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Figura 25. Lista de processos gerados aleatoriamente.

O teste se repetiu por três vezes, com o intuito de ter-se uma quantidade de dados para poder iniciar o ajuste de uma variável, como exemplo, para apurar seus resultados e demonstrar a sua execução. A variável escolhida e alterada foi a READ_BUFFER_SIZE, no qual foi passado do valor padrão 131072 para 8200, conforme Figura 26. Após a alteração e ao executar a simulação pela quarta vez com a alteração da variável acima, temos como resultado a Figura 27, que mostra como foi prejudicado o tempo dos processos.

O tempo dos processos é mostrado no formato 0.00000, ou seja,

“segundo(s).milisegundo(s)”, facilitando assim ao sistema extrair os cálculos das totalizações.

Figura 26. Alteração da variável Read_Buffer_Size.

Figura 27. Resultado simulação.

A cada simulação, o sistema tem por padrão, preparar o mesmo ambiente da execução anterior. Isso faz com que os mesmos dados e cláusulas SQL sejam repetidos para uma melhor qualidade dos resultados.

Mesmo apresentando-se um simples teste, com poucos registros, percebe-se o quão é importante a influência dos ajustes que o banco de dados pode sofrer. Cabe cada administrador a análise de forma mais profunda para extrair o melhor de seu desempenho.

O ajuste de desempenho em banco de dados não termina em uma simples configuração de variável. Existem várias formas, de se obter os melhores resultados desejados da operação de um banco ou servidor, e esta é uma delas e complementar as demais.

CONCLUSÃO

Inicialmente a ideia proposta foi o desenvolvimento de uma ferramenta para análise e ajuste de desempenho para o MySQL sem o direcionamento de efetuar simulações. Logo uma nova ideia foi levantada e optou-se por desenvolver as funcionalidades em uma ferramenta para simulação, tornando sua execução mais intuitiva e com opção de identificar problemas antes mesmo de uma base de dados entrar em funcionamento.

O tema proposto no projeto veio ao encontro das necessidades do desenvolvimento de uma ferramenta para simular processos, com o intuito de gerar e obter dados para auxílio na análise e ajuste de desempenho em banco de dados MySQL.

As funcionalidades propostas são direcionadas para a configuração de variáveis de sistema juntamente com análise das variáveis de runtime. Mesmo sendo apenas uma das formas de medir e ajustar desempenho em bancos de dados, considera-se de grande importância devido sua abrangência em todos os outros métodos. Lembrando que as configurações um banco de dados são apenas uma das formas de análise e ajuste para aumento de desempenho em um banco de dados.

Após a análise de algumas ferramentas para desempenho do MySQL, tornou-se mais visível o que deveria ser proposto como funcionalidades do simulador. O Simulador, por suas características de código aberto, pode permitir que melhorias sejam efetuadas e posteriormente divulgadas à comunidade que adota a filosofia do código livre ou até mesmo para uso didático.

Outra característica é que para o desenvolvimento a linguagem utilizada também é livre.

Nos testes apresentados na seção de validação, tem-se uma melhor visão do funcionamento da ferramenta para a simulação e como se pode obter melhoras significativas com os ajustes das variáveis de configuração em um banco de dados.

A conclusão do projeto foi um desafio pelo desejo de colocar em prática as funcionalidades modeladas. Também é almejado que as funções sejam melhoradas e ampliadas em todos os níveis de otimização do MySQL, em trabalhos futuros.

Para trabalhos futuros, como sugestão, é desenvolver mecanismos de inteligência para sugerir e ajustar de forma automatizada as variáveis de configuração.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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APÊNDICES

A PROJETO

O projeto foi modelado com o objetivo de desenvolver a ferramenta (software) para simulação da análise e ajuste de desempenho para o SGBD MySQL. Neste capítulo descrevem-se, utilizando a UML (Unified Modeling Language, Linguagem de Modelagem Unificada) e a prototipação da interface, as funcionalidades e dados necessários para o desenvolvimento da ferramenta.

Os itens que compõem este capítulo são:

• Listagem dos Requisitos Funcionais;

• Listagem dos Requisitos Não Funcionais;

• Diagrama de Casos de Uso;

• Diagrama de Componentes; e

• Diagrama de Implantação.

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