Disciplina de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: .. relações individuais e coletivas de trabalho. Disciplina de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: relações individuais e coletivas de trabalho.
CONCEITO DE DIREITO DO TRABALHO
Este é o entendimento majoritário entre os estudiosos, ou seja, o conceito objetivo do direito do trabalho deve levar em conta o vínculo empregatício subordinado. Fica claro que o movimento misto, apesar da existência de longas definições, é o movimento que torna o conceito de direito do trabalho mais completo e seguro.
NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO DO TRABALHO
Isto não se aplica ao direito do trabalho, pois não regula órgãos públicos, mas sim particulares. Com isso, Sergio Pinto Martins diz que “o direito do trabalho é um ramo do direito privado”.35 E posteriormente em seu discurso ressalta que o art.
PRINCÍPIOS DE DIREITO DO TRABALHO
Princípio da Proteção
Contudo, algumas preocupações sobre a relação de trabalho e o contrato de trabalho devem ser levadas em conta devido à importância de tais institutos. A relação de trabalho e o direito do trabalho: no contexto da ampliação da competência da Justiça do Trabalho. Desta forma, Sérgio Pinto Martins afirma que “a um contrato de trabalho não pode corresponder uma relação laboral.
Já o contrato de trabalho seria um ato jurídico que de fato cria uma relação de trabalho. Fica claro neste discurso que o contrato de trabalho é um pré-requisito para a criação de uma relação de trabalho.
NATUREZA JURÍDICA DA RELAÇÃO DE EMPREGO
Na impossibilidade de esclarecer a natureza jurídica da relação de trabalho, a teoria do inquilino foi afastada. Procurou-se também observar a natureza jurídica da relação de trabalho através do contrato de mandato, ou seja, “o trabalhador figura como agente e o empregador como mandante”. Com isso, surge outra teoria com o escopo de estabelecer a natureza jurídica da relação de trabalho: a teoria institucionalista, “que está doutrinariamente vinculada à teoria anterior.
No entanto, esta teoria não teve influência no estabelecimento da natureza jurídica da relação de trabalho. Concluído este tópico e estabelecido que a natureza jurídica da relação de trabalho é contratual, passaremos então a fazer algumas considerações sobre o contrato de trabalho.
CONTRATO DE EMPREGO: CONCEITO
Nessa perspectiva, observa-se que a doutrina prefere determinar o conceito que melhor corresponde ao contrato de trabalho. Délio Maranhão apresenta seu conceito e afirma que “contrato de trabalho stricto sensu é o negócio jurídico pelo qual uma pessoa (empregado) se obriga, mediante pagamento de remuneração (salário), a prestar trabalho não ocasional em benefício de outra pessoa, física ou pessoa jurídica (empregador a quem está legalmente subordinada.” 150. Nesse sentido é o entendimento de José Augusto Rodrigues Pinto e Rodolfo Pamplona Filho quando dizem que “Contrato individual de trabalho é a adaptação tácita ou expressa de testamentos pela qual uma empresa pessoal coloca sua energia pessoal à disposição de pessoa física ou jurídica para utilização em caráter permanente, por meio de subordinação e remuneração, visando a consecução do objeto social.”151.
Há consenso na doutrina em elencar o elemento de subordinação para definir o Contrato de Prestação de Serviços, pois é isso que o distingue dos demais contratos do mundo jurídico. Assim, depois de tecer estas considerações sobre o conceito de Contrato de Trabalho, e sobretudo salientando que se trata de um acordo que visa a prestação de trabalho subordinado, contínuo e assalariado, quando tal prestação é dada por um Empregado a um Empregador, em relação a o escopo e as características do Contrato de Serviço.
CONTRATO DE EMPREGO E SUAS CARACTERÍSTICAS
O direito do trabalho não exige forma especial para a validade e eficácia do contrato de trabalho, pelo que mesmo que não esteja escrito será válido e eficaz [...].”158 Ou seja, o consentimento de ambos os sujeitos. é o suficiente. Desta forma, parece que a consideração derivada da natureza sinagmática do Contrato de Trabalho é que por um lado é o Empregado quem presta serviços a um Empregador e por outro lado é o empregador quem recompensa o empregador. como contrapartida pelo trabalho realizado.. Portanto, parece que o contrato de trabalho visa uma relação que não consiste em um único comportamento ou qualquer situação que o interrompa imediatamente, com a prática de apenas um ato.
Deve haver um elemento de continuidade porque se apenas um ato invalidasse o contrato, não seria um contrato de trabalho, mas um contrato de serviços de direito civil. Portanto, é importante apontar a argúcia do contrato de trabalho, que, segundo o ensinamento de Sergio Pinto Martins, significa o seguinte: “o contrato de trabalho não é gratuito, mas arguto.
SUJEITOS DO CONTRATO DE EMPREGO
Empregado: conceito
A dependência merece um estudo mais detalhado, pois esta característica do conceito de Empregado “[..] é a manifestação mais evidente da existência de um contrato. Quanto à dependência económica, esta “partida das circunstâncias em que o trabalhador necessita de trabalho e do salário correspondente para sobreviver, dado o seu estado de inadequação económica”. Material da 1ª aula do Curso Atual de Direito do Trabalho, ministrado no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito e Processo do Trabalho Anhanguera-UNIDERP | REDE LFG, pág.
Nesta medida, permite não só alargar o âmbito do Direito do Trabalho, mas também dar uma resposta normativa eficaz a alguns dos seus mais recentes instrumentos desestabilizadores – em particular a terceirização.197 (grifo nosso). Depois de abordados os principais aspectos relativos ao Instituto dos Trabalhadores, e verificados os seus elementos característicos, o seu conceito merece uma adaptação para melhor abranger determinados Trabalhadores que, na definição actual, são difíceis de proteger pelo Direito do Trabalho.
Empregador: conceito
O capítulo anterior fez um estudo de algumas das mais importantes instituições da área do direito do trabalho, procurando trazer à tona algumas discussões sobre tais temas, com o objetivo de criar uma base teórica para uma melhor compreensão do assunto aqui abordado. Ou seja, o estudo sobre a relação laboral, que liga as duas principais disciplinas do direito do trabalho, foi abordado sabendo que este ramo se preocupa em regulamentá-la para que a regulamentação laboral seja protegida. Matéria da 3ª aula da disciplina Atualidades em Direito do Trabalho, ministrada no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito e Contencioso Trabalhista Anhanguera-UNIDERP | REDE LFG, pág.
Outro ponto a ser destacado é que “a terceirização, em princípio, é vista pela Justiça do Trabalho como uma fraude, uma insegurança no emprego, algo a ser evitado porque teria surgido com o objetivo de proteger os direitos trabalhistas para reduzir”. E acrescenta ainda Maurício Godinho Delgado: “por entrar em conflito com a estrutura teórica e normativa original do Direito do Trabalho, este novo modelo sofre limitações da jurisprudência e da jurisprudência laboral, que tendem a vê-lo como um método excepcional de contratação de mão de obra”.
HISTÓRIA DA TERCEIRIZAÇÃO
Outra modalidade de terceirização que surgiu após a CLT foi através do decreto-lei nº. 200/67 (revogada pela lei nº. que dava à Administração Pública a possibilidade de nomear terceiros, de forma a descentralizar as suas actividades.220. Falando sobre o assunto relativo à história da terceirização, Sergio Pinto Martins destaca que "a Lei n.º .. 7.102, de 20 de junho de 1983, que dispõe sobre a segurança das empresas financeiras e sobre o funcionamento dos serviços de vigilância e transporte de valores no setor financeiro [..] ."224 I - É ilegal a nomeação de trabalhadores por empresa intermediária e estabelece vínculo direto com o prestador de serviço, exceto no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de.
III - A contratação de serviços de fiscalização (Lei nº 7.102, de conservação e limpeza, bem como de serviços especializados vinculados à atividade fim do segurado) não constitui vínculo empregatício com o segurado, desde que não existam personalidade e subordinação. “Vale ressaltar que a Lei nº 8.863/94 ampliou o alcance da Lei nº 7.102/83 para permitir a terceirização de todo o campo da vigilância patrimonial, pública ou privada, inclusive de pessoas físicas.”230.
CONCEITO DE TERCEIRIZAÇÃO
Portanto, cabe ressaltar que ambas as definições enfatizam que a terceirização é a contratação de terceiro para prestação de serviços, realizando atividade que não é a atividade principal da empresa receptora dos serviços. Terceirização e direito do trabalho. pág. 10. . formal ou disfarçado) e o prestador de serviços (empregador real ou natural), que se caracteriza pelo facto de o empregador real não coincidir com o formal.”235. Percebe-se também que existem três elementos envolvidos na relação estabelecida pela terceirização, ou seja, existe uma empresa que contrata outra para realizar serviços diferentes do negócio principal, e o pessoal que trabalha é colocado pela empresa contratante.
Sob esse ponto de vista, a terceirização garante um maior aproveitamento do tempo, pois a empresa passa a focar apenas na sua atividade principal, e no capital, que será mais fácil de acumular devido à redução de custos devido à contratação de terceiros para o provisões de serviços. Com base nisso, a segunda parte do terceiro capítulo conclui com a conclusão de que Outsourcing é a transferência de serviços não essenciais para terceiros, de forma que o prestador de serviços se concentre apenas na sua atividade fim.
TERCEIRIZAÇÃO LÍCITA E ILÍCITA
Deste ponto de vista, observa-se que “a partir de uma interpretação literal do referido princípio jurídico poderia concluir-se que a possibilidade de contratação de serviços relacionados com a actividade principal da empresa mutuária”251, desde que a exigência de ser um serviço temporário. provisão. Deste ponto de vista, importa sublinhar que apenas através da interpretação do ponto I da referida Súmula não existe qualquer proibição de contratação de terceiros para a prestação de serviços relacionados com a actividade principal do mutuário. A transferência da atividade básica caracteriza relação de trabalho diretamente com o prestador de serviço, conforme inciso I da Súmula 331 do TST.
III - A contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de guarda e limpeza, bem como de serviços especializados vinculados à atividade fim do segurado) não constitui vínculo empregatício com o segurado, desde que não existam personalidade e subordinação 255. É legal a terceirização de mão de obra para serviços especializados permanentes vinculados à atividade fim do segurado, sem estabelecimento de vínculo empregatício, desde que ausentes personalidade e subordinação.
RESPONSABILIDADE NA TERCEIRIZAÇÃO
Portanto, fica claro que nesta situação o prestador de serviço será subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas para com o Colaborador. Rodrigo Coimbra Santos tem o mesmo argumento: “a responsabilidade subsidiária da empresa receptora dos serviços surgirá apenas se for realizada a terceirização. Ou seja, no primeiro tópico deste trabalho monográfico houve um estudo de questões relacionadas ao direito do trabalho .
Matéria da 3ª aula da Disciplina Atual de Direito do Trabalho, ministrada no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito e Processo do Trabalho Anhanguera-UNIDERP | REDE LFG. Material da 1ª aula do Curso Atual de Direito do Trabalho, ministrado no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito e Processo do Trabalho Anhanguera-UNIDERP | REDE LFG.