• Nenhum resultado encontrado

23 a 25 de Julho de 2019 Finatec

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "23 a 25 de Julho de 2019 Finatec"

Copied!
873
0
0

Texto

Representação de professores de língua inglesa na BNCC do ensino fundamental: uma leitura crítica à luz dos novos letramentos..10 Alciclei da Graça Cruz e Laura Miranda de Castro. 10 REPRESENTAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA SOBRE A BNCC FAZENDO EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL: UMA LEITURA CRÍTICA SOB A.

INTRODUÇÃO

11 fundamentos na BNCC do Ensino Fundamental – Anos Finais, Educação na perspectiva de novos letramentos ou multiletramentos. Portanto, buscou-se comparar a leitura da BNCC do Ensino Fundamental – Anos Finais de LI, com pesquisadores de novos letramentos ou multiletramentos (COPE; KALANTZIS, 2000; LANKSHEAR; KNOBEL, 2003; MATTOS, 2014; . ROJO, 2012 ), que, entre outras coisas, em suas pesquisas discutem mudanças nos processos de significação de sujeitos mobilizados na era digital e que se deparam com a diversidade oferecida pelos meios eletrônicos no cenário educacional, assim como Lisboa (2018), que faz críticas reflexões . sobre a BNCC.

LETRAMENTO(S): BREVE HISTÓRICO

A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Finais aprovou a terceira versão em dezembro de 2017, que foi denominada “Base Dia D”. Assim, destaca-se que a proposta da Base nasceu com o objetivo de cooperar, de forma 'horizontal', com a Educação Pública.

ASPECTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA

Os textos do próprio documento (BNCC do Ensino Fundamental – Anos Finais, o LI) foram lidos para posterior discussão nos encontros com os participantes da pesquisa. Reitera-se que as ações de debates e discussões com os participantes consistiram em encontros previamente planejados para compartilhamento e apresentação dos resultados da leitura sobre a BNCC do ensino fundamental à luz do novo letramento ou multiletramento.

DESCRIÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS COLETADOS

ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO INICIAL

Na quinta questão, os participantes se posicionaram sobre as reais possibilidades de implantação nas escolas públicas de Humaitá-AM. Mediante os argumentos apresentados, ao serem questionados sobre as reais possibilidades de multiletramentos nas escolas públicas de Humaitá-AM, frente ao mundo digital, todos os participantes responderam que existe uma possibilidade regular de que isso aconteça.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

25 Pontos críticos são demandas para o que as escolas ainda não são capazes de oferecer. Porém ainda não existe esse perfil da escola ideal, do professor ideal e do aluno ideal, seria necessário para que isso desse certo, que todas as escolas tivessem acesso a internet e todos os alunos tivessem acesso a esses recursos culturais e tecnológicos ativos. .

Ensino de língua inglesa e alfabetização crítica: uma experiência voltada para o engajamento dialógico e cívico de jovens e jovens. Este trabalho é parte da dissertação de mestrado Multimodalidade na abertura de unidades e capítulos de um livro didático de língua portuguesa para o nono ano, defendida em 2018 na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), sob orientação do Prof.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O ADMSF é utilizado neste trabalho para analisar fenômenos de integração intermodal na abertura de unidades LD. As possibilidades de fenômenos de integração intermodal entre textos verbais e visuais na apresentação inicial de unidades de LD, sob a ótica do ADMSF, podem ocorrer de duas formas: integradas e complementares.

Figura 1: Expansão da GSF de Halliday
Figura 1: Expansão da GSF de Halliday

ABORDAGEM METODOLÓGICA E A FORMAÇÃO DO CORPUS

O espaço que cada semiose ocupa no layout da página determina em qual semiose a mensagem é especificamente expressa. Especificamente para este trabalho, por se tratar de um recorte de uma dissertação de mestrado, conforme indicado anteriormente, será analisada apenas a abertura das unidades que fizeram parte do corpus da pesquisa (BITENCOURT, 2018).

ANÁLISE DOS DADOS: A ORGANIZAÇÃO DAS UNIDADES E SUA CONFIGURAÇÃO MULTIMODAL

Como texto verbal de abertura da unidade, é apresentado o poema “Mergulho” de Roseana Murray (ver Figura 4). 37 A Figura 6, representando a unidade quatro, está organizada com texto verbal à esquerda do layout e texto visual à direita.

Figura 4: Unidade 2
Figura 4: Unidade 2

A difusão da língua inglesa no processo de globalização tem sido central na maior parte do mundo. 2 – Identificar as relações transnacionais tendo em conta a posição hegemónica da língua inglesa no processo de mobilidade académica e analisar as características dos participantes do programa.

Figura 7: Tipos de fontes nos layouts do LD analisado
Figura 7: Tipos de fontes nos layouts do LD analisado

Número de participantes

É possível observar que os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, assim como o Distrito Federal, se destacam quantitativamente. Os dados indicam que há concentração de participantes nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

Figura 6.2: Número de participantes do programa Chevening de 2004 a 2014.
Figura 6.2: Número de participantes do programa Chevening de 2004 a 2014.

Local de residência dos bolsistas (2004–

Em relação ao número de alunos por country4 Inglaterra recebeu 354 participantes, Londres foi o destino preferido de 246 bolseiros, as prestigiadas Oxford e Cambridge foram a escolha de 10 e 15 alunos respetivamente. O País de Gales recebeu 3 alunos, com Swansea University e Cardiff University como destinos com 2 e 1 alunos respectivamente.

Número de Alunos por Universidade / País

54 A Universidade de Londres se destaca por ter aceitado 244 alunos de diferentes faculdades, como: London School of Economics and Political Science (120), University College London (19), King's College London (12), Goldsmiths (16), Royal Holloway (3), Queen Mary (10), City University London (6), University of London (33), 5 School of Oriental and African Studies (3) e Birkbeck (2). Finalmente, foi feita uma lista de áreas escolhidas pelos bolsistas, os participantes escolheram cursos em diferentes áreas, como segue: Economia,.

Localização das Universidades na Inglaterra

DA MINHA QUEBRADA FALO EU

Esses discursos se propagam pelas vozes silenciosas da mídia tradicional, afinal, muitas vezes são reproduzidos a partir de diferentes lugares de fala. Na obra O que é um lugar de fala?, a filósofa e pesquisadora Djamila Ribeiro (2017) explica que as opressões estruturais impedem indivíduos de determinados grupos sociais, por exemplo, do direito de falar. A página foi criada em 21 de setembro de 2012 por Naldo Lopes, 32 anos, nascido e criado na cidade de Ceilândia.

A palavra “treta”, dentro do léxico utilizado na periferia, significa o mesmo que “briga ou confusão” (QUAL É A G RIA, 2018).

O DONO DA VOZ NA PÁGINA “CEILÂNDIA MUITA TRETA”

As mulheres não são protagonistas dos discursos da página “Ceilândia Minha Treta” e, quando mencionadas, são “significantes de uma identidade masculina” (WOODWARD, 2000, p.9). 93 O corpus é composto por 4 postagens da página “Ceilândia Minha Treta” que foram escolhidas entre outubro de 2018 e março de 2019. as mulheres não têm protagonismo ou representação.

"Ceilândia Minha Treta" costuma se referir aos ceilandenses como "peba", mas é dono da voz e representa/define o que faz ou não parte da identidade ceilandense (SILVA, 2000).

Figura 1 - Post divulgado na página “Ceilândia Muita Treta” em 29/10/18
Figura 1 - Post divulgado na página “Ceilândia Muita Treta” em 29/10/18

LETRAMENTO IDEOLÓGICO NO ENTRELUGAR DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES INDÍGENAS

LETRAMENTO IDEOLÓGICO NOS ESPAÇOS DA LINGUÍSTICA APLICADA CRÍTICA

A perspectiva interdisciplinar assumida pela Lingüística Aplicada nas últimas décadas é coerente com os estudos de letramento utilizados por Street (1984) e permite avançar para estudos que incluam outras formas de letramento que não apenas aquelas baseadas na aquisição de um código universal; permite conceber a leitura e a escrita como parte de uma realidade sociocultural e, portanto, indissociáveis ​​do cenário em que serão utilizadas. Essa posição assumida pela LAC trouxe um novo sentido aos estudos sobre os usos da escrita, visto que "a prática social, e não o texto, é o objeto de investigação dos estudos de letramento" (Kleiman; De Grande, 2015, p. 14 ). O modelo ideológico permite respeitar o caráter etnográfico e interpretar a função social e histórica que a fala e a escrita podem ter naquela comunidade, ajuda-nos a ver que “há uma divisão entre uma modalidade e outra, de modo que a escrita pratica a leitura . são concebidas como uma 'continuação' do desenvolvimento linguístico de sujeitos já marcados por práticas orais" (BRAGANÇA; BALTAR, 2016, p.6).

As novas abordagens de letramento possibilitam um processo de ensino/aprendizagem construído conjuntamente entre formadores de professores e professores em formação, uma vez que colocam em pauta questões que estão nas esferas das relações de poder e reexistência de não indígenas e indígenas . pessoas, respectivamente.

O CURSO DE LICENCIATURA INTERCULTURAL INDÍGENA NA UEPA

LETRAMENTO IDEOLÓGICO NA GRADUAÇÃO DE PROFESSORES INDÍGENAS NO ESTADO DO PARÁ

A prática pedagógica descrita neste artigo ocorreu durante a implantação do curso de Língua Portuguesa Básica em uma escola indígena ministrado em turmas da etnia Munduruku na aldeia Sai Cinza no município de Jacareacanga. Assim, como atividade inicial, sugerimos que os alunos nos contassem que tipo de atitude tiveram em relação à língua portuguesa. Aprendi um pouco de português quando tinha entre dez e quatorze anos, mas hoje já aprendi quase tudo.

Gostaria de aprender a falar o português corretamente como se fosse a minha língua” – Professor indígena Munduruku.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

  • Minorias linguísticas: diálogo com alguns teóricos

Neste tópico, apresentaremos diretrizes para o ensino de língua portuguesa para a educação étnico-racial e quilombola com base em documentos educativos voltados para esses públicos. Camuflar o ensino de línguas com base apenas na variante escrita padrão da língua portuguesa é levar em conta a singularidade de algo que nunca foi e nunca será único: a língua falada. Resumo: Em Antenor Nascentes e o Ensino da Língua Espanhola: Um Olhar Historiográfico da Educação Brasileira no Século XX, será apresentada uma análise da primeira gramática da língua espanhola publicada no Brasil em 1920 pelo professor Antenor de Veras Nascentes e o início do ensino, dessa língua, no Colégio Pedro II.

Este artigo abordará a análise realizada sobre a primeira gramática da língua espanhola para uso por brasileiros publicada pelo professor Antenor de Veras Nascentes e seu corpo docente do Colégio Pedro II. Infelizmente, seis anos depois, foi transferido da cadeira de língua espanhola para a de língua portuguesa, por decreto de 13. Alfabetização crítica e uso da língua-alvo no ensino de língua inglesa: um olhar autoetnográfico (tese de doutorado).

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E O BILINGUISMO

Conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, a Lei 13.146 conceitua os termos "deficiência", "obstáculos", "acessibilidade", bem como estabelece mecanismos para tornar menos restritiva a deficiência do cidadão brasileiro. Toda pessoa com deficiência tem direito a oportunidades iguais às demais e não deve sofrer nenhuma forma de discriminação. Em 2018, três anos após a entrada em vigor do Estatuto da Pessoa com Deficiência, a realidade das salas de aula para surdos no Brasil é exclusiva.

De acordo com o parágrafo único do artigo 27, “é dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade às pessoas com deficiência, protegendo-as de toda forma de violência, negligência e discriminação”.

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA E ACESSIBILIDADE

VI - pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novos métodos e técnicas de ensino, materiais didáticos, equipamentos e meios de apoio tecnológico; XI - formação e disponibilização de professores para atendimento educacional especializado, tradutores e intérpretes de Libras, guias intérpretes e profissionais de apoio; A Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários é responsável por desenvolver e administrar políticas de apoio à permanência de alunos de baixa renda e/ou portadores de necessidades especiais, bem como políticas de esporte e lazer para toda a comunidade universitária.

O programa de apoio a pessoas com necessidades especiais, instituído em 1999, foi transformado em coordenação em 2017.

A UNB É MUDA

Também oferece bolsas para cursos na escola de línguas estrangeiras da UnB Idiomas e vale-livro. Mesmo no PPNE, não é possível que um surdo seja tratado como um não surdo. Além de desatualizado, o site não possui texto ou vídeo com comunicação para surdos.

Hoje, não há alunos surdos no DDS que participem igualmente dos processos seletivos.

HARMONIZAÇÃO LINGUÍSTICA

  • COLÉGIO BENJAMIN
  • COLÉGIO COMUNITÁRIO PROGRESSO

No entanto, há uma empregada a bordo que pode se comunicar em língua de sinais com os surdos. Conhecer a Língua Brasileira de Sinais permite o posicionamento político dos surdos e, ao mesmo tempo, garante o respeito dos surdos pelos não surdos. O desrespeito à lei que reconhece a Língua Brasileira de Sinais como língua oficial do país – L1 de educação e ensino de surdos, prejudica o desenvolvimento acadêmico, social e político dos surdos.

Assim, a língua alemã, vista como língua de herança social, traz consigo toda uma carga de cultura e tradição.

EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA

  • LÍNGUA(S) E CURRÍCULO
  • PRÁTICAS LINGUÍSTICAS DO COLÉGIO BENJAMIN
  • PRÁTICAS LÍNGUÍSTICAS DO COLÉGIO COMUNITÁRIO PROGRESSO

O papel de cada língua nos currículos do Colégio Benjamin e do Colégio Comunitário Progresso é semelhante e ao mesmo tempo diferente. Os alunos aprendem a língua alemã do jardim de infância V ao 5º ano do ensino fundamental I com duas aulas semanais. Os alunos do Colégio Comunitário Progresso, por outro lado, têm valorizado sua língua de herança, o alemão, dentro daquele espaço, inclusive tornando-o parte de seu currículo.

Os alunos descendentes de russos do Colégio Benjamin geralmente aprendem a língua portuguesa por meio do convívio familiar.

Imagem

Figura 1: Expansão da GSF de Halliday
Figura 2: Integração intermodal
Figura 4: Unidade 2
Figura 6: Unidade 4
+7

Referências

Documentos relacionados

O curral do Boi Garantido inseriu na apresentação do bumbá vermelho e branco várias toadas que recorrem à história e ao lendário dos povos do tronco Carajá, vindos do Tocantins e