I Controle de roedores em propriedades rurais da Zona da Mata II Faculdade Doctum Juiz de Fora. E a todos os funcionários da fazenda experimental Embrapa Gado de Leite de Juiz de Fora que puderam me ajudar de alguma forma e/ou me passar alguns conhecimentos práticos do dia a dia. Para professores do Centro de Engenharia e Arquitetura – Doctum/Juiz de Fora, para todo ensino transmitido.
O controle de roedores nas propriedades rurais é dividido em cinco fases distintas: fiscalização, identificação, medidas corretivas e preventivas (contravalidação), controle de ratos, monitoramento e avaliação. Nesta pesquisa, a metodologia utilizada foi identificar locais com presença de roedores, inspecionar problemas de barreira física e monitorar o consumo de iscas no campo experimental José Henrique Bruschi-CEJHB da Embrapa Gado de Leite em Coronel Pacheco, Minas Gerais, durante 12 meses. Após a coleta, os dados foram transformados em gráficos para compreender a eficácia e a importância do monitoramento contínuo do controle de roedores nas propriedades rurais.
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
O BJETIVO G ERAL
O BJETIVOS E SPECÍFICOS
JUSTIFICATIVA
- C LASSIFICAÇÃO E ESPÉCIE DOS ROEDORES
- R OEDORES SINANTRÓPICOS COMENSAIS
- Ratazana (Rattus norvegicus)
- Rato de telhado – Rattus Rattus
- Camundongo - Mus musculus
- R OEDORES SINANTRÓPICOS NÃO COMENSAIS ( SILVESTRES )
- P REJUÍZOS C AUSADOS P ELOS R OEDORES
- P ROGRAMA DE C ONTROLE DE R OEDORES
- Tipos de controles
- C ONTROLE M ECÂNICO
- C ONTROLE B IOLÓGICO
- C ONTROLE Q UÍMICO
- L EGISLAÇÃO
No Brasil, estima-se que existam 450 milhões de roedores sinantrópicos e o país tenha um prejuízo anual de quase 5 bilhões de dólares. O controle de roedores é de grande importância do ponto de vista de saúde pública, pois podem transmitir diversas doenças virais como coriomeningite linfocítica, hantavírus e febre hemorrágica. O uso de produtos químicos para controle de roedores é tóxico para peixes, crustáceos, animais e organismos aquáticos, bem como para mamíferos e aves.
As ações de vigilância e controle de roedores devem ser realizadas permanente ou temporariamente em uma área específica (área alvo) para reduzir e eliminar o risco iminente de transmissão de doenças (ou da própria doença), especialmente a leptospirose, devido aos altos índices de casos graves e mortes (FUNASA, 2016). A intoxicação de roedores pelo método convencional de ingestão de rodenticidas anticoagulantes é caracterizada por um período de ação até provável mortalidade que leva de 8 a 12 dias. A população de roedores está em constante crescimento e o número de predadores terá de ser aumentado para um controlo eficaz.
Até o momento, o Brasil não possui legislação federal específica especificando e regulamentando as atividades de controle de roedores. Além disso, é proibida a utilização de gases contendo fosfeto de alumínio e brometo de metila para controle de roedores.
METODOLOGIA
Á REA DE E STUDO
C OLETA DE D ADOS
A área "Genizinha" é a área de produção de leite onde vivem cerca de 148 animais no verão e 121 animais no inverno e diariamente é recolhido leite destes animais, além de armazenar alimentos para os animais. Este local é destinado a animais que passam 24 horas por dia confinados a serem alimentados apenas com ração e diariamente é coletado leite desses animais além de armazenar alimentos para os animais. É aqui que os bezerros desmamados são mantidos e alimentados parte com ração e parte com leite, com armazenamento de ração.
Esses produtos são comercializados em pellets para colocação em porta-iscas ou blocos de parafina, utilizados em áreas externas e em áreas onde há umidade, como bueiros e/ou bueiros. Havia um total de 11 portas-chamarizes no local da fábrica de ração, sendo 5 internas nas entradas e janelas e uma na parte superior, 2 na área externa ao redor do prédio da fábrica de ração e 1 na garagem de tratores e colheitadeiras. 2 na oficina mecânica e 1 na cozinha onde os funcionários aquecem o almoço. Na área do CMBSP existiam 15 áreas de monitoramento com um total de 12 estações de iscas, sendo 8 próximas à área de alimentação do gado, 2 estações de iscas no interior do prédio, onde foram realizados estudos de emissões de gases para o gado, 2 estações de iscas estações na área de criação de cabras.
Na área "Genizinha" havia um total de 6 caixas de iscas, 1 no depósito de grãos, 1 na sala onde eram guardados os trabalhos práticos dos veterinários, uma caixa de iscas na parte superior da sala onde o leite era tanque de armazenamento e 3 porta-iscos, distribuídos nas superfícies exteriores junto às entradas dos edifícios. Na zona do Gado Puro existiam 7 caixas de iscos, sendo 3 no galpão de caroço de algodão, uma caixa de iscas no armazém de ração do gado, 2 caixas de iscas junto às entradas do edifício e 1 porta-iscas na sala onde estava guardado o equipamento . Na área de Gado Mestiço foram montados 4 pontos de observação e 3 porta-chamarizes, sendo 1 porta-chamariz localizado embaixo da balança de pesagem do gado, outro porta-chamariz na entrada do armazém de ração e um porta-chamariz na área próxima ao gado de algodão em grão. fossas de alimentação e entradas de tocas de roedores foram encontradas perto da fossa de alimentação do gado, e iscas foram colocadas na entrada dessas tocas.
Na granja de bezerros existiam 3 pontos de observação com 2 porta-iscas, onde o porta-iscas 1 ficava dentro do depósito de ração, o porta-iscas número 2 ficava na área externa do prédio próximo aos banheiros e o terceiro ponto de observação ficava. onde a entrada de uma toca ficava próxima ao local onde os bezerros eram mantidos e as iscas eram colocadas nas ruas dessas tocas. Em áreas livres e/ou ao ar livre, onde haja alimentos de fácil acesso, como silos horizontais e silos de alimentação, é importante distribuir suportes de isco para um controlo eficaz da população de roedores. No caso dos silos horizontais, desde a sua montagem até a fixação do porta-iscas (que contém o rodenticida), ajuda a reduzir o consumo de insumos, ajudando a diminuir a população e minimizando a perda de produtos devido à sua presença. indivíduos, pois vêm do exterior para consumo e instalação de materiais.
Suportes de isca pretos que podem ser adquiridos em lojas especializadas foram usados para montar a isca, e um suporte de isca personalizado também foi desenvolvido.
A NÁLISE DE D ADOS
RESULTADOS E DISCUSSÕES
- F ÁBRICA DE R AÇÃO
- C OMPLEXO M ULTIUSO
- G ENIZINHA
- G ADO P URO
- G ADO M ESTIÇO
- B EZERREIRO
Percebe-se que o consumo médio total foi de 6 aplicações de iscas em uma área com frequência de consumo de 14% em um ano com média total de 43 fiscalizações. Entre Junho de 2018 e Agosto de 2018 registou-se uma queda no consumo de iscos, tendo o consumo de iscos chegado mesmo a descer para zero, sendo que esta queda no consumo pode ser atribuída a medidas simples como varrer e aumentar a atenção à limpeza das instalações. Houve um aumento no consumo de iscas em setembro de 2018 e logo após uma queda até janeiro de 2019, esse aumento pode estar ligado à chegada da primavera.
Uma das possibilidades para o consumo máximo de iscas pode estar relacionada à fácil adaptação dos roedores e à capacidade de roedores da mesma espécie explorarem diferentes alimentos e habitats (Otenio et. al, 2010). Entre agosto de 2018 e setembro de 2018, houve uma diminuição no consumo de iscas, não sendo registrado consumo de iscas, o que pode estar relacionado à queda nas pesquisas realizadas no local. Uma das possibilidades de picos de consumo entre os meses de setembro de 2018 e outubro de 2018 e de dezembro de 2018 a março de 2019 pode estar relacionada às condições ambientais (disponibilidade de água, estação do ano e disponibilidade de alimentos) que poderiam afetar o consumo de iscas (Otenio et. al, 2010). ).
-Creme 1 Porta isca 2 Porta isca 3 Porta isca 4 Porta isca 5 Porta isca 6 uso total da frequência de consumo da isca. O Baitholder 3 possui o menor consumo de isca, este caso pode estar relacionado ao local onde este baitholder está localizado, pois esta área não possui atrações alimentares e hídricas. Houve uma diminuição no consumo de iscos entre junho de 2018 e julho de 2018, o que zerou o consumo de iscos, na sequência de um aumento no consumo de iscos.
Após a verificação, constatou-se que o consumo da isca permaneceu zerado até o final do monitoramento. Com o perfil de consumo total durante o ano (gráfico 11), a frequência e o consumo médio (gráfico 12), percebe-se que esta é uma das zonas onde se verifica o maior consumo de isco. Porta Isca 1 Porta Isca 2 Porta Isca 3 Porta Isca 4 Frequência total de uso do consumo de isca.
Um recipiente de iscas foi colocado em uma área de passagem próxima à entrada do prédio e o consumo de iscas foi retomado.
CONCLUSÃO
Este trabalho de monitoramento de controle de roedores com duração de 12 meses pode servir de base para trabalhos futuros que serão desenvolvidos, com informações sobre técnicas utilizadas para aplicação de rodenticidas e a seleção de cada local onde foi instalado o porta-isca, além de dados coletados e compilados durante o monitoramento e convertidos em gráficos para melhor explicação e compreensão. Asserta Saúde Ambiental - Disponível em <. http://www.assertaambiental.com.br/prag as/roedores.html>. Manual para controle de roedores. lt; http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_roedores1.pdf>.
Manual de Saneamento / Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_sa neamento_3ed_rev_p1.pdf>. Disponível em
Disponível em < http://www.revistaleiteintegral.com.br/noticia/prejuizo-certo > Acesso em: 7 de setembro. Disponível em < https://super.abril.com.br/mundo-strange/como-baratas-ratos-e-outras-pragas-urbanas-atacam/ > Acesso em: 07 ago. Existem mais de 2.000 espécies de roedores na natureza, mas apenas três estão relacionadas aos humanos, o rato (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculos).
Este relatório tem como objetivo apresentar e orientar medidas relativas a mudanças, ajustes de estratégias, como barreiras físicas nos setores agrícolas e estabelecimento de comportamentos para o controle eficaz de roedores. 7 5.4.6 A falta de tela na parede vazada de tijolos também facilita a entrada de roedores no ambiente. 9 Propostas de ações para adequação de rotinas e estruturas físicas da área experimental para controle efetivo de roedores.
Varrer o chão pelo menos duas vezes por semana para dificultar o acesso dos roedores aos alimentos; Para alcançar um controlo eficaz dos roedores, são necessárias melhorias para corrigir as deficiências acima mencionadas que predispõem os roedores ao estabelecimento e propagação. Os colaboradores e associados deverão receber informações sobre as ações necessárias à eficácia do programa e à manutenção do controle de roedores.