias ao exercício da actividade, nomeadamente, ter situação regularizada em matéria de licenciamento

› c) Dispor de situação regularizada perante o Estado, a Segurança Social e as entidades pagadoras do incentivo

› d) Dispor de contabilidade organizada, nos termos do Plano Oficial de Contabilidade

› e) Apresentar um rácio de autonomia financeira igual ou superior a 20% no final do ano anterior ao da candidatura ou em balanço intercalar, anterior à data da candidatura certificada por um ROC, de acordo com o estabelecido no n.º 1e 2 do Anexo B da Portaria 1254/2003, de 3de Novembro.

› f) Cumprir os critérios de micro e pequena empresa atrás referidos

› g) Ter concluído projecto anteriormente apoiado no âmbito do SIPIE

› h) Comprometer-se a afectar o projecto à actividade e à localização geográfica por um período mínimo de 5anos contados a partir da data de celebração do contrato de concessão de incentivos

› i) Indicar um responsável do projecto de investimento, pertencente à empresa promotora e que seja responsável por aquele até à sua conclusão

NOTA:

A verificação das condições constantes das alíneas a) a d) deve efectuar-se no prazo de 20dias após a notificação da decisão de concessão do incentivo, podendo o referido prazo ser prorrogado por igual período, desde que o promotor apresente à entidade gestora justificação fundamentada

Do projecto

a) Encontrarem-se os projectos de arquitectura ou as memórias descritivas do investimento, quando exigíveis legalmente, previamente aprovados à data da candidatura

b) Ser previamente declarado de interesse para o turismo, quando aplicável (CAE 9232,9233,9234,9261,9262,9272,93041e 93042)

c) Corresponder a um investimento mínimo elegível de 15.000euros e a um máximo de 150.000euros

d) Não incluir despesas anteriores à data da candidatura, à excepção dos

adiantamentos para sinalização, relacionados com o projecto, até ao valor de 50%

do custo de cada aquisição, e as despesas relativas a estudos e projectos realizados há menos de 1ano

e) Ser executado no prazo máximo de 2anos

f) Demonstrar que se encontram asseguradas as fontes de financiamento do projecto, devendo o promotor apresentar um mínimo de 25%de capitais próprios do investimento elegível, contando para este valor os novos capitais próprios que excederem 40%do activo líquido total.

NOTA:

Em cada fase de selecção cada promotor apenas poderá apresentar um projecto

Despesas Elegíveis

› Construção de edifícios até ao limite de 10%do investimento elegível,

desde que directamente ligadas às funções essenciais ao exercício da actividade;

› Outras construções e obras de adaptação e remodelação de instalações,

directamente relacionadas com o exercício da actividade ou destinadas a melhorar as condições de segurança, higiene e saúde;

› Aquisição de equipamentos sociais que a empresa seja obrigada a possuir por determinação legal;

› Aquisição de máquinas e equipamentos, designadamente nas áreas da gestão, produção, qualidade, segurança e higiene, do ambiente, do controlo laboratorial e do design;

› Informatização (hardware/software)relativa à gestão, bem como a introdução de tecnologias de informação e comunicação, modernização de logística, comercialização e marketing;

› Aquisição de equipamentos de protecção ambiental, designadamente os de tratamento de águas residuais, emissões para a atmosfera, resíduos, redução de ruído e de introdução de tecnologias ecoeficientes para a utilização sustentável de recursos naturais;

› Aquisição de marcas, patentes e alvarás;

› Sistemas de planeamento e controlo das acções de higiene, saúde, segurança e ambiente;

› Assistência técnica em matéria de gestão relativa à organização e gestão da produção e modernização tecnológica, até ao limite de 15%do investimento elegível em capital fixo;

› Transportes, seguros, montagem e desmontagem de equipamentos;

› Estudos, diagnósticos, auditorias, projectos de arquitectura e de engenharia associados ao projecto de investimento, até ao limite de 2500euros;

› Despesas com a intervenção de Técnicos Oficiais de Contas (TOC) ou Revisores Oficiais de Contas (ROC), no âmbito da comprovação da execução financeira dos projectos, até ao limite de 1250euros;

› Custos inerentes à implementação e certificação de sistemas de gestão de qualidade, ambiente e segurança, incluindo assistência técnica específica;

› Adaptação de veículos automóveis directamente ligados a funções essenciais à actividade.

NOTAS:

- Para determinação do valor das despesas de investimento comparticipáveis, é deduzido o imposto sobre o valor acrescentado (IVA), sempre que o promotor do projecto seja sujeito passivo desse imposto e possa exercer o direito à dedução

- Apenas serão considerados os valores declarados pelo promotor do projecto que correspondam aos custos médios do mercado, podendo as entidades gestoras, caso não se verifique essa correspondência, proceder à respectiva adequação

Despesas Excluídas

› Aquisição de terrenos, excepto os destinados à exploração de depósitos minerais, de recursos hidrominerais e geotérmicos, de águas de nascentes e de massas minerais;

› Compra de imóveis;

› Trespasses e direitos de utilização de espaços;

› Aquisição de mobiliário e outros equipamentos não directamente ligados às funções essenciais da actividade;

› Aquisição de veículos automóveis;

› Aquisição de bens em estado de uso;

› Custos internos da empresa;

› Juros durante a construção;

› Fundo de maneio;

› Publicidade;

› Custos com garantias bancárias.

Limites do Investimento

Incentivos a Conceder

Por força da aplicação da regra de minimis, o valor máximo do apoio financeiro de que o promotor poderá beneficiar durante um período de 3anos, contados a partir da data da aprovação do primeiro incentivo, será de 100.000euros, englobando-se nestes outros incentivos concedidos ao abrigo de sistemas de incentivo sob esta regra.

Modalidade do incentivo

Reembolsável s/ juros

Taxa base

de comparticipação 30%

Valor máximo do incentivo 100.000 euros Mínimo Investimento Elegível

15.000 euros

Máximo Investimento Elegível 150.000 euros

Majorações

Majoração Regional:5%

(Para projectos desenvolvidos na Zona II do Mapa de Modulação Regional)

NOTAS:

No caso do projecto se localizar em mais do que uma Zona, a majoração Regional será aplicada desde que, pelo menos, 50%do investimento elegível seja realizado na Zona objecto de majoração anteriormente referida

Prémio de Realização

› O incentivo atribuído no SIPIE poderá ser convertido em prémio, se a VE resultante dos valores efectivos verificados no ano pré-projecto e no ano cruzeiro, através da respectiva declaração anual e declaração de rendimentos (modelo 22) for, pelo menos, igual a 75%do valor calculado para efeitos de decisão sobre o projecto.

O prémio será igual à percentagem de cumprimento da Valia Económica quando esta estiver compreendida entre os 75%e 100%e será igual a 100%quando a percentagem de cumprimento for superior a 100%.

Cumulação de Incentivos

Os incentivos da presente medida não são cumuláveis com quaisquer outros da mesma natureza para as mesmas despesas elegíveis

Critérios de Selecção

Os projectos serão seleccionados de acordo com a atribuição de uma valia económica (VE), calculada da seguinte modo:

Onde:

Ano Cruzeiro– Segundo ano a contar do ano seguinte ao da conclusão do projecto Ano pré-projecto– ano anterior ao da candidatura

Valor Acrescentado Bruto(VAB) - [vendas de (produtos+mercadorias)+prestação de serviços+variação da produção+trabalhos para a própria empresa] - (custo das mercadorias+custo das matérias-primas e subsidiárias consumidas+fornecimentos e serviços externos)

IRC– imposto sobre o rendimentos de pessoas colectivas respeitante ao ano pré-projecto e ao ano cruzeiro

Despesa Elegível total– despesas elegíveis respeitantes ao projecto

Notas:

- Os valores previsionais de VAB e IRC respeitantes ao ano cruzeiro terão de ser validados por análise económico-financeira do projecto

- Os valores de VAB e IRC respeitantes ao ano pré-projecto são constantes da declaração anual e da declaração de rendimentos – modelo n.º 22

- No caso de empresários em nome individual, para o cálculo da VE é considerado o IRS em vez do IRC

VE = (VAB+IRC) – (VAB+IRC)

Ano Cruzeiro Ano pré-projecto

Despesa Elegível Total x 100

Selecção dos Projectos

› A selecção dos projectos será feita por fases, cujos períodos, zonas de modulação regional, NUT abrangidas e dotações orçamentais são definidos por despacho do Ministro da Economia que poderá, no caso das fases temáticas, definir, entre outras especificidades, os investimentos mínimo e máximo elegíveis, o orçamento específico, bem como a taxa máxima de apoio

› Consideram-se elegíveis os projectos com VEsuperior a zero, os quais serão hierarquizados com base na pontuação final obtida e , em caso de igualdade, em função da antiguidade da candidatura

› Os projectos serão seleccionados com base na hierarquia estabelecida e até ao limite orçamental

› O despacho que fixar os períodos e dotações orçamentais das fases de selecção poderá fixar uma VE a partir da qual os projectos elegíveis são seleccionados independentemente da dotação orçamental prevista

Apresentação de Candidaturas

› As candidaturas são formalizadas através de preenchimento de formulário próprio, e entregues em suporte informático ou papel, em qualquer Gabinete do Investidor do PRIME, que as recepcionarão e verificação se contêm as informações

e documentos exigidos

› As candidaturas poderão, ainda, ser enviadas pela Internet através de formulário electrónico

NOTA:

o formulário anteriormente referido encontra-se disponível no site www.prime.min-economia.pt

Documentos Comprovativos das Condições de Acesso

› Fotocópia do cartão de pessoa colectiva ou fotocópia do cartão de empresário em nome individual, no caso de empresa existente

› Fotocópias dos modelos de IRC (incluindo anexos) referentes aos três anos anteriores à apresentação da candidatura, quando aplicável

› Folhas de pagamento à Segurança Social, do último mês dos dois anos fiscais anteriores à apresentação da candidatura, quando aplicável

› Documentos relativos aos detentores do capital do promotor

(folha da Segurança Social e modelo de IRC relativos ao último mês do ano fiscal anterior à apresentação da candidatura)

› Documentos relativos às participadas pelo promotor em mais de 25%

(folha da Segurança Social e modelo de IRC relativos ao último mês do ano fiscal anterior à apresentação da candidatura)

› Fotocópia do BI, do cartão de contribuinte do gestor de investimento e documento comprovativo, se aplicável, de que é "originário de empresa em reestruturação”

Quando Aplicável:

› Fotocópia da declaração de início de actividade

› Carta da instituição de crédito expressando a intenção de financiar a empresa com indicação do montante e respectivas condições de financiamento (plano de utilização e carência, o prazo total da operação e taxa de juro), podendo a instituição de crédito condicionar a aprovação do empréstimo à aprovação do incentivo

› Documento comprovativo do financiamento por fornecedor de imobilizado

› Carta da instituição financeira expressando a intenção de proceder à locação com indicação do montante e respectivas condições de financiamento (plano de rendas, o prazo total da operação, a taxa de juro e o valor residual), podendo a instituição financeira condicionar a aprovação da locação à aprovação do incentivo

› Documento comprovativo do financiamento por “outros” (capitais alheios)

› Parecer de aprovação e cópia do projecto completo, carimbado pela entidade competente, constituído pelas suas peças escritas e desenhadas

(memória descritiva, plantas, alçados e cortes), para novos empreendimentos e empreendimentos já existentes que careçam de projecto, no caso de projectos de investimento cuja actividade (principal) se enquadre no sector do Turismo

› Licenciamento camarário ou a licença turística (alvará), para empreendimentos já existentes que não careçam de projecto aprovado, no caso de projectos de investimento cuja actividade (principal) se enquadre no sector do Turismo

› Declaração da Direcção-Geral do Turismo, em como a actividade é de interesse para o turismo, quando aplicável

Documentos na posse do promotor no prazo máximo de 20dias úteis após comunicação da decisão de aprovação do incentivo a conceder:

› Fotocópia do DR com publicação do contrato de sociedade ou cópia

da certidão de escritura do contrato de sociedade e cópia do registo de todas as alterações ocorridas no pacto social;

› Certidão do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social comprovativa de situação regularizada perante a Segurança Social;

› Certidão da Direcção Geral das Contribuições e Impostos comprovativa de situação regularizada perante o Estado;

› Parecer do Serviço Nacional de Bombeiros para empreendimentos já existentes que não careçam de projecto aprovado e, quando for o caso, averbamento no respectivo alvará da alteração da titularidade de entidade

proprietário/explorador, para projectos de investimento cuja actividade (principal) se enquadre no sector do Turismo (CAE 551a 554,633,711,9232,9233,9234,9261, 9262,9272,93041e 93042);

› Contratos de mútuo ou ficha de aprovação de crédito dos empréstimos bancários, das locações financeiras e de outros capitais alheios, excluindo supri-mentos, considerados no financiamento do projecto;

› Cópia da acta da assembleia geral onde foi decidido, quando aplicável:

- o aumento do capital social;

- a constituição de prestações suplementares de capital;

- a realização de suprimentos de capital Prazo de Decisão

› Compete às entidades gestoras analisar as candidaturas no prazo de 45 dias úteis, contados a partir das datas limite de cada fase de selecção de projectos

› Poderão ser solicitados ao promotor esclarecimentos complementares, a prestar no prazo de10dias, decorridos os quais a ausência da resposta significará

a desistência da candidatura em questão

› Cabe à Unidade de Gestão competente, do Ministério da Economia, no prazo de 15dias, emitir proposta de decisão sobre as candidaturas seleccionadas a submeter pelo gestor ao Ministro da Economia

Acompanhamento

Compete à entidade gestora:

› A verificação financeira do projecto, que terá por base uma declaração de despesa do investimento apresentada pelo promotor e ratificada por um revisor oficial de contas ou técnico oficial de contas. Este pressuposto visa confirmar a realização das despesas de investimento, que os documentos comprovativos daqueles se

encontrem correctamente lançados na contabilidade e que o incentivo foi contabilizado de acordo com o POC

› A verificação física do projecto que terá por base um relatório de execução do projecto tendo em vista confirmar que o investimento foi realizado e que os objectivos foram atingidos pelo promotor nos termos constantes da candidatura

› A verificação do cumprimento da VE nos termos da metodologia definida Obrigações dos Promotores

› Executar o projecto nos termos e prazos fixados no contrato

› Cumprir pontualmente as suas obrigações legais e fiscais

› Entregar, nos prazos estabelecidos, todos os elementos que lhes forem solicitados pelas entidades com competência para o acompanhamento, controlo e fiscalização

› Comunicar ao organismo gestor qualquer alteração ou ocorrência que ponha em causa os pressupostos relativos à aprovação do projecto ou à sua realização pontual

› Manter na empresa, devidamente organizado em dossiê, todos os documentos susceptíveis de comprovar as declarações prestadas na candidatura

› Publicitar no local de realização do projecto a concessão do incentivo financeiro, de acordo com o estabelecido na legislação aplicável

› Os promotores beneficiários dos incentivos ficam sujeitos à verificação dos mesmos, não podendo ceder, locar, alienar, ou por qualquer modo, onerar ou deslocalizar o investimento, no todo ou em parte, sem autorização prévia do organismo coordenador, até cinco anos após a assinatura do contrato.

Entidades Gestoras

ITP– Instituto de Turismo de Portugal para projectos do sector do turismo IAPMEI– Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas para os restantes sectores de actividade

Legislação Aplicável

Portaria n.º 1254/2003, de 03de Novembro - I Série B

(Cria e regulamenta o Sistema de Incentivos a Pequenas Iniciativas Empresariais (SIPIE) Despacho n.º 26 566/2002(2ª Série),de 17de Dezembro – II Série

(Limita a apresentação de candidaturas ao PRIME para projectos localizados na região de LVT) Despacho n.º 7515/2004,de 15de Abril de 2004 (concelhos com majoração regional)

Contactos

Instituto de Turismo de Portugal R. Ivone Silva, lote 6

1050-124Lisboa

Tel.21 781 00 00/Linha Azul do Investidor:808 209 209 Fax 21 781 00 04

info@itp.min-economia.pt

www.itp.min-economia.pt www.prime.min-economia.pt Centro de Atendimento Telefónico do PRIME:808 266 266

Gabinetes do Investidor do PRIME (RECEPÇÃO DE CANDIDATURAS e INFORMAÇÕES):

Instituto de Turismo de Portugal, ICEP Portugal (Lisboa, Porto, Exponor, Guimarães, Aveiro e Covilhã), Direcções Regionais da Economia (Norte – Porto e Vila Real, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Algarve, Alentejo – Beja e Évora), delegações do IAPMEI (Lisboa, Coimbra, Guarda, Viseu, Bragança, Braga, Porto, Viana do Castelo, Faro, Aveiro, Covilhã e Leiria)

6.1.4.PITER II - Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante

No documento António Cunha. iii quadro comunitário de apoio (páginas 27-35)