Conservatória do Registo Comercial de Abrantes. Matrícula n.º 1800/

011107; identificação de pessoa colectiva n.º 505791501; data de entrega: 040615.

Certifico que, em relação à sociedade em epígrafe, os documentos da prestação de contas, referentes ao exercício de 2003, foram depo-sitados na pasta respectiva.

30 de Junho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Maria Natália

Gon-çalves Pereira Gentil Ferreira. 2003042563

APARÍCIO & FILHAS, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Abrantes. Matrícula n.º 1633/

000302; identificação de pessoa colectiva n.º 504730282; data de entrega: 040616.

Certifico que, em relação à sociedade em epígrafe, os documentos da prestação de contas, referentes ao exercício de 2003, foram depo-sitados na pasta respectiva.

30 de Junho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Maria Natália

Gon-çalves Pereira Gentil Ferreira. 2003042598

SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES JORGE & PIRES, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Abrantes. Matrícula n.º 1494/

980311; identificação de pessoa colectiva n.º 504109529; data de entrega: 040615.

Certifico que, em relação à sociedade em epígrafe, os documentos da prestação de contas, referentes ao exercício de 2003, foram depo-sitados na pasta respectiva.

30 de Junho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Maria Natália

Gon-çalves Pereira Gentil Ferreira. 2003042555

FERREIRA DO ZÊZERE

RÓMULO BRANCO — CONSTRUÇÕES, UNIPESSOAL, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Ferreira do Zêzere. Matrícula n.º 290/

040630; identificação de pessoa colectiva n.º 507020634 (provisório);

inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 8/040630.

Certifico que, Rómulo Filipe Alves Branco, constituiu a sociedade em epígrafe, cujo contrato se rege pelos seguintes artigos:

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma Rómulo Branco — Construções, Unipessoal, L.da, e tem a sua sede na Rua da Fonte da Prata, sem número, vila, freguesia e concelho de Ferreira do Zêzere.

2 — A sociedade, por simples deliberação da gerência, poderá des-locar a sede social para outro local dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, e criar agências, sucursais, filiais ou outras formas locais de representação, em qualquer ponto do País e estran-geiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste em: construção civil e obras públi-cas; compra, venda e permuta de bens imóveis e revenda dos adquiri-dos para esse fim; e comércio de material de construção.

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 10 000 euros, representado por uma quota de igual valor nominal, pertencente ao sócio único Rómulo Filipe Alves Branco.

ARTIGO 4.º

1 — O sócio poderá decidir efectuar prestações suplementares até ao montante global igual a 20 vezes o capital social.

2 — O sócio poderá ainda fazer suprimentos à sociedade, quando esta dela carecer nas condições de retribuição e reembolso, que por ele sócio forem fixadas.

ARTIGO 5.º

1 — A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, conforme for deliberado, ficará a cargo dele sócio Rómulo Filipe Alves Branco, desde já nomeado gerente, ou ainda a cargo de outras pessoas estra-nhas à sociedade que venham a ser por ele sócio designadas.

2 — Para obrigar a sociedade em todos os seus actos e contratos, basta a assinatura de um gerente.

ARTIGO 6.º

A sociedade poderá participar, nos termos permitidos por lei, em agrupamentos complementares de empresas e no capital social de outras sociedades com objecto diferente do seu.

ARTIGO 7.º

Fica o sócio autorizado a celebrar com a sociedade negócios jurídi-cos que sirvam à prossecução do objecto social.

Disposição transitória

A gerência fica, desde já, autorizada a levantar o capital social depositado, a fim de custear as despesas de constituição, registo da sociedade, instalação da sede social e a adquirir para esta quaisquer bens móveis e imóveis, designadamente equipamentos e veículos au-tomóveis, incluindo por contratos leasing, ALD e com recurso a cré-dito bancário, e tomar de arrendamento imóveis necessários à pros-secução dos fins sociais, mesmo antes do seu registo definitivo, assumindo a sociedade todos os actos praticados pela gerência nesse período, logo que definitivamente matriculada.

Está conforme o original.

13 de Julho de 2004. — A Ajudante, Assunção Maria da Silva Dias.

1000261820

OURÉM

GAMKAI RH — GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS, L.

DA

Sede: Rua Principal, Carvalhal do Meio, Rio de Couros, Ourém Conservatória do Registo Comercial de Ourém. Matrícula n.º 2650;

identificação de pessoa colectiva n.º 506920267; inscrição n.º 1;

número e data da apresentação: 1/20040602.

Certifico que, entre:

1.º Rui Manuel de Bastos Pereira.

2.º Alfredo Manuel de Bastos Pereira.

Foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelos artigos seguintes:

ARTIGO 1.º

A sociedade adopta a firma GAMKAI RH — Gestão de Recursos Humanos, L.da

ARTIGO 2.º

1 — A sociedade tem a sua sede na Rua Principal, no lugar de Carvalhal do Meio, freguesia de Rio de Couros, concelho de Ourém.

2 — Por deliberação da gerência a sede social poderá ser deslocada dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe.

3 — A gerência poderá criar sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação social, onde e quando o julgar conve-niente.

ARTIGO 3.º

A sociedade tem como objecto: gestão de recursos humanos;

consultoria; formação profissional; comércio e aluguer de material didáctico.

ARTIGO 4.º

O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 5000 euros e corresponde à soma de duas quotas: uma do valor nominal de 4750 euros, pertencente ao sócio Rui Manuel de Bastos Pereira; e outra do valor nominal de 250 euros, pertencente ao sócio Alfredo Manuel de Bastos Pereira.

ARTIGO 5.º

Por deliberação unânime dos sócios poderão ser exigidas presta-ções suplementares até ao décuplo do capital social, desde que naque-la deliberação sejam fixados os respectivos termos e condições.

ARTIGO 6.º

Poderão ser feitos suprimentos à sociedade desde que, por delibera-ção unânime dos sócios, sejam fixados os respectivos termos e con-dições.

ARTIGO 7.º

1 — A administração e gerência da sociedade, com ou sem remu-neração, conforme for deliberado, incumbirá a sócios ou não sócios, designados em assembleia geral.

2 — A sociedade obriga-se validamente em todos os seus actos e contratos com a intervenção de um gerente.

3 — Fica desde já nomeado gerente o sócio Alfredo Manuel de Bastos Pereira.

ARTIGO 8.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo que estas tenham objecto diferente do seu ou sejam

regu-ladas por leis especiais, podendo ainda integrar agrupamentos com-plementares de empresas e constituir associações em participação e consórcios.

ARTIGO 9.º

A cessão de quotas, total ou parcial, é livre entre os sócios, mas a cessão a estranhos carece do consentimento da sociedade, que goza do direito de preferência em primeiro lugar, e os sócios não cedentes em segundo lugar.

ARTIGO 10.º

A sociedade poderá amortizar a quota de qualquer sócio, se a mes-ma for penhorada, arrolada ou arrestada ou, em geral, apreendida ju-dicial ou administrativamente, ou se, fora dos casos previstos na lei, for cedida sem o prévio consentimento da sociedade, quando devido.

Disposição transitória

A sociedade poderá entrar imediatamente em actividade, ficando a gerência autorizada a celebrar quaisquer negócios jurídicos em nome daquela sociedade, negócios que a mesma assumirá logo que definiti-vamente matriculada, podendo, designadamente, adquirir equipamen-tos e veículos automóveis, incluindo por contraequipamen-tos leasing, comprar e tomar de arrendamento imóveis, contrair quaisquer empréstimos e prestar todas as garantias exigidas para os mesmos, ficando a gerên-cia ainda autorizada a levantar, no todo ou em parte, o capital sogerên-cial depositado em nome da sociedade, para pagar os encargos respeitantes àqueles negócios, bem como os respeitantes à constituição e registo da sociedade.

Conferido, está conforme.

21 de Junho de 2004. — A Escriturária Superior, Maria Manuela

Godinho Soares. 2003669990

MIGUEL CRUZ LOPES, UNIPESSOAL, L.

DA

Sede: Rua da Castela, 29, 4.º, porta 9, Nossa Senhora da Piedade, Ourém

Conservatória do Registo Comercial de Ourém. Matrícula n.º 2649;

identificação de pessoa colectiva n.º 506981860; inscrição n.º 1;

número e data da apresentação: 13/20040528.

Certifico que, Miguel da Cruz Lopes, constituiu uma sociedade co-mercial unipessoal por quotas, que se regerá pelos artigos constantes do pacto social seguinte:

Pacto social da sociedade por quotas, com a firma, Miguel Cruz Lopes, Unipessoal, L.da, elaborado nos termos do n.º 2 do artigo 64.º do Código do Notariado, composto pelos seguintes artigos:

1.º

A sociedade adopta a firma Miguel Cruz Lopes, Unipessoal, L.da 2.º

A sociedade tem a sua sede na Rua de Castela, 29, 4.º, porta 9, freguesia de Nossa Senhora da Piedade, na cidade e concelho de Ourém.

3.º

A sociedade tem como objecto: transporte rodoviário de mercado-rias por conta de outrém, nacional e internacional.

4.º

O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 50 000 euros, e corresponde a uma quota de igual valor nominal, pertencente ao sócio único.

5.º

1 — A administração e gerência da sociedade, com ou sem remu-neração, conforme for decidido pelo sócio único, incumbirá a quem vier a ser nomeado por aquele mesmo sócio único.

2 — A sociedade obriga-se validamente em todos os seus actos e contratos, com a intervenção de um gerente.

3 — Fica desde já nomeado gerente o sócio único.

6.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo que estas tenham objecto diferente do seu ou sejam

regu-ladas por leis especiais, podendo ainda integrar agrupamentos com-plementares de empresas e constituir associações em participação e consórcios.

7.º

Fica desde já autorizada a celebração de quaisquer negócios jurídi-cos entre a sociedade e o sócio único, contanto que os mesmos sir-vam para a prossecução do objecto social daquela sociedade.

Conferida, está conforme.

30 de Junho de 2004. — A Escriturária Superior, Maria Manuela

Godinho Soares. 2003670009

RIO MAIOR

BASRIO — METALOMECÂNICA E EQUIPAMENTOS RODOVIÁRIOS, S. A.

Sede: Rua de D. Afonso Henriques, Edifício Europa I, rés-do-chão, direito, em Rio Maior

Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 574/

901130; identificação de pessoa colectiva n.º 502455489; inscri-ção n.º 16; número e data da apresentainscri-ção: 5/040630.

Certifico que, por deliberação de 2 de Janeiro de 2004, foram no-meados os órgãos sociais, para o quadriénio de 2004-2007.

Conselho de administração: presidente — Mário Barnabé Santos do Carmo; administradores — José Agostinho Vieira dos Santos, e Maria Odete Simões Marques do Carmo.

Fiscal único: efectivo — Inácio, Almeida & Associados, Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, com sede na Praceta de Mayer Garção, 6, São Pedro do Estoril, Estoril, representada por José Manuel de Almeida, revisor oficial de contas; suplente — Donato João Louren-ço ViLouren-çoso, revisor oficial de contas.

Conferida, está conforme.

12 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762582

PALMA — ESCAPES, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 1263/

020123; identificação de pessoa colectiva n.º 505751100.

Certifico que, foram depositados os documentos de prestação de contas relativas ao ano de 2003, da sociedade em epígrafe.

25 de Junho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L.

Quelhas S. C. Santos. 2003757570

AUTO MAXIMIANO PNEUS — SOCIEDADE UNIPESSOAL, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 1383/

031007; identificação de pessoa colectiva n.º 506660729.

Certifico que, foram depositados os documentos de prestação de contas relativas ao ano de 2003, da sociedade em epígrafe.

2 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762892

ALTO DO MOÍNHO — SOCIEDADE AGRÍCOLA, L.

DA

Sede: Rua do Padre José Abílio, 6, Alfouves, Azambujeira, Rio Maior Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 1432/

040630; inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 2/040630.

Certifico que, entre Susana Isabel Madeira Duarte Félix, e Patrícia José Vieira Félix, solteiras, maiores, foi constituída uma sociedade comercial por quotas, com a denominação em epígrafe, que se há-de reger pelo contrato constante dos artigos seguintes:

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma, Alto do Moínho — Sociedade Agrícola, L.da, e tem a sua sede na Rua do Padre José Abílio, 6, no lugar de Alfouves, freguesia de Azambujeira, concelho de Rio Maior.

2 — A gerência da sociedade poderá mudar a sua sede, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, bem como abrir sucur-sais, filiais, delegações, agências ou quaisquer outras formas de repre-sentação social permanente em qualquer lugar do território nacional, ou no estrangeiro, bem como proceder ao seu encerramento.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste no desenvolvimento da actividade agro-pecuária, transformação e comercialização dos respectivos pro-dutos, incluindo a sua embalagem e conservação, bem como a impor-tação e exporimpor-tação de produtos e matérias primas conexas com a actividade agro-pecuária, silvicultura e exploração florestal, aluguer de máquinas agrícolas e industriais, comércio e exploração hoteleira e turística e formação profissional.

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 5000 euros e corresponde à soma das seguintes quotas: uma quota no valor nominal de 2500 euros, pertencente à sócia Patrícia José Vieira Félix; e uma quota no valor nominal de 2500 euros, perten-cente à sócia Susana Isabel Madeira Duarte Félix.

ARTIGO 4.º

1 — A administração e a representação da sociedade fica a cargo da gerência, a designar em assembleia geral, a qual poderá ou não auferir remuneração, ficando desde já, nomeadas gerentes as sócias Patrícia José Vieira Félix, e Susana Isabel Madeira Duarte Félix.

2 — A sociedade fica validamente, obrigada, em quaisquer actos ou obrigações, pela assinatura conjunta das duas gerentes.

3 — Em ampliação dos poderes de gerência, os gerentes poderão:

a) Adquirir, permutar, onerar ou alienar viaturas automóveis;

b) Adquirir, permutar, onerar ou alienar imóveis;

c) Tomar de arrendamento, de subarrendamento ou de trespasse qualquer estabelecimento comercial ou industrial;

d) Trespassar, dar de arrendamento ou em subarrendamento qual-quer estabelecimento comercial ou industrial;

e) Adquirir, onerar ou alienar participações noutras sociedades;

f) Confessar, desistir ou transigir em juízo e, bem assim, subscrever e desistir de queixas crime, salvo quando a lei o proíba.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá, em qualquer momento, associar-se com ter-ceiros, nomeadamente para tomar parte em agrupamentos comple-mentares de empresas e em agrupamentos europeus de interesse eco-nómico, consórcios ou associação em participação e, bem assim, adquirir, originária ou subsequentemente, acções ou quotas em socie-dades de responsabilidade limitada, com objecto igual ou diferente do seu, ou sujeitas a leis especiais.

ARTIGO 6.º

Por deliberação unânime dos sócios, pode a sociedade exigir-lhes prestações suplementares de capital até ao montante de 100 000 euros, ficando todos os sócios obrigados a elas na proporção das respectivas quotas.

ARTIGO 7.º

Os sócios poderão fazer à sociedade os suprimentos de que esta careça, em condições a estabelecer nos respectivos contratos de su-primentos, sendo a respectiva remuneração e reembolso estabeleci-dos nos referiestabeleci-dos contratos.

ARTIGO 8.º

1 — Na cessão, total ou parcial, de quotas é reconhecido o direito de preferência à sociedade, em primeiro lugar, e aos sócios não cedentes, em segundo lugar.

2 — O sócio que pretender ceder a sua quota a estranhos à socie-dade, avisará esta, e os restantes sócios por carta registada com aviso de recepção, indicando a pessoa ou entidade interessada na aquisição, sendo de 60 dias o prazo para resposta.

3 — Não usando a sociedade ou os sócios o direito de preferência, a cessão é livre.

ARTIGO 9.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos casos se-guintes:

a) Acordo do titular;

b) Falecimento do sócio titular se os herdeiros, no prazo de 60 dias após o falecimento, não nomearem o representante a que alude o artigo seguinte;

c) Insolvência ou falência do sócio titular;

d) Arresto, arrolamento ou penhora da quota;

e) Venda ou adjudicação judicial;

f) Oneração da quota sem o consentimento prévio da sociedade;

g) Se, em caso de partilha consequente a divórcio, a quota vier a ser adjudicada, no todo ou em parte, ao cônjuge não titular da mesma.

2 — A amortização será efectuada pelo valor da quota determina-do pelo último balanço aprovadetermina-do, tendetermina-do a sociedade um prazo de 90 dias para deliberar.

3 — A amortização será efectuada em quinze prestações trimes-trais e iguais.

4 — Considera-se realizada a amortização com o depósito efec-tuado na Caixa Geral de Depósitos, à ordem de quem de direito, da primeira prestação correspondente ao valor da quota amortizada, nos termos do n.º 2 desta cláusula.

5 — Nos casos previstos nas alíneas c), d) e e) do n.º 1, ter-se-ão em conta as disposições do n.º 2, do artigo 235.º, do Código das So-ciedades Comerciais.

6 — Em caso de amortização de quota, pode a assembleia geral deliberar que a quota figure no balanço como quota amortizada e, bem assim, deliberar que, em vez da quota amortizada, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou a terceiros, bem como, e em alternativa, pode a assembleia geral deliberar que as quotas dos outros sócios sejam proporcional-mente aumentadas.

ARTIGO 10.º

Na morte de qualquer dos sócios, a quota permanecerá indivisa, nomeando os herdeiros um representante na sociedade, enquanto a referida quota não for adjudicada ou amortizada nos termos do artigo anterior.

ARTIGO 11.º

Sempre que a lei não exija outros prazos ou formalidades as assembleias gerais serão convocadas, por meio de cartas registadas com aviso de recepção, dirigidas aos sócios, com a antecedência mínima de 15 dias.

ARTIGO 12.º

Os lucros apurados em cada exercício, depois de deduzida a parte destinada à reserva legal, serão aplicados conforme o que for delibe-rado pela assembleia geral que aprovar o respectivo balanço, a qual poderá aplicá-los, no todo ou em parte, à constituição e reforço de quaisquer reservas ou destiná-los a outras aplicações de interesse da sociedade, podendo não distribuir lucros.

Conferida, está conforme.

12 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762566

SANTOS & VITORINO — REPARAÇÕES DE SEMI-REBOQUES E CARROÇARIAS, L.

DA

Sede: Estrada da Chainça, 28, freguesia e concelho de Rio Maior Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 1124/

001206; averbamento n.º 1 à inscrição n.º 1 e inscrição n.º 3; nú-meros e data das apresentações: 4 e 5/040628.

Certifico que, relativamente à sociedade em epígrafe, pelo averbamento n.º 1 à inscrição n.º 1, foi averbada a cessação de fun-ções de gerente de Miguel de Jesus Vitorino, por renúncia de 28 de Maio de 2004.

Mais certifico que, por escritura de 28 de Maio de 2004, do 2.º Car-tório Notarial de Santarém, foi deliberado transformar a sociedade, em sociedade unipessoal, e em consequência alterados os artigos 1.º e 3.º, corpo e § 1.º do artigo 4.º, que ficaram com a seguinte redacção:

ARTIGO 1.º

A sociedade adopta a firma M. P. Santos, Unipessoal, L.da, tem a sua sede na Rua Central, lugar de Carvalhais, freguesia de Fráguas, concelho de Rio Maior.

§ único. A gerência fica desde já autorizada a deslocar a sede social dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe.

ARTIGO 3.º

O capital social integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 5000 euros e corresponde a uma única quota no mesmo valor nominal, pertencente ao único sócio Marcolino Pedro dos Santos.

ARTIGO 4.º

A gerência da sociedade, pertence ao gerente que for nomeado em assembleia geral, ficando desde já nomeado gerente o sócio Marcolino Pedro dos Santos.

1 — Para que a sociedade fique validamente obrigada é necessária a assinatura do único gerente.

2 — A gerência poderá ou não ser remunerada, conforme vier a ser deliberado em assembleia geral.

Foi depositado o texto completo do contrato social, na sua redac-ção actualizada.

Conferida, está conforme.

12 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762574

MENA & GENTILI, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 586/

910315; identificação de pessoa colectiva n.º 502519312.

Certifico que, foram depositados os documentos de prestação de contas relativas ao ano de 2002, da sociedade em epígrafe.

8 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762353

CAMPOS & SILVA, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Rio Maior. Matrícula n.º 30/

490810; identificação de pessoa colectiva n.º 500051909.

Certifico que, foram depositados os documentos de prestação de contas relativas ao ano de 2003, da sociedade em epígrafe.

8 de Julho de 2004. — A Primeira-Ajudante, Ricardina L. Quelhas

S. C. Santos. 2003762370

No documento III. Terça-feira, 7 de Setembro de 2004 Número 211 PARTE A PARTE B. 3. Diversos. 1. Concursos públicos. 2. Despachos, Éditos, Avisos e Declarações (páginas 104-107)