Capítulo IV – Do formato da Monografia:
UNIDADE CURRICULAR: H ISTÓRIA DO C INEMA
Professor Responsável: YANET AGUILERA VIRUÉZ FRANKLIN DE MATOS
Contato:
Ano Letivo: 2009 Semestre: 2º
Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte avaliação a respeito de vários itens: a origem do cinema, o nascimento de uma narração cinematográfica, o surgimento do cinema sonoro e dos gêneros e estilos. No interior do enfoque histórico, pensar a questão da periodização do cinema. A partir dessa abordagem, estudar as diversas relações espaço-temporais propostas pelos filmes, analisando as técnicas e as estéticas cinematográficas.
Específicos
A partir da análise de alguns filmes, refletir sobre a maneira como se estrutura, especificamente no cinema, a compreensão das imagens em movimento. Um estudo de técnica e estética de diversas obras, que pressupõe uma cronologia, escolas diferentes e
diretores que contribuíram para a riqueza do fazer cinematográfico.
Ementa
O cinema e a história e suas conexões. O esquema histórico que está por trás das abordagens que dividem o cinema em primitivo, clássico, moderno e contemporâneo. A relação entre história e teoria cinematográficas. O liame e a contraposição da figura e da palavra. A subordinação da imagem à narrativa, afirmação da condenação metafísica platônica. A hierarquia do vínculo espaço-temporal.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A mise-en-scène: análise do que pode ser visto.
1.1. Ambientação: locação ou estúdio, cor e aspectos com importância simbólica.
1.2. Personagem: figurino, maquiagem e cor.
1.3. Iluminação: a ênfase - clara e escura, e suave e dura.
1.4. Ângulo da tomada: os diversos planos e as diversas profundidades 2. A mise-en-scène: análise do que pode ser ouvido
2.1. O som não diegético, diegético, contrapontual e paralelo.
2.2. Música direta e indireta: a criação da atmosfera.
2.3. A palavra e o silêncio 3. A origem do cinema
3.1. Auguste e Louis Lumières e George Mèliès: A saída da Usina (1895) e A viagem à Lua (1902).
3.2. D. W. Griffith: Nascimento de uma Nação (1915)
3.3. O Expressionismo cinematográfico: O Estudante de Praga (1919), de Stellen Rye.
3.4. A Vanguarda francesa: O Balé Mecânico (1924), de Fernand Léger.
3.5. O Cinema Soviético: O Encouraçado Potemkin (1925), e Outubro (1929), de Sergei M. Eisenstein. O Homem com a Câmera (1927), de Dziga Vertov.
4. O cinema hollywoodiano
4.1. O faroeste: O Grande Roubo do Trem (1903), de Edwin S. Porter e No Tempo das
Diligências (1939), de Jonh Ford.
4.2. A comédia maluca: Aconteceu aquela Noite (1934), de Frank Capra e Ser ou não Ser (1942), de Ernst Lubitsch.
4.3 O filme policial e de suspense: Scarface (1932), de Howard Hawks e Janela Indiscreta (1954), de Alfred Hitchcock
4.3. Orson Welles: O Cidadão Kane (1942) 5. O cinema italiano
5.1 O Neo-realismo
5.2 Roberto Rossellini: Roma Cidade Aberta (1946) e Viagem à Itália (1954) 5.3 Michelangelo Antonioni: Crimes d´alma (1950) e Blow-up (1966)
6. Os Novos Cinemas Europeus.
6.1 A Nouvelle Vague
6.2 Jean-Luc Godard: O Acossado (1960)
6.3 Alain Resnais: O Ano Passado à Marienbad (1961)
6.4 O Jovem Cinema Alemão: Anita G (1966), de Alexandre Klüge e Crônica de Anna Magdalena Bach (1967), de Jean-Marie Straub e Daniele Huillet.
7. Os Cinemas Novos
7.1 O Novo Cinema Brasileiro
7.2 Nelson Pereira do Santos: Vidas Secas (1963) 7.2 Glauber Rocha: Deus e o Diabo na Terra do Sol
7.3 Cinema Latino-americano: Memória do subdesenvolvimento (1968), de Tomas Gutierrez Alea, A hora dos Fornos (1973), de Fernando Solanas e Yawar Mallku (1968), de Jorge Sanjinés..
METODOLOGIA DE ENSINO
ATIVIDADES: AULAS EXPOSITIVAS ATIVIDADES: EXIBIÇÃO DE FILMES ATIVIDADES: DEBATES DIRIGIDOS
ATIVIDADES: SEMINÁRIO EM GRUPOS (EVENTUALMENTE) CENARIOS: SALA DE AULA
CENARIOS: BIBLIOTECA
RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: COMPUTADOR
RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: PROJETOR MULTIMÍDIA RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Livros
Data show
Fotocópias AVALIAÇÃO
1. Participação em sala de aula e nos grupos de trabalho e seminário
2. Produção eventual de relatórios individuais a partir das leituras e discussões em sala 3. Trabalho por escrito final
BIBLIOGRAFIA
Básica
AUMONT, JACQUES. A Imagem. Campinas: Papirus, 2002
--- A Estética do Filme. Campinas: Papirus, 2002 --- Teoria dos Cineastas. Campinas: Papirus, 2004
AUMONT, JACQUES E MICHEL MARIE. Dicionário Teórico e Crítico de Cinema.
Campinas: Papirus, 2003
GODARD, JEAN-LUC. Introdução a uma Verdadeira História do Cinema. São Paulo:
Martins Fontes. 1989.
SADOUL, GEORGES. História do Cinema Mundial. São Paulo: Martins. 1963.
XAVIER, ISMAIL (Org.) O Cinema no Século. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
--- A Experiência do Cinema. Rio de Janeiro: Embrafilme, Graal. 1983.
Complementar
COSTA, FLAVIA CESARINO. O Primeiro Cinema. São Paulo: Scritta, 1995.
EISNER, LOTTE. A Tela Demoníaca. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1985.
FABRIS, MARIA ROSARIA. O Neo-realismo Cinematográfico Italiano. São Paulo:
EDUSP. 1996.
KRAKAUER. SIEGFRIED. De Caligari a Hitler. Rio de Janeiro: Sahar. 1990.
MACHADO, ARLINDO. Pré-cinemas e Pós-cinemas. Campinas: Papirus. 1997.
* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.
UNIDADE CURRICULAR: LABORATÓRIO DE PESQUISA E ENSINO EM HISTÓRIA DA
ARTE I
Professor Responsável: André Luiz Tavares Pereira Professor Responsável: Jens Baumgarten
Contato:
[email protected] [email protected]
Ano Letivo: 2009 Semestre: 2º
Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 150 h
Carga horária p/prática (em %): 112h (75%)
Carga horária p/teoria (em %): 38h (25%)
OBJETIVOS
Geral
A disciplina pretende oferecer aos alunos o domínio criterioso do processo de descrição e análise dos diversos objetos artísticos e materiais visuais que constituem o núcleo de
interesse da História da Arte.
Específicos
O objetivo, ao fim do semestre, é proporcionar aos alunos um domínio razoável dos instrumentos de registro e estudo de seu objeto de pesquisa, habilitando-os à manipulação mais efetiva e rigorosa da terminologia de seu campo de estudos.
Ementa
O curso demandará dos alunos a preparação de textos de diversa natureza e complexidade, descrições sumárias de obras de arte a resenhas de exposições ora em andamento na região metropolitana de São Paulo. Propomos, igualmente, a preparação supervisionada de memoriais descritivos em que textos contendo informações sobre os objetos analisados sejam combinados com imagens fotográficas produzidas pelos estudantes e cujo intuito é o de aperfeiçoar sua capacidade de observação, fazê-los perceber a estrutura compositiva de cada uma das obras, investigando-lhes suas particularidades formais bem como as estratégias visuais de cada individualidade artística ou dos diversos produtores de imagens.
Oferecemos, igualmente, rudimentos de desenho como instrumento de registro pessoal, notação das obras diversas e análise da constituição formal das obras analisadas, bem como fundamentos das descrições de produções como a cinematográfica ou a arquitetônica, salientando a necessidade de apurar-se e de adaptar-se a linguagem a cada um dos campos abordados. Visitas a ateliers de artistas e a exposições diversas serão organizadas, bem como seminários especiais voltados ao tema da descrição da obra de arte. Igualmente, o registro de roteiros arquitetônicos e sua organização em memoriais específicos serão solicitados aos alunos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Técnicas de descrição consideradas como o nível básico da análise em História da Arte,
2. Elaboração de registros visuais que operem como instrumento descritivo,
3. Elaboração de relatórios descritivos, fichas de catalogação e sistematização de dados úteis ao processo de análise descritiva,
4. Sistematização de dados de natureza diversa, considerados a partir das especificidades de cada um dos objetos artísticos sob análise,
5. Análise da imagem cinematográfica, 6. Análise da imagem fotográfica, 7. Arquitetura e descrição,
8. Design e descrição,
9. A literatura de crítica de arte e a análise descritiva, 10. Edição e preparação de memoriais descritivos.
METODOLOGIA DE ENSINO
ATIVIDADES: AULAS EXPOSITIVAS ATIVIDADES: LEITURAS DIRIGIDAS
ATIVIDADES: SEMINÁRIO EM GRUPOS (EVENTUALMENTE) CENARIOS: SALA DE AULA
CENARIOS: BIBLIOTECA
RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: COMPUTADOR
RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: PROJETOR MULTIMÍDIA RECURSOS INSTRUCIONAIS NECESSÁRIOS: BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA
RECURSOS INSTRUCIONAIS
Livros
Data show
Fotocópias AVALIAÇÃO
1. Participação em sala de aula e nos grupos de trabalho e seminário sugeridos,
2. Produção eventual de relatórios individuais a partir das leituras e discussões em sala, 3. Participação em atividades indicadas,
4. Trabalho final, a ser combinado.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BAXANDALL, M. Padrões de intenção, São Paulo, Cia. Das Letras, 2007.
BELTING, H., O fim da arte, São Paulo, Cosac & Naify, 2006 GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão, São Paulo, Martins Fontes, 2007.
_______. Meditações sobre um cavalinho de pau. São Paulo, EdUSP, 1999.
WÖLFFLIN, H. Conceitos fundamentais da História da Arte.
Complementar
DANTO, Arthur, A transfiguração do lugar comum: uma filosofia da arte. São Paulo Cosac
& Naify, 2006.
FRY, Roger, Visão e forma, São Paulo, Cosac e Naify, 2002.
GOMBRICH, E. H., Norma e forma, São Paulo, Martins Fontes, 1990.
PRAZ, Mário, Arte e Literatura e artes Visuais. São Paulo, Cultrix, 1982.
SAMAIN, E. O fotográfico, São Paulo, Senac, 2005.
* Outros itens bibliográficos poderão ser eventualmente sugeridos ao longo do semestre.
DOCENTES PARTICIPANTES
Professor Responsável: Letícia Squeff Contato:[email protected]
Ano Letivo: 2010 Semestre: º
Departamentos/Disciplinas participantes: História da Arte Carga horária total: 60 h
Carga horária p/prática (em %): 12h (20%)
Carga horária p/teoria (em %): 48h (80%)
OBJETIVOS
Geral
Introduzir o aluno à história da arte ocidental dos séculos XVIII e XIX: dos principais debates artísticos do final do século XVIII, até o final do século XIX.
Específicos:
a) capacitar os alunos para a leitura de textos historiográficos referentes aos temas selecionados, entendendo as polêmicas, divergências e convergências no pensamento dos historiadores da arte de diferentes períodos e filiações teóricas;
b) propiciar a crítica e a produção de materiais utilizáveis (visuais e textuais) em diferentes níveis de ensino a partir do diálogo com a produção historiográfica, tendo em vista a