No setor empresarial, a inovação é um dos elementos levados em consideração para o sucesso comercial. Isso porque, em uma sociedade em constante mudança e evolução contínua, se a empresa se mantiver parada e continuar a fazer o mesmo, é provável que esteja fadada ao fracasso ao desaparecimento. Nesse sentido, inovar tornou-se uma necessidade, passando a ser considerada o verdadeiro motor de desenvolvimento das organizações.
A palavra inovação refere-se a uma ação que pode ser considerada uma novidade, uma mudança, uma renovação. Conforme Tigre (2019), o termo origina-se
30 do latim innovatio-onis, que por sua vez é derivado do termo innovo-are com significado de fazer novo, renovar. Entre outros termos que têm significado semelhante e podem ser usados como sinônimos de inovação, encontram-se: avanço, invenção, reforma, são alguns exemplos.
A inovação costuma estar associada à ideia de progresso e à procura de novos métodos, a partir dos conhecimentos que a precedem, para melhorar algo que já existe, resolver um problema ou facilitar uma atividade.
Diante disso, vários são os conceitos atribuídos a inovação, como o formulado por Figueiredo (2015, p. 21):
A inovação é o processo de integração de processos existentes para criar ou melhorar um produto, processo ou sistema. A inovação no sentido econômico consiste na consolidação de um novo produto, processo ou sistema melhorado. A inovação empresarial também pode envolver uma renovação de produtos ou da própria empresa, geralmente se atualizando às demandas do mercado.
Para Maçães (2017, p. 32), a inovação pode ser assim conceituada:
A aplicação de novas ideias, conceitos, produtos, serviços e práticas, com o intuito de serem úteis para aumentar a produtividade e a competitividade. Um elemento essencial da inovação é sua aplicação bem-sucedida em uma base comercial.
Conforme se verifica, o conceito de inovação pode se referir à introdução de novos produtos ou serviços no mercado e também à organização e gestão de uma empresa. Contudo, muitas vezes, os produtos ou serviços comercializados não representam uma mudança em si, pode consistir apenas em uma nova abordagem aos produtos existentes.
Frente a isso, Scherer (2017) afirma que para se entender o conceito de inovação, é necessário saber distinguir de invenção. Segundo o mencionado autor, uma invenção é caracterizada por ser uma descoberta que não gera resultado econômico. Trata-se de algo realmente novo, mas que não encontra, pelo menos num dado instante, a aplicação prática que possibilite ganhos econômicos.
Também para Bessant (2019), uma invenção não leva necessariamente à inovação, muitas invenções não são comercializadas e permanecem desconhecidas.
Portanto, muitas invenções não são consideradas como inovação. A invenção deve ser socializada para ser considerada uma inovação.
A inovação também não é uma mera adequação, pois neste caso, a empresa realiza movimentos para responder a um concorrente desenvolvendo ou
31 adequando o seu produto ou serviço de forma semelhante (SCHERER, 2017).
Assim, a inovação caracteriza-se por um grau moderado de novidade e por ganhos significativos nos resultados. Elas são impulsionadas pelo aumento da base de conhecimentos e da competência tecnológica anteriores e pela sua aplicação na obtenção de saltos de competitividade. Em geral, uma inovação resulta de um processo estruturado de gestão a partir de ideias geradas internamente ou de necessidades detectadas do mercado (SILVA, 2018).
Sobre a importância da inovação, Scherer (2017, p. 19) afirma:
As inovações induzem a grandes transformações nas regras competitivas, no processo produtivo, nos produtos e serviços ofertados, e nas preferências do consumidor. A inovação radical transforma as regras do jogo, altera o relacionamento com fornecedores, distribuidores e clientes, reestrutura a economia de determinados mercados, aposenta produtos vigentes e eventualmente cria categorias inteiramente novas de produtos. Inovações radicais envolvem mudanças significativas em produtos, processos e serviços que mudam os mercados e indústrias existentes ou criam outros absolutamente novos.
Pode-se entender que a inovação é algo novo que traz resultados para a empresa. A inovação é a exploração de uma nova ideia com sucesso, resultando em grande retorno. Nesse sentido, segundo Silva (2018), a inovação não deve ser vista somente como o desenvolvimento de um novo produto. Pode também estar vinculada a novos modelos de negócio, mercados e serviços, a novas formas de gestão, ao desenvolvimento de uma marca, à criação de plataformas tecnológicas e, até mesmo, à formação de canais de distribuição.
Neste sentido, Maçães (2017) afirma que, embora existam diferentes tipos de inovações, que demandam diferentes processos de transformação de ideias em resultados, o que há de comum é o universo que a cerca. Esse universo é composto dos elementos que precisam ser administrados para que a empresa seja mais eficaz como inovadora. O contexto da inovação apresenta um conjunto de dimensões que devem ser configurados para melhorar o potencial inovador. Essas dimensões precisam ser ajustadas de acordo com a estratégia e cultura da empresa, bem como suas intenções com a inovação.
Porém, para isso, é importante e necessário que a inovação contenha duas propriedades fundamentais: que ideias inovadoras sejam adequadas ao contexto e que essas ideias sejam implementadas com sucesso, de modo que agreguem valor à empresa (BESSANT, 2019).
32 Bessant (2019) ainda relata que a inovação inicia-se com o processo de transformar ideias em valor para a organização e consumidores, que começa com a geração de ideias, passando por uma triagem de viabilidade, até a implementação de um novo produto, um bem, processo ou sistema, novo ou significativamente melhorado.
Segundo Figueiredo (2015), um elemento fundamental da inovação é encontrar oportunidades, oferecendo soluções às necessidades não satisfeitas dos clientes e, sobretudo, àquelas que os clientes não conseguem expressar.
Levando em consideração essas definições, pode-se dizer que inovação é um processo em que algo novo é implementado que agrega valor; isto é, modifica elementos ou ideias existentes, melhorando ou criando novos para ter um impacto favorável.
Por isso, de acordo com Scherer (2017), a importância dada à inovação empresarial cresceu significativamente ao longo dos anos e se tornou um fator essencial para as empresas. Isso porque, para ser mais competitiva e gerar projetos maiores e de alto impacto, a inovação deixou de ser uma opção: é algo inegável para as empresas atuais e futuras.
Porém, por estar intimamente ligada à criatividade e ter por objetivo resolver uma necessidade particular, seu processo não é fácil, pois é preciso levar uma ideia ao mercado, que agregue valor e melhore a qualidade, sempre pensando
“fora da caixa” (SHERER, 2017).
Por fim, Maçães (2017) admite que a inovação deve ser impulsionada pelo mercado. A inovação tem que resolver uma necessidade reconhecível do cliente.
Inovações que os clientes não valorizam são perda de tempo, independentemente de sua sofisticação técnica. Além disso, pode ser colaborativa, pois em muitos casos, é necessário trabalhar com outras empresas e instituições para resolver problemas complexos de forma mais rápida e eficiente. Outro aspecto da inovação é a de ser economicamente viável, pois para aproximar a inovação do mercado, é preciso medi- la pelos mesmos parâmetros de resultados que se aplicam às demais áreas do negócio. Dado o alto custo da inovação, é importante saber que tipo de retorno a empresa terá. Também deve ser ágil e para acompanhar a demanda dos clientes na introdução de novos produtos, é necessário acelerar seu processo de desenvolvimento. E, finalmente, deve ter segurança, e as empresas precisam proteger
33 suas inovações, principalmente enquanto trabalham com novos parceiros em novos mercados.
Assim, a inovação leva à competitividade e ao desenvolvimento de bens e serviços tecnológicos de alta qualidade. A introdução de novas alterações permite a criação de novos produtos que, seguramente no futuro, também serão submetidos a processos de inovação de acordo com as várias necessidades a cobrir.
No entanto, as organizações devem ser capazes de compreender que muitas vezes o sucesso de uma inovação depende de outros atores, sejam eles parceiros de negócios, órgãos públicos e os próprios consumidores. Este mesmo raciocínio levou a considerar a inovação como um processo em grupo que envolve múltiplos agentes, permitindo visualizar um sistema de inovação mais amplo. As inter-relações entre diferentes atores, como empresas, associações comerciais, universidades e centros de tecnologia, consumidores, instituições públicas e desenvolvedores de políticas públicas permite abordagens sistêmicas para analisar o processo de inovação, com base em focos diferentes.
Entender que a inovação empresarial é um processo sistêmico pode ser uma estratégia relevante para enfrentar uma nova normalidade, mas requer não apenas uma definição política e esforços públicos. Também é necessário estabelecer um quadro institucional sólido.
Frente ao exposto, o desenvolvimento de projetos de inovação pode hoje ser um mecanismo para a subsistência da empresa, o que permitiria, por um lado, otimizar o uso e controle de recursos e capacidades da organização, e por outro, criar novas linhas de negócios para capturar novas oportunidades decorrentes de mudanças nos mercados, além de ser ferramenta estratégica fundamental para sobrevivencia em tempos de crise.
Inovação deve ser tratada como elemento chave de competitividade, já que os mercados se tornam cada vez mais concorrenciais. Dessa forma, deve-se conhecer e monitorar os indutores da inovação na empresa e as técnicas de pesquisa de mercado, de modo a identificar e entender os desejos e se posicionar, buscando o desenvolvimento, a adequação e a gestão de produtos e serviços, seja para mercados existentes ou novos mercados, evitando suas armadilhas.
Adicionalmente, deve-se estabelecer um plano de metas e de ações, considerando os quatro pontos cardeais da inovação, ou seja, produtos (nos bens e
34 ou serviços que a empresa oferta ao mercado), processos (na forma com que esses produtos são criados, desenvolvidos e entregues), negócios (mudança de posicionamento frente ao mercado e exploração de novos mercados) e gestão (mudanças de paradigmas nos modelos de gerenciamento que orientam as ações da empresa) (ZIVIANE,2017).
Atualmente, estão sendo exigidos dos empresários nos seus diversos ramos de produtos e/ou serviços, que haja uma proatividade em sua forma de trabalhar ou de identificar de forma antecipadamente as demandas de mercado. O êxito somente virá se as empresas investirem na inovação, isso com certeza vai garantir maior fatia no seu negócio, diante do mercado, trazendo maior clientela, desenvolvimento de novas tecnologias que influenciarão os negócios direta ou indiretamente, que resultará no sucesso de seu posicionamento no mercado.
Com o mercado bastante competitivo atualmente existente em todos os ramos de negócio, justifica-se que investir na inovação é de suma importância, pois a mesma é fator fundamental para o crescimento e desenvolvimento das empresas, seja qual for o seu perfil ou atividade.
A medida que as empresas se interessam em inovar, elas devem traçar uma estratégia, que deve estar alinhada ao seu objetivo de negócio e sua importância para obter a vantagem competitiva.
A inovação pode ser entendida como a busca de melhorias e desenvolvimento para se manter no mercado, seja ele de produção ou serviços, cada vez mais competitivo.
Na área do transporte coletivo, o foco principal é a prestação de serviços do transporte coletivo de qualidade aos clientes. Diariamente isso é focado na empresa, principalmente na área operacional e de manutenção objetivando na condução dos clientes os pilares da qualidade que são a segurança, pontualidade e conforto.
Nota-se que a inovação aplicada nas empresas de transporte coletivo, está baseada na incremental, onde busca a melhoria contínua nos serviços prestados, objetivando a perfeição no atendimento à satisfação dos clientes. Para inovar necessita-se que haja um equilíbrio com a aplicação de outro tipo de inovação, para que surja oportunidade de num futuro próximo da prestação de melhores serviços de condução coletiva aos seus clientes. Para gerar maior valor agregado nesse setor, às
35 empresas devem focar em dar um retorno mais rápido as solicitações dos clientes, abrindo novos canais de relacionamento com os mesmos.
Inovar tornou-se a principal meta de competição entre as empresas, principalmente, pós pandemia da COVID 19. Na atualidade, quem detêm o conhecimento tecnológico, conduz a dominação econômica. O conhecimento tecnológico adquirido através da pesquisa e desenvolvimento, pode fundamentar uma empresa competitiva e sua busca permanente de inovações, pode recriar condições para as empresas se manterem competitivas no decorrer do tempo.
Torna-se vital a atividade de planejamento para o processo de inovação no país, sendo fundamental para identificar as tendências tecnológicas globais e as oportunidades que se abrem para o Brasil. Não se pode inovar em qualquer ramo de negócio se não houver o investimento no capital humano dentro das empresas, para que a inovação seja alcançada com sucesso. Se os empresários focarem nisso, com certeza seus negócios obterão a vantagem competitiva.
36 3 METODOLOGIA
Com relação à metodologia, no que se refere aos métodos, foi realizado uma pesquisa do tipo estudo de caso, com o tratamento dos dados por meio da abordagem quali-quantitativa, através de um estudo ex post facto. Estudo de caso, na definição de Yin (2010), refere-se a um tipo de investigação que se torna apropriado para analisar situações ou fenômenos os quais se busca identificar características peculiares, situações passadas, presentes ou futuras, interação ou sinergia com o contexto de uma ou algumas unidades, tais como grupos, indivíduos, instituições, empresas comunidades, além de outros.
No entanto, no estudo de caso, por ser realizado para analisar, levantar ou representar um objeto, evento ou situação, os resultados não são aptos a representar todas as demais realidades de outros contextos, ou seja, não há como se generalizar os achados obtidos para outras amostras ou populações, mesmo que integrantes das mesmas condições, pois o estudo de caso representa um(uns) contexto(s) específico(s) próprio do sujeito, local ou evento (COOPER; DONALD; SCHINDLER, 2016 ).
No que se refere à abordagem quali-quantitativa como tratamento dos dados, um estudo pode adotar, como método, tanto a pesquisa qualitativa, como a quantitativa ou ambas em conjunto. Enquanto a estrutura quantitativa refere-se àquela que faz uso de algum viés matemático, capaz de ser mensurado de forma objetiva (como números, média, moda, percentuais, estatísticas, entre outros), a qualitativa se detém à subjetividade, ou seja, não se prende a padrões somatários, atuando mais no nível da imateralidade, suposições ou fenômenos hipotéticos de questões (FLICK, 2016).
No que se refere ao termo ex post facto significa após o fato. Nesse tipo de desenho, o pesquisador considera o estudo quando o fenômeno já aconteceu.
Geralmente, é uma busca pelas causas que o produziram, retrospectivamente (RAUEN, 2003).
Já as técnicas empregadas foram a pesquisa documental, utilizando-se dados secundários. Por dados secundários, entende-se informações que já se encontram formuladas, devendo o pesquisador buscar sua coleta e sistematização, para posteriormente compilar e analisar conforme seus propósitos de estudo
37 (COOPER; DONALD; SCHINDLER, 2016 ). Segundo Rauen (2012, p. 123): "Os dados secundários são aqueles dados que foram coletados para outros fins, não levando em consideração as necessidades específicas da pesquisa que está em desenvolvimento”.
Para a coleta dos dados secundários, utilizou a pesquisa documental. Em relação à pesquisa documental, Ramos (2017, p. 161) define:
A pesquisa documental tem seus dados extraídos exclusivamente de documentos. Trata-se, no geral, de fontes extremamente ricas, que vêm sendo usadas com frequência pelas ciências humanas e sociais. Documentos são informações sistemáticas, que podem aparecer de forma visual ou escrita, e devem necessariamente encontrar-se em um material que seja uma fonte durável de armazenamento. A pesquisa documental deve ser utilizada quando existe a necessidade de se analisar, criticar, rever ou ainda compreender um fenômeno específico ou fazer alguma consideração que seja viável com base na análise de documentos.
Com relação à população e amostra, foi empregada a amostragem não- probabilística, que se refere àquela que não leva em conta um cálculo amostral para a seleção dos participantes, ao se adotar o critério de conveniência ou acessibilidade.
Este tipo de amostragem é empregado quando não se conhece o total dos elementos que integram a população do fenômeno em estudo ou quando tais elementos não se encontram facilmente acessíveis para a atuação do pesquisador (YIN, 2010).
Em outras palavras, a amostra por conveniência ou acessibilidade é uma das técnicas de amostragem não-probabilística, pela qual os elementos são selecionados frente à proximidade e acessibilidade que o pesquisador detém junto aos mesmos, considerando que possam representar o universo ou a população-alvo em análise (YIN, 2010).
A análise de caso foi realizada em 17 empresas de transporte público, cujas qualificações encontram-se representadas na Tabela 1, a seguir, considerando-se também a região de localização da empresa, porte e tempo de experiência no setor.
38 Tabela 1- Qualificação dos entrevistados
Fonte: Dados dos pesquisadores (2022)
Com base nos métodos, técnicas e tipo de amostra empregada, cada integrante fez o levantamento e coleta de informações individuais dos impactos e ações realizadas em suas respectivas organizações. O processo de levantamento e coleta abrangeu a totalidade das ações que foram realizadas.
Nessa etapa, verificou-se o que foram realizadas mais de 80 ações diferentes pelas empresas em análise, para superar o momento evidenciado anteriormente, devido às consequências trazidas pela Covid-19. Após a análise, chegou-se à conclusão que seria necessária uma ferramenta que estabelecesse quais as ações que mais foram relevantes e importantes, no universo de todas as informações levantadas durante a fase de levantamento de dados da pesquisa.
Após essa junção, avaliou-se quais das ações adotadas pelas empresas foram equivalentes entre si, sendo essas unificadas. Feita a compilação e unificação das informações, foi utilizada a metodologia da Matriz GUT para estabelecer os itens mais importantes.
A sigla GUT significa Gravidade, Urgência e Tendência, referindo-se a um sistema de priorização e resolução de problemas amplamente utilizado em ferramentas da qualidade. A utilidade desse sistema está em listar uma série de problemas ou oportunidades e depois classificá-los de acordo com esses três critérios, buscando chegar a uma lista por ordem de relevância (CEMBRANEL; LOPES, 2016).
As três variáveis GUT podem ser assim definidas:
- Gravidade – refere-se ao impacto do problema/oportunidade no negócio.
Se ocorrer um problema ou oportunidade, quais serão as consequências e como elas influenciarão negócio?
- Urgência: refere-se ao tempo que a empresa tem para resolver o
39 problema e reduzir os impactos negativos ou maximizar os impactos positivos. Quanto tempo leva para resolver esse problema?
- Tendência: refere-se à perspectiva de mudança de cenário. Se a organização não agir sobre a situação, como ela se desenvolverá?
A partir disso, deve-se criar uma escala de classificação para cada um dos critérios e seus desdobramentos de acordo com sua relevância. No caso da gravidade da situação, por exemplo, sua escala pode ser:
1 Sem gravidade.
2 Pouco sério.
3 Sério.
4 Muito sério.
5 Extremamente sério.
Os passos para construir a ferramenta são os seguintes, conforme Souza (2022):
1. Listar os problemas ou pontos para análise.
2. Atribuir uma pontuação de 1 a 5 de acordo com a intensidade das três variáveis para cada questão GUT.
3. Multiplicar os valores das três variáveis de cada problema (GxUxT).
4. O valor mais alto deve ser o ponto a priorizar.
Com base nisso, após a aplicação da Matriz GUT, a classificação das ações prioritárias e relevantes, ficou estabelecida da forma apresentada no capítulo a seguir.
40 4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS
Neste capítulo, são apresentados os resultados obtidos na pesquisa de campo realizada, no qual também se faz a discussão dos mesmos, seguindo as bases conceituais da revisão da literatura sobre o tema, seguindo-se os procedimentos metodológicos anteriormente explanados.