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Aparecida Maria de Vasconcelos

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Academic year: 2023

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A extensão da Cristogênese em Teilhard de Chardin: “Omnia in ipso constante” (Cl 1, 17) / Aparecida Maria de Vasconcelos. Esta pesquisa tem como objetivo estudar a expansão da categoria Cristogênese em Teilhard de Chardin.

A CRISTOGÊNESE NA HISTÓRIA DO COSMO “... ET PARTURIT

UM MUNDO EM DEVIR, NUM OCEANO DE ENERGIA: A EVOLUÇÃO CÓSMICA

Em 1998, descobriu-se que a taxa de expansão do Universo não está a abrandar, mas sim a acelerar, ao contrário do que se pensava anteriormente. Esta representação do início do universo não pretende explicar tudo; Como todas as teorias científicas, tem validade limitada.

NATUREZA PROCESSUAL, CONTINGÊNCIA HISTÓRICA: A TEORIA DA

Os princípios da teoria da evolução são: a) o mundo é compreensível segundo uma exigência da ciência; b) universalidade das leis e normas que regulam os fenômenos naturais; Os complementaristas contribuíram para a teoria da evolução das espécies, uma vez que a proposta darwiniana não se limita, entre outras coisas, ao quadro implacável da seleção natural.

CENÁRIO EVOLUTIVO: “SEMENTEIRA FÉRTIL” PARA UMA TEOLOGIA

Apesar do afastamento da Igreja do diálogo com o mundo científico, o catolicismo manteve a sua estima pela teologia natural. O Concílio Vaticano I não se pronunciou sobre as formas históricas da teologia natural e não pretendia que o conhecimento natural de Deus precedesse o conhecimento da fé.

HERANÇAS FAMILIARES

A partir deste líder, através da Humanidade de Jesus, estabeleceu-se desde o início um primeiro contato entre as duas metades, a 'cristã' e a 'pagã', do meu ser profundo 107. De ce seul chef, à travers l'Humanité de Jesus, um primeiro contato foi encontrado no bordo estabelecido entre as duas metades 'cristã' e 'païenne' de meu ser profundo".

O DESABROCHAR DA INTUIÇÃO DE CRISTOGÊNESE

Nos écrits de l'époque de la guerre, l'année dernière, décrivent : « O Cristo, nos o sabemos por São João e por São Paulo, é o Centro da Criação, o Forca que a tudo pode submeter, o Termo onde tudo toma figura " 117. L'argument décisif qui convaincra le monde de la réalité de notre Seigneur sera de montrer le lien des deux attractions, céleste et terrestre, réalisé dans une vie pleinement humaine, parce que pleinement chrétienne. " Il faut que, en revenant aux meilleurs courants de la Tradition catholique, nous prêchions enfin une Théologie où le Christ apparaît lié au développement de l'Univers tout entier, physique et aussi grand que Lui ; Un Évangile où la moralité et les conseils de Jésus sont présentés non seulement comme des promesses de récompense individuelle, mais comme un chemin organiquement imposé vers la réussite collective dans toute la vie.

Et d’un autre côté, pour être pleinement vénérable, un Christ doit être présenté comme le sauveur de l’idée et de la réalité de l’évolution. Incarnation, Rédemption, Évangélisation, comment modifier ces trois aspects de la christologie pour satisfaire les caractéristiques d'un monde en développement ?

UM SOBREVOO SOBRE AS OBRAS DE TEIHARD

Telle est la situation imposée par le don mystérieux de l'existence à tout ce qui est élément de l'univers. Si l'on veut atteindre le mouvement religieux moderne et revenir dans ses profondeurs, il me semble que trois étapes, liées, sont nécessaires : a) La première étape consisterait dans le développement (dans la lignée de la 'Philosophia perennis') : la primauté de l'être, de l'action et du pouvoir) évolution physique et métaphysique correcte. La deuxième étape [..] consisterait donc à une interprétation de la christologie proportionnelle aux dimensions actuellement reconnues de l'univers, — c'est-à-dire à admettre que le Christ, outre ses attributs strictement humains et divins (surtout les théologiens considéraient jusqu'à présent) en raison du mécanisme d'incarnation de la qualité « universelle » ou « cosmique » qui en fait précisément le Centre personnel que la Physique et la Métaphysique de l'Évolution soupçonnent et appellent.

En fait, il est impossible que le Christ se manifeste plus explicitement comme le summum de l’évolution universelle sans que les chrétiens découvrent plus clairement la valeur surnaturelle de l’effort humain dans Christo Jesu. Tout d’abord, il y a le phénomène du processus d’évolution depuis le début de la vie et la naissance de la pensée.

A TRANSFORMAÇÃO E A UNIÃO CRIADORAS

O centro físico diante de nós, transcendendo o espaço-tempo, sugere a ideia do fim dos tempos e da grande metamorfose. A protologia, que nos leva de volta à origem da teologia da criação, nos leva à narrativa do início de uma história, ao acontecimento fundacional de um acontecimento, ou à origem de tudo. A sua síntese combina na mesma perspectiva a criação e a salvação do homem, por um lado, e a liberdade de criação e criação ex nihilo, por outro.

No gigantesco processo de desenvolvimento, destaca-se o rosto de um Deus, que não está fora desse movimento em torno do qual a criação se moveria, mas no momento da convergência desse desenvolvimento, ou seja, antes, durante e no final da evolução. a história da evolução. mundo. A imagem do Pantocrator – “omnia in ipso constante” – está ligada à concepção de um Deus que atrai para si a criação em evolução.

DA COSMOGÊNESE À CRISTOGÊNESE

  • A perspectiva fenomenológico-científica
  • O plano da opção filosófica
  • Perspectiva teológica

Nas primeiras fases da formação da Terra, foi a energia radial que levou à produção de moléculas mais centradas, até ao momento em que surgiu o primeiro ponto crítico198 da evolução: o surgimento da vida. Dois outros ramos também contribuem para a formação da ramificação da vida: o dos vermes, dos artrópodes e das plantas. 201 Ao traçar a história do cosmos e da vida, Teilhard postulou que os processos naturais realizaram sucessivamente o reino da matéria, depois o da vida e, mais recentemente, o da esfera espiritual ou noosfera.

As duas linhas da sua existência, vida e pensamento, revelam a versatilidade profissional, religiosa e missionária que o levou a estabelecer uma verdadeira exigência cósmica da teologia cristã. Os mistérios da vida do Nazareno, os temas fundamentais do discurso cristológico e a investigação desta segunda parte, serão discutidos no contexto do universo evolutivo.

O CRISTO-UNIVERSAL: “EXPLICAÇÃO INEVITÁVEL DA ENCARNAÇÃO”

O objetivo deste quarto capítulo é investigar como o mistério da Encarnação revela a Cristogênese na história do homem e suas possíveis implicações na dimensão antropológica da Redenção. São Boaventura tinha uma visão otimista da criação, que se desdobrou como uma realização inseparável do mistério da Encarnação. Neste cenário, o mistério da Encarnação dirige-se de forma orgânica e ascendente à aceitação do homem e do mundo por Deus, em Cristo.

Na perspectiva de um mundo em evolução, o ato criativo já expressa algo do mistério da encarnação.24 Esses dois mistérios participam da mesma dialética de união e distanciamento. A renúncia ao mistério da encarnação em termos orgânicos e em termos de ascensão mostrou que o universo foi santificado no amor de Deus, no e pelo Cristo universal.

O HOMEM-JESUS, PHYLUM RELIGIOSO NA ANTROPOGÊNESE

Toda a criação culmina na encarnação do Verbo – que é inseparável e salvificamente inseparável do sofrimento e da ressurreição de Jesus”50. Quando o Evangelho começou a ser lido a partir do dogma, esta perspectiva patrística da humanidade de Jesus começou a desaparecer da reflexão teológica e da própria vida cristã. São primeiro a aplicação da lei do nascimento e depois o sinal da influência final de Jesus no mundo60.

Encontramos em Rahner ressonâncias desta reflexão sobre o coração de Jesus irradiando-se na criação. O coração de Jesus é o centro mediador pelo qual devem passar todos os nossos movimentos para chegar verdadeiramente a Deus.

CORPO DE CRISTO: CENTRO FÍSICO DA HUMANIDADE E DO COSMO

No próximo capítulo, na perspectiva do cosmos diáfanamente cristificado, o mistério da salvação transcende o caráter da expiação. A ideia de Cristo como centro físico guiará Teilhard na sua abordagem ao mistério da salvação. O mistério da salvação revela-nos que a Cristogénese na história humana assumiu o fardo do mundo em avanço e permitiu que as pessoas justificassem verdadeiramente a sua existência.

A “face criativa da salvação” deriva do sofrimento, morte e ressurreição de Cristo no movimento ascendente do homem na noosfera. Outro elemento que se destaca nesta renúncia diz respeito à função cósmica da salvação universal de Cristo.

O MAL E O PECADO ORIGINAL NA DIMENSÃO DO COSMO

Um novo cristianismo procurou escapar às práticas petrificadas da vida cristã e cego às mudanças de um mundo em desenvolvimento. O homem está limitado ao pecado porque esta é a lei do universo, a condição cósmica de um mundo em evolução. Num país que subitamente despertou para a consciência de um movimento biológico que avança sempre, a Redenção testemunha-nos que a Cristogénese na história humana abrange todo o drama evolutivo.

O mistério da salvação mostra que Cristo, em todos os seus maiores momentos na história dos homens, o abraçou completamente. O objetivo deste capítulo é examinar como o mistério da Ressurreição explica a Cristogênese na história humana e suas possíveis implicações para pensar a dimensão antropológica da Redenção.

A MORTE E A RESSURREIÇÃO

Os mistérios da Encarnação e da Redenção mostraram que a Cristogênese na história humana enfatiza a presença de Cristo na humanidade e no cosmos como um suporte dinamicamente pessoal, criativo e transcendental para o universo. Jesus Cristo realiza o retorno do homem ao coração da comunidade trinitária como primícias absolutas216. É histórica porque se refere a um acontecimento real, à “Realidade absoluta da história”217, que atingiu a pessoa de Jesus, um homem da nossa história.

No capítulo anterior, ao final do item 5.3, vimos que para Teilhard a morte de Jesus se deveu ao total pertencimento e entrega ao homem e ao universo. O movimento evolutivo, atingindo seu estado reflexivo, só saberia funcionar se despertasse nas pessoas uma prova de que a barreira da morte pode ser transada, com sentido.

O RESSUSCITADO: CENTRO UNIVERSAL “OMNIA IN IPSO CONSTANT”

Aujourd’hui, elle rayonne sur l’univers entier sous la forme d’une conscience et d’une activité autorégulées. Física et littéralement, enfin, pois car toutes les lignes du monde se rejoignent et c'est maintenant jusqu'à présent, qu'elle est cohérente avec la construction du matériel et de l'esprit239. Physiquement et littéralement, en fin de compte, parce qu’en Lui toutes les lignes du monde se rencontrent et convergent, c’est Lui qui donne consistance à tout l’édifice de la matière et de l’esprit.

La croissance du corps et de l'esprit mentionnée dans la citation car nous correspondons beaucoup aux formes de béatificação243. Par Christ-Universel, j'entends le Christ, qui est le centre organique de l'univers tout entier : - le centre organique, c'est-à-dire duquel tout développement, même naturel, est physiquement suspendu ; - de l'univers entier [..], de toutes les Réalités dont nous dépendons physiquement, directement ou indirectement [...] ; – de l’univers tout entier, c’est-à-dire non seulement de l’effort moral et religieux, mais aussi de tout ce que cet effort suppose, à savoir toute la croissance du corps et de l’esprit.

O MISTÉRIO DO CORPO DO RESSUSCITADO: TRANSFIGURADO E

A nova aliança natural entre os homens e o mundo pode responder à aliança sobrenatural de Deus com o homem»255. A chegada de Cristo como ser humano na história inicia o crescimento da humanidade em seu corpo e coloca o eixo da evolução no coração da Igreja, como veremos no próximo capítulo. Como diz a Constituição GS §22, reconhecemos os frutos maduros do Verbo encarnado, crucificado e ressuscitado, na cruz do homem e do mundo.

É certo, como diz São Paulo, «assim como trouxemos a imagem do homem terreno, assim traremos também a imagem do homem celeste» (1 Cor 15, 49). Nesta segunda parte, procuramos mostrar até que ponto os mistérios da vida de Jesus de Nazaré revelam a cristogênese na história humana e suas consequências para pensar a dimensão antropológica da salvação.

A CRISTOGÊNESE COMO DIVINIZAÇÃO E TRANSFIGURAÇÃO “IN

A EUCARISTIZAÇÃO DO SER HUMANO E DO UNIVERSO: O “MEIO DIVINO”217

A PLEROMIZAÇÃO: A CONSUMAÇÃO DA UNIÃO CRIADORA DO COSMO EM

UMA APROXIMAÇÃO AO ESQUECIMENTO DA FIGURA DO CRISTO

O CRISTO NA TEOLOGIA NATURAL

O ADVENTO DA ECOTEOLOGIA

Referências

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