Un cunfini vale qwe da u tcrrWohw limita; cusì chì front reclaraatdon de border "quivaut * une demande de territoón". Cusì, se l'attu stessu hà una lege, serà regulatu da e norme chì disciplinanu l'efficacità di a lege.
Quem ordena que o Acre seja administrado pelo governo federal está negando abertamente os direitos da Amazônia ao Acre. Contudo, não nos limitaremos a estabelecer que o norte do Acre era brasileiro e depois, por explicação constitucional, concluir que era originário da Amazônia.
OS FACTOS
HISTORIA E GEOGRAPHIA
34; tínhamos, indiscutivelmente, direito a eles em toda a sua extensão" ... devido à nossa posição dominante na margem direita do Solimões e no curso de seus afluentes, segundo o princípio "ensinado por quase todos os mestres modernos do direito internacional" ... Em suma, num tribunal reunido para decidir entre as duas interpretações conflitantes sobre a inteligência daquele tratado, a verdade é que num tribunal brasileiro, como questão política, a jurisdição exclusiva dos poderes políticos nacionais, uma controvérsia sobre as fronteiras do Brasil com uma potência estrangeira se não pudesse ser resolvido, se não como o executivo resolveu aqui.
Não cabe à Bolívia manter este território distante, habitado apenas por estrangeiros indefesos contra ele.". Há muito se conhecem as riquezas do Acre, que nossos conterrâneos foram os únicos a explorar."
A PROVA
A PROVA CARTOGRAPHICA
34; os mapas do Brasil que delimitam a fronteira seguem uma linha reta inclinada, traçada da foz do Ben até a nascente do Jaquirana, eliminando totalmente o paralelo 10o 20'. I "um erro, que não refletia o espírito do tratado, baseado essencialmente no paralelo de... que resultou, para o Brasil, na perda de um território de cerca de 5.000 léguas quadradas, maior do que o de alguns estados ativos do a república ". Eu, o autor, plenamente consciente do tratado J8ÒJ, de que se fala na introdução, a fronteira é transmitida ao longo da linha leste-oeste do paralelo.
Tendo em vista esses meios de iluminação, o texto do tratado de 1867 diante de seus olhos e para orientá-lo, juntamente com seu senso de geógrafo, sua perspicácia de jurista, sua intuição de estadista, sua situação social de relações soberanas, o senador Cândido Mendes concluiu sem hesitação acima da fronteira às 10h20 de latitude. Colton, Nova York, cm 18ÔJ; América do Sul, por Keith Johnston Edimburgo e Londres; e também a carta anexa à obra de Kidder e Fletcher, - The Brazil and the Brazilians, publicada na Filadélfia (EUA) em 1857; os mapas geográficos, incluindo os de Balbi, Gauthier Villemin, etc., e diversas outras obras. ". A carta encontra-se no mesmo sentido na obra I/Empire du Brèsil à 1'Exposition Universelle de l8ó/ .. 34; Pode-se, portanto, inferir que o Tratado B de 1867 nada mais faz do que confirmar ou consolidar. que estava em na mente de todos os brasileiros e permaneceu em todas as obras geográficas." l)J 237.
Se estas novas razões para julgar e decidir tivessem sido encontradas em 1867, os interessados em legitimar a interpretação da barra no Tratado de La Paz tê-las-iam condenado, não teriam escapado à curiosa acção de Cândido Mendes um ano depois, nem eles teriam sido. Cobririam tão completamente os rastros que o barão do Rio Branco não conseguiu encontrá-los quando tomaram a secretaria de relações exteriores. Mas, se estas considerações estiverem corretas, daí decorre esta unidade geral nos documentos geográficos e cartográficos até 1873 quanto à posição da nossa fronteira sul com a Bolívia, entre Madeira e Javary, no paralelo 10 20', ou o facto de as nascentes deste último destes dois rios não estarem nesta latitude, constitui o comentário decisivo sobre o tratado de 1867 e a chave mais natural para a sua interpretação. 239. À medida que nosso Departamento de Relações Exteriores começou a se inclinar para a linha oblíqua, à medida que estava menos de acordo com a "letra e o espírito do tratado", na frase do Barão do Rio Branco, "a favor da Bolívia", como o arguido admitiu pela declaração textual do Presidente da República na mensagem introdutória.
A PROVA DIPLOMÁTICA
Como se sabe, a linha da Madeira ao Javary situa-se na latitude 10°2o', ou seja, seis graus a sul da foz do Javary. 2º do Tratado de Fronteira, de 27 de março de 1867, segue desde a margem esquerda do Madeira pelo paralelo de 10° 20* de latitude sul e desta latitude por uma linha reta ao norte (meridiano 1 em busca da origem principal do Javary. » Toda a questão dos títulos disputados até 1903 entre a Bolívia e o Brasil no norte do Acre termina, nos termos dos atos diplomáticos da reivindicação, na alternativa entre o norte-sul oblíquo, da versão boliviana, e a horizontal leste-oeste, da reivindicação brasileira.
Portanto, não será indiferente à solução exacta destes títulos mostrar que a solução extremo Leste-Oeste, estabelecida pelo tratado de 1867 no paralelo 10-20, tem antecedentes oficiais profundos, da mesma natureza, nos mais distantes . tradições internacionais do assunto.
Naquela matéria da convenção imperial, seguindo o preâmbulo, onde as duas partes contratantes “concordam em reconhecer, como base para determinar a fronteira entre os seus respectivos territórios, o uti possidetis”, dizem, “de acordo com esse princípio”, O. 2º do tratado de 27 de março de 1867, na parte relativa à linha de fronteira com a Bolívia. Se o Javary tem suas nascentes ao norte dessa linha leste-oeste, "a linha pressuposta seguirá, em qualquer caso; isto é, procederá) da mesma latitude". na situação fica claro onde encontrá-lo). 1". Conste, nos ministros autorizados de Suas Majestades Católicas e Fiéis fixamos e selamos com o selo de nossas armas." x).
34;.. desce este rio (rio Verde) até sua confluência com Guaporé e passa entre ele e Ma-more até Beni, onde nasce o rio Madeira. 34; Se o Javary tiver suas nascentes ao norte daquela linha leste-oeste, seguirá o limite, a partir da mesma latitude, em linha reta, buscando a origem principal do mesmo Javary." 34; Porém, comprovando que este rio não atingir aquele paralelo de 10o 20' sul, seguirá o limite ao longo de uma linha recta traçada desde o mesmo ponto de referência na costa esquerda da Madeira até ao ponto onde o rio Javary nasce mais a sul."
34;Se o rio Javary não atingir a latitude de 10o 20', a linha divisória será ao longo de uma linha oblíqua traçada a partir da margem ocidental do Madeira, na mesma latitude, até encontrar as nascentes desse rio.". Se o Javary nasce ao norte dessa linha leste-oeste, seguirá a fronteira a partir da mesma latitude. Essa é a mesma latitude. Portanto, o Protocolo de 1895 não tem valor efetivo, e nossas fronteiras nesta região continuam sendo aquelas determinadas pelo Artigo 2, in fine, do Tratado de 186J."
A questão, portanto, ainda permanece; a verdade não pode ser expressa sem uma rigorosa exploração e verificação do acordo feito pelos demarcadores do Brasil e do Peru para considerar os Jaquirana como a tribo do Javary. primeiro investigue qual é a extensão do Javary, se é o Gálvez ou o Jaquirana, e uma vez encontrada a origem do Javary, suas coordenadas serão determinadas.
A PROVA TESTEMUNHAL
34. Não é possível hoje neste país contestar que o norte do Acre, paralelo ao paralelo, foi sempre brasileiro, muito menos seria esta verdade, científica, histórica, jurídica, o governo do pode contestar a União . (Documentos, fl. " (Autos, fl. 6.). 34; Absolutamente brasileira era a população do Acre, que o próprio governo anterior, cuja política, rejeitada pelo atual, abriu as portas daquela região brasileira para a Bolívia, confessou profundamente que não havia bolivianos lá." (Dockets, página 11.
Foi por meio do governo do estado do Amazonas que o governo da República, antes dos acontecimentos que levaram ao tratado de 1903, continuou a exercer ação e influência naquelas regiões, sempre reconhecendo a autoridade que sobre elas | manteve os poderes desse estado. Autos, 10. A propriedade e o governo provam assim durante meio século a sua jurisdição, que sobreviveu e permaneceu incontestada durante os dois regimes.' Cars, FL. Afinal, ele disse que sabe tudo o que explicou porque foi secretário do governo provincial de 1878 a 1884 (se não se engana), diretor da educação pública e presidente da mesma província em 1889, quando o veio a república. acontecer.".
Como vice-governador deste estado, quando teve a honra de governá-lo, manteve nesta região as autoridades e funcionários que encontrou nomeados pelos seus antecessores. ". Pelo artigo 50, a Bolívia nem sequer fiscalizava o Acre, ao contrário do Brasil, que completou a apropriação efetiva deste território que os brasileiros ali exerceram por meio da agricultura e do comércio." Vários planos foram elaborados e enviados ao Governo da União a seu pedido e através deles o depoente conhece bem a área.”
A PROVA DOCUMENTAL
Ato do Vice-Presidente da Província do Amazonas que nomeia Manuel Félix Gomes como encarregado dos índios na parte do rio Purús que vai de sua foz até o Paraná-pixima; a Joaquim Bruno de Sousa, dos que ocuparam o Paraná Pixima; a Manuel Urbano da Encarnação, dos que habitam o restante do Purús e seus afluentes; demitiu o diretor João Rodrigues Ca-mutá. Ato do Presidente da Província do Amazonas demitindo Marcos José de Oliveira das funções de Diretor das Aldeias Indígenas do Rio Juruá e nomeando João da Cunha Correia para sucedê-lo. Lei (nº 114) do Presidente da Província, Dias Vieira, que nomeia Joaquim Raymundo Furtado de Mendonça como diretor dos índios que vivem no rio Purús, desde a foz do Aiapuá até a foz do Paraná pixuna.
Ato (n. 93) do mesmo presidente do Amazonas, atuante na subdelegação daquele distrito, alferes Felippe Victor de Araújo. Lei (n. 40) do presidente da província do Amazonas, Sinval Odorico de Moura, que exonera os funcionários que ocupavam os conselhos de índios do rio Içá e do rio Ituxi, no rio Purús.