Pelo que se percebe da história, a existência do trabalho infantil vem desde os primórdios da sociedade e, conforme se constata nos dias de hoje está muito longe de ser definitivamente eliminado.
O trabalho infantil que explora de forma cruel a criança e o adolescente sem qualquer prosperidade, mas somente prejuízos para a sua saúde e formação, deve receber mais força em seus programas, conscientizando cada vez mais a população em geral a fim de que se possa alcançar, um dia, a efetiva proteção dos menores.
O trabalho doméstico excessivo é quase imperceptível aos olhos da sociedade, porém muitas crianças são submetidas e sofrem absurdamente nas mãos de quem deveria ser o primeiro a protegê-las. As campanhas de conscientização precisam alcançar esses (ir)responsáveis de modo que não tenhamos mais notícias de tais abusos dentro do próprio lar e que, inclusive, as pessoas que convivem com crianças, saibam identificar quando alguma delas estiver sofrendo de exploração, para que possam ser tomadas providências.
Ainda, podemos notar que as mais variadas formas de erradicação do trabalho não perseguem o trabalho infantil mais visível, que é o das celebridades, o que o torna ainda mais difícil de ser combatido, por ser maquilado pela aceitação do público quando não verificadas as ruins consequências causadas para o ser humano em desenvolvimento, mesmo que seja este labor financeiramente vantajoso.
Portanto, na busca pela erradicação do trabalho infantil, devemos acrescentar aqueles que não têm sido dada a devida atenção, mas que igualmente prejudicam a criança e o adolescente de forma mediata e irreversível.
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