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A PERFORMANCE ECONÔMICA DA CRIPTOLOGIA ... - CNPq

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Academic year: 2023

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A propriedade intelectual, especialmente os segredos comerciais, tem desempenhado um papel importante como barreira à entrada na economia atual. Hoje, os segredos comerciais são um dos componentes da propriedade intelectual - PI, no campo do direito.

Propriedade Intelectual: segredo de negócio e Criptologia

Conceitos de propriedade no Capitalismo

Propriedade Intelectual

  • Necessidade Econômica da Propriedade Intelectual

Quando produtos cerebrais recebem proteção pública, o conceito de propriedade intelectual pode ser usado. Reis e Lírio justificam a utilidade da propriedade intelectual descrevendo dois paradigmas tecnoeconômicos e sua relação com a simetria da informação.

Trade Secrets: Aspectos conceituais e jurídicos

  • A utilidade da dicotomia patentes e Trade Secrets
    • A indústria de informática e os programas de computador
  • Uma visão histórica do Trade Secrets
  • Noções antropológicas do Trade Secrets

É neste contexto que devemos discutir o que significa a aplicabilidade da dicotomia segredo comercial/patente. No ponto seguinte, será apresentada a relação entre segredos comerciais e criptologia, onde apresento uma visão histórica e ontológica dos segredos comerciais.

Tabela 1: Patentes de Universidade
Tabela 1: Patentes de Universidade

Economia e Criptologia: aspectos conceituais e históricos

  • Os Avanços na ciência criptológica

E em Asimétrico ou Principal, quando você usa números de chave para que apenas o decodificador saiba qual parâmetro, o que, por exemplo, constitui uma forma de proteção para segredos industriais. A arte da comunicação secreta, conhecida como criptologia, fornece a chave e a chave para a Era da Informação. Em sua palestra pública para o 23º Colóquio Internacional de Matemática (2001), no Brasil, o professor José Felipe Voloch55, da Universidade do Texas, esclareceu a relação entre avanços em curvas elípticas, formas modulares e criptografia.

Para ser mais preciso, as formas modulares se enquadram no semiplano superior desse espaço complexo, mas é importante notar que é um espaço quadridimensional composto por altura, largura e comprimento e qualquer medida de tempo. Avanços na matemática em equações ou curvas elípticas e em formas modulares contribuíram para a demonstração do Último Teorema de Fermat. Voloch (IMPA, 2001) utiliza a demonstração do teorema exposto para representar a solução de um problema de comunicação entre indivíduos em um espaço privado.

O importante é saber quanto tempo vai demorar, já que o cálculo de múltiplos de números primos grandes pode levar anos para ser feito. Portanto, usando a lógica da probabilidade, até números primos grandes serão descobertos, o que importa é que as senhas sejam alteradas antes que o hacker cometa uma quebra criminosa de sigilo.

Uma aparente dicotomia do conhecimento tácito/científico

Portanto, Broström (2011), Dosi (1988) e Arrow (1962) sugerem que as universidades públicas conduzam a pesquisa como alternativa à produção subótima de conhecimento pelo setor privado. No estudo, os autores citados concluíram a existência de conhecimento tácito, pois muitos ao responderem o questionário - instrumento de pesquisa de campo - afirmaram que aprenderam a trabalhar na planta fabril de produção trabalhando e que não havia cursos disponíveis para capacitação ou especialização. Os resultados dos estudos mostraram que o conhecimento tácito não desaparece com a implementação de novas tecnologias, mas adquire um novo significado, o que requer um maior aporte de conhecimento científico que pode ser obtido não apenas por meio da prática, mas por meio de cursos sistematizados.

Nesse ambiente, acredita-se que os cientistas mais jovens ganhem mais experiência com os cientistas mais velhos, pois, além do conhecimento científico, possuem conhecimento tácito e procedimental na forma de fazer ciência na AT&T. Entre seus estudos, esses autores asseguram que no conhecimento tácito é um tipo de reflexão na ação, diferente da reflexão sobre a ação, apesar dos automatismos, como os aspectos artísticos e estéticos, considerados de alta complexidade cognitiva. Para tal, o Segredo Comercial deve ser uma ferramenta ao serviço da inovação, o que inclui a capacidade de utilização do conhecimento tácito (Dosi, 1988).

Um dos exemplos da relação entre conhecimento tácito e P&D&E é a saúde, no campo da medicina tradicional, que possui extremo valor social, antropológico e político. A catalogação de plantas medicinais, como fonte de princípios ativos e estudo da biodiversidade, é uma atividade importante no processo de proteção e está relacionada ao processo de interação entre o conhecimento científico e o conhecimento tácito.

Considerações finais do capítulo

Este momento tecnológico atual conecta os Segredos Comerciais com suas raízes históricas à criptologia, à antropologia. Os segredos comerciais também estão incluídos em outras formas de proteção, nas quais o contrário não ocorre. Dentre eles, estuda-se o período de registro da patente, que dura em média três anos, onde os Segredos Comerciais protegem a invenção.

Nesse período de estudo do INPI para tomada de decisão sobre o deferimento do pedido de patente, é razoável pensar que, diante dessa fragilidade, a firma concorrente possa imitar; mas a invenção é protegida por segredos comerciais. A garantia do comércio de Segredos Comerciais pela legislação, bem como pelas instituições legais, também está de acordo com a criptologia que garante a sua utilização. A nova lei para a proteção da Propriedade Intelectual - Wipo no mundo e seus acordos internacionais - garante que os Segredos Comerciais sejam criptografados usando as técnicas mais recentes (Wipo, 2002).

Neste estudo, descobriu-se que os segredos comerciais sempre estiveram presentes nas empresas, o que difere da lei de patentes, cuja primeira data conhecida remonta a 1474, na Itália. Este estudo formará a base para a análise dos segredos comerciais como uma barreira à entrada e as principais relações causais.

Trade Secrets: Aspectos jurídicos, abordagens

Introdução

O comércio de segredos sob a ótica jurídica

Os segredos comerciais são, portanto, caracterizados como uma barreira privada que apenas um indivíduo ou um grupo selecionado tem informações/conhecimentos privilegiados. Os segredos comerciais estão nesse ambiente complexo, o que significa que não há garantia de que as informações criptografadas sejam realmente estratégicas para a holding e seu uso de marketing. O período em que ocorreu o uso de segredos comerciais, até o período de uso intensivo de segredos comerciais.

De acordo com a suposição sobre segredos comerciais que apresento no primeiro capítulo, é razoável pensar que os segredos comerciais criam um grau de opacidade na propriedade intelectual. Uma estratégia importante no jornalismo online é tratar a marca e os segredos comerciais como uma estratégia de marketing de produto. Os segredos comerciais andam de mãos dadas com os métodos de proteção, especialmente as patentes.

Descobriu-se que os segredos comerciais estão presentes na common law dos EUA e são uma das ferramentas para gerar riqueza naquele país. Algumas invenções em que há rápido avanço tecnológico, como o mercado de software, utilizaram segredos comerciais e contratos específicos para guardar informações valiosas.

Gráfico 1: Canais de Transferência de Tecnologia (Fonte: CNI/FINEP 2002).
Gráfico 1: Canais de Transferência de Tecnologia (Fonte: CNI/FINEP 2002).

Noções da Teoria de Barreiras a Entrada

  • A rotina dos laboratórios de pesquisa de P&D industrial

Considerações finais

Algumas instituições resistem ao reconhecimento de que os segredos comerciais estão gradualmente se espalhando pelo mundo econômico, mesmo que sejam intangíveis. Mesmo com essa limitação, os segredos comerciais são comercializados sob o Acordo TRIPS/OMC e no Brasil com a Lei 9.279/96 garantindo isso. Historicamente falando, este livro parte da era pré-capitalista de nenhuma proteção para a era da proteção efetiva, conforme já descrito no acordo TRIPS/OMC.

O que simboliza a antiga personalidade, a identidade de hoje para as pessoas, é o mesmo que o segredo da empresa. No capítulo da Lei Básica que garante ao homem o direito à privacidade como forma de formação e manutenção da sua personalidade, garante-lhe também o direito ao sigilo profissional (Capítulo 5 da Lei Básica). Ele imprime nela sua personalidade, sua forma de saber [aprender fazendo, usando, interagindo, como veremos no próximo capítulo] e modificando a si mesmo e ao mundo ao seu redor.

O capítulo quinto da Carta Magna garante à pessoa o direito à privacidade como forma de formação e preservação de sua personalidade, e também lhe garante o direito ao sigilo nos negócios. Neste capítulo é apresentada a base teórica deste trabalho científico, que entende os segredos comerciais como barreiras à entrada e como resultado do processo inovativo, que hoje é característico da competição entre empresas.

Propriedade Intelectual e rivalidade entre firmas

Evidências empíricas e relação com as teorias econômicas

Informação e Conhecimento: Teoria e prática

  • Informação, conhecimento e bens públicos: especificidades econômicas e custos
  • Bens de experiência e assimetrias da informação
  • Um debate contemporâneo necessário
  • Informação e Conhecimento aplicado nas firmas

Ele cita os anticomuns como mercadorias de conhecimento garantidas pela propriedade intelectual e as resultantes externalidades negativas e falhas de mercado. Argumento que não são as formas de propriedade intelectual, mas a gestão da propriedade intelectual. Durante séculos, premiar quem investe tempo e dinheiro em invenções e inovações tecnológicas, incentivando assim o investimento, tem sido a função clássica de proteger a propriedade intelectual, especialmente segredos comerciais e patentes.

Para atingir o objetivo deste livro, selecionamos dados primários de duas formas de proteção intelectual, patentes e segredos comerciais.111. Observou-se que houve um aumento na proteção dos produtos da mente a partir do momento em que a Lei de Propriedade Intelectual entrou em vigor no Brasil. Com relação à terceira questão - se as empresas criptografam seus processos produtivos - utilizou-se o aprofundamento conceitual e econômico dos Segredos Comerciais como Ativos Intangíveis.

Na análise de seus livros, observou-se que, no início dos tempos, pouco se falava sobre direitos de propriedade intelectual. A durabilidade de uma patente e sua eficácia em algumas áreas levam ao uso conjunto entre patentes e segredos comerciais. Patentes de invenção de residentes brasileiros um estudo sobre o papel dos direitos de propriedade intelectual na construção de um sistema nacional de inovação (dissertação de doutorado).

Informação, conhecimento e direitos de propriedade intelectual: Os limites dos mecanismos de mercado e da negociação privada.

Gráfico 2: Fontes de Informação (Fonte: elaboração do autor e dados CNI/FINEP 2002).
Gráfico 2: Fontes de Informação (Fonte: elaboração do autor e dados CNI/FINEP 2002).

A lógica econômica de proteção ao P&D

Criptologia econômica de patente e trade secrets

Sua principal pergunta era: Que parte da tecnologia que você transferiu de um lugar para outro dependeu da proteção de segredos comerciais durante sua experiência profissional? O gráfico abaixo mostra: em alguns países – como Argentina e Brasil – o Segredo Industrial (parte do segredo comercial) é tão importante quanto a patente. No gráfico de dispersão, a curva de patentes segue a curva de sigilo industrial entre os países estudados.

Portanto, é razoável concluir que a maioria das empresas em vários países utiliza conjuntamente a patente para proteger o segredo industrial, o que confirma empiricamente o que foi dito neste ponto. Patente de Segredo Industrial Gráfico 8: Diferenças na quantidade de PI por país (Fonte: dados primários ABPI 2000/processamento do autor). Gráfico 9 Patentes de Segredos Comerciais: Diferenças na Quantidade de Propriedade Intelectual por País - Gráfico de Dispersão (Fonte: dados primários ABPI 2000/processamento do autor).

Os dados primários são baseados na criação de um sistema de compensação numérica e sua aplicação ao regime de propriedade intelectual de 18 países em desenvolvimento - Brasil, Argentina, Bahamas, Barbados, Chile, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Índia, México, Nicarágua, Paquistão, Panamá, Paraguai, Peru, Coreia do Sul e Uruguai – juntamente com uma análise comparativa do acordo NAFTA e dos signatários do TRIPS. Nenhum país é perfeito quando o assunto é propriedade intelectual, pois a tecnologia é sempre mais avançada que a lei.

Gráfico de Dispersão
Gráfico de Dispersão

Considerações finais do capítulo

Nesse momento, entre o selo legal e o pedido de patente, a invenção estará a salvo por meio dos segredos comerciais e suas nuances jurídico-econômicas, como mostra o gráfico estatisticamente. Conforme aqui apresentado, este livro tem como objetivo analisar os segredos comerciais em uma abordagem teórica que destaca seu papel como uma barreira jurídico-econômica à entrada de novas empresas no mercado. A segunda questão, que tratava dos direitos de propriedade intelectual, especialmente segredos comerciais e sua atuação como barreira de entrada na economia moderna, foi respondida no segundo capítulo do livro, onde apresentamos as discussões e avaliações de economistas e advogados a respeito produtos protetores da mente: Segredos comerciais, patentes, direitos autorais e marcas registradas que atuam como ferramentas nessa área do conhecimento.

O Brasil, país em desenvolvimento, foi pioneiro na aplicação desse acordo, pois em maio de 1996 a nova lei de propriedade intelectual cumpriu essa extensa agenda de negociações. Além disso, esse fato representa um passo importante na formação dessa propriedade intelectual como barreira à entrada. 113 Para um aprofundamento teórico, ver os Anais do Seminário Nacional de Propriedade Intelectual, onde a ABPI reúne especialistas e teóricos no assunto.

Neste artigo, o autor argumenta que os segredos comerciais protegem todo o campo da informação, mas contratos adicionais entre empregado e empregador especificam quais informações são privadas e quais podem ser divulgadas. 114 Para um estudo aprofundado, ver a extensa bibliografia de David Landes; ver também o economista Sherwood (1992) em seu livro "Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Econômico".

Imagem

Tabela 1: Patentes de Universidade
Gráfico 1: Canais de Transferência de Tecnologia (Fonte: CNI/FINEP 2002).
Gráfico 2: Fontes de Informação (Fonte: elaboração do autor e dados CNI/FINEP 2002).
Gráfico 3: Remessas de divisas em função de contratos averbados pelo INPI – Brasil  em milhões de US$ (Fonte: INPI 2000)
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Referências

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Os elementos de uma base de conhecimento são mapeados em função dos casos semânticos e utilizados para gerar a representação interna dos itens de informação e