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8ª Semana da Matemática

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Academic year: 2023

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Texto

Amanda Uneida [email protected] Giovanna Couto [email protected] Lara Alves [email protected] Luísa Thomazini [email protected] Nicole Zuccolotto [email protected] Claudia. Tilgængelig fra - https://ed.ted.com/lessons/can-you-solve-the-virus-riddle-lisa-winer.

Figura 1 – Distribuição das salas
Figura 1 – Distribuição das salas

INTRODUÇÃO

Fonte: https://www.escolavirtualdemusica.com.br/conhecendo-as-notas-musicais-no-Teclado/conhecendo-as-notas-musicais-no-teclado-img-4/. Uma oitava é o intervalo entre duas notas sucessivas com o mesmo nome - uma nota e a outra com o dobro ou a metade da frequência - daí a razão 2.

Figura 1 – Teclas de um piano
Figura 1 – Teclas de um piano

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fabrícia de Jesus da Silva Federale Instituut van Espírito Santo, Vitória-kampus [email protected]. Sandra Aparecida Fraga da Silva Federale Instituut van Espírito Santo, Vitória-kampus [email protected].

Figura 1: Escala cromática de dó.
Figura 1: Escala cromática de dó.

Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2004

OPERAÇÕES DE MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO COM ANTIGAS TABULAS DA BABILÔNIA Lucas Mulinari Bongiovani [email protected] Jhúlia Rittberg Rocha [email protected] Claudia Alessandra Costa de Arajojojaarenez.DU. Francisco Bergamim de la Puente [email protected] Guilherme Fonseca Visintini [email protected] Rodrigo De Angeli Souza [email protected] Claudia Alessandra Costa de Araujo Lorenzoni.

Figura 1 – Exemplo de gráfico típico de uma distribuição normal de Gauss
Figura 1 – Exemplo de gráfico típico de uma distribuição normal de Gauss

RELATO DE EXPERIÊNCIA

A concepção de ensino de matemática baseada na transferência de conhecimento por meio da memorização ou repetição de conteúdos pode levar ao desinteresse dos alunos, pois muitos não conseguem aprender e compreender a utilidade da matemática por não se adequar a essa metodologia de ensino. Segundo este autor, “ensinar não é transmitir conhecimentos, mas ajudar os alunos a construí-los” (FREIRE, 1996, p. 25). A educação matemática não deve apenas ajudar os alunos a aprender certas formas de conhecimento e técnicas, mas também convidá-los a pensar sobre como eles devem implementar essas formas de conhecimento e técnicas.

Entendemos o jogo como uma metodologia de ensino diferenciada, que proporciona resultados importantes no desenvolvimento dos alunos de forma prazerosa e interativa, sem perder o foco nos conceitos matemáticos. Quando um professor se propõe a utilizar um jogo como método de ensino, ele deve pensar e planejar o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem da matemática.

METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO 1 OFICINA

  • DISCIPLINA MATEMÁTICA III

Cada grupo deveria pegar o balde de sua equipe, retirar os papéis e as bolas e tentar encontrar a lei da formação de funções, relacionar uma bola com um papel, veja a Figura 3. Durante as apresentações, o envolvimento do grupo na descoberta da lei da construção do grupo demonstrou que a atividade despertou o interesse dos alunos, mesmo sendo de turmas diferentes. Na Figura 5, os valores foram inseridos de forma desordenada para verificar se os alunos realmente haviam internalizado a ideia de Domínio, Faixa e Imagem ao relacionar os números das tabelas.

Ao contrário da oficina, os alunos da turma de Matemática III não aprenderam os conceitos de função afim e o último tópico foi equações na primeira série. Dos três grupos reunidos para encontrar a lei da formação, todos entenderam a relação entre as bolas e os números, mas quando foram convidados a demonstrar a escrita dessa lei tiveram dificuldade, principalmente o grupo que escolheu as bolas azuis, pois a lei de formação era composta por uma variável e um termo independente.

Figura 2: Alunos arremessndo as bolas em baldes específicos
Figura 2: Alunos arremessndo as bolas em baldes específicos

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Essa lista incluía dois exercícios sobre os conceitos de função, com um diagrama de Venn que relaciona domínio, escopo e imagem, e dois exercícios que abordavam a área de segurança e desempenho no trabalho.

Nathalia Maria Dias Pagung Instituto Federal do Espírito Santo [email protected] Marcelene Duarte Alves Instituto Federal do Espírito Santo [email protected] Camila Maria Dias Pagung Dra. Silva Mello [email protected] Luciano Lessa Lorenzoni Instituto Federal do Espírito Santo [email protected] Oscar Luiz Teixeira de Rezende Instituto Federal do Espírito Santo [email protected]. Este trabalho relata uma experiência realizada por meio de ações desenvolvidas nos anos de 2015-2017, que visaram a análise de enunciados de problemas matemáticos para identificar e compreender as dificuldades apontadas pelos alunos em avaliações internas e externas, dentre elas o Teste Brasil. .

A matemática está presente no cotidiano das pessoas de forma que a resolução de problemas torna-se uma habilidade importante na sociedade. Partindo dessa premissa, desenvolvemos ações conjuntas iniciadas em 2015, em uma escola pública do Espírito Santo, intensificadas em 2017, envolvendo professores e pedagogos, para mostrar que os resultados satisfatórios obtidos nas avaliações dos anos posteriores, está relacionado ao trabalho voltado para a análise dos enunciados dos problemas apresentados pelos exames internos e externos.

JUSTIFICATIVA E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Baseamos nossos estudos em pesquisas em Educação Matemática (SOUZA & . GUIMARÃES, 2015; ABEDI & LORD, 2001; SMOLE & DINIZ, 2001), que refletiram sobre a compreensão dos alunos na resolução de problemas, com ênfase em enunciados. Pereira (2014, p. 24), seguidor de Polya (1945) argumenta que “um dos motivos que dificulta o aprendizado da Matemática é o fato de o aluno ser levado a primeiro aprender conceitos para depois aplicar a resolução de problemas”. Para ele, o ensino do algoritmo deve ser consequência da estratégia de resolução de um problema e não de um conceito isolado, o que pode fazer com que os alunos tenham dificuldade de compreensão e resolvam problemas posteriormente soltos.

Com base nos estudos destacados, examinamos se as dificuldades dos alunos de uma escola residiam no desenvolvimento do algoritmo ou na compreensão dos enunciados, pois a leitura com sentido, como nos ensina Pólya (1945), nos permite refletir sobre as estratégias e procedimentos a implementar para uma aprendizagem sistematizada e consolidada. Para isso, Fonseca e Cardoso (2005) afirmam que “a dificuldade dos alunos em ler e compreender os textos-problema está, entre outros fatores, ligada à ausência de um trabalho específico com o texto-problema [...]” (FONSECA e CARDOSO, 2005, p. 64).

METODOLOGIA

  • A ATIVIDADE

A dificuldade para eles decorre da não interação dos alunos com os textos (matemáticos), principalmente devido aos vocabulários exóticos, à ambigüidade dos significados, ao desconhecimento do conteúdo matemático para sua vida social. A equipe pedagógica realizou uma avaliação diagnóstica no início dos anos letivos, em parceria com os professores do 5º ano, para mapear as necessidades dos alunos, sem descuidar dos conhecimentos mínimos necessários para atingir a série cursada. A pedagoga, em contato com as professoras durante o planejamento das atividades, oferecia o conteúdo a ser tratado nas aulas, de acordo com os resultados da avaliação diagnóstica, priorizando as atividades em que os alunos apresentavam maiores dificuldades de compreensão no áreas de Língua Portuguesa e Matemática, para acompanhar as necessidades das turmas e também dos alunos individualmente.

Diante da possibilidade de que esse seja um dos problemas para a solução das questões, seja pela estrutura inadequada de alguns enunciados, seja pelo vocabulário empobrecido dos alunos, a professora sugeriu orientar os alunos no sentido da compreensão do afirmações, verificando palavras e elementos desconhecidos para familiarizar-se com os termos matemáticos, pois esses termos devem fazer parte do seu entendimento e não podem ser alterados ou retirados das avaliações. A professora explicou aos alunos o significado da expressão 'quilômetros por hora', para que eles entendessem o enunciado do problema e aprendessem que a cada hora o veículo percorre 60 quilômetros.

Figura 2. Dados do Ideb 2015 da EMEF Adalgiza Fernandes Marvila  Fonte: Ideb/Inep
Figura 2. Dados do Ideb 2015 da EMEF Adalgiza Fernandes Marvila Fonte: Ideb/Inep

Considerações Finais

Em sala de aula, a aula começou com um breve bate-papo com os alunos para ampliar o conhecimento prévio do jogo Tower of Hanoi. Posteriormente, foi apresentada uma lenda do jogo com materiais elaborados por Watanabe (2004) e solicitado aos alunos que formassem duplas. Por fim, os alunos foram solicitados a calcular o número total de movimentos necessários para as 64 peças conforme mostrado na lenda da Torre de Hanói.

A tabela foi então reproduzida no quadro com as quantidades mínimas de movimentos necessários para transportar a torre até o terceiro pino para que os alunos pudessem comparar os dados encontrados. Dessa forma, percebemos que os alunos e o professor estavam curiosos e dispostos a aprender mais, o que é a base para uma boa aprendizagem do conhecimento. Este trabalho apresenta uma atividade de jogo matemático, utilizando baralho, desenvolvida com alunos da terceira série do ensino médio de uma escola pública do estado do Espírito Santo.

Todos os anos, os alunos que trabalham no Pibid costumam realizar uma Maratona de Matemática no segundo semestre e procuram introduzir atividades que envolvam a Matemática por meio de uma competição saudável.

Figura 1 – Alunos manipulando o jogo Torre de Hanói.
Figura 1 – Alunos manipulando o jogo Torre de Hanói.

MATEMÁTICA FINANCEIRA E EDUCAÇÃO FINANCEIRA

BNCC E EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Entendemos que, de fato, tais questões precisam ser abordadas; porém, como aponta Rosetti (2009), esses conteúdos devem ser trabalhados com situações reais. Por fim, cabe aos sistemas e redes educacionais, bem como às escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, incluir nos currículos e propostas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana nos âmbitos local, regional e. escala global, preferencialmente de forma transversal e integradora. No KKBK esses temas são abordados nas competências dos componentes curriculares e cabe aos sistemas de ensino e escolas, de acordo com suas especificidades, abordá-los de forma contextualizada.

Embora o documento veja a educação financeira como um tema contemporâneo que deve ser discutido no ambiente escolar, não há descrição do que deve ser abordado, ficando a critério das escolas.

FALANDO DE CESTA BÁSICA: A EXPERIÊNCIA VIVIDA

  • Descrição do problema estudado
  • Trabalhos Relacionados

Porém, como não dispomos de tempo para isso, optamos por apresentar em agosto de 2018 uma turma que cursava o Segundo Ano do Ensino Médio, Integrado ao Curso Técnico em Estradas de uma Instituição Federal localizada no município de Vitória, no Espírito Santo, a seguinte tarefa: elaborar, em folha A4 (287 mm x 210 mm), um folheto informativo sobre a Cesta Básica. Isso prova que, mesmo que o termo Cesta Básica fosse conhecido por aqueles alunos, o significado de cesta básica não era. Nesse sentido, muitos questionaram a ausência de alguns produtos, enquanto outros afirmaram que, segundo pensavam, aquelas quantidades eram insuficientes para o número de pessoas a quem se destinava a Cesta Básica.

Apontou também que cinco artigos apresentam discussões sobre a curva base em diferentes cidades. Temas como origem da curva base, diferenças regionais e relação entre salário mínimo e curva base também foram citados em alguns trabalhos, mas devido às limitações da produção deste texto, não serão analisados.

Figura 1 – Panfleto com questionamento a respeito dos componentes da Cesta Básica.
Figura 1 – Panfleto com questionamento a respeito dos componentes da Cesta Básica.

METODOLOGIA

Ao analisar as questões elaboradas por uma aluna do terceiro ano, percebemos que ela estava criando um problema composto que exigia várias operações.

VIVÊNCIAS E APRENDIZAGENS

Da mesma forma, criar um clima de interesse e descontração também serve de incentivo para que eles queiram entender e solucionar as questões levantadas pelos colegas. Os alunos aprendem que não precisam apenas resolver algo que os matemáticos fizeram, mas também podem ser participantes ativos no processo de criação.

REFLEXÃO, CONHECIMENTO E APRENDIZAGENS

CONTRIBUIÇÕES DO GRUPO DE ESTUDO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA NOSSA FORMAÇÃO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A atividade continha uma lista de oito questões sobre frações algébricas que foram escolhidas por diferirem um pouco das questões padrão que os alunos costumavam resolver em sala de aula. Ou seja, neste caso, o significado é o que os alunos entendem sobre o conteúdo matemático com o qual estão trabalhando. Um fato digno de nota é que os alunos puderam consultar todo o conteúdo do caderno.

Tais pesquisas mostram que os alunos abandonam a escola devido ao baixo desempenho escolar e a diversos fatores sociais. Observou-se ao longo das aulas que os alunos se sentiram motivados e avançados nos níveis cognitivos previstos por van Hiele. Verificou-se que os alunos conheciam exemplos de ampliação e redução de figuras, mas não os reconheciam como um processo matemático.

Nesse contexto, o professor tem o papel de mediador, iniciando discussões com os alunos sobre o conteúdo estudado e levando-os a assumir o papel de protagonista dentro da sala de aula.

Figura 2 – Associação de algarismos indo-arábicos com quantidade de palitos
Figura 2 – Associação de algarismos indo-arábicos com quantidade de palitos

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Figura 1 – Distribuição das salas
Figura 3 – Representação da cidade de Könisberg
Figura 2 – Uma função “onda de pressão” e uma aproximação sua por uma função degrau  Fonte: Matemática e Atualidades – Volume 1
Figura 2: harmonografo.                                       Figura 3: Curvas paramétricas formadas pelo      harmonografo
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Referências

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