Vista no nível normativo como uma atividade e mais especificamente no nível da sociedade da informação tendo em vista a proteção legal do ambiente digital como atividade poluidora, a desinformação (“fake news”) recebe o necessário enfrentamento jurídico nos âmbitos constitucional e infra. -nível constitucional. nível superior, tendo em vista o disposto no Art. 225, § 3º de nossa Lei Maior e na Lei 6.938/81. Como atividade voltada à difusão de notícias falsas, as “notícias falsas” são consideradas constitucionalmente lesivas ao meio cultural, conforme argumentos previamente desenvolvidos, sujeitando os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar o dano. .reparação causada de acordo com o que estabelece o Art.225, § 3º de nossa Lei Maior.
A CAPABILITIES APPROACH DISCUSSION
AGÊNCIA, CAPACIDADES E DIREITOS
UMA ABORDAGEM DA TEORIA DAS CAPACIDADES
Listing basic or central capabilities is justified because this version of the capabilities approach focuses on such a central area of freedom whose removal would dehumanize life.3 The capabilities approach is not concerned with all typing. A few pages later she added: “The notion of dignity is closely related to the idea of active endeavour.
FERRAMENTA PARA DESENVOLVIMENTO SOCIAL E A REDUÇÃO DO DÉFICIT ÉTICO DAS EMPRESAS
DÉFICIT ÉTICO DAS EMPRESAS
APPLICABILITY OF COMPLIANCE AS A TOOL FOR SOCIAL DEVELOPMENT AND THE REDUCTION OF THE ETHICAL
DEFICIT OF COMPANIES
Parte da literatura entende que a função social de uma empresa se estende à forma como essa responsabilidade é difundida dentro da empresa. As boas práticas de integridade são a base para contribuir com o desenvolvimento social como reflexo do papel social da empresa.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS NO DIREITO BRASILEIRO
ANALYSIS OF SMART CONTRACTS TROUGHT THE PRINCIPLE OF THE SOCIAL FUNCTION OF CONTRACTS IN
BRAZILIAN LAW
- INTRODUÇÃO
- A TECNOLOGIA, O DIREITO E AS RELAÇÕES CONTRATUAIS
- SMART CONTRACT: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CONTRATUAL
- A FUNÇÃO SOCIAL DO SMART CONTRACT
Não é objetivo deste ensaio aprofundar as diversas concepções do princípio da função social. No entanto, na análise dos contratos inteligentes, entende-se que as prerrogativas concedidas pelo princípio da função social dos contratos são afastadas.
INVENTIVA NA EXECUÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO
THE APPROPRIATION SCHEME ON INVENTIVE ACTIVITY IN THE EXECUTION OF THE EMPLOYMENT CONTRACT
Essa variação reflete a execução do contrato de trabalho do empregado, pois está intimamente relacionada ao regime de apropriação do resultado do processo inventivo. Na sequência, apresenta-se em especial o Instituto do Direito da Propriedade Industrial e, conseqüentemente, o artigo 88, onde o regime de apropriação do autor inventor será direcionado às invenções de serviço no âmbito da execução do contrato de trabalho. Ao enfatizar a importância dos direitos de propriedade intelectual para o crescimento do país, torna-se relevante direcionar a atenção para as criações intelectuais do empregado durante a vigência do contrato de trabalho.
Uma questão interessante diz respeito à competência para lidar com os obstáculos decorrentes da execução do contrato de trabalho do empregado inventor da invenção.
INTERNATIONAL CLIMATE POLITICS
FROM SCIENTIFIC CONSENSUS TO GLOBAL GOVERNANCE
SISTEMA CLIMÁTICO E FATORES ANTROPOGÊNICOS
Com tais considerações, podemos concluir que o Acordo de Paris, ao contrário do Protocolo de Kyoto, não estabeleceu uma meta específica de redução de gases de efeito estufa, mas sim um limite para o aumento da temperatura da Terra (1,5oC em 2100). Em outras palavras, a policentricidade do Acordo de Paris desempenha um papel importante na luta global contra as mudanças climáticas, pois permite que cada país adapte e contextualize as tarefas e políticas adotadas em nível internacional com seu próprio processo de desenvolvimento. 21 Ministério do Meio Ambiente: http://www.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/accordo-de-paris.
Disponível em:
TRABALHO, A REFORMA TRABALHISTA E A PROIBIÇÃO AO RETROCESSO SOCIAL
SOCIAL
LAS TRANSFORMACIONES EN LAS RELACIONES DE TRABAJO, LA REFORMA LABORAL Y LA PROHIBICIÓN AL
RETROCESO SOCIAL
Crise do Estado Social de Direito
A efetivação dos direitos sociais no Brasil e em muitos países latino-americanos passa por inúmeros problemas. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é um marco na proteção dos direitos fundamentais, principalmente no que se refere aos direitos de segunda e terceira geração, incluindo os direitos sociais do trabalho. O princípio da proibição de retrocesso funciona como uma limitação para o legislador, que o impede de adotar medidas que visem reduzir a eficácia dos direitos sociais positivos, ou seja, reconhecer e sedimentar.
Além das mudanças quanto ao material direto do trabalho, é preciso chamar a atenção para as mudanças relacionadas aos aspectos do processo de trabalho e tutela judicial dos direitos dos trabalhadores.
DAS POPULAÇÕES FRONTEIRIÇAS DO MERCOSUL SOB A PERSPECTIVA DO DIREITO INTERNACIONAL DOS
DIREITOS HUMANOS
DIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS THE RIGHT TO PERSONAL SECURITY OF MERCOSUR
INTERNATIONAL HUMAN RIGHTS LAW
- O Conteúdo Jurídico do Direito à Segurança Pessoal na Organização dos Estados Americanos (OEA)
- A fronteira como elemento facilitador da prática de crimes
- Análise da efetividade da forma tradicional de combate aos crimes transnacionais
- A violência nas fronteiras e os obstáculos ao exercício do Direito ao Desenvolvimento
- Aplicação dos preceitos de Cooperação Internacional à problemática do Direito à Segurança Pessoal nas fronteiras
Para atingir seu objetivo, o trabalho iniciará com uma abordagem do direito à segurança pessoal no âmbito do Direito Internacional dos Direitos Humanos, em particular conforme consta da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em seguida, será analisado o conteúdo jurídico do direito à segurança pessoal no âmbito da OEA, do Mercosul e dos países deste último bloco. No entanto, em um contexto jurídico global, o direito à vida é certamente a pedra angular de todos os direitos de determinados momentos históricos e também é fundamental para o alcance do direito internacional dos direitos humanos.
É nessa perspectiva que o direito à segurança pessoal vem evoluindo tanto no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU) quanto no âmbito regional de organismos internacionais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA), em especial sua Comissão de Direitos Humanos Direitos Humanos (CIDH), e também do Mercado Comum do Sul (Mercosul), que é objeto de estudo do Direito Internacional dos Direitos Humanos.
EXTERNALIDADES AMBIENTAIS
SUSTAINABLE ECONOMIC DEVELOPMENT AND ENVIRONMENTAL EXTERNALITIES
Nesse contexto, o conceito de desenvolvimento sustentável surge como expressão que expressa aspirações coletivas como democracia e liberdade, momento em que se aprofundam os estudos sobre os efeitos externos negativos da atividade humana sobre o meio ambiente. Dentro do processo produtivo, as externalidades ambientais surgem quando o setor produtivo utiliza o meio ambiente e seus recursos gratuitamente. A atividade empresarial não pode mais ser incluída na exploração dos recursos naturais sem analisar as externalidades negativas que esse comportamento gera e que afetam o meio ambiente e as sociedades; portanto, o crescimento puramente econômico não é mais suficiente.
É necessária uma nova visão do sistema econômico para que ele efetivamente considere as externalidades causadas pelas atividades de produção e consumo sobre o meio ambiente.
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PUBLIC POLICIES AND THE OBJECTIVES OF SUSTAINABLE DEVELOPMENT
A Dimensão Econômica da Sustentabilidade
Constata-se que no conceito de desenvolvimento sustentável, o prisma do fator econômico jamais pode ser tratado com indiferença ou deixado de lado, pois a partir de uma economia saudável e responsável será possível gerar igualdade social, com pleno desenvolvimento sustentável em padrões de sustentabilidade. Como prescreve a doutrina, não há desenvolvimento sem crescimento econômico: “[..] o desenvolvimento sustentável será considerado um conceito sistêmico traduzido em um modelo de desenvolvimento global que incorpora aspectos do desenvolvimento ambiental ao modelo de desenvolvimento socioeconômico [. .]” (ALMEIDA; ARAÚJO, 2013, p. 21). Como não é possível continuar esse modelo desenfreado de crescimento econômico a qualquer custo, neste caso à custa da degradação ambiental, é preciso adotar o desenvolvimento sustentável com vistas ao atendimento das demandas atuais, sem, no entanto, o direito ao meio ambiente equilibrado com a sadia qualidade de vida das gerações futuras.
Por isso, é imprescindível para o ideal de sustentabilidade de longo prazo que a dimensão econômica seja devidamente desenvolvida para a adoção de mecanismos sustentáveis que respeitem o planeta e seus recursos naturais, a fim de estabelecer critérios éticos e justos de desenvolvimento que possam beneficiar os atuais gerações sem comprometer a existência das gerações futuras.
A Dimensão Ética da Sustentabilidade
Freitas explica: “uma dimensão ética, no sentido de que todos os seres possuem uma conexão intersubjetiva e natural, da qual emana a solidariedade empática como um dever universal de deixar o legado positivo da fase da terra [..]” (FREITAS , 2016, p. 64). Nesta dimensão reside a obrigação ética de ajudar o próximo, de respeitar os menos favorecidos e as políticas públicas voltadas para a inclusão dos marginalizados, “ou seja, há o dever de ser benéfico para todos os seres, dentro dos limites do que é possível, não deixe de prejudicá-los” (FREITAS, 2016, p. 65). Certamente, a distribuição da riqueza deve funcionar em benefício de toda a comunidade e não em benefício de uma minoria, “o escapismo não é admissível, aliás: toda corrupção, direta ou indireta, material ou imaterial, é eticamente condenável, não universalmente aplicáveis no longo prazo e, nessa medida, simplesmente insustentáveis” (FREITAS, 2016, p. 66).
A esse respeito, Freitas sugere que “a dimensão ética da sustentabilidade requer, portanto, sem pretensão, uma ética universal que possa ser alcançada, como o pleno reconhecimento da dignidade intrínseca dos seres vivos em geral [...]” (FREITAS, 2016, p. 67).
A Dimensão Ambiental da Sustentabilidade
Há um dever cívico de respeitar a máquina pública, para que o erário público seja utilizado de forma adequada e sábia, evitando desperdícios e despesas desnecessárias a favor de poucos e em detrimento de muitos. É um ponto chave que o erário público promoverá o progresso social, educacional, tecnológico e científico de toda a nação, para beneficiar o coletivo e não o individual. Portanto, a vida plena no planeta depende das escolhas de hoje para o surgimento de vida para as gerações futuras.
De fato, esse direito ambiental a uma sadia qualidade de vida também deve ser protegido e preservado para as gerações futuras, para que possam nascer, crescer e se desenvolver naturalmente para continuar a vida, pois “o direito fundamental ao meio ambiente equilibrado está diretamente a dignidade da pessoa humana pelo fato de abrigar a própria vida” (FERREIRA, RIBEIRO, 2018, p. 63).
A Dimensão Jurídico-Política da Sustentabilidade
O ideal de sustentabilidade é enfatizado no contexto dos ODS, no sentido de que os objetivos visam promover as dimensões da sustentabilidade: a dimensão social (objetivos e 11); 5 PLEXO DA SUSTENTABILIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS SUSTENTÁVEIS Para que o plexo da sustentabilidade seja devidamente realizado no Estado Democrático de Direito, é fundamental a realização de políticas públicas sustentáveis e desenvolvimentistas, pautadas na promoção e implementação dos ODS e dimensões. de sustentabilidade. De forma clara e concisa, é possível afirmar que o desenvolvimento sustentável pautado no plexo da sustentabilidade envolve, em grande parte, a implementação de políticas públicas que cumpram seus objetivos essenciais, por meio de escolhas sustentáveis que permeiam toda a Administração Pública, em todas as suas esferas de atuação. atividade. poder.
A primeira é que foi possível demonstrar que os ODS tentaram penetrar ao máximo em todas as dimensões da sustentabilidade para honrar, objetivar e consolidar um desenvolvimento integral baseado na sustentabilidade e na sua multidimensionalidade, com o objetivo de garantir o bem-estar sustentável. - ser para as gerações atuais e futuras.
ARTE: OS CAMINHOS PARA A PÓS-MODERNIDADE
A REVIEW OF THE TAX AND ITS STATE OF ART
THE PATHS TO THE POS-MODERNITY
O tributo como importante supedâneo na construção da modernidade
Porém, em relação à crise dos anos 1970, os países em desenvolvimento estariam colocados nesse cenário ao contrário. No entanto, o perfil dos sistemas tributários foi direcionado para obedecer a uma lógica estabelecida no início dos anos 1970. A tributação indireta está constantemente na pauta daqueles que se opõem ao seu efeito regressivo e à proporcionalidade.
Embora os princípios básicos da justiça fiscal tenham feito parte de documentos constitucionais em vários ordenamentos jurídicos, eles têm sido sistematicamente negligenciados em favor de um pragmatismo irresponsável.
O tributo na pós-modernidade
Mas no momento em que a pós-modernidade está em pauta em todas as direções, o que assusta a todos é a opacidade dos fatos sociais e o laissez-faire que parece estar presente na relação entre o Estado e o cidadão-contribuinte. . O comportamento social no início da pós-modernidade transcende os velhos embates sobre os valores do passado e ignora certas questões que hoje, quem sabe, não teriam a primazia de outros tempos. Neste trabalho, procuramos contextualizar o tributo como fato sócio-político, da modernidade à pós-modernidade.
A desorientação do contribuinte seria uma característica específica da cidadania fiscal e indicaria que já havíamos entrado na pós-modernidade social.
DIREITOS DE PERSONALIDADE E O ACESSO À JUSTIÇA
AGE RETIREMENT OF THE TRANSGENDER
PERSONALITY RIGHTS AND ACCESS TO JUSTICE
Dessa forma, temos que a dignidade da pessoa humana está fundamentalmente relacionada aos direitos fundamentais, servindo assim como um dos mais importantes princípios que norteiam o direito moderno por ser um princípio fundamental para o bem-estar social (Dworkin, 2002). Portanto, a dignidade da pessoa humana é o valor básico de um estado democrático de direito, reconhecendo o ser humano “como o centro e fim da lei” (Awad, 2006, p. 113). A distinção baseia-se na ideia do direito positivo no direito fundamental em direito público e do direito de personalidade em direito privado.
Nessa perspectiva, deve-se garantir o direito à mudança de gênero do indivíduo, como forma de garantir o princípio da igualdade e consequentemente concretizar a garantia de um direito personalíssimo e da dignidade da pessoa humana.