Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), apresentado no curso de Biomedicina, das Faculdades Integradas de Jaú – FIJ, para obtenção do título de Bacharel em Biomedicina, sob orientação do prof. Aprovado como parte dos requisitos para obtenção do título de BACHARELADO EM BIOMEDICINA pela Comissão de Provas. O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença causada pela falta de produção de insulina devido à destruição autoimune das células beta das ilhotas pancreáticas.
Para produzir este trabalho, foi realizada uma revisão de literatura utilizando evidências científicas dos últimos 10 anos, buscando artigos inéditos em inglês e português nas bases de dados virtuais Pubmed e Google Scholar. Os artigos citados discutem os tratamentos clássicos e as possibilidades de novos tratamentos para o diabetes tipo 1, que contribuem para uma melhor qualidade de vida dos portadores. Assim, as informações que lhe são apresentadas têm como objetivo apresentar uma reflexão educativa com informações e conhecimentos sobre tratamento que aborde novas técnicas de controle glicêmico que sirvam de base informacional para potencial descoberta de medicamentos para diabetes mellitus tipo 1.
Outros tratamentos que utilizam terapias avançadas, como a terapia gênica para transplante de ilhotas pancreáticas e a imunoterapia, são caminhos promissores para otimizar o tratamento e/ou cura do diabetes mellitus tipo 1. Os artigos mencionados discutem tratamentos clássicos e possibilidades de novos tratamentos para diabetes mellitus tipo 1. .Melitus, para contribuir para uma melhor qualidade de vida das pessoas com a doença. A informação que lhe é prestada pretende assim expor uma reflexão educativa, através de informação e conhecimento sobre tratamentos que incidem em novas técnicas de controlo glicémico, e servir de base de informação para descobertas de uma possível cura para a Diabetes Mellitus do tipo 1.
Other treatments using advanced therapies, such as gene therapy for pancreatic islet transplantation and immunotherapy are promising avenues for the search for optimizing the treatment and/or cure of type 1 diabetes mellitus.
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
Objetivos gerais
Objetivos específicos
Atualmente, esses novos tratamentos estão sendo testados e avaliados em laboratórios, pois são tratamentos modernos que exigem tempo, recursos tecnológicos e confiabilidade dos pacientes com Diabetes Mellitus tipo 1 com o novo tratamento, pois esses tratamentos também visam a cura desta doença. O diabetes mellitus tipo 1, seja criança ou adulto, deve ser responsável pela alimentação, atividade física diária e controle glicêmico.
REVISÃO DE LITERATURA
Tratamento clássico do Diabetes Mellitus do tipo 1
É de conhecimento geral que o Diabetes Mellitus Tipo 1 é uma doença causada pela falta de produção de insulina, através da destruição autoimune das células beta das ilhotas pancreáticas, o que provoca uma falta absoluta de insulina (HARREITER e RODEN, 2019). É claro que existe amplo conhecimento científico sobre o diagnóstico do diabetes tipo 1, pois é fundamental que o tratamento inicial seja acompanhado por médico, dieta alimentar e atividade física para atingir o controle glicêmico adequado, ou seja. é possível observar que o indivíduo diabético segue uma tríade insulina, alimentação e atividade física (CALLIARI, 2012). O automonitoramento é utilizado para tomar decisões sobre as doses de insulina administradas em tempo real, permitindo que sejam feitos ajustes de insulina de acordo com os resultados obtidos ao longo de semanas ou meses.
Sabemos que o controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 1 requer maior monitoramento, que é classificado como Monitoramento Contínuo da Glicose. Levando em consideração o conceito de novos tratamentos para o Diabetes Mellitus Tipo 1, a educação alimentar deve ser inserida na vida das pessoas com diabetes, pois haverá conscientização sobre o autocuidado e decisões em relação à alimentação. Refletindo sobre os novos conhecimentos sobre o diabetes mellitus tipo 1, sugere-se que o plano alimentar seja dividido em 6 refeições, 3 refeições principais e 3 lanches, determinando a melhor forma de preparo dos alimentos, preferindo grelhados, fritos, cozidos ou crus. .
Por outro lado, a Diabetes Mellitus Tipo 1 exige que o indivíduo com esta doença pratique exercício físico, pois é considerado importante na apresentação dos resultados evolutivos e na gestão dos tratamentos da diabetes. Há também uma preocupação em relação a esta queda, onde é permitido suspender as doses de insulina antes do exercício para evitar lesões relacionadas a esses episódios (MARÇAL et al., 2018). Portanto, se a produção de insulina for insuficiente, a penetração da glicose nas células será inibida, resultando em hiperglicemia.
No diabetes mellitus tipo 1, a insulina é essencial para fornecer níveis normais que sustentam o metabolismo da glicose e, portanto, pode ser classificada como ultrarrápida, rápida, intermediária, de longo prazo e ultralenta. Além disso, essa insulina consiste em um refil ou frasco/ampola de 100 UI/ml, que contém 3,49 mg de insulina Glulisine, equivalente à insulina humana (MARANTE, 2019). A insulina humana regular, ou mais conhecida como Novolin R, tem início de ação rápido de cerca de 30 minutos e atinge efeito de 1 a 3 horas que dura 8 horas.
A insulina humana NPH, ou mais conhecida como Novolin N, tem ação de longa duração, que ocorre em 1 hora e 30 minutos, e atinge seu efeito em 4 a 12 horas, totalizando aproximadamente 16 horas. Novolin N é uma solução injetável produzida com tecnologia de DNA recombinante em Saccharomyces cerevisiae, contendo suspensão de insulina Isofana e cada ml contém 100 UI de insulina humana. Detemir também é uma solução injetável produzida por tecnologia de DNA recombinante em Saccharomyces cerevisiae e contendo 3 ml, correspondendo a 300 UI, onde 1 unidade de insulina detemir corresponde a 1 unidade internacional de insulina humana (FERNANDES, 2018).
Novos Tratamentos para o Diabetes Mellitus do tipo 1
- Bomba de Insulina
- Terapias com Células-Tronco
- Terapia Gênica e Transplantes
- Imunoterapia
Os implementos da bomba de insulina são compostos por reservatórios, conjuntos de infusão (cateter e cânula) e baterias. Também é importante ressaltar que este aparelho não é à prova d’água, ou seja, à prova d’água, por isso deve ser desligado da tomada. a cânula por um período máximo de 2 horas (MINICUCCI, 2008). Em geral, os reservatórios armazenam cerca de 300 unidades de insulina com diferentes tipos de conjuntos de infusão para diferentes tipos de cateteres. Para melhor compreensão do assunto, as Tabelas 1 e 2 trazem as principais vantagens e desvantagens do uso da Bomba de Insulina.
Principais vantagens da utilização de uma bomba de insulina Vantagens da bomba de insulina. Pacientes com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 1 e tratados com bomba de insulina foram comparados com o tratamento com injeção de insulina e observou-se que havia baixo risco de hipoglicemia grave e cetoacidose diabética. Diante dos resultados obtidos, o estudo de Dave foi o que produziu resultados mais convincentes e promissores para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1, mas é necessário utilizar experimentos in vivo para testar a capacidade de transformação das células-tronco mesenquimais em pâncreas produtoras de insulina para confirmar células beta (BOTTEGA et al., 2018).
Paralelamente a esses avanços nos estudos de terapia celular utilizando células-tronco, o foco maior está na promoção de fontes regulatórias de insulina. Portanto, essas células serão selecionadas para a eliminação do transporte pancreático e se beneficiarão de fontes de células produtoras de insulina (LOJUDICE e SOGAYAR, 2008). O diabetes mellitus tipo 1 é causado pela ausência de produção de insulina devido à destruição autoimune das células beta das ilhotas pancreáticas (HARREITER e RODEN, 2019).
O diabetes mellitus tipo 1 também é um processo crônico e progressivo no qual a autoimunidade destrói as células produtoras de insulina. Através de estudos realizados, obtivemos expressões progenitoras PDX1 e NKX61 derivadas de células-tronco humanas, que oferecem uma nova fonte de células secretoras de insulina. Embora este estudo tenha apresentado resultados seguros e promissores, o número de células capazes de armazenar insulina é insuficiente para o transplante (DEMETERCO e LEVINE, 2001).
Para obter fontes de células produtoras de insulina para transplante, são incluídos fatores de transcrição. Contudo, a administração de insulina exógena tornou-se a forma de tratamento disponível para milhões de indivíduos com Diabetes Mellitus. Portanto, um dos principais objetivos e desafios da terapia gênica para diabetes é a formação de novas fontes de células que apresentem secreções normais de insulina em relação à estimulação da glicose e ao crescimento da diferenciação de células beta (SOUZA et al., 2021).
Sabe-se que diversos tipos de tratamentos disponíveis têm sido utilizados na tentativa de reverter o diabetes mellitus tipo 1, preservando a insulina residual e protegendo as células beta (MÂNCIO et al., 2013). A partir de então, em 1970, iniciou-se o uso da imunoterapia, que apresentou efeitos positivos na manutenção da secreção residual de insulina.
METODOLOGIA DA PESQUISA
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Utilizando a imunomodulação no controle do diabetes: novas perspectivas para o tratamento dos danos causados por esta doença. Efeitos do exercício físico no diabetes mellitus tipo 1: uma revisão sistemática de ensaios clínicos e randomizados. Disponível em: Tilgængelig på: