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anais do i simpósio carl schmitt – faculdade cidade verde

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Academic year: 2023

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Felipe Alves da Silva (Grupo de Estudos Schmittianos-RIES/FCV; Grupo de Estudos de Direito e Literatura). Lançamento do livro do Grupo de Estudos Schmittian (RIES/FCV) - Sonhos e Pesadelos da Democracia em Weimar: Tensões entre Carl Schmitt e Hans Kelsen.

SCHMITT EM WEIMAR: NOTAS SOBRE O ANTILIBERALISMO

ARTIGOS CIENTÍFICOS

O Golpe Militar de 1964

Durante o período da ditadura militar no Brasil, a prática da tortura foi sistematicamente aplicada aos chamados subversivos, ou antirrevolucionários, mas, conforme retratado no projeto acima, os dados dos processos judiciais daquele período não refletem o número de pessoas no país tem sido torturado. Os relatórios da Comissão da Verdade são uma compilação de documentos e depoimentos que tornam inegável o uso da tortura naquele regime.

Breve conceituação de “gênero”

Além disso, as ideias conscientes sobre masculino ou feminino não são fixas, pois variam de acordo com os usos contextuais14. Portanto, o que se entende por gênero, masculino ou feminino, de uma dada sociedade não é fixo, pois sofre variações correspondentes aos seus períodos históricos, assim construídos culturalmente.

A violência sexual como arma de neutralização do gênero feminino na Ditadura Militar

Este artigo busca compreender a relação entre soberania, exceção e processo jurídico a partir dos autores citados na obra “Estado de Exceção”, de Giorgio Agamben, bem como do escritor italiano e dos procedimentalistas brasileiros Cintra, Grinover, Dinamarco e Medina . O processo seria o momento em que a norma é suspensa para defini-la, ou seja, até que se saiba se é uma inclusão ou exclusão do comportamento do indivíduo, o prognóstico não se aplica; neste sentido um espaço de exceção, normatizado em virtude de sua previsão legal.

Soberania e exceção: uma aproximação entre autores em Giorgio Agamben

Ele está fora, pois não pode entrar na lei, mas está dentro, porque a porta sempre esteve aberta e era para ele. A exceção foi criada pela crise, uma vez que ela termina, resta apenas a violência que foi usada para manter a ordem na desordem.

Estar fora e pertencer e justiça: uma aproximação entre autores e Giorgio Agamben

Uma situação excepcional é um espaço anômico onde existe uma lei sem lei (que deveria, portanto, ser escrita: lei). Como forma de violência, a força de lei responde à exigência de exceção, inclui-se na ordem anteriormente válida para excluí-la e estabelece uma ordem que perdura em tempos de necessidade.

Conclusão

Por meio dessa análise, apresenta a literatura como ferramenta de humanização, considerando seu papel emancipatório e sua contribuição ao direito na construção de um saber jurídico crítico diante de instituições jurídicas fechadas em discursos e formalismos tradicionalistas. Sob esse ponto de vista, destaca-se a importância da Literatura para o Direito, na qual é possível visualizar as interações e conexões entre as duas disciplinas, possibilitando a construção de um conhecimento jurídico crítico diante de instituições jurídicas fechadas em discursos e formalismos tradicionalistas .

APROXIMAÇÕES ENTRE DIREITO E LITERAURA

Com isso, Wigmore reconheceu a função pedagógica e instrumental da literatura, essencial para a formação adequada do advogado (GODOY, 2016). Nessa perspectiva, a literatura pode servir como um mecanismo essencial para o direito na construção de um saber jurídico que aceite outros referenciais, conforme abordagem a seguir.

NOTAS SOBRE A FORÇA EMANCIPATÓRIA DA LITERATURA

Na terceira parte do ensaio, “Repita suavemente”, Barthes analisa a transformação do discurso por meio de um exercício proposto por Brecht (LIMA, 2015). Dessa forma, influenciado pelas lições brechtianas, Barthes identifica a literatura como uma forma de resistência aos efeitos do exercício do poder e seu papel na construção de um discurso jurídico emancipatório (RAMIRO, 2015).

O VAZIO EXISTENCIAL E A BUSCA DA FELICIDADE NA PÓS MODERNIDADE

THE EXISTENTIAL BLANK AND THE SEARCH FOR HAPPINESS AFTER MODERNITY

Nesse momento, surgiu o interesse do Estado em mediar a vinculação de informações nos meios de comunicação de massa. Bauman continua em sua obra “A ética é possível em um mundo de consumidores”: “os laços humanos tornaram-se tênues e delicados, facilmente rompíveis e muitas vezes de curta duração” (BAUMAN, 2011). A omissão do Estado frente às transformações sociais advindas da sociedade da informação8 pode trazer prejuízos incalculáveis ​​aos direitos fundamentais.

DIREITO FUNDAMENTAL À CONCESSÃO DE MEDICAMENTOS EXPERIMENTAIS EM FACE DO ESTADO

FUNDAMENTAL RIGHT TO THE CONCESSION OF EXPERIMENTAL MEDICINES IN THE FACE OF THE STATE

A teoria da perda da contingência será utilizada como base legal para justificar o dever do Estado de fornecer drogas experimentais gratuitamente. Não seria mais justo prevenir a perda de uma oportunidade do que receber uma compensação depois de perdida. TEORIA DA PERDA DE OPORTUNIDADE COMO BASE PARA A DISPONIBILIDADE GRATUITA DO ESTADO DE MEDICAMENTOS EXPERIMENTAIS.

A DECISÃO ENQUANTO ELEMENTO FUNDAMENTAL DO JURÍDICO

Na luta de Carl Schmitt contra a neutralização da política trazida pelo Estado burguês, havia essencialmente um fundamento emergencial que se concentrava em si mesmo, solitário e/ou absolutamente indiscutível, capaz justamente por seu caráter pouco atrativo de ordem e pela tranqüilidade resultante de uma decisão. Partindo de uma abordagem decisiva, a ordem não precisa de uma verdade subjacente no nível normativo legitimado, mas, ao contrário, é originariamente destacada, é devidamente ordenada pela decisão de um representante que acessa a vontade de cada unidade política ( Politik Einheit)5 e é somente por meio da decisão que há a possibilidade de se estabelecer a ordem e a segurança do Estado (SCHMITT, 1996, p. 31). A decisão estende-se, assim, como fundamento de uma ordem pré-definida (será ou não), ou seja, no argumento que Schmitt defende, a decisão se apresenta ao âmbito normativo jurídico como algo normativamente indeterminado, como tese explícita de Teologia Política, apresenta-se como um momento jurídico autônomo vinculado a uma realidade que o precede e o exige (ordem concreta), não redutível à norma jurídica, desta forma a decisão se manifesta "através da possibilidade de uma determinação não normativa decisão, ou seja, uma decisão que pode abrir um 'estado de exceção'16 antes da norma” (SÁ, 2013, p. 45).

ESQUERDA POLÍTICA EM WEIMAR: UMA DEMOCRACIA ASSOMBRADA

LEFT WING POLITIC IN WEIMAR: A HAUNTED DEMOCRACY

Vale ressaltar que os representantes do Partido Social Democrático eram a favor do fim da guerra. Olhando para os movimentos populares de esquerda no período da República de Weimar, talvez o embate a analisar seja entre as fileiras do SPD, o movimento espartaquista e a formação do Partido Comunista Alemão. O Partido Comunista ausente durante a formação da República de Weimar e principalmente a inércia do Partido Social Democrático e do Partido Cristão contribuem para a polarização do movimento nazista, uma vez que “a Social Democracia Alemã, associada ao conservadorismo remanescente do período imperial e a ideologia em desenvolvimento do modernismo reacionário, viu seus princípios internos culminarem em sua expressão mais radical e violenta: o nacional-socialismo de Adolf Hitler".

ASPECTOS DA POLÍTICA NA ERA MODERNA: A RELAÇÃO ENTRE PÚBLICO E PRIVADO A PARTIR DE HANNAH ARENDT

ASPECTS OF POLITICS IN THE MODERN ERA: THE RELATION BETWEEN PUBLIC AND PRIVATE ON HANNAH ARENDT

Embora baseie vários aspectos de sua teoria nos escritos de Aristóteles, suas ideias divergem um pouco quanto ao papel da política na vida humana. Tal relação entre política e pluralidade poderia ser expressa por uma implicação lógica, na qual se há política, então necessariamente também há pluralidade. Com essa intrusão na esfera pública do que seria próprio do campo privado, o que se encontra na esfera pública pode ser visto como uma mera extensão da esfera privada, o oikos.

A VISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL BRASILEIRO SOBRE O MOVIMENTO PAREDISTA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO

THE BRAZILIAN FEDERAL SUPREME COURT'S VIEW ON THE STRIKING PUBLIC EMPLOYEE MOVEMENT

INTRODUÇÃO

A norma infraconstitucional classificava os serviços como essenciais ou não, o que informava como funcionariam essas atividades durante o período em que as atividades estivessem paralisadas. No período em que foi avaliado, havia 126 processos com a mesma matéria que permaneceram suspensos aguardando decisão. O Recurso Extraordinário decorre de mandado segundo o qual os peticionários, servidores estatutários, pretendem suspender o desconto efetuado pelos dias de greve, em decorrência de sua adesão ao movimento grevista.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO 693456

Ao final do julgamento, foi adotada a seguinte tese de repercussão geral: "A administração pública deve levar em consideração os dias de descanso, que são decorrentes do exercício do direito de greve dos servidores, em razão da interrupção do conexão funcional, que é o resultado disso, o que permite uma compensação em caso de acordo. A demora do legislador em regulamentar o direito de greve dos servidores públicos ameaçava a efetivação desse direito garantido constitucionalmente e seu reconhecimento como legal. A administração pública deve ter em conta os dias de silêncio decorrentes do exercício do direito de greve dos servidores, por interrupção do vínculo funcional dela decorrente, e permitir a compensação em caso de acordo.

VOTOS VENCIDOS

  • CONCLUSÃO

Então isso me parece mais correto do que as afirmações feitas durante o debate do R.E., o que me parece mais correto é o da ministra Rosa Weber, que insiste que greve de servidores não pode ser tratada da mesma forma que greve. tratamento aos trabalhadores privados, pela forma como a greve está sendo conduzida tanto na iniciativa privada, como na iniciativa privada, o contrato de trabalho será suspenso e o assunto será discutido em acordo coletivo do sindicato competente, se o acordo para prosseguir com o corte do cartão de ponto, ah sim, será pleiteado na justiça para que a solução seja apresentada mais célere, pois é razoável que o trabalhador possa arcar com tal ônus, já na movida do muro pelo funcionário, ele irá imediatamente enfrentar o tribunal do trabalho que não poderá defender a legitimidade da greve tão rapidamente quanto a convenção sindical. As perguntas são muitas, mas as respostas claras são que o direito do trabalho no Brasil tem um longo e difícil caminho pela frente, como argumentou durante a discussão o Ministro Luis Fux, pois é um momento de crise em que se prevê que várias greves movimentos estão em apuros em vários estados por causa do serviço público, e outro ponto que não estava previsto na época mas agora está intensamente presente é que os reflexos da nova reforma que entrou em vigor no dia 13 de novembro de 2017 vai acabar porque haverá um maior há necessidade de se fazer uso do instituto da greve também por parte da iniciativa privada.

DANO MORAL COLETIVO NO DIREITO BRASILEIRO

COLLETIVE MORAL DAMAGE IN BRAZILIAN LAW

Da destinação da indenização paga a título de dano moral coletivo

O instituto do dano moral coletivo, conforme demonstrado, ainda é recente no ordenamento jurídico brasileiro e ainda encontra grandes oscilações doutrinárias, inclusive no âmbito dos tribunais. Sobre a determinação legal do dano moral coletivo, ainda escasso, desbravou e estabeleceu a possibilidade de condenação por dano moral coletivo, o Código de Defesa do Consumidor e a Lei 7.347/85, com a redação dada pela Lei 8.078/90. A função social dissuasiva da reparação do dano moral coletivo e sua incompatibilidade com a responsabilidade civil objetiva.

TEOLOGIA POLÍTICA E ESTADO DE EXCEÇÃO: NOTAS SOBRE A TESE ALEMÃ DA SECULARIZAÇÃO DA POLÍTICA EM CARL

SCHMITT E WALTER BENJAMIN

Forma jurídica, método marxista e aproveitamento metodológico

A fala de Pacukanis é um alerta: a confirmação da forma jurídica ideológica não impede o estudo de sua realidade objetiva. Ao fazer uma ligação entre a forma jurídica e a forma da mercadoria, Pacukanis mostra que a lei é uma forma que reproduz a equivalência (NAVES, 2008, p. Temos assim que para Pacchukanis a própria forma jurídica já coloca um problema de equacionar, para na medida em que a existência da norma assenta na relação entre sujeitos jurídicos, relação que só existe na sua plenitude numa sociedade capitalista de mercado, levando a concluir que a forma jurídica nascida da circulação de mercadorias tende a desaparecer, devido à o desaparecimento do capitalismo, na perspectiva marxista, devido às contradições insolúveis do próprio sistema, o que levaria à sua inviabilidade.

Relação jurídica e sujeitos de direito – a centralidade do campo jurídico

Nesse tom, a norma ou deriva diretamente das relações existentes ou representa, com alguma probabilidade, a previsão do nascimento das relações correspondentes (PACHUKANIS, 1988, p. 49), e o sujeito de direito seria o resultado da laços formados para que a troca de mercadorias possa ocorrer, não pela norma que assim o transformaria em sujeito. A troca de bens seria tão impactante para o direito porque também representaria o 'lugar' onde o sujeito do direito percebe o valor abstrato da mercadoria, a autodeterminação e os direitos à liberdade e à igualdade. O desenvolvimento do mercado, a circulação das mercadorias e a consequente necessidade de troca por equivalentes, inclusive a troca de trabalho, seriam assim as condições favoráveis ​​para a transformação do homem em sujeito de direito que pode livremente vender e comprar mercadorias e o mesmo com as negociações entre os donos da mídia e aqueles que só têm sua força de trabalho.

A extinção da forma jurídica: socialismo

Nesse período pós-revolucionário, que estava em andamento quando lançou sua teoria em 1924, prevaleceria uma lei burguesa não verdadeira, que difere da lei burguesa genuína anterior por suas origens revolucionárias:. Pacukanis distingue tout court ou lei civil real da lei civil não genuína, a lei que prevaleceu no período de transição socialista. Pacukanis, baseado na obra de Marx, retira a forma jurídica da forma mercadoria, opondo-se assim ao aspecto central da teoria jurídica de Stutchka: o direito como fenômeno de classe (HEAD, 2008, p. 140).

Stalinismo: Vychinsky e a substituição da teoria marxista por uma teoria soviética do direito

Essa relação social específica da qual parte a análise paçukaniana é característica do modo de produção capitalista, de modo que uma conceituação do direito, desvinculada de seu contexto histórico e válida para todos os tempos, torna-se inviável. Ao aprofundar o estudo da relação entre o direito e a lógica capitalista como um todo, verificamos que Pachukanis não se opõe, mas sofistica a teoria de Stutchka, que iniciou a aproximação, de forma sistemática, mas ainda não profunda, da teoria do direito com Marxismo. . Foi assim que o renascimento formal do direito aconteceu com Vychinsky durante o regime de Stalin: “o direito já era um produto da sociedade socialista, na qual não havia classes antagônicas.

O PENSAMENTO CONSERVADOR BRASILEIRO THE BRAZILIAN CONSERVATIVE THINKING

Assim, confirmaram que a separação das raças, a eugenia e o saneamento são o caminho adequado para a criação de um Estado moderno. Ter apenas um ditador no poder não cumpriria a realidade e os atributos de um verdadeiro líder de um país implacável. A construção de um líder carismático, na perspectiva de Francisco Campos, partia do entendimento schmittiano de autoridade e, sobretudo, da necessidade de tomada de decisão, que exigia um líder forte.

Referências

Documentos relacionados

Ambiente. A Presidência do Conselho de Santo Amaro da Purificação está temporariamente sem representação, já que a diretoria anterior foi destituída. A formação dos